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From serving in Afghanistan to operating in Mexico: the last mission of two CIA agents trained in the US Army and Navy

A tragic vehicle crash exposed a covert counter-narcotics operation riddled with irregularities. In mid-April, a pickup truck plunged off a mountain road in the Sierra of Chihuahua in Mexico, killing its four occupants. Two of them were officials from the Chihuahua Attorney General’s office, and the others, as was later confirmed, were undercover CIA agents. The case continues to unfold in new chapters, and over the weekend former Chihuahua prosecutor César Jáuregui was arrested, accused of treason for allowing — without authorization from the federal government — armed foreign officials to take part in sensitive security operations on Mexican soil.

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© Special forces taps, Fuerza Expedicionaria de Marines

Richard Leiter Johnston III and John Dudley Black in undated photographs.
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Is a Russian drone near you right now? Ukrainians have developed maps that track drones in near real time

Screenshot from the Monitor map used to track aerial targets.

Ukrainians can now check a free live map of where Russian attack targets are flying, a Ukrainian air-threat monitoring project called monitor announced on X on 13 October. The beta pulls public reports of drones in flight into a single view and lays them over official air raid alerts.

Russia now flies jet-powered drones, and some switch off their engines before an attack and glide in. Over a hundred drones can arrive in one night. Yet since September, drone-only yellow alerts in some Oblasts no longer shut everything down. So during drone alerts, some Ukrainians now stay at their desks rather than in shelters. The new maps offers them a quick look at the sky from a phone, even on a weak signal.

What the map shows

The launch post described the service as one that tries to show where each target is, using open sources and algorithmic processing. It said the beta focuses on drones, with other targets to follow.

Screenshot from the Monitor map used to track aerial targets.
Screenshot from the Monitor map used to track aerial targets.

The drone data does not come from radar. The service draws on regional Telegram channels that post where drones and missiles are flying over their own oblasts. It cross-checks those posts to estimate what each target is, roughly where it is, and where it is heading, the project explains. The same page already lists cruise and ballistic missiles among the targets. It also says the map is free, ad-free, and needs no registration, and that it runs in a browser or on Telegram, designed to work on a phone with a weak signal.

A target log lists each drone’s district and course. Alert data comes from alerts.in.ua, and areas under alert turn red or yellow. The map refreshes about every 20 seconds while targets are airborne.

Screenshot from the Monitor map used to track aerial targets.
Screenshot from the Monitor map used to track aerial targets.

However, the developers warn that the dots are only estimates and show up late. Some targets slip through untracked. That is why “an empty map does not mean you are safe,” they wrote. When sirens sound, they urge people to rely on official signals and take shelter.

On 17 October, the Defense Ministry said that Ukraine’s Air Alert app now maps the approximate position and heading of some targets. These include cruise missiles, Banderol drone-launched missiles, and Shahed-type drones. The data comes straight from the Air Force over secure channels.

Screenshot from the Air Alert! map used to track aerial targets.

For security reasons, it carries no exact coordinates or real-time tracking and may lag. Ballistic missiles and anything faster than 2,000 km/h don’t appear at all. The ministry’s advice matches monitor’s: get to a shelter first, then check the map from there.

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Captação de água Mina Cortiças sujeita a medidas de proteção

Ministério do Ambiente determinou que a captação de águas Mina Cortiças, que abastece 200 habitantes, será sujeita a medidas de proteção salvaguardando o abastecimento público para consumo humano.

O terreno abrangido pelas zonas de proteção imediata será vedado e mantido limpo de quaisquer resíduos, produtos ou líquidos que possam provocar infiltração de substâncias indesejáveis para a qualidade da água
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Cenotes y pozos de Yucatán plagados de restos fecales: las granjas de cerdos amenazan a poblaciones mayas

El olor fétido es especialmente fuerte durante las mañanas y después de las lluvias. Hay días en los que el clima cálido y húmedo de la selva maya, en la península de Yucatán, se mezcla con el de las heces y otros desechos de las decenas de instalaciones de granjas de cerdos que se ubican a solo unos kilómetros de las comunidades que pueblan la región. Cifras oficiales del Gobierno mexicano registran al menos 500 granjas de este tipo en el Estado, pero organizaciones medioambientales elevan la cifra hasta 800. La organización Greenpeace México, junto con un laboratorio independiente, ha documentado la calidad del agua de cenotes y pozos en 17 puntos de las localidades Kinchil, Sitilpech, Motul, Chocholá, Molas, Celestún y San Antonio Tedzidz, comunidades asediadas por macrogranjas desde hace décadas, y ha encontrado contaminación fecal generalizada y concentraciones de nitrato superiores a los límites establecidos por las normativas nacionales e internacionales, lo que significa que la salud y el equilibrio ambiental están en un grave riesgo ante agua no apta para consumo humano.

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Raúl Ek sostiene su cosecha de pepinos en Motul (Yucatán), el 3 de agosto.Cenote virgen ubicado en Molas (Yucatán), el 5 de agosto.Personal de Greenpeace toma muestras de agua en un pozo que abastece al poblado de Celestún, en Yucatán.

© Emiliano Molina (EL PAÍS)

Luis camina en su ejido de Kinchil (Yucatán), el 4 de agosto.

© Emiliano Molina

Rivaldo Santos revisa su pozo de agua en la comunidad de Sitilpech.

© Emiliano Molina (EL PAÍS)

Granjas porcícolas en Molas (Yucatán) el 5 de agosto.

© Emiliano Molina (EL PAÍS)

Construcción de una granja porcícola en Chocholá (Yucatán).

© Emiliano Molina

Turistas visitan el Cenote Sambulá en Motul (Yucatán), el 3 de agosto.

© Emiliano Molina

Miembros del laboratiro H2O toman muestras de agua en un cenote en Molas (Yucatán).

© Emiliano Molina

Vista aéra de una graja porcícola en Chocholá (Yucatán), el 4 de agosto.
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Um urso entrou numa biblioteca à procura de mel e petiscos

Um urso-negro entrou numa biblioteca pública de Mammoth Lakes, na Califórnia, antes da abertura ao público. Depois de se ter servido dos lanches dos funcionários, incluindo um frasco de mel, deambulou entre as estantes antes de sair do edifício por iniciativa própria. Na quarta-feira, 14 de outubro, por volta das 6h10, um urso-negro entrou na biblioteca de Mammoth Lakes, uma das unidades da rede de bibliotecas públicas do condado de Mono, na Califórnia. O incidente ocorreu cerca de quatro horas antes da abertura ao público, marcada para as 10h, segundo Josef Bopp, diretor da rede de bibliotecas. De acordo com

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Um urso-negro entrou numa biblioteca pública de Mammoth Lakes, na Califórnia, antes da abertura ao público. Depois de se ter servido dos lanches dos funcionários, incluindo um frasco de mel, deambulou entre as estantes antes de sair do edifício por iniciativa própria. Na quarta-feira, 14 de outubro,
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Patti Smith: "Envergonhada com a administração" dos EUA

A artista receberá sexta-feira o prémio Princesa das Astúrias das Artes, em Oviedo. Aproveitou para apelar ao voto nas eleições de novembro nos Estados Unidos.

© ELOY ALONSO/EPA

Patti Smith será premiada sexta-feira com o prémio Princesa das Astúrias das Artes em Oviedo
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Departamento de Estado dos EUA financia ONG que questiona liberdade de expressão no Brasil

Um dia antes do primeiro turno das eleições, o engenheiro civil brasileiro Jamil Assis estava em Nashville, nos Estados Unidos, para participar de uma conferência, a Global Free Speech Summit, ou Cúpula Global de Liberdade de Expressão, em português. Assis estava ali para falar sobre como a liberdade de expressão estaria em declínio no Brasil, sua especialidade. Ele é diretor de relações institucionais do Instituto Sivis, um think tank sediado em Curitiba, no Paraná, que se autointitula apartidário e atua com atividades educativas relacionadas aos valores democráticos.

“Antigamente, chamar um político de ladrão era quase um esporte nacional. Mas agora custa mais caro. É realmente perigoso chamar as pessoas de ladrões no Brasil”, disse Assis, em Nashville. E completou: “A autocensura tornou-se um grande problema [no Brasil]: a ideia de que você não diz em voz alta o que pensa, ou que algumas opiniões não são expressas no debate público, em família, no trabalho ou na escola”.

Quem também esteve no evento foi Sarah Rogers, subsecretária de Estado para Diplomacia Pública dos EUA. É ela a responsável pelo departamento que criou o fundo que destinou US$ 1 milhão a ONGs que se opõem ao que o governo norte-americano classifica como “excesso” de poder judicial e “censura” por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro, de acordo com matéria do jornal inglês The Guardian.. Para ela, democracias em todo o mundo estariam passando por uma “recessão na liberdade de expressão”. 

Dias antes, em 23 de setembro, o Departamento de Estado dos EUA havia liberado um financiamento de quase 30 mil dólares (cerca de R$ 150 mil, no câmbio atual) para o Instituto Sivis, para um projeto sobre liberdade de expressão com duração de um ano. O projeto em questão, relacionado aos programas de diplomacia pública e pago através do Consulado dos EUA em São Paulo, prevê “desenvolver um currículo comparativo sobre a Primeira Emenda dos EUA e a liberdade de expressão para instituições de ensino superior do Brasil, capacitar docentes e realizar um curso-piloto com mais de 150 alunos, a fim de fortalecer a educação cívica e as relações acadêmicas entre o Brasil e os EUA”. O grant com o nome do Sivis estava disponível no site USAspending.org, fonte oficial sobre gastos federais norte-americanos, mas os dados detalhados do grant e da Sivis foram retirados da página dias depois. A Pública manteve uma cópia dos dados originais. Não há confirmação de que o dinheiro já foi repassado.

Comprovante de aprovação de verba do Departamento de Estado dos EUA ao Instituto Sivis
Comprovante de aprovação de verba do Departamento de Estado dos EUA ao Instituto Sivis

Não se sabe se o financiamento ao Sivis faz parte do novo fundo do governo americano para iniciativas contra as ações do STF entendidas como censura e abuso de poder – afinal, não há uma lista pública sobre os beneficiários. Ao Guardian, o Departamento de Estado afirmou que os programas ainda estavam em “análise ativa”. Segundo publicou o UOL, a identidade dos beneficiários é mantida sob sigilo até mesmo de membros do Congresso dos EUA e de servidores públicos. 

Procurado, o Sivis afirmou que “todos os seus financiamentos são totalmente transparentes, e o apoio de organizações nacionais e internacionais não implica qualquer ingerência sobre suas atividades, posições ou decisões institucionais”. Em nota, alegou também que “sua atuação é conduzida com plena autonomia em relação a seus financiadores”. A organização não respondeu, entretanto, se recebeu o financiamento do Departamento de Estado dos EUA.  

Currículo sobre a Primeira Emenda dos EUA nas universidades brasileiras 

O aporte demonstra que pelo menos uma ONG brasileira tem se beneficiado da guinada do financiamento do Departamento de Estado para projetos de direita e conservadores no mundo, uma nova diretiva do governo de Donald Trump. 

Na mesma semana em que recebeu a aprovação do aporte, a diretoria do Sivis se posicionou publicamente sobre um eventual impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes. Em texto publicado na revista Oeste, o diretor executivo do Sivis, Henrique Zétola, defendeu que o impeachment de Moraes seria “um imperativo republicano”. No evento em Nashville, Assis analisou as recentes decisões do STF. “Antes de 2023, na opinião da maioria das pessoas, não havia nenhuma grande ameaça à nossa democracia. Era apenas a Suprema Corte agindo de forma muito corporativista e se protegendo. Mas eles encontraram uma desculpa perfeita em 2023 para ‘proteger a democracia’. E a maioria das pessoas agora está percebendo que não era esse o caso”, disse Assis no evento. 

O financiamento liberado pelo Departamento de Estado vai apoiar o Sivis a desenvolver um currículo sobre a Primeira Emenda dos EUA e a liberdade de expressão. O público-alvo desse currículo são instituições de ensino superior brasileiras. O instituto se comprometeu a capacitar docentes e realizar um curso-piloto para mais de 150 alunos. 

Porém, o professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP) Ivan Paganotti explica que há diferenças entre o entendimento do que é liberdade de expressão nos EUA e no Brasil. “A Primeira Emenda determina que o Estado não só não pode limitar a liberdade de expressão, como não pode fazer normas que regulem essa liberdade de expressão”, discorre. Já no Brasil e em alguns países europeus, há regras colocadas pelo Estado limitando esse direito. “A própria Constituição, quase todo o inciso em que ela fala sobre liberdade de expressão vem com uma adversativa, um ‘mas’ ou ‘entretanto’ sobre outros direitos que podem colidir, como a privacidade, o direito à honra e à imagem”, complementa Paganotti.

O governo norte-americano vem numa cruzada para impor a sua visão sobre o que é a liberdade de expressão a outros países, o que resvala especialmente nas tentativas de regulação do ambiente digital e nas decisões dos Judiciários. Em agosto do ano passado, o presidente da Comissão Federal de Comércio dos EUA apontado por Trump afirmou em uma carta a empresas de tecnologia que governos estrangeiros estariam agindo para censurar os norte-americanos. Já o vice-presidente norte-americano, JD Vance, chegou a sugerir que os EUA se retirassem da OTAN caso a União Europeia tentasse regular o X, ex-Twitter. “O poder americano vem com certas condições. Uma delas é o respeito à liberdade de expressão”, afirmou ele em uma entrevista com o youtuber Shawn Ryan.  

A Comissão de Assuntos Judiciais da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, controlada pelos republicanos, também passou a produzir relatórios que acusam governos estrangeiros de censurar conteúdos nas redes sociais. 

O governo Trump tem usado acusações de censura e perseguição política para pressionar o STF brasileiro. Em abril deste ano, em uma publicação sobre o Brasil, a comissão chegou a alegar que o país representa “uma ameaça significativa aos direitos de liberdade de expressão dos americanos” e que estaria atuando em parceria com censores em todo o mundo no que chama de “complexo industrial da censura”.

Sob o argumento de proteger a liberdade de expressão, impôs sanções ao ministro Alexandre de Moraes e chegou a justificar o tarifaço contra o Brasil com acusações de censura a cidadãos e empresas americanas. No Brasil, o consulado dos EUA em São Paulo chegou a fazer reuniões com influenciadores bolsonaristas e ligados à extrema direita neste ano sobre os rumos da liberdade de expressão no país. 

1,1 mi do Google e conexão com Gazeta do Povo

O Instituto Sivis se define como “um think tank apartidário que trabalha para fortalecer os verdadeiros valores democráticos através da educação para a democracia e da liberdade de expressão”. Sediado em Curitiba, no Paraná, está localizado no mesmo endereço da Acta, o family office da família Cunha Pereira, acionista do Grupo GRPCOM — dono do jornal de direita Gazeta do Povo, entre outros veículos de comunicação. Foi esse o mesmo endereço usado no projeto submetido ao Departamento de Estado dos EUA. 

Em 2024, o Sivis criou o Centro Voxius de Liberdade de Expressão e, por meio dele, vem acumulando financiamentos internacionais de entidades interessadas em patrocinar projetos destinados a combater um suposto aumento da censura no Brasil. O Voxius “busca construir fundamentos para a liberdade de expressão no Brasil, com base em um diagnóstico profundo do contexto político-social” e tem como um dos eixos de atuação o combate à regulação e o controle de conteúdo, incluindo monitoramento governamental, como o das decisões do TSE e dos TREs nas eleições, e casos de “censura pelo governo e remoção de conteúdo pelas plataformas”.

O Instituto Sivis tem apoio institucional das Big Techs e atua como voz alinhada ao lobby anti-regulação em Brasília. 

Em abril do ano passado, Jamil Assis esteve no escritório do Google para debater justamente liberdade de expressão e regulação digital. “O evento contou com organizações da sociedade civil e o especialista em liberdade de expressão Joan Barata, da The Future of Free Speech, e ilustrou os debates com a discussão sobre o caso europeu. Agradecemos ao Google e ao Joan pelo excelente evento!”, escreveu o Instituto no seu LinkedIn. Na mesma época, o Sivis esteve na sede da Meta para discutir a decisão do STF que impôs responsabilização às plataformas por conteúdo ilegal. 

Diretor do Instituto Sivis, Jamil Assis, durante visita ao escritório do Google
Jamil Assis durante visita ao escritório do Google

O instituto captou R$ 1,5 milhão em doações com um projeto submetido à Lei Rouanet em 2024 para desenvolver seu plano anual e um livro “que vai apresentar as complexidades da cultura democrática brasileira”. Desse valor, 74% foram repassados pelo Google – 1,1 milhão de reais.

O instituto também é apoiado pela Meta e pelo TikTok, segundo seu site. O TikTok afirmou, por nota, que “Nos últimos anos, trabalhamos com 27 organizações da sociedade civil dedicadas à pesquisa e ao impacto social no ambiente digital. Valorizamos o diálogo com uma variedade de entidades como parte essencial para seguirmos construindo uma plataforma responsável e transparente”. O Google Brasil afirmou, também por nota, que “desde 2023, apoia diferentes iniciativas e projetos por meio de investimentos via Leis de Incentivo Fiscal” e que “qualquer organização pode submeter seu projeto já aprovado em leis de incentivo, em qualquer nível federativo, por meio do site oficial”. Alegou ainda que “em todos esses anos, já apoiou mais de 70 projetos de impacto social, em áreas como saúde, educação, cultura e esporte, beneficiando mais de 2 milhões de pessoas em todo o país”. A Meta não respondeu à reportagem.

O Sivis já chegou a defender, em audiência do Conselho de Comunicação Social do Senado, que a regulação das redes sociais não seja feita por meio de uma lei em específico e a dizer que a regulação digital pode afetar a liberdade de expressão.

Diretor do Instituto Sivis, Jamil Assis, durante audiência pública no Senado sobre regulação de redes sociais com foco em moderação de conteúdo e remoção de contas de usuários
Diretor do Instituto Sivis, Jamil Assis, durante audiência pública no Senado sobre regulação de redes sociais com foco em moderação de conteúdo e remoção de contas de usuários
Diretor do Instituto Sivis, Jamil Assis, durante audiência pública no Senado sobre regulação de redes sociais com foco em moderação de conteúdo e remoção de contas de usuários

Em fevereiro deste ano, Assis abriu uma apresentação durante o Fórum da Liberdade América Latina, realizado entre os dias 26 e 27 daquele mês no Peru, afirmando que o Brasil vive uma “recessão da liberdade de expressão”. Ele concorria ao prêmio Smart Bets e conseguiu captar para o Sivis 65 mil dólares, o equivalente a cerca de R$ 335 mil no câmbio atual, dado pela rede global de think tanks de direita Atlas Network. No texto em que anuncia a vitória, a Atlas menciona o STF como uma instituição que tem gerado “uma cultura de autocensura no Brasil”.

“Os tribunais eleitorais e a Suprema Corte recorrem cada vez mais a noções vagas de ‘desinformação’ e ‘discurso de ódio’ para remover conteúdos, restringir críticos e ameaçar plataformas, muitas vezes sem critérios jurídicos claros ou o devido processo legal, o que tem levado a uma cultura de autocensura”, diz a organização.

A Atlas Network é uma rede de organizações liberais ligada à expansão do pensamento ultraliberal no mundo e à ascensão da extrema direita na América Latina na última década. “Na América Latina, a ascensão de [Javier] Milei, de [José Antonio] Kast, de Bolsonaro, da extrema direita, de forma geral, está totalmente conectada à Atlas Network”, explica o professor do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Luan Brum.

Em entrevista ao podcast da Atlas em março deste ano, Jamil Assis chegou a dizer que as autoridades públicas e o Estado brasileiro estariam “concentrando múltiplos esforços em várias frentes para restringir o espaço para a discordância e opiniões diferentes ou minoritárias” e mencionou especificamente o STF. 

Com o prêmio da Atlas, o Sivis criou o Boletim Liberdade de Expressão e Monitoramento das Eleições (Leme), um monitoramento das decisões da Justiça Eleitoral brasileira nas eleições de 2026 envolvendo plataformas digitais, inteligência artificial e liberdade de expressão. A iniciativa pretende municiar jornalistas durante as eleições e promover ideias de reformas para os legisladores e integrantes do executivo eleitos durante o próximo mandato. O levantamento já foi repercutido em meios como a Gazeta do Povo, no Brasil247, no Estadão e na CNN.

“Cultura de Censura Estatal” 

Outro repasse feito ao Sivis neste ano vem de uma instituição que não divulga publicamente os valores transferidos, a Rising Tide. A fundação tem um financiamento ativo para o Centro Voxius, do Sivis. No texto que descreve a iniciativa, a fundação afirma que “no Brasil, as regulamentações digitais e eleitorais estão se tornando mais rígidas sob o pretexto de combater a desinformação, criando uma cultura de autocensura e censura estatal”.

Ativo por dois anos, a começar de 2026, o projeto “traduzirá evidências globais sobre os benefícios e a necessidade da liberdade de expressão para o contexto brasileiro”. Será publicado um livro e realizadas “oficinas de contra-argumentação para líderes da sociedade civil, ativistas e jornalistas com alternativas à censura estatal que respeitem os direitos humanos”. Ele inclui também mesas-redondas intersetoriais fechadas, seguindo as regras da Chatham House, ou seja, nas quais informações debatidas nos encontros podem ser divulgadas, mas não a identidade e a afiliação de quem fez as declarações.

O livro que o Sivis pretende publicar com esse financiamento chama-se O Futuro da Liberdade de Expressão, de autoria de Jacob Mchangama e Jeff Kosseff, lançado em inglês neste ano. Mchangama é um advogado dinamarquês responsável por popularizar o termo “recessão da liberdade de expressão”. Mchangama é também o fundador da The Future of Free Speech, organização que consta na lista de parceiros do Sivis e foi a responsável pelo evento de Nashville onde estavam Assis e Rogers.  

Ele também foi convidado de honra da Meta no encontro realizado em julho do ano passado na sua sede, onde o Sivis esteve presente. O encontro foi liderado por Margareth Kang, gerente de políticas públicas da Meta, área que trata de lobby dentro da empresa. 

“Nesta terça-feira, o Sivis esteve na sede da Meta, em São Paulo, para um diálogo enriquecedor com o professor Jacob Mchangama sobre um tema crucial: liberdade de expressão na era digital. A conversa abordou questões centrais no cenário brasileiro, como a responsabilização de plataformas por conteúdos de terceiros, especialmente após a recente decisão do STF sobre a inconstitucionalidade parcial do Art. 19 do Marco Civil da Internet, além das iniciativas de regulação da inteligência artificial”, escreveu a organização.

Mchangama também é diretor do think tank dinamarquês Justitia, financiado pela Associação da Indústria de Computadores e Comunicações (Computer & Communications Industry Association, CCIA, na sigla em inglês). Como a Pública mostrou, a CCIA é um grupo de lobby que tem como membros Google, Meta, Microsoft, Amazon, Uber, Apple, Pinterest e E-Bay, e está ligado à ameaça de Donald Trump de investigar práticas comerciais do Brasil. O grupo já chegou a divulgar uma nota aplaudindo o tarifaço contra o Brasil imposto por Trump.

Há ainda outra organização que tem apoiado o Sivis. Entre 2024 e 2025, a FIRE financiou o Sivis para produzir uma pesquisa sobre autocensura e liberdade de expressão nas universidades brasileiras. Com o resultado da pesquisa, o Sivis passou a publicar artigos alegando que as universidades estão se afastando da pluralidade intelectual e que a liberdade acadêmica estaria se deteriorando no país. 

A FIRE se dedica à defesa da liberdade de expressão, especialmente no ambiente universitário. Ela já foi criticada por tentar criar a impressão de que a liberdade de expressão está permanentemente ameaçada nas universidades americanas. Suas principais doações vêm das fundações ultraconservadoras dos EUA, como Earhart, John Templeton e Lynde e Harry Bradley.

Procurada pela Pública, a FIRE afirmou que repassou em 2024 o valor de 35,144 dólares, cerca de R$ 177 mil, para a Future of Free Speech. O financiamento era para o estudo sobre liberdade de expressão nas universidades feito em parceria com o Sivis. A FIRE afirmou que disponibilizou informações sobre sua metodologia e os questionários usados nos EUA para o Sivis, mas não se envolveu na adaptação deles para a pesquisa feita no Brasil tampouco na implementação.

Já a The Future of Free Speech alegou que nunca forneceu qualquer financiamento ao Sivis. “Cuidamos da logística administrativa e de pagamentos de um financiamento da FIRE destinada ao Sivis porque temos experiência na administração de subvenções internacionais”, explicou a entidade. Segundo a organização, o Sivis conduziu a pesquisa de forma independente, sem orientação ou supervisão deles. 

A Future of Free Speech afirmou ainda que não faz parte da Justitia e nunca recebeu financiamento da CCIA. A Rising Tide não respondeu até a publicação da reportagem.

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Cubanos en Nicaragua condenan nuevas maniobras de EEUU contra la Isla

Managua, 20 oct (Prensa Latina) La Comunidad Patriótica de Cubanos Residentes en Nicaragua “Antonio Maceo” condenó las nuevas maniobras de Estados Unidos contra la isla, y denunció lo que calificó de campaña difamatoria contra el líder histórico de la Revolución cubana, Raúl Castro.

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Unión Africana atenta a situación política y de seguridad en RDC

Addis Abeba, 20 oct (Prensa Latina) El presidente de la Comisión de la Unión Africana (UA), Mahmoud Ali Youssouf, revelo hoy que sigue con atención los desarrollos políticos y de seguridad en la República Democrática del Congo (RDC).

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Mina de água em Cerveira passa a estar protegida

A captação de águas subterrâneas para consumo humano designada por Mina Cortiças, em Covas, Vila Nova de Cerveira, está a partir de quarta-feira delimitada e sujeita a medidas de proteção determinadas pelo ministério do Ambiente.

Publicada hoje no Diário da República, a portaria assinada pelo secretário de Estado do Ambiente aprova a “delimitação do perímetro de proteção e respetivos condicionamentos” da Mina Cortiças, tendo por base as propostas e os estudos do município de Vila Nova de Cerveira, “entidade gestora da referida captação de águas subterrâneas destinadas ao abastecimento público para consumo humano”.

A massa de água onde se insere a captação foi classificada “com bom estado químico, bom estado quantitativo e objetivo ambiental de manutenção do bom estado”, abastecendo “200 habitantes com um volume médio de 227,4 metros cúbicos por dia”.

Na “zona de proteção imediata” à captação é, a partir de quarta-feira, “interdita qualquer instalação ou atividade com exceção das que tenham por objetivo a conservação, manutenção e melhor exploração das captações”.

Para além disso, o terreno abrangido pelas zonas de proteção imediata “deve ser vedado e mantido limpo de quaisquer resíduos, produtos ou líquidos que possam provocar infiltração de substâncias indesejáveis para a qualidade da água da captação”.

Na zona de proteção intermédia ficam interditas atividades como “infraestruturas aeronáuticas; oficinas e estações de serviço de automóveis; depósitos de materiais radioativos, de hidrocarbonetos e de resíduos perigosos; ou postos de abastecimento e áreas de serviço de combustíveis”.

São ainda proibidas “lixeiras, aterros sanitários e aterros de resíduos perigosos, não perigosos ou inertes; fossas séticas com órgão de infiltração no solo, ou descarga na linha de água”, ou “lagos e quaisquer obras ou escavações não impermeabilizados, destinados à recolha e armazenamento de água ou quaisquer substâncias suscetíveis de se infiltrarem”, entre outras medidas.

Fica ainda vedada a instalação de cemitérios, “pedreiras e explorações mineiras, bem como quaisquer indústrias extrativas” ou depósitos de sucata.

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CDs e legos tornam-se esponjas que retiram água do ar

Resíduos de plástico transformados conseguiram reter quase 60% do seu peso em água — até 20% num ambiente de deserto. Embalagens de plástico, CDs antigos e até peças de LEGO estão a ganhar uma segunda vida. Investigadores da Universidade de Viena desenvolveram um método para os transformar em materiais capazes de captar água da atmosfera, até mesmo em regiões muito secas. A esponja produzida a partir de poliestireno usado conseguiu reter quase 60% do seu peso em água, quando exposta a ar húmido. Mesmo em condições semelhantes às de um deserto, conseguiu captar cerca de 20%. A água recolhida, segundo um

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La lección aprendida de la dana de 2024: las alertas masivas y la prevención son clave para salvar vidas

Poco después de que la Aemet lanzara el pasado viernes el primer aviso sobre la llegada de una dana a la que bautizó como Adam, la Generalitat Valenciana publicó un post en las redes para recordar a la población qué pasos tenía que seguir en caso de que en los siguientes días recibieran un ES-Alert en sus móviles: “Deja el coche en zonas seguras. No atravieses calles llenas de agua. Evita desplazamientos. Infórmate siempre por canales oficiales”. Eran las 14.27 del 16 de octubre y los primeros efectos del temporal en la región valenciana no llegarían hasta dos días después. En esas 48 horas, el Gobierno autonómico actualizó constantemente en sus redes el temporal e incluso envió un mensaje masivo a los teléfonos para anunciar con un día de antelación el riesgo de inundaciones en el litoral norte e interior sur de Valencia. El resto de publicaciones y Es-Alert han sido precisos, insistiendo a la población en que se subiera a plantas altas en zonas inundables.

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Vista de una calle de Els Poblets, Alicante, tras las inundaciones provocada por la dana 'Adam' este lunes.

En directo | Última hora del temporal en España, en directo | Se levanta el confinamiento en los ocho municipios de la Comunidad Valenciana|

Vista de una calle de Els Poblets, Alicante, tras las inundaciones provocada por la dana 'Adam', este lunes

© Joaquín de Haro

Dos vecinos achican el agua de una zona residencial inundada en la localidad alicantina de Els Poblets.

Bomberos rescatan a una mujer en Oliva (Valencia), tras las inundaciones provocadas por la dana 'Adam' en una imagen distribuida por el Consorcio Provincial de Bomberos de Valencia.

© JOAQUIN DE HARO RODRIGUEZ

Vecinos recogen escombros en una calle de Els Poblets, este lunes.

© KIKE TABERNER

Un grupo de personas permanecen en la pala de una excavadora tras ser rescatadas este lunes en Oliva.

© KIKE TABERNER

Inundaciones en la localidad de Oliva este lunes.

© Kike Taberner

Una víctima es trasladada en camilla tras haber sido evacuada en helicóptero en la localidad de Oliva, Valencia.

© JOAQUIN DE HARO RODRIGUEZ

Calles de Els Poblets, Alicante, tras la riada provocada por la dana Adam este lunes.

© Kike Taberner (EL PAÍS)

Un hombre con su perro llega a Oliva, Valencia, tras haber sido rescatado en helicóptero este lunes.

© Joaquín de Haro

La pared de una casa, reventada por la riada en Els Poblets, Alicante, este lunes.

© Joaquín de Haro

Varias personas trabajan en la limpieza del centro de salud de Els Poblets, Alicante, tras las inundaciones provocadas este lunes en la localidad.

© Kike Taberner

Un helicóptero rescata a un vecino de Oliva (Valencia) durante las intensas lluvias, este lunes.

© Kike Taberner

Varias personas llegan al punto de aterrizaje en Oliva, Valencia, tras haber sido rescatados este lunes.

© Joaquín de Haro

Varios vehículos destrozados tras ser arrasados por la riada en El Poblets, Alicante, este lunes.

© Joaquín de Haro

El río Girona, a su paso por Els Poblets, Alicante, tras la fuerte crecida provocada por la dana Adam.

© Guardia Civil (EFE)

Imagen aérea distribuida por la Guardia Civil que muestra una zona inundada de Pego, Alicante, este lunes.

© Europa Press (Europa Press)

Estado de la localidad valenciana de Oliva por el paso de la dana Adam este lunes.

© Kike Taberner (EL PAÍS)

Una mujer achica agua en la localidad valenciana de Oliva tras el paso de la dana Adam este lunes.

© KIKE TABERNER (EL PAÍS)

Efectivos de la UME, desplegados este lunes en la localidad valenciana de Oliva.

© Natxo Francés (EFE)

Un hombre se desplaza sobre una tabla de 'kitsurf' en la zona residencial próxima a la playa de Venecia, en el Grao de Gandía este lunes.

© Manuel Bruque (EFE)

Dos personas abandonan con sus perros la zona de la playa de Bellreguard (Valencia) a través de una calzada inundada este lunes.

© Natxo Francés (EFE)

Inundaciones en la zona residencial próxima a la playa de Rafalcaid, en la localidad de Gandía este lunes.

© Guardia civil

Patrulla del puesto de Moraira (Alicante) rescata en Partida Manigues de localidad de Oliva (Valencia) a una persona de 90 años con movilidad reducida de una vivienda anegada

© Guardia Civil (EFE)

Captura de video que muestra el reconocimiento de vehículos por parte del GEAS de la Guardia Civil en la localidad de Pego,Alicante, para verificar que no hay personas en su interior.

© Avamet

Zona inundada por la dana 'Adam' en la playa de Oliva (Valencia), este lunes.

© MORELL (EFE)

Vecinos intentan achicar el agua de una zona residencial inundada a consecuencia del paso de la dana 'Adam' en la localidad alicantina de Dénia, este lunes.

© Germán Lama - Europa Press (Europa Press)

Calle de Ibiza, Baleares, este lunes, inundada por la dana Adam.

© Guardia civil

Imagen aérea de la Guardia Civil que muestran la situación en la localidad de Oliva (Valencia) con motivo de la dana 'Adam'.

© Natxo Francés (EFE)

Un residente de Gandia camina por una calle de la localidad valenciana inundada, este lunes.

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Efectos de la dana Adam en Els Poblets (Alicante), donde se ha desbordado el río Girona.

© Manuel Bruque (EFE)

Varios vehículos atrapados en una zona inundada de la N-332 a las afueras de Gandía (Valencia), este lunes.

© Manuel Bruque Manuel Bruque (EFE)

Dos residentes abandonan la playa de Bellreguard (Valencia) por una calzada inundada este lunes.

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Una calle inundada Daimús (Valencia), este lunes.

© Guardia Civil (EFE)

Captura de video de una zona inundada en Pego (Alicante), este lunes.

© Avamet

Vehículos amontonados por el desbordamiento del río Girona en Els Poblets (Alicante), este lunes.

© Natxo Francés (EFE)

Residentes de Gandía (Valencia) ayudan a un vecino a sacar su vehículo de un garaje inundado, este lunes.

© Natxo Francés (EFE)

El cauce del río Serpis a su paso por Gandia tras una noche en la que se han registrados acumulados históricos.

© UME

Un efectivo de la UME trabaja en un garaje inundado de Ibiza, este lunes.

Una zona de Oliva (Valencia), afectada por las inundaciones, este lunes.

© Natxo Francés (EFE)

Vista del Barranco de Beniopa, barrio que fue completamente anegado por las inundaciones de 1987, cuyo cauce está lleno debido al temporal de lluvias intensas que afecta a Gandía este lunes.

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Bomberos retiran los restos de un árbol caído por las fuertes lluvias en Gandia (Valencia), este domingo.

© EUROPA PRESS (Europa Press)

Vista de la playa de Daimús (Valencia) durante el episodio de lluvias provocado por la dana ‘Adam’, este lunes.

© Manuel Bruque (EFE)

Vecinos retiran agua de unos trasteros tras las fuertes lluvias, este domingo en Gandía (Valencia).

© Manuel Bruque (EFE)

Vista de la desembocadura del río Serpis en Rafelcofer, Valencia, el domingo.

© Sergio G. Cañizares (EFE)

Un vehículo pasa por la carretera que de acceso al aeropuerto de Ibiza, el domingo.

© Sergio G. Cañizares (EFE)

Varios vehículos circulan por una calle inundada en Ibiza, el domingo.

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© EPV

Varios efectivos rescatan a varias personas de las inundaciones de la dana 'Adam', que ha afectado a la población valenciana de Oliva.
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Estelle Brachlianoff (Veolia): “La seguridad ambiental es ya una cuestión de seguridad nacional y competitividad económica”

Estelle Brachlianoff CEO mundial de Veolia , posa antes de la entrevista , en Madrid el 29 de septiembre

Estelle Brachlianoff (París, 54 años) es una de las pocas mujeres que dirige una multinacional de la entidad de Veolia, que opera en más de 50 países y emplea a alrededor de 215.000 personas. En su apretada agenda en Madrid, que incluye una reunión con la exministra de Economía, Elena Salgado, -ahora representante de CriteriaCaixa en el consejo de Veolia- y un encuentro al más alto nivel con los jefes del Estado de Francia (Emmanuel Macron) y España (Felipe VI), saca un hueco para conversar con EL PAÍS Negocios.

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Dvd1338 (29/09/26) Estelle Brachlianoff CEO mundial de Veolia , posa antes de la entrevista , Madrid Foto: Víctor Sainz
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A expedição que foi atrás do avião de Amelia Earhart voltou com uma mão cheia de nada

A expedição que procurava os destroços do avião de Amelia Earhart em Nikumaroro  saiu de atol de mãos a abanar: o brilho metálico nas águas ao largo da ilha desabitada era um aglomerado de árvores. Pela enésima vez, uma missão partiu à procura de Amelia Earhart. Pela enésima vez, nem sinal da aviadora. Talvez seja altura de aceitar que desapareceu  no Triângulo das Bermudas, ou foi comida por caranguejos gigantes. A expedição norte-americana que na semana passada viajou até uma ilha remota do Pacífico na esperança de resolver o mistério do desaparecimento de Earhart concluiu que o objeto que julgava

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A expedição que procurava os destroços do avião de Amelia Earhart em Nikumaroro  saiu de atol de mãos a abanar: o brilho metálico nas águas ao largo da ilha desabitada era um aglomerado de árvores. Pela enésima vez, uma missão partiu à procura de Amelia Earhart. Pela enésima vez, nem sinal da aviado
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Os primeiros “deepfakes” apareceram quase ao mesmo tempo que a Fotografia

William H. Mumler vendia fotografias de “fantasmas”. Foi julgado por fraude, mas ilibado: não se provou que existiam fantasmas, mas também ninguém sabia como o norte-americano punha mortos ao lado dos vivos nas imagens. Recuemos, durante cerca de três minutos, a 1862. Estamos com William H. Mumler no seu estúdio em Boston, EUA, onde o gravador de joias e fotógrafo amador revela um autorretrato quando repara numa figura inesperada atrás de si. Na fotografia aparecia uma jovem de vestido comprido, com o rosto desfocado, como um fantasma. Mumler corre para mostrar a imagem a um amigo. Até porque a mulher

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Trump acusa Fox News de ser favorável aos democratas

A estação aderiu ao boicote à cobertura de Trump em setembro. Agora o Presidente pede aos apoiantes que sigam os seus comícios noutros canais conservadores.

© JIM LO SCALZO/EPA

Uma sondagem do The Washington Post, ABC News e Ipsos atribuiu ainda a Trump uma taxa de aprovação de 33%, contra 66% de desaprovação
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“Todos os miúdos” dos EUA vão ser acionistas da SpaceX (mas Musk não diz como)

Elon Musk prometeu dar uma ação — “a primeira de muitas” da SpaceX a cada criança dos Estados Unidos: são mais de 10 mil mihões de dólares. O bilionário Elon Musk anunciou esta segunda-feira que vai oferecer uma ação da SpaceX a todas as crianças dos Estados Unidos no próximo ano. A promessa poderá representar uma distribuição de ações avaliada em mais de 10 mil milhões de dólares, mas o empresário não explicou como pretende concretizá-la. “No próximo ano, darei uma das minhas ações da SpaceX a cada criança dos Estados Unidos. Esta será a primeira de muitas”, escreveu o

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