“Secondo me ci sono delle riforme che possono essere fatte per migliorare ed ampliare la libertà di stampa che non è mai stata così ristretta come oggi. Descrivere la realtà è quello che proviamo a fare”. Il premio ricevuto è l’occasione per Marco Travaglio, direttore de Il Fatto Quotidiano dire “che il Parlamento potrebbe e dovrebbe fare molto per la nostra professione”. Per Travaglio “è incredibile che una legge sul conflitto d’interesse non sia stata ancora varata. Poi una legge che la faccia finita con la concorrenza sleale di coloro che prendono i finanziamenti pubblici dallo Stato rispetto a quei fessi, noi in particolare, che non li prendono. Noi vediamo – continua Travaglio – altri giornali che possono pagare molto meglio i collaboratori, possono assumere più firme, più feste promozionali perché ogni anno vanno a Palazzo Chigi e ricevono più assegni. A noi è stato offerto anche l’anno scorso e l’abbiamo rifiutato”.
Altra riforma dirottare “un po’ dei fondi che vengono dati a pioggia ad editori che sono già miliardari per gli edicolanti perché il problema nostro principale è il crollo delle vendite in edicola dipende dal fatto che le edicole non ci sono più”. In ultimo Travaglio indica una battaglia storica: “le querele temerarie. Non può una battuta satirica essere messa sullo stesso piano dell’attribuzione di un fatto determinato. Facciamo una legge sulle querele che intanto distingua l’opnione legittima di un giornalista e valorrizziamo il valore della rettifica e soprattutto mettiamo un freno alle richieste di risarcimento intimidatorie”.
Puerto Príncipe, 22 oct (Prensa Latina) Jerry Tardieu, uno de los 17 candidatos a las próximas elecciones haitianas, transmitió su aspiración de resolver la crisis de seguridad que sufre hoy el país a causa de las bandas criminales que imponen la violencia.
O Vila Nova encerrou 2025 com R$ 155,4 milhões em dívidas, segundo levantamento da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade no Futebol (Anresf). O valor supera os passivos registrados pelo Goiás, de R$ 114 milhões, e pelo Atlético-GO, de R$ 42 milhões, conforme os dados apresentados pela entidade.
A diferença entre o débito colorado e o do Goiás é de R$ 41 milhões. Na comparação com o Atlético-GO, a distância chega a R$ 113 milhões.
Os números têm como referência os balanços financeiros de 31 de dezembro de 2025. A plataforma da Anresf reúne informações sobre o endividamento dos clubes brasileiros e permite acompanhar separadamente pendências relacionadas a salários, tributos e transferências de jogadores.
Empréstimos de conselheiros representam 58% do passivo
O balanço financeiro do Vila Nova detalha uma dívida de R$ 155,4 milhões ao fim de 2025. Desse total, R$ 90,6 milhões correspondem a empréstimos concedidos por integrantes do conselho do clube. O montante representa aproximadamente 58% do passivo.
Segundo o relatório, esses empréstimos não tiveram cobrança de juros durante o exercício de 2025, em razão da dispensa dos encargos financeiros. A medida representou uma economia de aproximadamente R$ 9,7 milhões em despesas financeiras para o clube.
As obrigações trabalhistas somavam R$ 29,1 milhões. Já as obrigações tributárias alcançavam R$ 9,5 milhões. O balanço também registrava R$ 8 milhões em compromissos relacionados a transferências de atletas e R$ 17,9 milhões em outras obrigações, incluindo provisões, empréstimos e antecipações.
Receita cai e clube registra déficit em 2025
As demonstrações financeiras apontam que o Vila Nova encerrou 2025 com déficit de R$ 2,8 milhões. A receita operacional líquida foi de R$ 38,4 milhões, abaixo dos R$ 40,4 milhões registrados em 2024.
O clube destinou R$ 14,9 milhões a investimentos durante o exercício, principalmente na aquisição de direitos econômicos de jogadores. No mesmo período, captou R$ 4,5 milhões em empréstimos.
O saldo de caixa registrado no encerramento de 2025 foi de R$ 16 mil, conforme o balanço financeiro. O documento também aponta patrimônio líquido negativo de R$ 62,3 milhões, indicador que representa a diferença entre os ativos e as obrigações contabilizadas pela instituição.
Anresf acompanha pagamentos em atraso
Além das dívidas totais, a Anresf acompanha informações sobre obrigações vencidas relacionadas a salários, tributos e transferências de jogadores. Os clubes prestam informações em três períodos ao longo do ano.
A janela mais recente mencionada no levantamento ocorreu em julho de 2026. A próxima atualização está prevista para 30 de novembro.
O juro dos títulos públicos americanos está num momento de alta histórica e esse pode ser um momento atrativo para os brasileiros investirem na economia “mais segura do mundo”.
O Treasury de 10 anos está com rendimento acima de 5% ao ano. Já o Treasury de 30 anos atingiu máxima histórica em 24 anos, com 5,7% e opera a 5,4%.
Marília Fontes, apresentadora do Resenha do Dinheiro, explicou que o investidor brasileiro pode ser atraído pelos Treasuries porque o rendimento está em patamares não vistos há décadas. Segundo Fontes, é muito difícil para os brasileiros conseguirem um rendimento em dólar alto como esse.“O brasileiro tinha que ir para um corporate bond, de uma empresa mais arriscada, que tinha uma taxa mais razoável, de 3,5% em dólar”, explica Fontes.
Suportar maiores riscos também era necessário para conseguir um rendimento alto investindo nos Estados Unidos aqui do Brasil. Thiago Godoy, educador financeiro, disse que o próprio acesso aos ativos estrangeiros já foi mais difícil, mas que hoje investir fora do Brasil ficou mais acessível, via ETFs, bolsas da B3 ou via uma conta internacional digital.
Para Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, os investimentos em títulos públicos americanos ainda são pouco procurados por brasileiros. “Se você gosta de Tesouro Direto, de emprestar dinheiro para o governo, você deveria considerar fazer o mesmo com a economia considerada a mais relevante e mais forte do mundo”, disse Pascowitch.
Por que os Treasuries estão subindo tanto?
Em tempos de incerteza econômica, é comum a procura por títulos públicos, que oferecem maior segurança para os investimentos e menor volatilidade. No entanto, não é esse o comportamento dos investidores americanos atualmente.
Eles estão deixando o mercado de títulos, vendendo seus papéis e exigindo taxas mais altas nos leilões de títulos do governo, à medida que a inflação segue em alta no país.
Os investidores dos Estados Unidos não estão mais aceitando rendimentos em patamares mais baixos. O Treasury de 10 anos passou décadas entre 2% e 3%. Patamar que hoje não gera atratividade para o mercado.
Resenha do Dinheiro
O programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”; e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados à educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.
O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil
As eleições de meio de mandato dos Estados Unidos se aproximam e, segundo o relatório mensal de perspectivas de mercado do banco Barclays, elas podem ser problemáticas para o déficit do país. Se houver uma troca da maioria dos republicanos para os democratas é provável que se estabeleça um impasse entre um Congresso democrata e um Executivo republicano.
Segundo o relatório, esse impasse impossibilitaria que qualquer novo projeto de lei de grande impacto fosse aprovado. O que significa que quaisquer medidas para reduzir de forma significativa o déficit dos Estados Unidos também ficariam presas.
O déficit fiscal americano atingiu US$ 1,99 trilhão, o maior valor em cinco anos, segundo o Departamento do Tesouro. Impulsionado pelo reembolso de tarifas e gastos recordes para pagar a dívida nacional de mais de US$ 40 trilhões.
O cenário pode também não ser favorável à inflação e aos juros americanos, que estão em máximas históricas. Uma inação do governo, resultado do impasse entre Congresso e Governo, pode ser problemática em um cenário em que o rendimento do Tesouro americano em papéis de longo prazo já ultrapassa 5%.
Composição atual do Congresso americano
Atualmente os republicanos detêm uma maioria apertada na Câmara, com 218 representantes republicanos e 214 democratas. No Senado o desenho é parecido, com 53 republicanos e 47 democratas. O cenário atual mostra que qualquer alteração significativa nas midterms pode alterar a maioria republicana atual para uma maioria democrata.
Na Câmara, todas as 435 cadeiras estão em disputa, já no Senado apenas 33 cadeiras. Segundo o Barclays, para garantir a maioria, os democratas precisam de um ganho líquido de quatro cadeiras.
Imediatamente após a eleição, os membros em exercício ainda podem votar, mesmo que tenham perdido seus assentos. O Congresso atual permanece em exercício até o dia três de janeiro, período em que buscarão avançar com suas pautas.
Para os investidores é importante ressaltar que o prazo de financiamento governamental dos Estados Unidos é dia 11 de dezembro.
Resenha do Dinheiro
O programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”; e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados à educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.
O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil
Scintille in diretta a Omnibus, su La7, tra Luca Sommi, giornalista del Fatto Quotidiano e conduttore di Accordi & Disaccordi, e il giornalista economico Alan Friedman. Casus belli: le proteste giovanili di Milano e il ruolo delle presunte interferenze russe nell’alimentare le tensioni sociali in Europa.
Tutto comincia dall’analisi di Sommi sugli scontri di Milano. Il giornalista del Fatto respinge l’idea che dietro la rabbia dei ragazzi ci sia la regia di Mosca e richiama invece le disuguaglianze economiche, l’inflazione e la perdita del potere d’acquisto delle famiglie. Sommi insiste soprattutto su un punto: attribuire il disagio giovanile alle infiltrazioni russe significa distogliere lo sguardo dalle condizioni materiali in cui vivono milioni di persone.
“Mi viene da sorridere al pensiero che il disagio giovanile in Italia e in Europa sia colpa delle infiltrazioni di Putin – osserva – Non riesco a rimanere serio su questa cosa, perché in realtà parliamo di un problema strutturale”.
Poi richiama la condizione sociale di tanti manifestanti, spesso figli di immigrati di seconda generazione o delle fasce più povere della popolazione italiana: “Qui ci sono dei ragazzi che non ce la fanno più. A 11 anni vai in piazza a manifestare. Questo è un termometro di una sperequazione sociale esasperata. Se tu togli 300 euro di reddito di cittadinanza magari al papà, che temporaneamente era in difficoltà, e non hai il coraggio di tassare le multinazionali e i super ricchi, allora accadono queste cose”.
A intervenire successivamente è Antonio Di Bella, ex direttore del Tg3, che introduce una distinzione tra le origini delle proteste e il loro sfruttamento politico da parte del Cremlino: “È chiaro che il fuoco degli scontri non viene acceso dalla Russia o da qualche misterioso manovratore. Ma apertamente gli esponenti del governo Putin usano le tensioni europee come prova della crisi dell’Occidente“.
Di Bella cita anche Aleksandr Dugin, ideologo nazionalista russo e rbadisce che non c’è nessuna “manina misteriosa” ma una strumentalizzazione alla luce del sole: “È evidente che chi manifesta e gli scontri non sono creati da fuori, ma sono alimentati e sfruttati da fuori”.
Dal collegamento Friedman applaude e mostra il gesto dell’ok con la mano. E commenta: “Antonio Di Bella ha detto perfettamente. Poi che qualche filoputiniano difenda Putin non è una sorpresa, che sia un giornalista per un giornale di propaganda del Cremlino, che sia un politico di destra…”.
Sommi interviene: “Friedman, attenzione a dare dei filoputiniani perché si beccano le querele e poi le si pagano”.
Il giornalista americano ribatte immediatamente: “Mi stai minacciando?”..
“No – replica Sommi – Ti invito alla cautela a usare certi termini perché li hanno già usati a lungo anche sul Corriere della Sera e poi hanno pagato copiosamente per aver dato dei filoputiniani a chi si interroga sulle questioni invece di chi liscia da una parte. Te lo dico così, per rinfrescarti le idee”.
Il riferimento è alla vicenda giudiziaria di Alessandro Orsini, sociologo e professore associato alla Luiss Guido Carli di Roma. Il 5 giugno 2022 il Corriere della Sera pubblicò un articolo firmato da Monica Guerzoni e Fiorenza Sarzanini, intitolato “Influencer e opinionisti. Ecco i putiniani d’Italia” e dedicato a una presunta rete di opinionisti e influencer che rilanciavano la propaganda del Cremlino, con riferimenti alle attività del Copasir e dei servizi di intelligence. Tra i nomi compariva quello di Orsini, accompagnato dalla sua fotografia. Il professore ha promosso una causa civile contro Rcs, il direttore Luciano Fontana e le due giornaliste. Il Tribunale di Milano, in primo grado, ha condannato i convenuti a risarcirlo con 27.500 euro per danni e circa 5mila euro per spese processuali.
Friedman sbotta: “Questo è talmente da cafone che neanche ti rispondo. Io non sono qui per litigare e non credo di aver nominato nessun giornale. Attenzione, signor avvocatino“.
Sommi non arretra e gli fa notare la sequenza degli interventi: “Hai parlato di “giornalisti filoputiniani” subito dopo che ho detto che un conto è esultare perché l’Europa va male, visto che c’è una guerra, un conto è avere l’intromissione di Putin nei social»”.
Friedman rivendica di non aver indicato alcuna testata né alcuna persona specifica: “Ho fatto il nome di qualche giornale? Mi querela per non aver fatto nessun nome e aver parlato genericamente? Ma va’! Io volo alto e non scendo a questi livelli bassi, ok?”.
Sommi ride e ribadisce: “Hai appena detto dei giornalisti filoputiniani”.
“Ho parlato genericamente dei putiniani in Italia senza nominare nessuno, signorino“, rilancia Friedman.
Greco, visibilmente spazientito, cerca di chiudere il battibecco: “No, no, non ha nominato nessuno, benissimo”.
Ma Friedman continua a interrompere, ripetendo “Signorino!” e poi “Piccolo signore!“, mentre Sommi reagisce divertito e il conduttore è costretto ad arrendersi con una battuta: “Siamo alla frutta, come dicono in Calabria“.
O secretário-geral da ONU exige fim da ocupação israelita e solução de dois Estados, enquanto 80 ativistas foram detidos durante apanha da azeitona perto de Belém.
António Guterres relembrou ataques diários de colonos israelitas contra comunidades palestinianas, bem como os ataques que têm acontecido contra jornalistas
Heidi Levine recorda como jovens palestinianos a salvaram do ataque de colonos israelitas. "Nem consigo contar quantas vezes me bateram, provavelmente mais de 100", diz, prometendo voltar ao terreno.
Os republicanos estão investindo dezenas de milhões de dólares em anúncios políticos que exploram crimes hediondos e casos polêmicos como estratégia para as eleições de meio de mandato, previstas para o dia 3 de novembro, com votações antecipadas já em andamento em diversos estados americanos.
A tática, no entanto, tem gerado forte repercussão negativa, inclusive dentro do próprio partido.
De acordo com levantamento da CNN, apenas o Senate Leadership Fund, pacote destinado a anúncios voltados ao Senado dos Estados Unidos, já gastou ao menos US$17 milhões nesse tipo de propaganda. Os materiais exibem assassinatos, crimes brutais e são utilizados para atacar candidatos adversários, em sua maioria democratas.
Um dos aspectos mais criticados dessa estratégia é o fato de que as famílias das vítimas retratadas nos anúncios não foram previamente informadas sobre a veiculação do conteúdo.
No Michigan, uma mãe teve uma crise de pânico ao ver o assassinato de sua filha de 5 anos, ocorrido em 1994, sendo explorado em campanha republicana contra o democrata Abdul El-Sayed.
Em outro caso, o noivo de uma mulher assassinada em 1999 também se surpreendeu ao ver a imagem da companheira utilizada em propaganda eleitoral sem qualquer aviso prévio.
Caso Amy Acton provoca reações em cadeia
O episódio que mais repercutiu foi o envolvendo Amy Acton, candidata democrata ao governo de Ohio. Vivek Ramaswamy, adversário dela na disputa pelo governo do estado, divulgou um anúncio com a própria mãe de Acton, na qual ela afirma que a filha é mentirosa e pede que os eleitores não votem nela.
O caso ganhou ainda mais gravidade diante do contexto familiar: Acton relatou publicamente que, aos 12 anos, foi abusada sexualmente pelo padrasto, que foi formalmente acusado do crime.
Ela declarou que não mantinha contato com a mãe há anos, pois ela teria optado por permanecer com o padrasto em vez de defender os filhos.
A repercussão foi tamanha que republicanos passaram a defender publicamente Amy Acton. Entre eles, John Husted, que concorre a uma vaga no Senado de Ohio pelo mesmo partido e declarou que não utilizaria um anúncio como aquele.
A discussão alcançou âmbito nacional: o vice-presidente JD Vance comentou o caso e defendeu a peça publicitária, afirmando que “política é uma atividade dura” e pedindo que os correligionários parassem de reclamar e se concentrassem em vencer a eleição. A declaração também foi amplamente criticada.
Já Donald Trump preferiu minimizar a questão e não quis se pronunciar sobre o anúncio.
Impacto nas pesquisas e debate sobre limites da propaganda
Nas pesquisas de intenção de voto para o governo de Ohio, Amy Acton aparece com 50% contra 43% de Ramaswamy. Analistas avaliam que a distância entre os dois pode aumentar após a repercussão negativa do anúncio. Ainda não foram divulgadas novas pesquisas desde a veiculação da peça.
O episódio reacendeu um debate mais amplo sobre os limites das propagandas eleitorais nos Estados Unidos.
O levantamento da CNN evidencia que a questão de segurança pública e crimes tem sido um eixo central da campanha republicana, enquanto os democratas têm privilegiado temas econômicos em suas estratégias de comunicação.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Scontri a Milano, suor Anna Alfieri: “Per fermare la spirale della violenza stop al telefono ai giovani e più ‘no’. Famiglia e scuola tornino alleate”
Ricostruire l’alleanza tra scuola e famiglia, limitare lo smartphone nell’infanzia e nell’adolescenza, tornare a parlare di doveri e imparare a dire di no. Lo dice ad Affaritaliani suor Anna Monia Alfieri – esperta di politiche scolastiche – sugli scontri che hanno devastato Milano. L’intervista.
Proteste a Milano, giovani che scendono in piazza e devastano i centri. Che cosa spinge questi ragazzi a fare gesti simili? Non si sentono davvero ascoltati?
Io non credo che i fatti accaduti a Milano e in altre città siano legati alla mancanza di ascolto dei giovani da parte delle Istituzioni. Chiaramente, la politica tenuta negli ultimi decenni nei confronti degli stranieri – spesso ridotta alla semplice accoglienza al momento dell’arrivo nel nostro Paese, senza poi pensare e progettare una reale integrazione – ha certamente determinato squilibri nel tessuto sociale delle nostre città. Tuttavia, accanto a questa situazione inveterata negli anni, si è creato un altro tipo di abbandono che è quello educativo. Chi si è preso cura di questi giovani? Da sempre sono convinta sostenitrice della necessità che si instaurino alleanze educative tra famiglia e scuola. Le due istituzioni, però, devono essere presenti entrambe.
Spesso la scuola è lasciata da sola, spesso i docenti non hanno la possibilità di interfacciarsi con le famiglie. Pertanto i primi a doversi rendere conto del loro compito educativo sono i genitori. Chi compra il cellulare al proprio figlio? Chi è chiamato a controllarne l’utilizzo? Chi mette in tasca ai propri figli il denaro da spendere con gli amici?
Pertanto, la prima causa di quanto è accaduto è l’abbandono educativo che ha ingenerato la realtà delle periferie, che ora si spostano in modo violento verso il centro delle città. Non chiamiamo in causa responsabilità degli altri, delle Istituzioni o della politica. Ognuno ha le proprie responsabilità in quanto è avvenuto: l’importante è che ora non ci si abbandoni allo scarico e al gioco del capro espiatorio. Ora è tempo di recuperare ed intervenire: il primo intervento deve avvenire all’interno di ogni famiglia in una efficace alleanza con la scuola.
Questi gesti rischiano di oscurare invece chi scende in piazza per chiedere più uguaglianza, diritti e affitti più bassi. Come rispondere a tali esigenze reali?
Guardi, questioni complesse richiedono soluzioni complesse. Viviamo un’epoca quanto mai complicata, in cui è richiesto alla politica grande equilibrio e grande responsabilità. Abbiamo bisogno di soluzioni ottenute con il consenso trasversale di tutti i partiti, abbiamo bisogno di una prassi politica che sia di esempio per i cittadini: un esempio positivo, di un agire moderato e rispettoso della persona che ha idee diverse dalle mie. Se il dibattito politico è costruito sull’insulto, sull’accusa, sulla denigrazione dell’altro, ci stupiamo della violenza della piazza? Ci stupiamo delle violenze fra i giovani? Occorre essere consapevoli e responsabili di quanto facciamo e di quanto diciamo. Mi auguro che dalla violenza dei giorni scorsi nasca una maggior consapevolezza all’interno della classe politica affinchè, davanti al contesto delicato, nazionale e internazionale, si trovi un nuovo modo di agire a tutto favore dei cittadini.
In piazza abbiamo visto tanti minorenni e ragazzi tanto piccoli. La responsabilità è solo delle istituzioni, o va anche ricercata nelle famiglie, nella scuola ecc?
Occorre che ognuno si assuma le proprie responsabilità. Troppo facile addossare la responsabilità alle Istituzioni, allo Stato: troppo vago, troppo facile. Le Istituzioni sono formate dai singoli cittadini che devono percepire l’importanza della responsabilità che esercitano per sé e per gli altri. Occorre, invece, avere tanto coraggio e tanto desiderio di incidere sulla realtà.
Quelle realtà buone del mondo giovanile, se si va a conoscere le storie dei singoli, sono sempre il frutto di un’educazione improntata al rispetto e alla responsabilità: dietro c’è la famiglia, una buona scuola, la parrocchia, un’associazione di volontariato, un sodalizio politico. Il denominatore comune di tutte queste realtà buone è dunque il rifiuto dell’egoismo, è l’apertura all’altro, ai suoi bisogni, qualsiasi essi siano. Il mondo dei giovani ha bisogno di questa apertura, ha bisogno di persone in grado di far percepire e sperimentare misure alte del vivere. Se l’unica alternativa alla noia è il cellulare, ciò significa che la nostra società ha abdicato al proprio compito di cura nei confronti dei giovani.
Le Istituzioni locali e nazionali devono, invece, sostenere l’operato della scuola, delle famiglie (riconoscendo loro innanzitutto il diritto alla libertà di scelta educativa per mettere in campo tutte le forze buone della societas), delle diverse realtà che operano nel campo giovanile. Invito tutte le realtà buone che gravitano attorno al mondo giovanile ad emergere, a far sentire la propria voce, così da offrire una prospettiva diversa al grigiore con il quale spesso si vuole deliberatamente dipingere il mondo dei giovani. Il cuore dell’alleanza è la responsabilità, per sé e per gli altri. Tutti dobbiamo tornare alle radici di una nuova consapevolezza del nostro ruolo educativo, a livello di singoli e di società. E’ necessario che la società civile, ciascuno di noi scenda in campo in modo intelligente e generoso.
Tra proteste, scioperi e tensioni sociali, siamo di fronte a una crisi più ampia di fiducia nelle istituzioni?
No, non parlerei di crisi delle Istituzioni; parlerei piuttosto di crisi degli adulti, una crisi che si protrae da almeno due decenni: crisi degli adulti nelle famiglie, nelle professioni, in fabbrica, nelle Istituzioni locali e nazionali. Io ritengo che la società di oggi sia caratterizzata da tendenze contrastanti: da una parte esempi di grande impegno e coraggio, dall’altra esempi aberranti di violenza e nichilismo. Se si guarda al secondo aspetto, io credo che si tratti di un disagio che è generato solo ed esclusivamente dalla vuotezza dei nostri giovani, che spesso sono privi di idee e di valori.
Noi adulti siamo i responsabili di questo vuoto dal momento che abbiamo smesso di educare, abbiamo smesso di avere il coraggio di opporci e di dire di no, soprattutto abbiamo lasciato i nostri giovani da soli e in balia del cellulare. E i risultati sono sotto gli occhi di tutti. La rottura dell’alleanza tra famiglia e scuola, il venir meno dell’audacia educativa da ambo le parti, l’accontentarsi della forma priva di sostanza sono le cause della crisi educativa.
Ecco, dunque, che avverto l’assoluta necessità della ricostituzione dell’alleanza tra scuola e famiglia, un’alleanza costruita sul rispetto dei ruoli e delle posizioni ma fondata sul desiderio di offrire un’alternativa ai nostri giovani. Non voglio demonizzare il cellulare o i social: tuttavia occorre avere il coraggio di togliere il telefono ai nostri giovani, soprattutto nell’età dei bambini e degli adolescenti. Ultimo: cerchiamo di interrompere quella assuefazione alla violenza, al linguaggio volgare di cui i nostri giovani sono in balia a motivo di certi cantanti e di certi influencer. Anche questi ultimi sono responsabili dell’emergenza educativa del nostro tempo. Le famiglie hanno difficoltà a comprendere il mondo dei figli solo perché non passano tempo con loro. La scuola deve dunque intervenire facendosi promotrice di alleanze educative, innanzitutto con i genitori, primi responsabili dell’educazione dei figli. La famiglia è infatti l’agenzia socializzante primaria, la scuola è l’agenzia socializzante secondaria.
Molti giovani fermati sono extracomunitari: lei cosa pensa in merito alla seconda generazione?
L’Italia per la prima volta si misura con la questione “seconda generazione”. Alcuni Paesi europei hanno fatto i conti già da anni. Il fenomeno migratorio in Italia è venuto in seguito, e così la seconda generazione. In questi giorni, a fronte del saccheggio di negozi che vendono marche del lusso, alcuni hanno raccontato il disagio che questi ragazzi vivono, la frustrazione nel doversi misurare con i compagni che hanno molto più di loro.
Ho trovato poco produttivi alcuni dibattiti in cui politici e opinionisti si schieravano fra la giustificazione e la condanna. La violenza va condannata, senza se e senza ma. I nostri giovani hanno bisogno di adulti che, in modo coraggioso e forte, sappiano schierarsi dalla parte giusta per indicare loro la strada. Inoltre occorre anche ritornare a parlare ai giovani di doveri. Non ci sono diritti senza doveri.
Ritorniamo a dire loro che la vita è difficile e che domanda impegno, studio, sacrificio, resilienza, senso del reale. I loro genitori hanno fatto e fanno mille sacrifici. Noi abbiamo tradito questi giovani, togliendo loro le difficoltà, raccontandogli un mondo che non esiste fatto di successo facile, complici alcuni programmi televisivi; abbiamo fatto credere che tutto è dovuto, anche senza lavorare, complici alcune politiche assistenzialistiche.
Insomma, abbiamo abbassato l’asticella delle nostre aspettative, abbiamo chiesto sempre di meno. Ora la scuola, grazie alle attuali riforme, è tornata a parlare di disciplina, comportamento, rendimento, conoscenze, nonostante le critiche. Insomma occorrono azioni congiunte e diverse: al decreto ultimo che punta su una dimensione securitaria, si affianca una scuola che ritorna a formare con rigore, una famiglia che ritorna a dire dei no, sapendoli spiegare.
Per anni i meridionali hanno vissuto l’onta di essere considerati ladri, mafiosi, non si affittavano loro le case a Milano perché inaffidabili e troppo rumorosi, una certa classe politica li etichettava. Bene, io sono meridionale e non ho mai sentito la mia famiglia sentirsi in diritto di sfasciare, rubare, distruggere per avere ciò che non le spettava o gridare al razzismo e sentirsi in diritto di andare in giro con un coltello. Io ho visto la fierezza dei meridionali perbene che si sono smarcati da quel giudizio, studiando, lavorando sodo, occupando i posti alla guida del paese e delle Istituzioni.
Ora l’Italia, forse a differenza di altri Paesi, ha una marcia in più, può rispolverare quelle buone prassi che le hanno consentito di risolvere la questione meridionale, integrando e riscattando con un processo che coinvolgeva istituzioni, politica, giornali, scuole, famiglie e cittadini e così gestire con intelligenza anche il disagio di questi ragazzi. Per quanto può servire, a me ha aiutato l’insegnamento dei miei genitori, con lo studio e il lavoro sodo ci si può riscattare, sapendo che non tutto ciò che si desidera è un dovere degli altri dartelo e un tuo diritto pretenderlo. Ora è il tempo per ognuno di fare la propria parte, a livello di singoli e di Istituzioni. Buon lavoro a tutti!
La Habana, 22 oct (Prensa Latina) La compañía Lizt Alfonso Dance Cuba (LADC) volverá a celebrar la magia de esta expresión y su compromiso con la promoción del arte con la presentación aquí del documental Mi sueño cubano, obsequio que agradecen hoy sus admiradores.
Cinquenta anos depois, ter casa continua a ser um dos maiores problemas sociais do país. A Constituição consagra esse direito, mas a realidade mostra como está longe de ser acessível a todos.
A crise tem várias causas, mas os governos de António Costa, entre 2015 e 2024, tiveram tempo e responsabilidade para enfrentar a escassez de oferta habitacional. Falharam na resposta estrutural. Segundo o Banco de Portugal, entre 2015 e 2023, o número de habitações concluídas foi inferior a metade do registado nos oito anos anteriores. O resultado está à vista: preços elevados, rendas incomportáveis e jovens adiados nos seus projetos de vida.
Vila Real não escapa a esta realidade. Como polo de ensino superior, saúde, administração pública, comércio e serviços, precisa de condições para fixar jovens, atrair profissionais e permitir que as famílias construam aqui o seu futuro.
A aquisição de 180 habitações na Quinta do Centenário, num investimento de cerca de 24 milhões de euros financiado pelo PRR, é um passo importante. Seria desonesto não o reconhecer. Mas seria igualmente irresponsável apresentar este investimento como solução para o problema da habitação no concelho.
E os jovens que começam a trabalhar? E os casais com rendimentos intermédios? E os profissionais que querem viver em Vila Real, mas não conseguem suportar os preços do mercado? A política de habitação não pode limitar-se à emergência social. Tem de aumentar a oferta, recuperar imóveis devolutos e criar condições para que mais pessoas possam viver no concelho.
É aqui que entra uma questão incontornável: o planeamento do território.
A revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) começou em 2018, com um prazo inicial de 24 meses. Estamos em outubro de 2026 e o processo continua sem aprovação e publicação da revisão. Oito anos depois, Vila Real permanece à espera de um instrumento essencial para ordenar o crescimento urbano, enquadrar a construção, reabilitar o edificado e dar previsibilidade a quem pretende investir.
Em reunião de Câmara, foi apontado outubro; na Assembleia Municipal, surgiu dezembro como horizonte para a conclusão. Esperemos que o prazo seja cumprido. Mas os anúncios não substituem resultados. Os munícipes e os agentes económicos merecem conhecer o ponto de situação, o trabalho em falta e um calendário credível.
Um PDM atualizado não resolve, por si só, a crise da habitação. Mas a sua demora também não pode ser tratada como um pormenor burocrático. Governar não é apenas captar fundos e inaugurar projetos. É planear, antecipar necessidades e criar condições para o futuro.
O governo de Luís Montenegro já avançou com várias medidas fiscais: – aprovou uma linha de crédito de 1,5 mil milhões de euros para apoiar a construção ou reabilitação de cerca de 50 mil habitações sociais; reduziu o IVA para 6% em algumas operações de construção e reabilitação habitacional; criou benefícios fiscais para rendas moderadas e o aumento das deduções de rendas no IRS; isenção de IMT e Imposto do Selo na compra da primeira habitação e a simplificação dos licenciamentos.
O investimento público é necessário, mas o planeamento municipal também conta. Vila Real continua a ser um concelho que tarda em planear o seu território, comprometendo a capacidade de construir esse futuro.
A França registrou, nesta quinta-feira (22), o primeiro caso humano do vírus Shamonda, normalmente encontrado em animais de criação, em um paciente que morreu posteriormente. As autoridades informaram que, neste momento, não há risco para a população em geral.
Transmitido por mosquitos e mais comumente encontrado em bovinos, o vírus Shamonda também já foi detectado em cavalos, alpacas, ovelhas e cabras, informou a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH, na sigla em inglês).
“O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) está monitorando cuidadosamente a situação, após as autoridades francesas terem anunciado o primeiro caso já registrado de infecção humana pelo vírus Shamonda, uma doença que, até agora, afetava apenas animais”, afirmou o ECDC, com sede em Estocolmo, em comunicado.
O ECDC está em contato com autoridades francesas e parceiros europeus para investigar as possíveis implicações para a saúde pública.
O anúncio francês indicou que a hipótese principal é que o paciente tenha sido infectado no leste da França, onde o vírus circulou entre animais nesta primavera e verão.
“Com base no conhecimento disponível sobre esse vírus, nenhum risco à saúde da população em geral foi identificado até o momento”, afirmou o comunicado.
O ECDC informou que o paciente morreu no início de outubro e lembrou que a vítima vinha recebendo tratamento para uma doença grave que a tornava mais suscetível à infecção do que a população em geral.
“Estão em andamento investigações para determinar se o vírus causou ou contribuiu para a morte do paciente e como a infecção foi contraída”, disse.
Atualmente, não há vacinas comercialmente disponíveis contra o vírus Shamonda, informou a WOAH.
Identificado na Nigéria em meados da década de 1960, o vírus Shamonda foi confirmado pela primeira vez na Europa no final de julho, após testes genômicos em bovinos doentes no sul da Alemanha, na Suíça e no leste da França.
Um relatório do boletim semanal de vigilância sanitária animal da França indicou que o vírus também havia sido detectado na Áustria, Bélgica, Irlanda, Itália, em Liechtenstein, Luxemburgo, na Holanda, em Portugal, na Eslovênia, Espanha e na ilha de Jersey, no Reino Unido.
Um estudo feito em nove fazendas leiteiras francesas constatou que a produção de leite caiu em até 75% nos rebanhos afetados.
*(Reportagem adicional de Makini Brice e Jennifer Rigby)
In questi giorni il caro vita turba i sonni del mondo politico e sindacale, compresi quanti finora hanno ignorato i diffusi rincari dell’energia e dei beni di prima necessità, riducendo l’emergenza a mera polemica politica.
In questi giorni il caro vita turba i sonni del mondo politico e sindacale, compresi quanti finora hanno ignorato i diffusi rincari dell’energia e dei beni di prima necessità, riducendo l’emergenza a mera polemica politica.
Tuttavia, anche le poche mobilitazioni in corso dimenticano che la causa primaria dell’inflazione è proprio l’economia di guerra: l’escalation militare ha fatto ripartire la corsa dei prezzi, con conseguenze particolarmente pesanti per le economie europee, dipendenti dal greggio in transito nel Golfo Persico.
Un tempo le forniture principali arrivavano dalla Russia a costi decisamente inferiori a quelli attuali. Affermare che l’economia di guerra sia la causa principale dell’inflazione e del rallentamento economico europeo significa semplicemente prendere atto della realtà.
I dati parlano chiaro: tra marzo e agosto la UE ha sostenuto 54 miliardi di dollari di costi aggiuntivi netti solo per le importazioni di gas e petrolio. Questo dato basterebbe da solo ad aprire un dibattito serio sulle conseguenze economiche dei conflitti.
A confermare il quadro è l’Ufficio Studi della CGIA di Mestre: a fine anno gli italiani pagheranno 29 miliardi di euro in più tra rincari di elettricità, gas e carburanti. Solo in Italia il costo dell’energia elettrica è balzato del 51,2%. Rincari dovuti all’instabilità delle catene di approvvigionamento, alle speculazioni finanziarie e all’aumento delle spese militari, che sottraggono risorse essenziali al welfare.
Di fronte a questo scenario, la risposta del Governo appare timida e priva di coraggio. Mentre sostiene le spese per il riarmo, prova a calmierare con fondi pubblici le bollette degli italiani (che stimano una spesa aggiuntiva media di 153 euro all’anno per l’elettricità e 477 euro per il gas). Parallelamente, i rincari a doppia cifra colpiscono anche i beni alimentari di largo consumo: la dimostrazione che non si tratta di un incidente di percorso, ma di un effetto strutturale dell’economia di guerra.
In questo contesto, le manifestazioni di piazza rischiano di rivelarsi inefficaci, sia per la scarsa adesione sia per la debolezza delle motivazioni. Manca una riflessione complessiva sul sistema economico e sui meccanismi che spingono verso il basso i salari (a partire dai criteri di calcolo dell’IPCA). I bonus non sono la soluzione, bensì il sintomo del progressivo smantellamento del welfare pubblico.
È urgente iniziare a parlare apertamente di “economia di guerra”: un modello di produzione che alimenta la corsa alle risorse, dirotta i fondi pubblici verso la difesa e giustifica la sottrazione di risorse ai servizi essenziali. In caso contrario, continueremo a inseguire singoli provvedimenti tampone senza mai affrontare la vera radice del problema.
La manifestación convocada en La Coruña contra el acto de Abascal y que terminó con heridos y cargas policiales cobra protagonismo en el discurso de Vox Leer
La manifestación convocada en La Coruña contra el acto de Abascal y que terminó con heridos y cargas policiales cobra protagonismo en el discurso de Vox
Nel fine settimana del 17 e 18 ottobre Milano è stata attraversata da una nuova ondata di tensioni. Domenica pomeriggio decine di ragazzi, per lo più a volto coperto, hanno sfondato vetrine in via Torino e fatto irruzione in un supermercato, il giorno dopo le proteste degenerate in scontri con la polizia. Secondo fonti di polizia, i fermati portati in Questura erano almeno 160, circa l’80 per cento minorenni.
Le piazze si erano riempite pochi giorni prima per motivi precisi: gli studenti protestano contro il tetto agli alunni stranieri, il caro affitti e i tagli all’istruzione, e il ministro Valditara ha parlato di “teppismo politico”.
In questo clima il dibattito ha coinvolto anche il mondo della musica. Marracash ha preso posizione su Instagram, e anche altri rapper si sono schierati. La sua posizione ha fatto discutere anche per una questione di legittimità: chi ha successo e un patrimonio può parlare di disuguaglianze? Lui ha respinto l’obiezione del “tu hai i soldi, non puoi parlare”, rivendicando che la ricchezza non cancella la sua storia né la sua battaglia.
È qui che si inserisce l’intervento di Eros Ramazzotti, interessante proprio perché arriva da un artista molto diverso per genere, generazione e pubblico. Il suo commento è costruito su due mosse distinte. La prima è la solidarietà con Marracash, estesa al principio che il diritto di esprimersi appartiene a tutti, anche a chi ha più possibilità, si è guadagnato ciò che ha onestamente e paga le tasse. La seconda è una presa di distanza netta da chi ha devastato la città, accusato di aver tolto attenzione e ragione ai manifestanti pacifici. Il messaggio tiene insieme difesa del dissenso e condanna della violenza, e usa questa distinzione per rivendicare anche il diritto di parola degli artisti benestanti.
“La mia grande preoccupazione non sono gli hackerrussi, ma il legame tra comunisti e islamisti”. Il vicepremier Matteo Salvini e la Lega hanno “le idee chiare”. Il timore riguarda “il legame tra estremismo islamico e estremismo di sinistra che in Francia si sta vedendo all’opera”. Ma quando gli si chiede se ci sono evidenze in Italia su questo legame, la prende alla larga: “Quando si affaccia il primo tribunale islamico in Italia a Padova vuol dire che siamo sull’orlo del burrone. E la sinistra ci va a braccetto”. Secondo il vicepremier questo “legame in altri paesi è ormai evidente e non vorrei arrivare anche in Italia”. E quando gli si prova a richiedere quali sarebbero le evidenze di questa connessione in Italia, la risposta è questa: “Quello che accade in Francia, accade anche in Italia”.
“Contemporaneamente ci imbottiscono i crani ma quegli stessi crani poi provano a spaccarli col manganello”. Lo storico Angelo d’Orsi prende in prestito Antonio Gramsci per descrivere il rapporto tra propaganda e repressione, mentre in Italia si discute delle proteste giovanili contro il carovita e delle violenze che hanno accompagnato le manifestazioni di Milano. Ospite di Battitori liberi, su Radio Cusano, d’Orsi, già ordinario di Storia del pensiero politico all’Università di Torino e fondatore del movimento Agorà, contesta duramente le interpretazioni che chiamano in causa la Russia di Vladimir Putin come possibile regista dei disordini, prendendo di mira soprattutto l’ex direttore di RepubblicaMaurizio Molinari e le ricostruzioni sulla guerra ibrida evocate dal ministro della Difesa Guido Crosetto.
A innescare la discussione sono le parole pronunciate da Molinari a Tagadà, su La7: Savino Balzano riassume sarcasticamente la lettura delle proteste con un “Ha stato Putin”, mentre Gianluca Fabi chiede a d’Orsi come confuterebbe davanti a una platea di studenti le interpretazioni di Molinari e Crosetto.
“Intanto bisognerebbe superare la crisi di ilarità che queste interpretazioni suscitano – esordisce lo storico, che riserva all’ex direttore di Repubblica parole particolarmente dure – Molinari non è nuovo a questo genere di posizioni. Due settimane fa, intervistato da un’altra sedicente giornalista in televisione, di cui preferisco non fare il nome e neanche il cognome, alla domanda su come interpretasse l’aumento del prezzo del gasolio e della benzina alle pompe, ha risposto con grande sicumera che la responsabilità primaria era certamente di Putin”.
E rincara la dose: “Credo che Molinari andrebbe messo davvero in condizione di smettere di scrivere. È il principale responsabile dell’ondata russofobica che attraversa l’Italia da parecchi anni. E non dal 2022, ma almeno dal 2014. Basta andare a sfogliare i giornali dove lui scrive”.
Ma al di là dell’attacco personale, il professore insiste sulla necessità di sottoporre a verifica le informazioni, a cominciare dalla loro provenienza: “Noi dobbiamo fare sempre la critica delle fonti, che è una delle procedure tipiche dello storico. Quando arriva una notizia, un’informazione, un messaggio, devi capire: da dove arriva? Chi è che ci dà questa informazione? Chi fornisce questa comunicazione? Quindi, già pensando alla fonte, capisci che non è credibile”.
Per spiegare ai suoi studenti quello che considera il carattere “fallace e farlocco” della tesi sulle interferenze russe, d’Orsi si affida ancora a Gramsci e alla distinzione tra senso comune e buon senso. Il primo, osserva, si forma attraverso immagini, parole e messaggi assorbiti quotidianamente dai mezzi di comunicazione, spesso senza alcuna consapevolezza critica:“Entrano dentro di te come una specie di virus. Gramsci usa l’espressione: ‘Ci hanno imbottito i crani’”. E il messaggio che, secondo lo storico, viene inoculato da anni nell’opinione pubblica è che “i russi sono cattivi e ci vogliono aggredire”.
Il professore invita quindi a recuperare il buon senso e a interrogarsi sulle ragioni concrete di un’eventuale interferenza del Cremlino nelle manifestazioni italiane: “Ma perché Putin dovrebbe avere tutto questo tempo e questa possibilità di intervenire in tutti i disordini del mondo?”. E ricorda come il presidente russo venga chiamato in causa anche in vicende politiche assai lontane dall’Italia, comprese le elezioni brasiliane.
Poi ribadisce: “Quale sarebbe l’interesse di Putin? Putin davvero ha tutto questo tempo libero? Lui ha le sue gatte da pelare e problemi seri. E voi immaginate che la Russia si debba mettere a intervenire nelle vicende interne dell’Italia?”. E richiama il recente viaggio in Russia, dove ha constatato una crescente stanchezza per la guerra, pur in presenza di un consenso che descrive come ancora altissimo nei confronti del presidente.
Quando Fabi richiama il possibile ruolo di TikTok, YouTube e degli strumenti digitali, la replica arriva immediata: “Sì, con gli algoritmi. Quando non si hanno spiegazioni credibili si ricorre a questo”.
Il discorso si sposta quindi sul rapporto tra costruzione del consenso e uso della forza. Balzano osserva che le spiegazioni fondate sull’onnipresenza di Putin rischiano ormai di apparire grottesche e chiede quali prove, documenti o elementi fattuali vengano presentati a sostegno di simili ricostruzioni. Ma avverte anche che l’eventuale perdita di efficacia della propaganda non rappresenta necessariamente una buona notizia, perché alla persuasione può subentrare la coercizione.
D’Orsi condivide l’opinione dello scrittore e torna a Gramsci, stavolta attraverso il concetto di moderno cesarismo: “Gramsci diceva che il moderno cesarismo non è più militare ma è poliziesco. Vuol dire che contemporaneamente ci imbottiscono i crani ma quegli stessi crani poi provano a spaccarli col manganello”. Una formula che lo storico applica alle immagini degli scontri di questi giorni: “Ci sono due elementi: l’elemento di persuasione più o meno occulta che lavora e l’elemento di coercizione fisica che abbiamo visto in questi giorni”.
Secondo d’Orsi, però, il meccanismo comincia a mostrare le sue crepe: “Adesso il giochino si sta rompendo, non funziona più. E non ci sono solo io a pensarlo, ma migliaia di persone che dicono: il re è nudo. Non potete continuare”.
Il professore difende quindi le ragioni degli studenti che scendono in piazza, distinguendo il disagio sociale dalle violenze commesse durante le manifestazioni. Alla domanda di Fabi sulla buona fede dei giovani manifestanti, cita il filosofo francese Emmanuel Mounier e una sua riflessione del 1945: “La révolution attire les effusifs, les confusifs, les diffusifs”. In sostanza, spiega, “dove c’è rivoluzione, c’è casino. C’è sempre qualcuno che si infila per fare casino. Sempre”.
Questo, tuttavia, non cambia il suo giudizio sul significato delle mobilitazioni: “Io lodo questi ragazzi che scendono in piazza, perché danno la sveglia al Paese. E non si può dire che questi sono gli sdraiati di Michele Serra o dei bamboccioni. No, sono persone che stanno patendo l’esclusione sociale nella maniera più drammatica che noi vediamo e quindi dicono basta”.
Lo storico, condividendo pienamente le parole pronunciate dal filosofo Massimo Cacciari a Otto e mezzo, cita le proteste in Francia e in Spagna, individuando nel malessere sociale il filo che le unisce: “C’è qualcosa che collega tutto questo e non è certamente Putin o il desiderio di spaccare tutto. C’è il desiderio di dire basta e di dire no. Questi stanno lottando per la propria vita. E non per il futuro ma per il presente, perché gli stiamo rubando il presente. Come si fa a non capire?”.
Per il fondatore di Agorà, il nodo focale resta la condizione materiale di chi protesta. “Qui c’è una rivolta sociale”, afferma, raccontando di essere stato pochi giorni prima in Calabria, dove ha incontrato agricoltori e autotrasportatori impegnati nei blocchi. Uno di loro gli ha riferito di vendere i pomodori a 10 centesimi al chilo, la stessa cifra percepita dal padre quindici o vent’anni prima. D’Orsi osserva: “Oggi sono andato alla bancarella del mercato: sapete a quanto vendevano i pomodori? A 6,5 euro al chilo. E io mi sono rifiutato di comprarli”.
Nella parte conclusiva dell’intervista, Fabi gli chiede quale direzione stia prendendo la guerra in Ucraina. La risposta dello storico è affidata a due scenari, il primo dei quali passa attraverso un accordo tra Donald Trump e Vladimir Putin, senza ulteriori ostacoli da parte dei governi europei: “L’Europa la smetta di mettersi di traverso e accetti che Trump porti avanti la trattativa con Putin. Così si arriva alla fine della guerra”.
D’Orsi racconta di avere parlato durante il soggiorno in Russia con candidati alle elezioni e rappresentanti di partito incontrati nei seggi. E rivela: “Tutti mi hanno detto che non vedono l’ora che finisca la guerra con l’Ucraina. Ma a quali condizioni? Ovviamente mi hanno detto che il Donbass è russo e che non mollano sul Donbass. Gli ho chiesto provocatoriamente: ma la Crimea? Mi hanno riso in faccia. La Crimea per loro è russa, è fuori discussione”.
D’Orsi ritiene quindi che il riconoscimento delle rivendicazioni territoriali di Mosca possa aprire la strada alla conclusione del conflitto: “Se si accetta che il Donbass e le due repubbliche di Lugansk e Donetsk siano, come sono ormai anche a livello costituzionale, parte della Russia, la guerra finisce”.
L’alternativa, nella sua analisi, è la prosecuzione della guerra, con conseguenze potenzialmente devastanti per Kiev. E nel mirino torna l’Europa, insieme al Regno Unito: “Se l’Europa continua a mettersi di mezzo, includendo anche la Gran Bretagna, dove a mio avviso c’è tutta la gran regia, questa guerra non finirà. E vuol dire che l’Ucraina sparirà come nazione”.
O acesso à Justiça no interior do país, os desafios da advocacia e o impacto das novas tecnologias estiveram em destaque nas IV Jornadas Jurídicas da Delegação de Lamego da Ordem dos Advogados, que decorreram no Teatro Ribeiro Conceição, no âmbito das comemorações do centenário da instituição.
O bastonário da Ordem dos Advogados, João Massano, marcou presença na iniciativa, que considerou também uma oportunidade para reforçar a proximidade aos profissionais da região. À VTM, recordou o apoio recebido em Lamego durante a campanha para a eleição e destacou a importância que a cidade teve no seu percurso.
Distância
Entre os desafios que se colocam à profissão, João Massano destacou a necessidade de repensar o papel do advogado perante a evolução tecnológica, em particular a inteligência artificial. “A nossa profissão necessariamente tem que ser algo que tem que ser repensado, porque não é a mesma hoje e não vai ser a mesma amanhã”, afirmou.
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