BE fala em "mudança sísmica" do Governo na habitação

© ANDRÉ KOSTERS/LUSA

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"¿Contra quién es [la huelga general]? Pues allá cada uno que se tome la parte que le toca. Hay muchas responsabilidades compartidas".
Así ha respondido este jueves el secretario general de UGT, Pepe Álvarez, en Los Desayunos de RTVE y EFE. El líder de CCOO, Unai Sordo, por su parte, ha declarado que "nosotros no hemos canalizado esta huelga contra la oposición".
Al acto, celebrado en el Instituto Cervantes de Madrid, han asistido la vicepresidenta segunda y ministra de Trabajo y Economía Social, Yolanda Díaz, y la ministra de Inclusión, Seguridad Social y Migraciones y portavoz del Gobierno, Elma Saiz.
Para Álvarez, la huelga general del 11-N viene precedida de un proceso que "ya dura bastante" en relación a la subida de unos salarios "que no llegan" y a lo que se suma "un factor que lo que lo estropea todo, que es la vivienda", informa Efe.
"Teniendo como teníamos previstas movilizaciones, porque la CEOE hace más de un año que no ha querido sentarse a negociar la renovación del acuerdo general para los convenios colectivos, nos ha parecido que este es el gran momento de plantear una gran movilización", ha afirmado el líder de UGT.
Sordo ha defendido que la huelga general es "a favor de un cambio sustancial de las políticas de vivienda".
"Queremos promover una gran movilización social", ha añadido Sordo, quien ha dicho que la huelga apela al conjunto de las administraciones públicas en materia de vivienda y a la patronal CEOE por los salarios.
Pepe Álvarez ha pedido a los partidos de izquierda que "hablen de las cosas de la gente" y ha defendido que se equivocan hablando de sí mismos.
Cuestionado por las negociaciones entre los distintos partidos de cara a las elecciones generales del próximo 29 de noviembre, Álvarez ha pedido "avanzar" para conseguir una "mayoría de progreso en el Parlamento".

"Es tan obsceno el programa de la ultraderecha que interpela a todo el mundo", ha añadido.
Por su parte, Unai Sordo, ha dicho que no comparte que haya un fracaso en la configuración de las izquierdas en estas elecciones, sino más bien al contrario, ya que "concurren en las próximas elecciones construyendo un frente democrático sin precedentes en los últimos 40 años en nuestro país".
Igualmente, ha insistido en que lo importante es que las fuerzas "hablen de los problemas de la gente y se trata de que se presenten ante la sociedad como canales para solucionar o para reconducir los problemas de la gente y no al revés".
Los secretarios generales de los sindicatos CC OO, Unai Sordo, y de UGT, Pepe Álvarez han rechazado este jueves que su intención con la huelga general del 11 de noviembre sea influir en el voto en las próximas elecciones del 29-N. Pero sí pretenden influir en el contenido de la la campaña electoral, marcando los temas de discusión, que a su juicio deben ser fundamentalmente la vivienda, los salarios y los derechos laborales. No obstante, han advertido que una victoria de los partidos de derechas traerá un recorte de los derechos laborales, y entre ellos han citado la aprobación del despido libre y gratuito o el recorte de la protección social.

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La marea verde de profesores y profesoras, en huelga indefinida desde el pasado 14 de octubre, ha trasladado su malestar este jueves hasta las puertas de la Asamblea de Madrid. Desde las nueve de la mañana, miles de docentes —3.000 según la Delegación del Gobierno— se han acercado y cortado la avenida de Pablo Neruda. Frente a ellos, decenas de policías custodian el paso hacia la acera de enfrente, donde se encuentra el edificio en el que los diputados madrileños asisten al pleno.

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A concentração está marcada para as 11h00 de 22 de outubro, em frente ao Centro de Congressos de Lagoa. A FESAHT exige melhores salários e condições de trabalho.
O conteúdo Trabalhadores da hotelaria e restauração protestam junto ao congresso da AHRESP em Lagoa aparece primeiro em Barlavento.
A CGTP admite convocar uma nova greve geral contra o aumento do custo de vida e em defesa dos salários, pensões, educação, proteção social e habitação, mas salienta que a decisão não deve ser tomada “de forma precipitada”.
Questionada pela agência Lusa sobre se pondera aceitar o desafio feito pelos promotores da acampada pela habitação em Lisboa e Porto, que apelaram às centrais sindicais para convocarem uma “greve geral ibérica” em 11 de novembro, a CGTP afirma que “não exclui nenhuma forma de luta, inclusive a greve geral”.
Contudo, ressalva, “todas as ações, e esta em particular, devem ser consideradas em função das condições concretas e do momento adequado para a sua realização”.
“A marcação de uma greve geral é um momento de grande importância, como se verificou nas greves gerais que realizámos para a derrota do pacote laboral, e não deve ser decidida de forma precipitada”, sustenta, enfatizando: “Deve ser decidida tendo em conta os objetivos e as condições criadas para a sua realização com êxito”.
A este propósito, a central nota que, “no último mês, têm sido desenvolvidas importantes lutas dos trabalhadores de vários setores, da hotelaria aos professores, à administração pública (com a realização da greve nacional das carreiras gerais e uma importante manifestação em Lisboa), ao setor de transportes (nomeadamente com a greve do Metropolitano de Lisboa da passada quarta-feira), a par de ações em defesa do SNS [Serviço Nacional de Saúde] e do direito à habitação, num movimento de luta que teve expressão convergente na manifestação nacional de 17 de outubro”.
Garantindo que “esta luta vai intensificar-se”, a CGTP aponta como exemplos os já anunciados plenário de sindicatos da Frente Comum, na próxima terça-feira, e concentração na Assembleia da República no dia 24 de novembro.
“E estamos já a preparar outras ações cujas formas de luta assumem as mais diversas expressões”, acrescenta.
Questionada sobre se movimentos inorgânicos como a acampada da habitação podem afetar o trabalho das centrais sindicais, a central sindical diz defender “a convergência e o alargamento da ação a todos os trabalhadores e à população em geral”.
“A situação e os problemas dos trabalhadores, dos reformados, da juventude, do povo, exigem respostas concretas do Governo e não medidas que conduzem ao seu agravamento ou ações repressivas face às iniciativas de reivindicação e protesto”, sustenta.
A agência Lusa questionou também a UGT sobre a eventual adesão a uma “greve geral ibérica” em 11 de novembro, aguardando ainda uma resposta.
O conteúdo CGTP admite convocar nova greve geral, mas não “de forma precipitada” aparece primeiro em O MINHO.
O Tribunal da Relação de Guimarães anulou a sentença do Tribunal de Bragança que declarou a insolvência do matadouro industrial do Cachão, no concelho de Mirandela, que tinha solicitada em abril deste ano, revelou hoje o sindicato.
Esta revogação teve como fundamento o facto de o matadouro do Cachão ser uma empresa local, de natureza intermunicipal, estando sujeita a uma legislação especial.
No acórdão, enviado hoje à Lusa pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB) , pode ler-se que “(…) o CIRE [Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas] é inaplicável à factualidade submetida à apreciação do tribunal recorrido, sendo antes enquadrável na Lei nº 50/2012, de 31 de agosto, razão pela qual não podia ser decretada a insolvência da sociedade requerida ‘Matadouro Industrial do Cachão, S.A.’”.
Assim, “acordam os juízes da 1.ª Secção do Tribunal da Relação de Guimarães em julgar procedentes os dois recursos interpostos, revogando a sentença recorrida que declarou a insolvência de Matadouro Industrial do Cachão, S.A.”, lê-se no acórdão.
O SINTAB vê esta decisão como uma “boa notícia”, que “permite respirar um bocado”.
No entanto, o dirigente Eduardo Andrade salientou que “as dívidas continuam e os problemas de funcionamento também”, com “graves carências ao nível das condições de trabalho”, e, por isso, é preciso “um novo projeto, com uma gestão intermunicipal competente, maior participação das cooperativas e dos produtores e, acima de tudo, investimento público”.
“As câmaras de Mirandela e de Vila Flor têm de assumir as suas responsabilidades, mas o Governo também tem que fazer a sua parte. Estamos a falar de mais de 20 postos de trabalho, mas acima de tudo estamos a falar de uma infraestrutura fundamental para a economia transmontana”, frisou o dirigente sindical.
Em abril deste ano, um dos credores do matadouro industrial do Cachão, em Frechas, no concelho de Mirandela, a Ares Lusitani, pediu a insolvência da unidade de abate devido a uma dívida que terá chegado a perto de um milhão de euros.
Durante este processo, o matadouro industrial do Cachão manteve-se aberto e em funcionamento, mas os trabalhadores chegaram a anunciar uma greve, por atrasos no pagamento de salários e subsídios de férias, mas acabou por ser cancelada.
A unidade emprega 23 pessoas, “na maioria com idades entre os 63 e 66 anos”.
Os municípios de Vila Flor e de Mirandela, acionistas maioritários, entregaram um plano de recuperação desta unidade de abate ao administrador da insolvência.
A Lusa tentou contactar o atual administrador do matadouro, o vereador do município de Mirandela Luís Saraiva, para obter mais esclarecimentos, mas até ao momento não foi possível.
No nordeste transmontano há ainda mais três matadouros: em Miranda do Douro, Vinhais e Bragança, estando ainda a ser construído outro em Mogadouro.
O conteúdo Relação de Guimarães revoga insolvência de matadouro em Trás-os-Montes aparece primeiro em O MINHO.
París, 21 oct (Prensa Latina) La secretaria general de la Confederación General del Trabajo (CGT) francesa, Sophie Binet, llamó hoy a una huelga general para el 5 d noviembre, tras no recibir respuesta concreta alguna del Gobierno para sus demandas.
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El sindicato CSIF alerta del “riesgo para la seguridad” de los funcionarios que supone la falta de médicos en las siete prisiones madrileñas, donde el 76% de las plazas de profesionales sanitarios y de atención psiquiátrica están sin cubrir. “Una situación que dificulta la prevención de situaciones de riesgo y puede favorecer un aumento de las agresiones a los trabajadores penitenciarios”, según denuncia este miércoles en un comunicado el CSIF.

© David Expósito

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Dakar, 21 oct (Prensa Latina) Una manifestación de protesta por el alza del costo de la vida se desarrolló hoy en esta capital previo a una huelga general que comienza este miércoles.
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Una gran marcha de docentes y estudiantes madrileños ha vuelto a salir este martes por las calles de la capital para protestar contra las cargas policiales en la protesta del lunes, como parte de las concentraciones diarias que tienen lugar durante la huelga indefinida del profesorado de la región. Lo han hecho vestidos de negro, en vez del verde habitual con el que defienden sus demandas, y en algunos momentos en silencio total, con velas, linternas y luces de móviles levantadas hacia el cielo.

© A. Pérez Meca - Europa Press (Europa Press)
Los responsables de Función Pública han garantizado este martes a los sindicatos que, pese al adelanto electoral, aplicarán la subida salarial del 5% para más de tres millones de empleados públicos en 2027. Así lo han confirmado fuentes sindicales al término de la reunión mantenida entre los responsables gubernamentales y representantes de CC OO, UGT y CSIF. La subida fue comprometida en el último acuerdo del Gobierno con el colectivo, en noviembre de 2025.

© Kiko Huesca (EFE)