Guimarães Jazz. 35.ª edição com estreias e Kurt Elling

© MOHAMED MESSARA/EPA

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Cerca de 70 docentes, investigadores e trabalhadores da Universidade do Minho (UMinho) assinam um manifesto, hoje divulgado, de repúdio pela receção do embaixador de Israel em Portugal na Câmara de Guimarães, assumindo “perplexidade” perante a iniciativa.
“Um grupo de docentes, investigadores e trabalhadores não docentes e não investigadores da Universidade do Minho, com ligação à vida política, social e cultural do Município de Guimarães, subscreveu um manifesto de repúdio pela receção do Embaixador de Israel em Portugal, Oren Rozenblat, pelo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, no passado dia 14 de setembro”, lê-se no manifesto, enviado à agência Lusa.
Aquando da receção, o município explicou que o encontro permitiu explorar novas possibilidades de colaboração em áreas estratégicas para o desenvolvimento do território, como a inovação, a tecnologia, a proteção civil, a qualificação de recursos humanos e a atração de investimento.
“Mais tarde, em resposta à contestação cívica que o facto suscitou, o autarca respondeu, invocando a normalidade das relações diplomáticas e rejeitando que a receção do embaixador representasse uma tomada de posição sobre a política internacional daquele país. A nosso ver, porém, o facto é gravíssimo por objetivamente branquear um genocídio de dimensões terríveis que prossegue quotidianamente na Palestina”, frisam os signatários.
Um mês depois, estes 66 elementos da comunidade académica da UMinho, sediada em Braga e com um polo em Guimarães, “manifestam perplexidade” perante a iniciativa e os seus objetivos.
“Consideram que, perante a gravidade da situação vivida na Palestina, este encontro não pode ser entendido como um simples ato de normalidade diplomática, contribuindo, pelo contrário, para a normalização da atuação do Estado de Israel e para o branqueamento das graves violações dos direitos humanos denunciadas no manifesto”, sustentam os subscritores.
Os signatários lembram que “a atuação de Israel como potência ocupante da Palestina é reconhecida pela comunidade internacional, dos seus órgãos multilaterais aos cidadãos comuns, como profundamente criminosa e passível de condenação na justiça”.
“O Sr. Oren Rozenblat, recebido tão galhardamente na Câmara de Guimarães, é o representante desse crime no nosso país. E não por acaso tem assumido, em inúmeras ocasiões, com uma arrogância acintosa e insolente, a defesa dos atos hediondos praticados pelo governo, os militares e os colonos. Além disso, costuma acrescentar ameaças e comentários inaceitáveis em relação aos que no nosso país denunciam o genocídio em curso”, refere o manifesto.
Os signatários dizem não acreditar que o presidente da Câmara de Guimarães “concorde com o governo do estado sionista em que Israel terá adquirido um direito superior e absolutamente ilimitado de se defender, justificando, assim, a matança de dezenas de milhares de civis inocentes, como inevitavelmente o são as crianças, e classificando-os como danos colaterais”.
“Mas terá consciência de que o seu gesto, mesmo que reduzido a um mero ato formal, apenas contribui para obliterar tal situação? Não entenderá que manter uma atitude de ‘business as usual’ significa acatar este nível de violência como algo aceitável que, quer queiramos quer não, levaremos por diante em função dos nossos interesses mútuos? Achará mesmo que um genocídio pode ser apagado por um aperto de mão condescendente?”, questionam.
A receção do presidente da câmara de Guimarães, Ricardo Araújo (PSD/CDS-PP), ao embaixador de Israel em Portugal provocou também contestação política no concelho, com PS, BE, Livre e CDU a questionarem a estratégia seguida pelo município.
Também o compositor César Viana deixou a direção artística do Festival de Música Religiosa de Guimarães, motivada pelo “profundo desacordo com a aproximação institucional e comercial” entre este município e Israel, no atual contexto da situação em Gaza.
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O Guimarães Jazz vai cumprir a sua 35.ª edição em novembro com um cartaz composto por estreias no festival, com a “honrosa exceção” do cantor norte-americano Kurt Elling, acompanhado pela Orquestra Nacional de Jazz da Macedónia do Norte.
De acordo com a informação disponível no ‘site’ do festival, que tem o seu coração no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), entre as estreias de destaque no evento contam-se o trompetista Peter Evans, o guitarrista Kurt Rosenwinkel e o “supergrupo” ARTEMIS, “composto por cinco instrumentistas de excelência – Ingrid Jensen, Nicole Glover, Noriko Ueda, Allison Miller e Renee Rosnes”.
O festival – que na sexta-feira lança um livro para assinalar as mais de três décadas de trabalho – começa no dia 12 de novembro com o quarteto do brasileiro Toninho Horta com a Orquestra de Guimarães, num dia em que há ‘jam sessions’ com o quintento de Lex Korten e a inauguração da exposição “Corpo e Alma – O jazz e os seus divulgadores em Portugal”.
Até ao encerramento, no dia 21 de novembro, com Kurt Elling e a Orquestra Nacional de Jazz da Macedónia do Norte, vai haver ainda atuações de conjuntos com o trio composto por Dave Rempis, Jason Adasiewicz e Chris Corsano, o quinteto de João Tavares e apresentações resultantes das várias parcerias do festival com projetos como a Sonoscopia, a Porta-Jazz, a Orquestra de Jazz da Escola Superior de Músicas e Artes do Espetáculo, entre outros.
“Não obstante esta celebração, a perspetiva do Guimarães Jazz foi sempre baseada no princípio de que o mais importante é o que está para acontecer e não o que já foi feito, pelo que é no presente que nos devemos centrar”, pode ler-se na página do festival.
Ao longo das décadas, o Guimarães Jazz tem recebido vários dos principais nomes mundiais do jazz naquele concelho do distrito de Braga.
Em declarações à Lusa em 2025 sobre a edição desse ano, o programador Ivo Martins afirmou que o festival “tem feito mais ou menos um percurso através do tempo e tenta congregar no mesmo conjunto de concertos diversas fórmulas, diversas formações, que apresentam o mais possível jazz diferente, nas suas diversas abordagens”.
O objetivo do programa é criar “espaços de abertura, respeitando a singularidade dos músicos”, e tentar “estabelecer uma visão articulada da realidade” daquele género musical.
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Entre janeiro e final de setembro de 2026, Braga é o terceiro distrito com maior número de empresas com novos processos de insolvência, a seguir ao Porto e Lisboa. E Guimarães é a cidade com mais falências, revela o Barómetro da Informa D&B.
Segundo a análise, entre janeiro e setembro de 2026, registaram-se 203 novas insolvências no distrito de Braga, com a indústria têxtil e moda a representar um terço das insolvências do distrito, refletindo a exposição do tecido empresarial do distrito às dificuldades enfrentadas por estas indústrias.
As insolvências no distrito concentram-se fortemente em quatro concelhos: Guimarães (45), Vila Nova de Famalicão (41), Braga (38) e Barcelos (31). Em conjunto, estes concelhos representam cerca de 76% do total registado no distrito entre janeiro e setembro de 2026, salienta o Barómetro.
Por seu turno, o distrito de Braga é também o terceiro com maior número de empresas ativas no país.
Apesar de manter o 3.º lugar entre os distritos com mais novos processos de insolvência, os números de 2026 registam um recuo de 7,3% face ao mesmo período de 2025, correspondendo a menos 16 empresas insolventes. A nível dos concelhos, Guimarães registou menos 12 insolvências e Vila Nova de Famalicão menos 6. Barcelos e Braga aumentaram as insolvências, respetivamente mais três e mais uma.
A descida no distrito de Braga foi impulsionada sobretudo pela indústria. Este setor, que continua a ser o que tem maior expressão nas insolvências do país, registou menos nove insolvências no distrito, totalizando 87 novas insolvências no acumulado de 2026, o que corresponde a 43% do total de insolvências do distrito durante este período.
No total do país, desde início do ano até final de setembro, registaram-se 1.503 empresas com novos processos de insolvência, menos 0,2% (-3 insolvências) do que no mesmo período do ano anterior.
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O Tribunal de Instrução do Porto procede em outubro à decisão instrutória de um inquérito que envolve 16 pessoas, 15 homens e uma mulher, que o Ministério Público (MP) do Porto acusou do crime de tráfico de armas praticado, entre 2020 e 2021 na zona de Braga e em concelhos limítrofes.
O juiz de instrução já procedeu ao debate instrutório, realizado após vários arguidos o terem solicitado, por não aceitarem a validade dos crimes de que estão acusados.
Conforme O MINHO noticiou, a atividade do grupo, com arguidos residentes em Braga, Amares, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Santo Tirso foi investigada pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto que detetou a venda de dezenas de armas a cidadãos, entre pistolas, revólveres, carabinas e espingardas (uma delas elétricas, outras de ar comprimido) e ainda detonadores, facas, soqueiras, aerossóis lacrimogéneos e coldres.
Na operação de desmantelamento da rede, que era liderada pelos arguidos Luís Lopes, de 51 anos e Domingos Marques, de 42, ambos de Braga, a PJ apreendeu mais de cem armas de várias tipologias e milhares de munições, quase todas elas sem registo ou com calibres de guerra.
Contactado por O MINHO, o advogado João Ferreira Araújo, defensor de Domingos Marques, disse, apenas, que espera que se faça justiça.
A acusação diz que Luís Lopes, Domingos Marques, Carlos Carneiro, Daniel Machado, Carlos Osório, Armando Ribeiro, João Azevedo, Tiago Batista, Rui Azevedo, Ricardo Tavares, Rúben Machado, João Gomes, António Araújo e Miguel Cunha “faziam parte de um grupo de indivíduos que estabelecia contactos entre si para a concretização de negócios para aquisição e venda de armas fora do circuito legal”.
Acentua que Luís Lopes, também conhecido como “Simpson”, e Domingos Marques, conhecido como “Mingos”, “assumiam um papel preponderante e, desde fevereiro de 2020, dedicaram-se à compra e venda de armas de fogo e munições, fazendo-o fora do circuito comercial devidamente condicionado e controlado e com o propósito de obterem vantagens patrimoniais”.
O magistrado sublinha que Luís Lopes “é o mentor e líder deste grupo, sendo o arguido Domingos Marques o seu colaborador direto, cabendo ao primeiro a implementação dos negócios de compra e venda de armas de fogo e munições, e ao segundo a permanente e direta coadjuvação, sendo o propósito de ambos alcançarem vantagem patrimonial com esses negócios, valendo-se de contactos que estabeleciam com os demais arguidos com quem repartiam os lucros”.
Diz, também, que o Luís Lopes “acordou com a sua companheira, Paula Moreira, que esta procedia à recolha e entrega de armas de fogo e munições, sempre que fosse necessário, na sua ausência e de acordo com as suas instruções”.
Na casa do Luís Lopes foram apreendidos 17 mil euros, além de dezenas de armas e milhares de munições.
Assim, os dois principais arguidos acordaram, ainda, com o arguido Carlos Carneiro que este lhes angariava armas de fogo para venderem e com o Daniel Machado, também conhecido como “Né”, que este lhes arranjava compradores para as armas de fogo e as munições.
O inquérito indica o nome de 13 inspetores do Porto da PJ como testemunhas do caso.
O MP promove que algumas armas, com caraterísticas especiais, sejam declaradas perdidas a favor do Estado, e afetas à PJ – Diretoria do Norte.
São elas: uma pistola “High Standard” modelo “Derringer”, de calibre 22 Winchester Magnum Rimfire; duas armas, do tipo “caneta pistola” de fabrico artesanal; uma arma, do tipo “bastão pistola” de fabrico artesanal; uma carabina, da marca “Anschutz”, de calibre 22 Long Rifle, com um moderador de som (de construção artesanal) nela instalado e uma mira telescópica da marca “Gamo”.
Para a PJ vai, também, uma bengala/espingarda, sem marca, de fabrico industrial e uma bengala/espingarda, de fabrico artesanal.
O conteúdo Tribunal decide se vão a julgamento as 16 pessoas acusadas de tráfico de dezenas de armas no Minho aparece primeiro em O MINHO.
O Tribunal de Trabalho de Guimarães adiou o julgamento do processo da funcionária que reclama 161 mil euros a uma empresa têxtil, alegando que, durante 36 anos, apenas pagou parte do salário mínimo e não fez os descontos devidos.
A informação foi avançada hoje à agência Lusa por fonte judicial, explicando que o adiamento do julgamento, previsto arrancar na quinta-feira, se deve a um recurso pendente no Tribunal da Relação de Guimarães.
A operária, hoje com 55 anos, reclama 161 mil euros a uma empresa têxtil de Guimarães, alegando que a empresa, durante 36 anos, pagou “apenas uma fração” do salário mínimo e não fez os descontos devidos junto da Segurança Social.
Como O MINHO noticiou, a Petição Inicial (PI) refere que, “em consequência desta atuação”, a funcionária “ficou privada de parte significativa do seu rendimento mensal, bem como da contagem correta da sua carreira contributiva”.
“Atualmente, a autora [funcionária] encontra-se de baixa médica, recebendo apenas cerca de quatro euros diários de subsídio, montante diretamente afetado pela omissão da ré [empresa] no registo das remunerações efetivamente devidas”, lê-se na ação declarativa.
A PI conta que a mulher iniciou funções na têxtil em 1989, “exercendo desde então, de forma ininterrupta, as funções de ‘ajudante’, ao abrigo de contrato de trabalho verbal”.
O documento indica que a funcionária prestava trabalho sob a autoridade, direção e fiscalização da empresa, cumprindo o horário de 40 horas semanais (8 horas/dia), sendo-lhe exigidas horas extraordinárias, sem que estas fossem pagas, além de lhe ter sido exigido, por várias vezes, trabalho extraordinário aos sábados.
“Desde o início da relação laboral, a autora sempre exerceu funções permanentes e essenciais à atividade da ré, integrando a sua estrutura organizativa. Contudo, até setembro de 2016, a ré nunca declarou a autora como sua trabalhadora junto da Segurança Social, fazendo-a figurar como trabalhadora do serviço doméstico, apesar de esta prestar trabalho subordinado e integrado na empresa, nomeadamente nas suas instalações”, diz a PI.
A defesa da funcionária lembra que a retribuição convencionada “era sempre o salário mínimo”, com as devidas atualizações anuais, acrescentando que o pagamento de vencimentos à sua constituinte “era frequentemente feito em numerário e em valor muito inferior ao devido”.
“A título de exemplo, em outubro de 2016, a autora tinha direito a auferir 530 euros (salário mínimo nacional), mas apenas lhe foi pago o montante de 120 euros. Tal prática era reiterada ao longo dos anos, sendo paga apenas uma fração do salário devido”, lê-se no documento.
A PI frisa que a empresa têxtil “aproveitou-se da ingenuidade e analfabetismo” da funcionária.
“Explorando-a de forma a pagar-lhe apenas uma fração do salário devido, sem qualquer justificativa legal ou contratual, e sem cumprir as suas obrigações de registo de contribuições sociais. Apesar das sucessivas tentativas da autora de obter esclarecimentos e receber os valores devidos, a ré manteve o pagamento irregular e insuficiente”, alega a defesa.
A ação declarativa de condenação emergente de contrato de trabalho frisa que a funcionária “nunca deixou de comparecer ao trabalho, cumprindo todas as funções exigidas, muitas vezes além do horário normal, sem que qualquer compensação fosse concedida”.
A defesa da funcionária pede ao Tribunal de Trabalho de Guimarães que seja “reconhecida a existência de contrato de trabalho” entre a sua constituinte e a empresa têxtil, desde 1989.
Pede ainda na PI que a empresa seja condenada “a regularizar junto da Segurança Social a situação contributiva” da sua cliente, “fazendo constar a totalidade das remunerações devidas desde 1989”.
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© Octavio Passos/Observador
A Universidade do Minho tem 72 cientistas no grupo dos 2% mais citados do mundo ao longo do último ano, segundo um estudo da Universidade de Stanford (EUA) e do grupo editorial Elsevier, foi hoje divulgado pela instituição.
A lista, chamada “World’s Top 2% Scientists 2026”, inclui quase 250 mil investigadores, sendo 1.060 deles ligados a instituições de Portugal. A UMinho surge com 17 unidades representadas e os seus primeiros nomeados na lista global são Natália Cruz-Martins (3.221.º lugar), Paulo Lourenço (5.738.º), Rui L. Reis (7.466.º), Fernando Pacheco-Torgal (9.545.º) e Assunção Flores (12.025.º).
De acordo com a UMinho, o documento apresenta os melhores investigadores do planeta por 20 áreas e 174 disciplinas, considerando o seu índice, o volume de publicações e as citações dos seus trabalhos, segundo dados da base Scopus referentes ao ano de 2025.
Esta lista anual surgiu em 2019, com o objetivo de “criar um repositório público sobre o impacto e a influência dos investigadores no progresso do conhecimento científico e para combater abusos de autocitação”.
Da parte da UMinho, o Centro de Engenharia Biológica aparece com 19 investigadores: António Vicente, Artur Cavaco-Paulo, Carla Manuela Silva, Diana Priscila Pires, Eduardo Gudiña, Hugo Oliveira, José António Teixeira, Joana Azeredo, Lígia Rodrigues, Lúcia Chaves Simões, Luciana Pereira, Lucília Domingues, Luís Melo, Madalena Alves, Miguel Gama, Nuno Cerca, Ricardo N. Pereira, Russell Paterson e Sónia Silva. O Centro de Física tem dez representantes: Carlos Miguel Costa, Filipe Vaz, Frank Nelson Crespilho, João C. Barbosa, José Pedro Silva, José González-Méijome, Nuno Peres, Pedro Libânio Martins, Senentxu Lanceros-Mendez e Vasco Teixeira.
Seguem-se com oito elementos o Grupo 3B’s (Banani Kundu, Miguel Oliveira, Nuno Neves, Rui L. Reis, Sandra Pina, Subhas Kundu, Tiago Silva, Vítor Correlo) e, com seis, o Centro Algoritmi (Anabela Alves, João Luís Afonso, João Varajão, Paulo Cortez, Sandro Pinto, Vitor Monteiro). Já o Centro de Microssistemas Eletromecânicos surge com Filipe Marques, Filipe Samuel Silva, Flávio Bartolomeu, Hélder Puga e Paulo Flores. Da parte do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde estão Agostinho Carvalho, António Salgado, João Espregueira-Mendes, Natália Cruz-Martins e Rui M. Reis.
Com três cientistas aparecem o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil (Andrea Zille, Helena Felgueiras, Raúl Fangueiro), o Centro de Química (Daniela Correia, Renato Gonçalves, Rita Figueira) e o Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Estruturas de Engenharia (Joaquim Barros, Shaghayegh Karimzadeh, Paulo Lourenço).
A lista inclui igualmente Assunção Flores e Rute Santos, do Centro de Investigação em Estudos da Criança, além de Fernando Pacheco-Torgal e Paulo Ribeiro, do Centro de Território, Ambiente e Construção. Juntam-se ainda Ronaldo Sousa (Centro de Biologia Molecular e Ambiental), Beatriz Casais (Centro de Investigação em Gestão, Mercados e Sociedade), Anabela Carvalho (Instituto de Ciências Sociais), José Brilha (Instituto de Ciências da Terra), Loïc Hilliou (Instituto de Polímeros e Compósitos) e Rui A. Lima (Centro de Engenharia Mecânica e Sustentabilidade de Recursos).
O estudo da Universidade de Stanford e da Elsevier apresenta uma segunda lista, de “carreira”, em que da UMinho surgem também Marian Brownell Anderson (Escola de Medicina), José Covas, Júlio Viana (ambos do Instituto de Polímeros e Compósitos), Manuel Filipe Costa, Yuliy Bludov (ambos do Centro de Física) e Wolfram Erlhagen (Centro de Matemática).
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O PS de Guimarães acusou hoje o presidente da Câmara de nomear antigos dirigentes e responsáveis do PSD para cargos de direção técnica da administração municipal, considerando que a opção de Ricardo Araújo “suscita dúvidas” legais, institucionais e éticas.
“O Partido Socialista de Guimarães considera politicamente grave a opção do presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo, de promover antigos dirigentes e responsáveis partidários do PSD para cargos de direção técnica da administração municipal, recorrendo a nomeações em regime de substituição, sem concurso público prévio e sem demonstrar adequadamente os fundamentos legais que justificam essas escolhas”, sustenta a concelhia do PS de Guimarães, em comunicado.
Em resposta enviada à agência Lusa, a Câmara de Guimarães “esclarece que a reestruturação orgânica da autarquia decorreu em estrita e rigorosa observância da lei e sob critérios de absoluta transparência”.
Na reunião de câmara de segunda-feira, André Sousa Casalta, “com um percurso de responsabilidade política no PSD”, foi proposto pela maioria PSD/CDS-PP para diretor municipal de Planeamento, Desenvolvimento do Território e Turismo.
“A esta nomeação junta-se a recente designação de Tiago Laranjeiro, antigo dirigente da JSD e até então adjunto do presidente da Câmara, para diretor do Departamento de Investimento, Inovação, Economia e Turismo, igualmente em regime de substituição e sem concurso público prévio”, refere a concelhia do PS.
Segundo o PS de Guimarães, esta opção “suscita sérias dúvidas de legalidade”, sublinhando que “o regime de substituição constitui um mecanismo excecional e transitório, não podendo ser utilizado para afastar, sem fundamentação suficiente, os princípios de transparência, mérito e igualdade de oportunidades que devem orientar o recrutamento de dirigentes municipais”.
“Não está em causa o direito de qualquer cidadão, independentemente da sua filiação partidária, de exercer funções na Administração Pública. Está em causa a obrigação de garantir que o acesso aos cargos de direção técnica obedece a critérios objetivos, procedimentos transparentes e exigências de mérito, competência e independência”, lê-se na nota.
Para os socialistas, “a passagem direta de elementos de confiança política do presidente da Câmara para posições de direção técnica da administração municipal levanta uma questão ética e institucional que não pode ser desvalorizada”.
“Os gabinetes políticos existem para apoiar os titulares de cargos políticos. Os dirigentes municipais existem para assegurar a continuidade, a competência técnica, a imparcialidade e a autonomia da Administração, independentemente de quem exerce o poder político”, sustenta a concelhia.
Na resposta enviada à Lusa, o município explica que “foram criadas novas unidades orgânicas na estrutura municipal, perfazendo atualmente a totalidade de 67 unidades orgânicas”, visando “dar resposta às necessidades emergentes do concelho e em cumprimento do programa político sufragado pela maioria dos vimaranenses”.
“É função do município assegurar a continuidade da prestação do serviço público, que não pode ser interrompido, razão por que a lei prevê todo um sistema de designação de dirigentes em regime de substituição. Seria, aliás, uma enorme irresponsabilidade aguardar pela realização de mais de 20 concursos para prover os novos cargos dirigentes, com as conhecidas delongas que os procedimentos concursais tipicamente acarretam”, justifica a autarquia.
A Câmara afirma que “não desconhece os procedimentos legais de nomeação de dirigentes”, reiterando que “cumpriu e cumprirá com rigor” a legalidade.
“É, assim, no estrito cumprimento da lei que irá submeter todos os dirigentes nomeados em regime de substituição ao necessário procedimento concursal, dentro dos prazos que a lei estabelece e com criteriosas regras de avaliação e transparência, que, ademais, serão públicas e escrutináveis”, assume o município.
O conteúdo PS de Guimarães acusa Câmara de nomear elementos do PSD para cargos municipais aparece primeiro em O MINHO.
A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Recorde-se que, como O MINHO noticiou, a estes valores acrescem as transferências diretas para os municípios (667 milhões). Portanto, para os distritos de Braga e Viana do Castelo, através das freguesias e dos municípios, o Governo encaminhará, em 2027, um total de 724 milhões de euros.
Pode consultar abaixo o valor que será transferido para a sua freguesia.
Barreiros – 64 639
Bico – 64 513
Caires – 68 802
Carrazedo – 63 750
Dornelas – 63 022
Fiscal – 65 653
Goães – 77 310
Lago – 80 778
Rendufe – 69 529
Bouro (Santa Maria) – 70 667
Bouro (Santa Marta) – 87 124
União das freguesias de Amares e Figueiredo – 100 145
União das freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos – 112 835
União das freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros – 141 246
União das freguesias de Torre e Portela – 77 386
União das freguesias de Vilela, Seramil e Paredes Secas – 111 478
Total – 1 318 877
Abade de Neiva – 86 933
Aborim – 71 056
Adães – 64 285
Airó – 66 642
Aldreu – 68 258
Alvelos – 83 851
Arcozelo – 193 421
Areias – 68 252
Balugães – 64 639
Barcelinhos – 78 215
Barqueiros – 86 713
Cambeses – 71 538
Carapeços – 90 850
Carvalhal – 70 831
Carvalhas – 64 639
Cossourado – 70 698
Cristelo – 83 088
Fornelos – 67 997
Fragoso – 95 398
Gilmonde – 76 905
Lama – 70 841
Lijó – 86 922
Macieira de Rates – 86 253
Manhente – 77 188
Martim – 85 940
Moure – 66 330
Oliveira – 71 978
Palme – 74 671
Panque 68 951
Paradela 72 044
Pereira 73 298
Perelhal 81 413
Pousa 89 567
Remelhe 76 521
Roriz 86 212
Rio Covo (Santa Eugénia) 73 563
Galegos (Santa Maria) 92 657
Galegos (São Martinho) 78 298
Tamel (São Veríssimo) 96 705
Silva 65 172
Ucha 74 377
Várzea 76 131
Vila Seca 72 338
União das freguesias de Alheira e Igreja Nova 90 250
União das freguesias de Alvito (São Pedro e São Martinho) e Couto 105 074
União das freguesias de Areias de Vilar e Encourados 95 831
Barcelos 113 082
Vila Boa 82 644
Vila Frescaínha (São Martinho) 87 491
Vila Frescaínha (São Pedro) 80 040
União das freguesias de Campo e Tamel (São Pedro Fins) 84 045
União das freguesias de Carreira e Fonte Coberta 92 783
União das freguesias de Chorente, Góios, Courel, Pedra Furada e Gueral 147 126
União das freguesias de Creixomil e Mariz 84 045
União das freguesias de Durrães e Tregosa 84 220
União das freguesias de Gamil e Midões 84 045
União das freguesias de Milhazes, Vilar de Figos e Faria 105 835
União das freguesias de Negreiros e Chavão 99 203
União das freguesias de Quintiães e Aguiar 84 045
União das freguesias de Sequeade e Bastuço (São João e Santo Estevão) 105 074
Silveiros 75 708
Rio Covo (Santa Eulália) 74 985
União das freguesias de Tamel (Santa Leocádia) e Vilar do Monte 89 199
União das freguesias de Viatodos, Grimancelos, Minhotães e Monte de Fralães 141 490
União das freguesias de Vila Cova e Feitos 113 498
Total – 5 541 292
Adaúfe 111 206
Espinho 72 287
Esporões 80 738
Figueiredo 68 991
Gualtar 113 585
Lamas 62 897
Mire de Tibães 88 466
Padim da Graça 75 674
Palmeira 129 625
Pedralva 78 183
Priscos 73 206
Ruilhe 68 989
Braga (São Vicente) 152 229
Braga (São Vítor) 268 090
Sequeira 82 639
Sobreposta 73 873
Tadim 69 929
Tebosa 68 581
União das freguesias de Arentim e Cunha 83 478
União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade) 243 563
União das freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) 253 815
União das freguesias de Cabreiros e Passos (São Julião) 93 126
União das freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro 163 050
União das freguesias de Crespos e Pousada 83 812
União das freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e São Vicente) 105 201
União das freguesias de Este (São Pedro e São Mamede) 123 464
União das freguesias de Ferreiros e Gondizalves 167 034
União das freguesias de Guisande e Oliveira (São Pedro) 83 530
União das freguesias de Lomar e Arcos 145 954
União das freguesias de Merelim (São Paio), Panoias e Parada de Tibães 139 356
União das freguesias de Merelim (São Pedro) e Frossos 108 797
União das freguesias de Morreira e Trandeiras 83 529
União das freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 212 458
União das freguesias de Nogueiró e Tenões 118 209
União das freguesias de Real, Dume e Semelhe 200 301
União das freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra 83 529
União das freguesias de Vilaça e Fradelos 83 529
Total – 4 314 923
Abadim 96 333
Basto 84 592
Bucos 100 864
Cabeceiras de Basto 111 292
Cavez 115 697
Faia 80 904
Pedraça 92 177
Rio Douro 130 999
União das freguesias de Alvite e Passos 103 663
União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune 112 104
União das freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas 140 766
Refojos de Basto 147 292
Outeiro 94 636
Painzela 89 644
Total – 1 500 963
Agilde 91 810
Arnóia 110 989
Borba de Montanha 93 607
Codeçoso 89 080
Fervença 96 713
Moreira do Castelo 82 544
Rego 102 116
Ribas 90 626
Basto (São Clemente) 104 209
Vale de Bouro 85 537
União das freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe 151 456
União das freguesias de Caçarilhe e Infesta 98 335
União das freguesias de Canedo de Basto e Corgo 105 369
União das freguesias de Carvalho e Basto (Santa Tecla) 98 758
União das freguesias de Veade, Gagos e Molares 119 356
Total -1 520 505
Antas 92 143
Forjães 95 015
Gemeses 72 777
Vila Chã 79 218
Apúlia 121 370
Fão 103 885
Belinho 93 181
Mar 77 810
Esposende 102 128
Marinhas 143 374
Gandra 80 672
União das freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto 98 020
Palmeira de Faro 92 186
Curvos 73 457
Total – 1 325 236
Armil 81 305
Estorãos 93 780
Fafe 255 588
Fornelos 87 092
Golães 99 157
Medelo 86 714
Paços 84 090
Quinchães 108 721
Regadas 95 524
Revelhe 82 544
Ribeiros 80 314
Arões (Santa Cristina) 88 255
São Gens 106 791
Silvares (São Martinho) 91 883
Arões (São Romão) 119 133
Travassós 95 564
Vinhós 77 309
União de freguesias de Aboim, Felgueiras, Gontim e Pedraído 139 455
União de freguesias de Agrela e Serafão 108 865
União de freguesias de Antime e Silvares (São Clemente) 108 329
União de freguesias de Ardegão, Arnozela e Seidões 128 817
União de freguesias de Cepães e Fareja 113 858
União de freguesias de Freitas e Vila Cova 104 638
União de freguesias de Monte e Queimadela 116 913
União de freguesias de Moreira do Rei e Várzea Cova 139 528
Total – 2 694 167
Aldão 69 800
Azurém 167 275
Barco 75 199
Brito123 221
Caldelas 116 701
Costa 108 962
Creixomil 159 043
Fermentões 117 889
Gonça 75 343
Gondar 89 907
Guardizela 89 669
Infantas 82 550
Longos 81 135
Lordelo 117 062
Mesão Frio 109 725
Moreira de Cónegos 128 179
Nespereira 92 516
Pencelo 70 257
Pinheiro 69 216
Polvoreira 104 876
Ponte 131 371
Ronfe 115 311
Prazins (Santa Eufémia) 70 833
Selho (São Cristóvão) 82 614
Selho (São Jorge) 131 587
Candoso (São Martinho) 71 699
Sande (São Martinho) 90 947
São Torcato 107 180
Serzedelo 107 691
Silvares 89 578
Urgezes 125 025
União das freguesias de Abação e Gémeos 108 350
Airão (Santa Maria) 81 124
Airão São João 73 846
Vermil 75 145
União das freguesias de Arosa e Castelões 104 638
União das freguesias de Atães e Rendufe 115 076
União das freguesias de Briteiros Santo Estevão e Donim 95 514
União das freguesias de Briteiros São Salvador e Briteiros Santa Leocádia 95 039
União das freguesias de Candoso São Tiago e Mascotelos 112 634
Conde 75 682
Gandarela 74 889
União das freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo 114 529
União das freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião 178 824
Prazins Santo Tirso 73 846
Corvite 66 103
União das freguesias de Sande São Lourenço e Balazar 92 055
Sande (Vila Nova) 84 476
Sande (São Clemente) 84 636
União das freguesias de Selho São Lourenço e Gominhães 95 836
Serzedo 79 119
Calvos 73 846
União das freguesias de Souto Santa Maria, Souto São Salvador e Gondomar 114 888
Tabuadelo 83 339
São Faustino 73 566
Total – 5 399 361
Covelas 77 309
Ferreiros 78 463
Galegos 77 309
Garfe 86 176
Geraz do Minho 80 008
Lanhoso 84 265
Monsul 78 926
Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo) 138 467
Rendufinho 85 125
Santo Emilião 78 623
São João de Rei 81 097
Serzedelo 88 310
Sobradelo da Goma 90 345
Taíde 95 224
Travassos 80 182
Vilela 79 923
União das freguesias de Águas Santas e Moure 97 833
União das freguesias de Calvos e Frades 98 331
União das freguesias de Campos e Louredo 98 796
União das freguesias de Esperança e Brunhais 98 331
União das freguesias de Fonte Arcada e Oliveira 109 678
União das freguesias de Verim, Friande e Ajude 111 677
Total – 1 994 398
Balança 77 309
Campo do Gerês 132 864
Carvalheira 88 655
Covide 98 935
Gondoriz 84 564
Moimenta 79 881
Ribeira 76 892
Rio Caldo 95 886
Souto 77 680
Valdosende 91 885
Vilar da Veiga 155 278
União das freguesias de Chamoim e Vilar 104 271
União das freguesias de Chorense e Monte 114 690
União das freguesias de Cibões e Brufe 122 414
Total – 1 401 204
Cantelães 91 158
Eira Vedra 82 545
Guilhofrei 91 789
Louredo 84 564
Mosteiro 89 496
Parada de Bouro 84 564
Pinheiro 89 081
Rossas 125 395
Salamonde 85 578
Tabuaças 88 910
Vieira do Minho 104 125
União das freguesias de Anissó e Soutelo 98 331
União das freguesias de Anjos e Vilar do Chão 119 778
União das freguesias de Caniçada e Soengas 91 749
União das freguesias de Ruivães e Campos 144 226
União das freguesias de Ventosa e Cova 98 331
Total – 1 569 620
Bairro 102 037
Brufe 84 772
Castelões 82 128
Cruz 78 357
Delães 104 110
Fradelos 121 214
Gavião 110 041
Joane 166 273
Landim 96 856
Louro 87 151
Lousado 112 550
Mogege 78 496
Nine 97 699
Pedome 81 272
Pousada de Saramagos 78 409
Requião 105 773
Riba de Ave 96 923
Ribeirão 176 610
Oliveira (Santa Maria) 104 350
Vale (São Martinho) 82 269
Oliveira (São Mateus) 90 988
Vermoim 97 532
Vilarinho das Cambas 81 319
União das freguesias de Antas e Abade de Vermoim 158 972
União das freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures 128 673
Avidos 78 425
Lagoa 73 848
União das freguesias de Carreira e Bente 96 515
Esmeriz 88 064
Cabeçudos 79 021
Gondifelos 97 003
Cavalões 82 956
Outiz 73 848
União das freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei 122 534
Ruivães 87 939
Novais 73 848
União das freguesias de Seide 84 294
União das freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela 159 587
União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário 282 879
Total – 4 085 535
Atiães 78 620
Cabanelas 100 000
Cervães 104 170
Coucieiro 78 857
Dossãos 77 309
Freiriz 87 852
Gême 77 309
Lage 105 686
Lanhas 77 309
Loureira 82 132
Moure 89 713
Oleiros 85 716
Parada de Gatim 78 926
Pico 77 309
Ponte 77 309
Sabariz 77 309
Vila de Prado 131 785
Prado (São Miguel) 82 545
Soutelo 98 809
Turiz 90 419
Valdreu 103 902
Aboim da Nóbrega e Gondomar 105 689
União das freguesias da Ribeira do Neiva 235 506
União das freguesias de Carreiras (São Miguel) e Carreiras (Santiago) 104 641
União das freguesias de Escariz (São Mamede) e Escariz (São Martinho) 104 641
União das freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós 127 931
União das freguesias de Marrancos e Arcozelo 104 641
União das freguesias de Oriz (Santa Marinha) e Oriz (São Miguel) 104 478
União das freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós 128 821
União das freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide 153 000
União das freguesias de Valbom (São Pedro), Passô e Valbom (São Martinho) 127 924
União das freguesias do Vade 169 426
Vila Verde e Barbudo 170 868
Total – 3 500 552
Santa Eulália 132 279
Infias 77 300
Vizela (Santo Adrião) 86 373
União das freguesias de Caldas de Vizela (São Miguel e São João) 210 559
Tagilde 81 563
Vizela (São Paio) 77 695
Total – 665 769
Total – Distrito de Braga 36 832 402
Aboim das Choças 77 309
Aguiã 79 651
Ázere 77 309
Cabana Maior 94 254
Cabreiro 121 674
Cendufe 77 309
Couto 82 545
Gavieira 129 627
Gondoriz 123 454
Miranda 89 905
Monte Redondo 77 309
Oliveira 77 309
Paçô 84 326
Padroso 89 081
Prozelo 81 748
Rio Frio 103 330
Rio de Moinhos 77 309
Sabadim 84 564
Jolda (São Paio) 77 309
Senharei 88 490
Sistelo 104 280
Soajo 138 946
Vale 96 813
União das freguesias de Alvora e Loureda 98 331
União das freguesias de Arcos de Valdevez (São Paio) e Giela 102 039
União das freguesias de Arcos de Valdevez (Salvador), Vila Fonche e Parada 123 699
União das freguesias de Eiras e Mei 90 450
União das freguesias de Grade e Carralcova 103 170
União das freguesias de Guilhadeses e Santar 90 450
União das freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão 90 450
União das freguesias de Padreiro (Salvador e Santa Cristina) 90 390
União das freguesias de Portela e Extremo 102 355
União das freguesias de São Jorge e Ermelo 115 620
União das freguesias de Souto e Tabaçô 98 191
União das freguesias de Távora (Santa Maria e São Vicente) 98 331
União das freguesias de Vilela, São Cosme e São Damião e Sá 112 696
Total – 3 450 023
Âncora 71 971
Argela 76 574
Dem 84 030
Lanhelas 70 017
Riba de Âncora 73 582
Seixas 79 320
Vila Praia de Âncora 124 309
Vilar de Mouros 74 541
Vile 62 764
União das freguesias de Arga (Baixo, Cima e São João) 151 960
União das freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho 100 032
União das freguesias de Gondar e Orbacém 99 133
União das freguesias de Moledo e Cristelo 91 978
União das freguesias de Venade e Azevedo 84 355
Total – 1 244 566
Alvaredo 78 914
Cousso 85 758
Cristoval 81 242
Fiães 94 254
Gave 95 758
Paderne 99 112
Penso 85 370
São Paio 87 465
União das freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro 217 108
União das freguesias de Chaviães e Paços 98 331
União das freguesias de Parada do Monte e Cubalhão 134 161
União das freguesias de Prado e Remoães 90 450
União das freguesias de Vila e Roussas 119 586
Total – 1 367 509
Abedim 89 781
Barbeita 87 621
Barroças e Taias 77 309
Bela 78 635
Cambeses 77 988
Lara 80 914
Longos Vales 96 470
Merufe 117 792
Moreira 78 135
Pias 90 494
Pinheiros 77 309
Podame 77 309
Portela 89 081
Riba de Mouro 96 204
Segude 77 309
Tangil 109 250
Trute 84 564
União das freguesias de Anhões e Luzio 107 175
União das freguesias de Ceivães e Badim 98 331
União das freguesias de Mazedo e Cortes 129 101
União das freguesias de Messegães, Valadares e Sá 118 866
União das freguesias de Monção e Troviscoso 133 464
União das freguesias de Sago, Lordelo e Parada 104 126
União das freguesias de Troporiz e Lapela 97 871
Total – 2 275 099
Agualonga 82 213
Castanheira 86 040
Coura 84 102
Cunha 91 525
Infesta 82 226
Mozelos 77 309
Padornelo 83 388
Parada 82 986
Romarigães 86 261
Rubiães 87 366
Vascões 84 564
União das freguesias de Bico e Cristelo 99 264
União das freguesias de Cossourado e Linhares 98 331
União das freguesias de Formariz e Ferreira 113 473
União das freguesias de Insalde e Porreiras 108 544
União das freguesias de Paredes de Coura e Resende 107 799
Total – 1 455 391
Azias 86 907
Boivães 77 330
Bravães 78 968
Britelo 92 776
Cuide de Vila Verde 77 309
Lavradas 86 236
Lindoso 131 454
Nogueira 77 309
Oleiros 77 309
Sampriz 84 503
Vade (São Pedro) 77 309
Vade (São Tomé) 76 967
União das freguesias de Crasto, Ruivos e Grovelas 119 142
União das freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil 145 603
União das freguesias de Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães 151 221
União das freguesias de Touvedo (São Lourenço e Salvador) 90 971
União das freguesias de Vila Chã (São João Baptista e Santiago) 103 817
Total – 1 635 131
Anais 89 800
São Pedro d’Arcos 81 221
Arcozelo 116 877
Beiral do Lima 84 625
Bertiandos 63 021
Boalhosa 76 856
Brandara 63 021
Calheiros 88 566
Calvelo 67 571
Correlhã 101 782
Estorãos 98 320
Facha 89 861
Feitosa 72 452
Fontão 71 428
Friastelas 77 309
Gandra 69 475
Gemieira 78 977
Gondufe 81 121
Labruja 96 541
Poiares 85 655
Refóios do Lima 98 084
Ribeira 86 709
Sá 63 021
Santa Comba 63 021
Santa Cruz do Lima 63 021
Rebordões (Santa Maria) 72 442
Seara 64 764
Serdedelo 82 404
Rebordões (Souto) 75 991
Vitorino das Donas 69 917
Arca e Ponte de Lima 120 567
Ardegão, Freixo e Mato 129 805
Gaifar 88 136
Sandiães 88 136
Vilar das Almas 88 136
Bárrio e Cepões 104 641
Cabaços e Fojo Lobal 104 641
Cabração e Moreira do Lima 125 802
Fornelos e Queijada 104 359
Labrujó, Rendufe e Vilar do Monte 111 471
Navió e Vitorino dos Piães 114 713
Total – 3 574 260
Boivão 89 081
Cerdal 98 527
Fontoura 86 886
Friestas 64 239
Ganfei 79 711
São Pedro da Torre 75 955
Verdoejo 64 638
União das freguesias de Gandra e Taião 101 896
União das freguesias de Gondomil e Sanfins 107 783
União das freguesias de São Julião e Silva 98 331
União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão 151 732
Total – 1 018 779
Afife 88 075
Alvarães 97 039
Amonde 70 276
Anha 94 108
Areosa 130 770
Carreço 92 969
Castelo do Neiva 98 317
Darque 161 735
Freixieiro de Soutelo 80 055
Lanheses 82 801
Montaria 113 145
Mujães 75 989
São Romão de Neiva 75 903
Outeiro 90 341
Perre 103 410
Santa Marta de Portuzelo 113 917
Vila Franca 82 255
Vila de Punhe 86 174
Chafé 94 565
Barroselas 112 238
Carvoeiro 86 746
Cardielos 76 435
Serreleis 74 417
União das freguesias de Geraz do Lima (Santa Maria, Santa Leocádia e Moreira) e Deão 135 808
Mazarefes 76 598
Vila Fria 80 887
União das freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda 122 053
União das freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã 117 134
União das freguesias de Torre e Vila Mou 84 043
União das freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela 390 177
Total – 3 188 380
Cornes 82 843
Covas 126 427
Gondarém 89 473
Loivo 84 647
Mentrestido 79 611
Sapardos 84 518
Sopo 98 745
União das freguesias de Campos e Vila Meã 107 843
União das freguesias de Candemil e Gondar 99 868
União das freguesias de Reboreda e Nogueira 98 730
União das freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe 107 354
Total – 1 060 059
Total – Distrito de Viana do Castelo 20 269 197
O conteúdo Saiba quanto vai receber a sua freguesia do Orçamento do Estado aparece primeiro em O MINHO.
Ricardo Araújo, autarca de Guimarães, assinalou hoje o primeiro aniversário da eleição como presidente da Câmara Municipal, deixando um “profundo agradecimento” aos vimaranenses.
“Ser presidente da Câmara Municipal de Guimarães é a maior honra da minha vida cívica e política. Um ano depois, o meu primeiro sentimento é de profundo agradecimento pela confiança dos vimaranenses e pela força com que, juntos, vivemos e sentimos o nosso concelho”, referiu.
Numa publicação na rede social Facebook, acompanhada pela música “People Have The Power”, de Patti Smith, o presidente da Câmara sublinha que este é um projeto que, desde a primeira hora, “se constrói verdadeiramente com e para todos os vimaranenses”: “É com esse compromisso, contando com todos, que estamos a construir o futuro de Guimarães”.
“Estamos a cumprir e a transformar com trabalho, proximidade e ação. Hoje, estamos cada vez mais Juntos por Guimarães”, conclui.
A Coligação Juntos Por Guimarães (PSD/CDS-PP) venceu as eleições autárquicas de 12 de outubro de 2025 com maioria absoluta, elegendo seis vereadores, enquanto o PS, que governou este município nos 36 anos anteriores, elegeu quatro vereadores, e o Chega um.
O conteúdo “Ser presidente da Câmara de Guimarães é a maior honra da minha vida cívica e política” aparece primeiro em O MINHO.
Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
Amares – 15.472.638 euros
Barcelos – 67.430.659 euros
Braga – 69.847.301 euros
Cabeceiras de Basto – 18.095.387 euros
Celorico de Basto – 20.663.455 euros
Esposende – 17.478.545 euros
Fafe – 35.793.572 euros
Guimarães – 75-661.898 euros
Póvoa de Lanhoso – 17.123.023 euros
Terras de Bouro – 13.095.503 euros
Vieira do Minho – 14.698.923 euros
Vila Nova de Famalicão – 59.355.925 euros
Vila Verde – 34.784.838 euros
Vizela – 14.125.160 euros
Total – 473.626.827 euros
Arcos de Valdevez – 26.517.721 euros
Caminha – 12.699.506 euros
Melgaço – 12.855.327 euros
Monção – 18.027.381 euros
Paredes de Coura – 12.996.839 euros
Ponte da Barca – 14.202.199 euros
Ponte de Lima – 32.224.516 euros
Valença – 12.492.641 euros
Viana do Castelo – 39.246.384 euros
Vila Nova de Cerveira – 12.183.265 euros
Total: 193.445.779 euros
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Os Jardins Históricos da Casa de Margaride, em Guimarães, passam a integrar a mais prestigiada Rota internacional de Jardins Históricos, juntando-se ao Parque de Serralves, aos Jardins do Palácio Nacional de Queluz e aos Parques da Pena e de Monserrate, em Sintra, foi hoje anunciado.
Em comunicado enviado a O MINHO, a Casa de Margaride explica que a candidatura foi aprovada na Assembleia Geral da European Route of Historic Gardens (ERHG), realizada em Atenas de 07 a 09 deste mês.
“Esta admissão constitui um novo marco num percurso de conservação, valorização e reconhecimento patrimonial que, ao longo dos últimos catorze anos, tem alcançado sucessivas distinções nacionais e internacionais”, salienta o comunicado.
Para a Casa de Margaride, reveste-se de particular importância a integração numa Rota certificada como Itinerário Cultural do Conselho da Europa, distinção que confere a este reconhecimento uma dimensão europeia de especial prestígio.
“A admissão dos Jardins Históricos da Casa de Margaride inscreve este património vimaranense num percurso de valorização da história, da cultura e da paisagem europeias, reforçando a sua projeção internacional e o seu significado para Guimarães”, destaca.
Em 2012, a classificação da Casa e dos Jardins de Margaride como Monumento de Interesse Público reconheceu a dimensão arquitectónica deste conjunto histórico. Dez anos depois, em 2022, a classificação do jardim como Arvoredo de Interesse Público consagrou também o seu valor botânico, tendo, nesse mesmo ano, três das suas árvores sido autonomamente classificadas como de Interesse Público.
“Esta dupla classificação reconhece, assim, duas dimensões complementares do seu valor patrimonial e faz de Margaride o único jardim privado do Norte de Portugal duplamente inscrito no rol do Património Nacional”, observa a Casa de Margaride.
Em 2023, uma camélia japónica do jardim, classificada como de Interesse Público em 2022, foi eleita Árvore do Ano de Guimarães. Em 2024, o mesmo exemplar conquistou o título de Árvore do Ano de Portugal e, em 2025, representou o país no concurso Árvore Europeia do Ano, alcançando o quarto lugar.
“Em 2026, a integração na Rota Europeia de Jardins Históricos vem dar continuidade a este percurso e coroar o consistente e apurado trabalho de conservação, valorização e promoção que a Casa e os Jardins de Margaride têm vindo a desenvolver. Às classificações patrimoniais de 2012 e 2022 e às distinções alcançadas entre 2023 e 2024 sucede agora a admissão numa Rota internacional, que reconhece o valor histórico, paisagístico e botânico de um jardim que alia património vivo, autenticidade e continuidade familiar”, pode ler-se no comunicado.
Documentada desde 1021 e na mesma família há mais de cinco séculos, ao longo de treze gerações, a Casa de Margaride conserva um jardim barroco português criado por volta de 1675. Murado e organizado em três espaços de composição sequencial, axial e simétrica, distingue-se pela singularidade e raridade da sua coleção de camélias multiseculares, cujo porte e trabalho em topiária lhe conferem excecional valor botânico e paisagístico.
Sobressai a Casa de Fresco: uma estrutura vegetal composta por uma monumental camélia com cerca de quinze metros de altura, circunscrita por uma alta sebe de buxo, formando um círculo com cerca de quarenta metros de perímetro. Parterres de flores sazonais, fontes, muros e um antigo sistema hidráulico em pleno funcionamento completam o conjunto.
“No ano em que Guimarães é Capital Verde Europeia, esta distinção evidencia o contributo dos agentes públicos e privados para a conservação da natureza e do património, demonstrando como a preservação de um jardim histórico pode conciliar memória, biodiversidade e valorização do território”, enfatiza.
“Membro fundador da Rota Portuguesa de Jardins Históricos, Margaride reforça, com esta admissão, a sua projeção internacional e abre novas oportunidades de cooperação e turismo cultural. Estima-se que, ao longo de 2026, a Casa e os Jardins de Margaride recebam cerca de 2.000 visitantes, contribuindo para a valorização da oferta cultural e turística de Guimarães”, conclui o comunicado.
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© ESTELA SILVA/LUSA
Um homem, de 52 anos, foi detido pelo crime de incêndio florestal, no concelho de Guimarães, na passada sexta-feira, informou a GNR.
Em comunicado hoje enviado às redações, o Comando Territorial de Braga refere que “os militares da Guarda verificaram que o incêndio teve origem numa queima não autorizada de amontoados de sobrantes provenientes de corte/desbaste de árvores, cujo autor perdeu o controlo provocando assim um incêndio descontrolado que só foi possível extinguir com a presença dos bombeiros”.
O detido foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga – DIAP de Guimarães.
A GNR salienta que “a realização de queimas de sobrantes e queimadas está sujeita a comunicação prévia ou a pedido de autorização, conforme o regime jurídico aplicável. Ainda que devidamente autorizadas, estas ações devem ser efetuadas com o estrito cumprimento das normas de segurança definidas pelas entidades competentes, atendendo às condições meteorológicas e ao risco de incêndio rural”.
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A Plenergy, gasolineira ‘low-cost’ espanhola que inaugurou, recentemente, postos em Ponte de Lima, Braga e Guimarães, já abriu um novo espaço no Norte, desta vez na cidade do Porto.
“A chegada à segunda maior cidade do país sublinha o compromisso da empresa em alargar a sua rede de abastecimento, proporcionando o acesso a combustível de alta qualidade a cada vez mais consumidores”, salienta a Plenergy em comunicado enviado a O MINHO.
A mais recente estação da marca está localizada na Avenida da Cidade de León, próxima do Nó das Areias da A43, na área envolvente ao Parque Oriental da cidade do Porto. “Tendo em vista a garantia de um serviço ágil e adaptado à elevada mobilidade que caracteriza os grandes centros urbanos, o posto está dotado de duas ilhas de abastecimento, concebidas para assegurar a fluidez e a eficiência no momento do abastecimento”, sublinha o comunicado.
Em total alinhamento com a identidade da operação, a estação do Porto adotará um modelo de funcionamento híbrido. O espaço encontra-se operacional para abastecimentos de forma automática durante 24 horas por dia, dispondo de uma equipa presencial de colaboradores durante o período diurno para prestar apoio direto aos clientes.
A operadora salienta que “mantém a sua premissa de negócio intacta: aliar a excelência do produto a uma clara vantagem financeira, assegurando aos clientes poupanças que rondam os 10% face à média de preços praticados a nível regional”.
“A abertura desta primeira estação na cidade do Porto representa um momento decisivo para a consolidação da nossa operação a nível nacional. Estamos focados em executar o nosso plano de crescimento, assegurando que as famílias dispõem de uma alternativa que oferece os mais elevados padrões de qualidade, conjugados com uma poupança diária efetiva”, afirma Tiago Preguiça, responsável da Plenergy em Portugal, citado no comuniciado.
Atualmente, a Plenergy conta com 23 estações em funcionamento em Portugal e prevê continuar a reforçar a presença no país até final de 2026, com novas aberturas em Palmela, Moita, Coimbra, Vale de Cambra e Almada.
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