Os dois antigos autarcas, eleitos pelo Partido Socialista (PS), começaram a ser julgados a 17 de abril, perante um coletivo de juízes da comarca de Vila Real. Ambos foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ), em outubro de 2022, no âmbito da operação Alquimia, tendo posteriormente renunciado aos cargos que exerciam na autarquia.
O processo envolve 59 arguidos, dos quais 40 são pessoas singulares e 19 empresas, e abrange um conjunto de alegados crimes, entre os quais prevaricação, participação económica em negócio, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, recebimento ou oferta indevida de vantagem, branqueamento de capitais e fraude na obtenção de subsídio ou subvenção.
Uma das testemunhas de acusação ouvida foi José Carvalho de Moura, antigo presidente da Câmara de Montalegre e ex-vereador eleito pelo PSD, que confirmou ter estado entre os denunciantes do processo. Durante o seu depoimento, apontou alegadas irregularidades na contratação pública, nomeadamente o fracionamento de obras para evitar concursos públicos e a existência de procedimentos que considerou viciados.
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A arquiteta Inês Carneiro, de Ponte da Barca, é a vencedora da 22.ª edição do Prémio Fernando Távora, com a proposta “Arquiteturas do Cosmos: Interface com a Física”, anunciou, na segunda-feira à noite, a Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitetos.
O prémio, que atribui uma bolsa de seis mil euros a uma proposta de viagem, recebeu nesta edição 28 candidaturas, tendo o júri analisado quatro propostas sobre o tema da Habitação que, “apesar da sua atualidade, ficaram aquém das expectativas que a relevância do tema exige”.
“A proposta [vencedora] tem uma dimensão humanista/filosófica, vendo os observatórios astronómicos como instrumentos científicos e megalómanas arquiteturas, mas também filosóficos e políticos. Eles são a prova do despertar do Homem que persistentemente observa o cosmos — a ordem (kósmos) do universo e da matéria — em busca de respostas sobre a nossa origem e posição no mundo, ligando o passado (luz das estrelas) e o futuro”, considerou o júri, citado em comunicado.
No mesmo texto é explicado que a proposta de viagem se concentra numa “travessia pelo deserto, debaixo do território celeste, para documentar, essencialmente, o ALMA – Atacama Large Millimeter Array, o Complexo Solar Cerro Dominador, o ESO Paranal VLT, o ESO La Silla e ainda a Reserva de Céus Escuros de Valle Del Elqui”.
“Espera-se que esta aproximação ao universo se traduza em reflexões ‘in loco’ sobre a nossa posição no mundo, porque mais do que cidadãos da polis, somos cidadãos do cosmos”, acrescentou o mesmo documento.
Citada no comunicado, Inês Carneiro lembra que “no Deserto do Atacama, no Chile, erguem-se, de forma solitária, megalómanas arquiteturas destinadas à observação do cosmos: os observatórios astronómicos”.
“Estes edifícios albergam alguns dos mais avançados futurismos tecnológicos, integrando telescópios de ótica de ponta, sistemas sofisticados de tecnologia e domótica, e afirmando-se como verdadeiras interfaces entre a arquitetura e a física. A relação entre estas duas disciplinas manifesta-se não apenas na missão de compreender as leis do universo, mas também no rigor geométrico e construtivo destas estruturas, na funcionalidade dos seus espaços e na escolha criteriosa da sua localização remota”, acrescentou a vencedora.
Nascida no Porto em 1994, Inês Carneiro viveu entre a cidade e a vila de Ponte da Barca. Ingressou em 2013 no curso de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto e concluiu os estudos em 2020 com a dissertação de Mestrado Pela “Casa do Espaço” – Projecto do Observatório Astronómico Fernando Lanhas, com a classificação final de 20 valores.
Nesse mesmo ano começou a colaborar com o professor João Paulo Loureiro, no atelier JPL Arquitecto, onde permaneceu até 2022, altura em que iniciou funções no escritório Ventura + Partners, dirigido por Manuel Ventura.
Em paralelo, desenvolve vários projetos ligados ao associativismo e à produção de eventos musicais. Preside desde 2018 à Associação Juvenil do Lima, associação cultural barquense, e dirige o Festival Ecos do Lima. Integra ainda equipas de festivais de maior dimensão, como o Primavera Sound Porto e o Vodafone Paredes de Coura, onde coordena o recinto, aplicando a experiência da sua formação à implantação de estruturas e infraestruturas, bem como à logística e gestão de projeto.
A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
El domingo 27 de septiembre, cuando las primeras tiendas de campaña de la madrileña Puerta del Sol no llevaban ni 24 horas levantadas, Aitana Sánchez-Gijón visitó la acampada naciente. Repartió kilos de plátanos y empanadas a los jóvenes que no pensaban moverse de ahí en los próximos días. Saludó a su hijo mayor, el cantante Teo Lucadamo, quien había pernoctado con ellos. Grabó un vídeo para sus redes sociales: “Si estáis por Madrid, en vuestras ciudades, organizaos, acampad y haceos oír. Todas y todos juntos creo que podemos conseguir grandes cosas”, pidió a sus seguidores. Y se fue a trabajar, a Alcalá de Henares, donde esos días representaba la obra Malquerida, actualmente de gira. Mientras actuaba, el vídeo se viralizó y su visita se convirtió en uno de los momentos más comentados de aquel primer día de acampada. Lo que estaba sucediendo en Sol, esa rabia acumulada, no era solo cosa de jóvenes.
L’IA velocizza singole mansioni, ma per il momento non cambia la filiera nel suo insieme, con pochi effetti sulla produttività. Perché la capacità tecnologica non si traduce automaticamente in valore per l’impresa e per il sistema che se ne dota.
A sessão contou com a presença de José Pereira, adjunto do comandante do Posto Territorial de Armamar, e teve como objetivo abordar o papel das forças de segurança em territórios de menor dimensão, os desafios específicos com que se deparam e a importância de estarem próximos das populações para prevenir, acompanhar e responder às diferentes realidades do território.
Segundo Sílvia Teixeira, técnica do município e membro da organização, a escolha da GNR para uma das sessões teve como principal objetivo “quebrar o gelo existente em relação à força militar da GNR e aproximar a população da instituição”.
A responsável explicou que a intenção era transmitir a ideia de que a GNR pode ser vista como um aliado e não como uma força adversária. “O que pretendíamos era que as pessoas sentissem, de facto, que do outro lado estão pessoas que as apoiam e em quem podem confiar”, afirmou, acrescentando que a população deve encarar a Guarda como “um porto seguro nas nossas comunidades e como uma força que contribui para que as pessoas possam viver cada dia com mais segurança e conforto”.
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A AORCA – Associação de Observação, Regeneração e Criação na Actualidade, sedeada em Lagos, apresenta o espetáculo de dança intitulado ‘O QUE TORNA – de Susana Vilar’, para ver dia 23 de outubro, às 10h30 e 21h30 no Centro Cultural de Lagos .
Um solo de dança contemporânea que nasce de uma pesquisa sobre a mudança como espaço de transformação. Numa realidade social cada vez mais virtual e tecnológica, o corpo físico transforma-se, através de uma metamorfose líquida, em corpo máquina sem se questionar s obre o caminho.
Entre o desejo de mudança e a força de permanecer, entre a inevitabilidade da transformação e a resistência, são exploradas as ruturas que nos t ornam diferentes. É nesse processo de nos tornarmos outros, nós próprios. É nesse lugar que encontramos o sentido de parar, reparar e tornar novamente.
FICHA TÉCNICA
Direção artística e interpretação: Susana Vilar Co-criação musical: Daniela Amaral Cardoso e Pedro Salvador Co-criação e assistência: Sofia Brito Apoio dramatúrgico: Ricardo Falcão Cenografia e iluminação: Felipe Silva Figurinos e design 3D: Ana Soares e Gabriel Serra Direção de Produção: Alicja Gladysz Comunicação e divulgação: Marta Santana Gonçalves Produção: AORCA Co-produção: Câmara Municipal de Lagos Apoios: DGARTES; Centro Cultural de Lagos, OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon, A CRL – Central Elétrica, Projeto 23 Milhas, Teatro Aveirense, Associação de Dança de Lagos, Junta de Freguesia São Gonçalo de Lagos
Il decreto sulla soglia di studenti stranieri per classe identifica situazioni eccezionali in poche zone con recenti e massicci flussi di ingresso. Parte da un’analisi sbagliata e non permette di affrontare il problema serio della segregazione scolastica.
A Junta de Freguesia de Tôr, no concelho de Loulé, emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de Carlos Alberto Viegas Grade, que foi o primeiro presidente daquela autarquia.
In his latest book, La respuesta (The Answer), 71-year-old paleoanthropologist Juan Luis Arsuaga, from Madrid, explores the pivotal moments of human evolution. There are the living — us — the extinct — like the Neanderthals — and those on the verge of extinction — the great apes such as chimpanzees, orangutans, and gorillas. Unlike his previous work, the co-director of the Atapuerca archeological site in northern Spain takes a firm stance: he clearly states his opinion on numerous theories that attempt to answer the most fundamental questions: Who are we? Why are we here? Where are we going?
Hacia 1880, unos hombres que cortaban turba en Dejbjerg, en el oeste de Jutlandia (Dinamarca), empezaron a sacar de la ciénaga piezas de bronce que brillaban como si fueran nuevas. No faltó quien pensara que era oro. Otros sospecharon algo bastante más terrenal, que aquello fuera el equipo de una destilería clandestina de aguardiente escondido […]
The iconic GALA Hispanic Theater in Washington, D.C., a pioneer in presenting Spanish-language plays in the U.S. capital, hasn’t been immune to the impact of Donald Trump’s aggressive immigration policies. Faced with the intensification of raids by Immigration and Customs Enforcement (ICE) across D.C., this center for Hispanic culture has become a refuge for the Latino community on more than one occasion.
La crescita nominale dei fondi universitari nasconde una riduzione delle risorse reali per studente. Durante il governo Meloni, gli aumenti dei finanziamenti hanno sostanzialmente compensato l’inflazione, ma non l’ampliamento del numero degli iscritti.
Una riforma approvata a luglio rende il sistema di reclutamento dei docenti universitari più nazionale. Ma per promuovere l’apertura all’esterno degli atenei, bisogna affrontare anche il tema dell’inserimento del nuovo arrivato nell’organizzazione locale.
Tharangambadi es un pueblo del estado indio de Tamil Nadu cuyo nombre significa «sitio de las olas cantarinas», en referencia al oceáno Índico al que se asoma. Aunque no se trata de un lugar turístico y su principal actividad económica es la pesca, a un visitante le resultará llamativo el aire europeo de parte de […]
Hardware and software products are increasingly exposed to cyberattacks. From baby monitors and smartwatches to apps and computer programmes, products with digital elements are part of our daily lives. The Cyber Resilience Act (CRA) strengthens the cybersecurity of these products and better protects consumers and businesses from cyber threats.
As of 11 September 2026, manufacturers must reportanyactively exploited vulnerabilities and severe incidents that have an impact on the security of their products. They must submit an early warning within 24 hours, followed by a full notification within 72 hours. A final report must then be submitted no later than 14 days after a corrective or mitigating measure is available for an actively exploited vulnerability, and within 1 month for a severe incident.
In practice, this means consumers can rely on faster notifications and stronger protection for their connected devices, such as door locking systems, keeping their home safe and secure in the event of a cyberattack.
The reporting obligations apply to all products with digital elements made available in the EU, including those already on the market. Manufacturers will submit their notifications through the CRA Single Reporting Platform, established and maintained by the European Union Agency for Cybersecurity.
The Commission published practical guidanceto help manufacturers, developers, and businesses meet their obligations. National market surveillance authorities will ensure enforcement of the rules.
The Cyber Resilience Act builds on the EU cybersecurity strategy and the EU security union strategy. It aims to strengthen the EU approach to cybersecurity. The new rules require products with digital elements to be designed, updated, and maintained to protect users from security risks. TheCE marking will help them identify products that comply with the CRA requirements.
The main obligations introduced by the Act will apply from 11 December 2027, while the reporting obligations apply from 11 September 2026.
L’intelligenza artificiale entra in tutte le fasi della ricerca. Se produrre un paper diventa più semplice, aumenterà la quantità degli studi e potenzialmente anche la loro qualità. Su quali basi dovrebbe allora essere valutato il ricercatore?
“Most people don’t get to buy their old homes back, or ever step foot in them again, and that’s okay. But we sure can spend a lifetime trying to re-create them.” In this poignant essay for Dwell, Emilia Petrarca celebrates the work of her late father, the New York City architect John Petrarca, and explores how his influence has shaped her own relationship to home and interior design. Petrarca reflects on the process of finding her own aesthetic while carrying her father’s with her, considering the ways belongings and spaces can hold our memories, legacies, and grief.
When I moved out of my mom’s house and into my first apartment with a roommate at 23, I brought with me a black rug my dad bought in Morocco. After graduating from Carnegie Mellon, he joined the Peace Corps and spent time in Ouarzazate designing government buildings. In a room full of cheap Ikea furniture, it was the only thing that truly felt like a reflection of me. Well, that and a rigid, plastic, yellow outdoor chair I for some reason bought to go with my desk. Looking back at photos now, I see that the choice makes more sense: The chair my dad got me for my room in the Big House was almost the exact same hue.