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Encontro de ilustração desafia artistas a riscarem “Ligações para o Futuro” em Braga

19 October 2026 at 15:45

A 10.ª edição do encontro de ilustração “Braga em Risco” vai decorrer entre sábado e 06 de novembro sob o mote “Ligações para o futuro”, foi hoje anunciado.

Com curadoria de Pedro Seromenho, a programação desta edição inclui a Exposição Coletiva 22×22, resultado do desafio lançado a 22 ilustradores para deixarem de olhar para o mundo e passarem a olhar uns para os outros.

Organizados em pares ou duetos, a partir das relações amorosas, amistosas, familiares ou profissionais, cada artista ilustrou aquele a quem está intimamente ligado e, em simultâneo, entregou-se ao olhar de quem o conhece bem.

“Nesta exposição, o retrato deixa de ser uma representação e transforma-se numa declaração sobre a relação entre duas pessoas (…). Esta é uma exposição sobre ligações que não se limita ao que está exposto e se debruça sobre o essencial que não se vê”, lê-se na descrição da coletiva.

A 10.ª edição do Braga em Risco inclui ainda exposições individuais de Cátia Vidinhas e Soraia Oliveira e uma instalação de Carlo Giovani, no âmbito do Projeto Vaivém-Circuito.

O programa contempla também cinema de animação, oficinas de ilustração, apresentações de livros, conversas com autores, atividades nas escolas, mercados de ilustração e banda desenhada com DJ sets.

Entre as novidades desta edição destaca-se uma proposta especialmente dirigida ao público juvenil e aos apreciadores de comics e mangá, histórias aos quadradinhos originárias dos Estados Unidos da América e do Japão, respetivamente.

Antes da abertura oficial do encontro, a iniciativa “Ruas do Risco” levará a ilustração ao centro da cidade.

A partir de hoje, as montras de estabelecimentos comerciais das principais artérias de Braga acolhem trabalhos de ilustração, numa parceria com as lojas da Associação Empresarial de Braga.

A iniciativa transforma o comércio local num percurso de descoberta, integrando a criação artística no quotidiano da cidade e antecipando o programa das semanas seguintes.

Nesta 10.ª edição, o Braga em Risco pretende valorizar a rede de relações construída ao longo dos anos entre ilustradores, escritores, professores, alunos, famílias, leitores, parceiros e espetadores.

“Esta comunidade constitui um dos principais legados do encontro e uma base para o desenvolvimento de novos projetos, incluindo a preparação gradual da sua internacionalização”, sustenta o município.

As exposições e atividades decorrem em vários espaços da cidade, nomeadamente Casa dos Crivos, Museu da Imagem, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Museu dos Biscainhos e Livraria Centésima Página.

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Japón se atreve con la primera misión para traer muestras de Fobos, la desconocida luna de Marte

19 October 2026 at 20:53

La primera misión de exploración a Fobos, una de las dos lunas de Marte, ha despegado este lunes a bordo de un cohete H3 desde el Centro Espacial de Tanegashima, en Japón, a las 21.41 hora peninsular española.

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© JAXA

Recreación de la sonda 'MMX' sobrevolando Fobos, una de las dos lunas de Marte.

Em Barcelos até as caixas elétricas se transformam em arte

19 October 2026 at 15:00

O centro histórico de Barcelos ganhou novas intervenções de arte urbana com a concretização da 4.ª edição do projeto “In The Box”, iniciativa promovida pelo Município de Barcelos, através da Casa da Juventude, que desafia os jovens a transformar caixas de eletricidade em suportes de expressão artística.

Nesta edição, subordinada ao tema “Artes e Ofícios Tradicionais de Barcelos”, foram intervencionadas 12 caixas, distribuídas por quatro arruamentos da cidade.

A apresentação dos trabalhos decorreu na Casa da Juventude, numa sessão que contou com a presença do vereador do Pelouro, Carlos Eduardo Reis, e que constituiu um momento de divulgação e valorização das propostas artísticas desenvolvidas pelos participantes.

A iniciativa prosseguiu com uma visita aos locais onde se encontram as caixas intervencionadas, permitindo observar as obras no contexto urbano e conhecer as diferentes abordagens criativas ao tema proposto.

Na ocasião, Carlos Eduardo Reis destacou a importância de promover iniciativas que incentivem a participação dos jovens na vida cultural do concelho e que lhes proporcionem oportunidades para desenvolver e dar a conhecer o seu talento artístico.

“Este projeto demonstra a importância de criar oportunidades para que os nossos jovens possam mostrar o seu talento, desenvolver as suas capacidades artísticas e deixar a sua marca na cidade. Nesta edição, quisemos também reforçar a ligação às nossas raízes, desafiando os participantes a olhar para as artes e ofícios tradicionais de Barcelos e a reinterpretá-los através da sua criatividade”, disse o autarca, citado em comunicado do município.

Ainda no âmbito da proposta de intervenção, Carlos Eduardo Reis salientou a importância de aproximar as novas gerações do património cultural do concelho, através de projetos que conciliam a criatividade, a participação cívica e a valorização dos espaços urbanos.

A edição deste ano contou com a inscrição de 26 jovens, que apresentaram um total de 33 propostas de intervenção artística, subordinadas ao tema “Artes e Ofícios Tradicionais de Barcelos”. Após o processo de avaliação, foram selecionados 12 trabalhos, posteriormente concretizados em igual número de caixas de eletricidade, dando expressão a diferentes interpretações das artes e ofícios tradicionais que integram o património cultural do concelho.

A seleção das propostas esteve a cargo de um júri constituído pelo professor Artur Durão, pelo artesão Eduardo Barbosa e por Manuel Pimenta, representante da Associação de Artesãos do Galo, reunindo diferentes perspetivas e conhecimentos ligados à criação artística e ao artesanato.

As intervenções encontram-se distribuídas pela Rua da Palha, com quatro caixas, pela Rua Barjona de Freitas e pelo Largo da Porta Nova, com três caixas cada, e pela Rua Cândido dos Reis, onde foram intervencionadas duas caixas. Estes espaços passam, assim, a integrar um conjunto de trabalhos artísticos que contribuem para a valorização visual do centro histórico e para uma maior presença da arte no quotidiano da cidade.

Prémio de 250 euros

A edição deste ano conta ainda com uma componente de participação pública, através de uma parceria com a empresa SAGOB, que irá atribuir um prémio adicional de 250 euros à intervenção artística que obtiver o maior número de votos nas redes sociais.

Em Barcelos até as caixas elétricas se transformam em arte
Foto: CM Barcelos

A votação terá início no dia 20 de outubro e decorrerá até domingo, 25 de outubro, permitindo à população conhecer os trabalhos e participar na escolha da obra vencedora.

Para que o voto seja considerado válido, os participantes deverão cumprir três requisitos: colocar “Gosto” na página da Casa da Juventude, colocar “Gosto” na página da empresa SAGOB e colocar “Gosto” na fotografia correspondente à caixa de eletricidade que pretendem eleger.

“A atribuição deste prémio pretende reconhecer o trabalho desenvolvido pelos jovens artistas e reforçar o envolvimento da comunidade na iniciativa, promovendo a divulgação das intervenções realizadas e incentivando a população a acompanhar o projeto”, conclui a autarquia.

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Aún quedan cosas por descubrir de Dalí en el Thyssen, pero no se olvide de pedir cita con el psiquiatra a la salida

19 October 2026 at 13:51

El universo freudiano de Dalí es el título de la nueva exposición temporal del Museo Thyssen de Madrid que, a priori, puede sonar a antológica ya vista o a otra exposición que redunda sobre una influencia ya conocida en el argumento pictórico del gran artista del surrealismo. Pero que, sin embargo, tiene la habilidad del descubrimiento de nuevos aspectos de un creador del que a veces parece que ya se ha descifrado hasta la entraña todo su universo paranoico. Jaime Brihuega, comisario de la muestra y ojo experto en las vanguardias, define esta retrospectiva de más de 130 piezas como “una colección de obras maestras a las que te asomas como a una ventana, las abres y te absorben hasta tal punto que no encuentras el final”. Por eso, recomienda una cita con el psiquiatra a la salida. Aviso para visitantes.

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© ORIOL TARRIDAS (© The Dalí Museum, St. Petersburg, FL (USA) / / © Salvador Dalí, Fundació Gala-Salvador Dalí / Vegap, Madrid, 2026)

'Los primeros días de la primavera', 1929.

Huellas dactilares descubiertas en los Guerreros de Xi’an revelan que en su fabricación participaron también mujeres y niños

Hace unos 2.200 años, alguien apretó con el dedo un trozo de arcilla húmeda para pegar la solapa de una coraza. Esa presión dejó una huella que el horno selló y que ha llegado intacta hasta hoy. Ahora, un equipo del Museo del Sitio del Mausoleo del Emperador Qin Shi Huang y de la Universidad […]

I posted a 'Legally Blonde'-inspired TikTok to capture a CEO's attention. It got me an internship that turned into a full-time job.

19 October 2026 at 10:05
a man poses with two life size concealers
Isaac Persky.

Courtesy of Isaac Persky

  • Isaac Persky used a creative video to land an internship at Tarte Cosmetics in 2024.
  • Maureen Kelly, the CEO of Tarte, was impressed by Isaac's video, leading to his internship offer.
  • He returned for a second summer internship and started a full-time position this June.

When I was in college, I wanted a summer internship in New York City, specifically at one company: Tarte Cosmetics. My mom sent me a video of Tarte's founder and CEO, Maureen Kelly, calling on college students to apply to their summer internship program, and it sparked my interest.

I've been posting videos on social media in both the beauty and comedy niches for years, but I thought I'd left that behind when I started college at Chapman University to pursue a more 'serious' career. I was double majoring in economics and public relations and figured Tarte would be a fun way to spend the summer after my sophomore year before turning to a more traditional business or finance path.

I had one problem — I had no connections to Tarte, no family in the beauty industry, and no obvious way to stand out among thousands of applicants. In today's job market, especially for a sought-after position in beauty, it felt more likely I'd get struck by lightning than land an offer.

When I submitted my application in January 2024, I knew I barely had a shot.

This is where most applicants stop

They repeat the process with hundreds of applications, hoping to win the lottery of landing an interview and, ultimately, an offer.

I'm from Nebraska and attended school in Southern California. To be frank, going home for the summer was not an option. I didn't want to trade my glamorous coastal lifestyle for corn and county fairs. I couldn't rely on pure luck to be selected for an interview. I knew that if I could get in front of them, they would see how perfect I was for the role.

I decided to make a video

Since posting videos felt natural to me, I figured, what better way to show that I'm qualified for a marketing job at Tarte than by successfully marketing myself to Tarte. I decided to make something fun and entertaining. Inspired by the iconic Harvard admissions video from Legally Blonde, I created an "Elle Woods-style" application video.

I showed Tarte that I was passionate about working for them, willing to put myself out there, and could actually do the job that I was applying for. I admit, it felt a little ridiculous. I knew that all my friends would see it, and that there was a good chance it wouldn't work out the way I intended, but it was worth a try.

The video got the attention of Maureen Kelly

I woke up one morning in January 2024 to a notification that made me check whether I was still dreaming: a comment from Maureen Kelly on my post. It was a simple 'I 👀 u! OBSESSED,' followed by an email from Tarte's HR team saying they enjoyed my video and wanted to schedule an interview.

From there, I landed a paid internship with Tarte Cosmetics on their social media team. I moved to New York and worked at Tarte for three months. What started as a creative experiment became my entry point into the beauty industry.

The following winter, they offered me the chance to return for the summer of 2025. Despite my initial thoughts that my summer at Tarte would be a one-off adventure, I accepted their offer. It felt like I had found a career that combined my interests in comedy, public relations, and storytelling.

The experience also challenged some assumptions I had about internships

I expected to spend my summers doing small administrative tasks. Instead, I found myself contributing to campaigns with household-name brands and learning from the professionals who had built Tarte. I was particularly struck by Maureen Kelly, who took my ideas as seriously as she did her VPs' and shared her personal advice and can-do attitude with me regularly.

This spring, as I prepared to graduate, I received a full-time offer from Tarte without having to apply again. I officially started my full-time role with Tarte in June.

In college, much of the career advice my classmates and I were given emphasized professionalism and networking, but when employees at your favorite company are getting dozens of 'coffee chat' messages each week from people like you, that advice becomes outdated. Sometimes the best career move isn't sending another application; it's doing something creative with the skills you already have.

For most people, the idea of posting a video to get a summer internship feels embarrassing

To be honest, it was embarrassing. Putting yourself out there always carries that risk, but sometimes that discomfort is the price of trying something others might not.

Even if it doesn't work out, don't let it reflect on you. I find it best to maintain the mentality that they would be lucky to have you, and frankly, what a disappointment it is that they didn't get you.

Most importantly, I must acknowledge that all of this advice is coming from someone who has the job and got the internship. Yes, I was strategic, and I give myself credit for that, but I was also lucky.

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Ciclo de conferências em Loulé “Museus Hoje. De que museus precisamos?” arranca hoje

19 October 2026 at 08:55

Com uma sessão dedicada à participação da comunidade e à transformação dos modelos museológicos contemporâneos, o Museu Municipal de Loulé retoma o ciclo de conferências “Museus Hoje. De que
museus precisamos?
”.

A iniciativa vai arrancar hoje, segunda-feira, dia 19 de outubro, às 18:00 horas, no espaço dos Banhos Islâmicos e Casa Senhorial dos Barreto, com entrada livre.
Sob o título “Do museu de território ao Acervo de Comunidade: reflexões sobre participação, coprodução e mediação patrimonial”, a apresentação estará a cargo do doutor em Estudos do Património, História da Arte, e investigador, João Duarte, que propõe uma reflexão aprofundada sobre a transição de museus focados exclusivamente em coleções para abordagens centradas no território e nas populações locais.

A conferência aborda o conceito de Acervo de Comunidade enquanto ferramenta de mediação patrimonial capaz de cruzar a investigação científica com a memória coletiva, os saberes e as vivências dos cidadãos. Em debate estarão temas prementes da museologia contemporânea, tais como a curadoria participativa, a cocriação de conhecimento e a valorização de patrimónios materiais, imateriais e digitais.

Importa sinalizar que para além de perspetivar novas formas de envolvimento dos cidadãos nos processos de patrimonialização, a sessão irá falar igualmente sobre os desafios metodológicos e científicos desta abordagem: como promover um museu participativo e inclusivo sem comprometer o rigor, a coerência na seleção e a sustentabilidade das práticas museológicas?

O Museu Municipal de Loulé pretende desta forma reforçar o seu compromisso com a reflexão crítica sobre a função social dos museus, convidando investigadores, profissionais do setor cultural, estudantes e o público em geral a participarem num debate essencial sobre o património e a sua relação com a comunidade.

Rileggere l’operaismo: tre libri fondamentali, con un affondo speciale su ‘Operai e Stato’

19 October 2026 at 06:55

Per tornare sull’operaismo italiano al di là delle formule stereotipate o delle letture di comodo maturate negli anni successivi, esistono tre volumi pubblicati da DeriveApprodi che offrono una bussola imprescindibile: L’operaismo degli anni Sessanta (a cura di Giuseppe Trotta e Fabio Milana), Gli operaisti (a cura di Guido Borio, Francesca Pozzi e Gigi Roggero) e il volume collettivo Operai e Stato. Si tratta di tre testi differenti per struttura e finalità, ma uniti dall’intento di ricostruire la vicenda di un gruppo di intellettuali e militanti che, tra la fine degli anni Cinquanta e i Sessanta, provò a decifrare le trasformazioni profonde della classe operaia e del capitalismo italiano.

Apparso per la prima volta all’inizio degli anni Settanta, Operai e Stato rappresenta senza dubbio un pilastro del pensiero operaista e un testo fondamentale per la formazione di un’intera generazione di militanti. Il volume affronta una vastissima gamma di nodi teorici e storici, a partire dalle teorie sull’organizzazione politica e la composizione di classe tra la fine dell’Ottocento e l’ondata rivoluzionaria del primo dopoguerra. A questo si affiancano l’analisi dello sviluppo capitalistico attraverso la lezione di John Maynard Keynes, le sue applicazioni pratiche nel New Deal rooseveltiano e l’esame comparato dei grandi cicli di mobilitazione internazionale, dalle vertenze britanniche fino al ciclo di scioperi negli Stati Uniti.

In tutti i saggi che compongono il libro, la critica dell’ideologia e la ricostruzione storica procedono di pari passo. Il merito principale del volume è stato quello di abbattere un grande tabù della storiografia del movimento operaio tradizionale: la rigida e artificiosa separazione tra le lotte di classe americane e quelle europee, proponendo invece una lettura dei processi capitalistici in una prospettiva globale e interconnessa.

All’interno di questo quadro teorico, di particolare pregio è il saggio firmato da Mauro Gobbini, dedicato alla grande vertenza britannica del 1926. Più che di rivolte spontanee o disordinate, si trattò di uno Sciopero Generale (General Strike): la più imponente e organizzata mobilitazione operaia della storia della Gran Bretagna, capace di paralizzare il Paese per nove giorni coinvolgendo oltre 1,7 milioni di lavoratori.

Gobbini non rientra tra i nomi più celebrati o mediatici dell’operaismo, ma incarna una precisa e rigorosa filosofia politica: non apparire, ma dare la propria interpretazione rimanendo dentro la massa e dentro il movimento. La sua testimonianza e la sua analisi offrono una prospettiva unica sul lavoro politico quotidiano, radicato nelle fabbriche e nel vivo delle discussioni tra compagni.

La formazione di Gobbini — fortemente influenzata dall’esperienza sul campo in Sicilia al fianco di Danilo Dolci — tiene insieme economia, sociologia, condizioni materiali e organizzazione sociale. Nel suo saggio in Operai e Stato, così come nella sua pratica militante, emerge con forza un rifiuto netto di qualsiasi impostazione verticistica: la linea e la strategia politica non vengono calate dall’alto sulle masse, ma nascono dal basso, elaborate a partire da ciò che accade concretamente nei luoghi di lavoro. Attraverso una verifica quotidiana si analizzano direttamente sul campo i turni, gli accordi sindacali, i cambiamenti della produzione e le reali esigenze operative degli operai.

È proprio questo metodo basato sull’inchiesta e sulla presenza costante davanti ai cancelli a rappresentare il cuore autentico dell’esperienza operaista. Al contempo, è anche il punto in cui Gobbini individuerà i limiti successivi del movimento: il momento in cui la pratica della verifica quotidiana cederà progressivamente il passo alla competizione tra organizzazioni e alla ricerca esasperata di una direzione politica centralizzata.

Leggere oggi questi tre libri — e in particolare rimettere al centro la densità teorica e militante di Operai e Stato — significa sottrarre l’operaismo alla polvere degli archivi. Non consegnano una verità dogmatica o preconfezionata, ma mettono a disposizione strumenti d’analisi ancora vivi per continuare a rispondere alla domanda originaria da cui tutto era iniziato: come comprendere ciò che sta cambiando nella società e nel lavoro prima che quel cambiamento diventi una storia già scritta.

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Todos los ojos se vuelven al norte: lo que pasa cuando se empuja a los creadores

19 October 2026 at 04:30

Suelen identificarse solo a toro pasado: aquel momento me cambió la vida. Hay oportunidades, sin embargo, cuyo brillo se deja ver desde el principio. Esta es una de esas. Faro Santander lanza su II Convocatoria de Ayudas a la Creación, un programa que ofrece a los proyectos seleccionados una dotación económica de 10.000 euros, seminarios y mentorías con profesionales, la ocasión de compartir proceso creativo con otros artistas y, como remate, una muestra pública en un espacio tan espectacular como el Edificio Pereda, convertido desde su reciente rehabilitación y apertura en Santander en uno de los grandes focos culturales de todo el norte de España.

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Barro vermelho do Alentejo esconde um segredo em Viseu

19 October 2026 at 06:02
Moldado em barro vermelho de Vendas Novas, um coração desintegra-se na parede. A artista explora o simbolismo do amor e da perda através de formas abstratas que nascem da ação do tempo no campo.

20h. Pedro Duarte: "manifestação não é espaço" para reunião

18 October 2026 at 20:14
Em declarações, o autarca do Porto garante que as portas da Câmara estarão "sempre abertas" para o diálogo. Ainda, no Brasil, realiza-se hoje o primeiro debate entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

Cosa nascondono davvero i dipinti di Marc Chagall? Dal Paradiso in cui uomo e donna diventano una cosa sola alle città della sua vita: viaggio nel museo di Nizza progettato dall’artista

18 October 2026 at 14:15

Bisogna andare a Nizza, in avenue Dr Ménard, sulla collina di Cimiez, per conoscere da vicino Marc Chagall. E’ qui che si può vedere non solo il famoso “messaggio biblico” dell’artista ma toccare con mano un museo progettato, pensato ed inaugurato dallo stesso pittore russo. Ogni spazio, finestra e vetrata, parla di Chagall che ha saputo trasformare una villa in rovina dai primi del Novecento in un luogo capace di ospitare una collezione permanente e mostre come quella di quest’estate dedicata agli schizzi e ai modelli per il soffitto dell’Opéra Garnier.

E se nel 1973, quando fu inaugurato il museo, a visitarlo erano in trenta mila oggi si registrano 200 mila presenze ogni anno. Ad attrarre così tante persone in avenue Dr Ménard sono, soprattutto, quei dodici dipinti che illustrano la Genesi e l’Esodo, esposti nella sala principale e le cinque tele che evocano il Cantico dei Cantici nella sala esagonale adiacente.

Certamente i colori in sé, restano la maggiore qualità espressiva dell’artista e balzano subito all’occhio ma il fascino di questo percorso sta nel fermarsi davanti ad ogni opera per meditarla. Solo sostando a lungo, in silenzio, dinanzi a “il Paradiso” si può cogliere l’intrinseco universale e rivoluzionario messaggio di Chagall: l’uomo e la donna sono una cosa sola.

E’ questo l’annuncio che continua a essere “nuovo” dopo decenni dalla creazione del quadro: la coppia primordiale è intrecciata come per diventare una sola cosa, con solo due braccia e tre gambe e sta per condividere insieme il frutto proibito, quello dell’albero della conoscenza del bene e del male che li renderà uguali a Dio. E’ l’Umanità non il maschio o la femmina. Così come in “Abramo e i tre angeli” le figure protagoniste (Abramo e Sara) spinte verso sinistra, sono eloquenti nell’esprimere lo stupore dell’annuncio della nascita di un figlio in età avanzata. Ma anche stavolta solo riflettendo su quest’opera si può cogliere – osservando i tre angeli seduti sulla panca – la lontana eco di quelli raffigurati nell’icona della Trinità di Andrej Rublev a Mosca.

Nel ciclo del “Cantico dei Cantici”, Chagall, riesce a parlare di Dio, incarnando la Parola biblica con la sua vita. Guardare a questi dipinti solo con idolatria per l’artista sarebbe sciocco perché ogni tela cela una complessità da decifrare con i giusti strumenti. Basti pensare al terzo quadro del ciclo. Chagall sembra aver voluto raccontare la propria storia in questo dipinto: la rappresentazione di Gerusalemme, al centro, è duplice: in alto, la città assomiglia alla sua visione di Saint-Paul-de-Vence, con le sue mura. In basso, capovolta, si trova Vitebsk (paese natio), riconoscibile dal santuario con il tetto verde che lo corona. L’intera sezione inferiore del dipinto, capovolta, evoca quindi la giovinezza dell’artista; quella superiore un inno alla sua nuova vita nel sud della Francia.

Unica anche la mostra permanente dal titolo “Chagall all’opera” realizzata in collaborazione con il Centre “Georges Pompidou” dove dal 2023 sono conservati 151 opere donate dai nipoti dell’artista. Il pittore, nel 1960, accettò l’incarico di rifare il soffitto dell’Opéra di Parigi, a condizione di non essere pagato. Ne uscì un dipinto – preceduto da quarantuno schizzi e modelli (in parte visibili a Nizza) – che omaggia i grandi compositori dell’opera e del balletto, Parigi e la Francia.

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“Il sesso nello Spazio? Nessuno ci ha mai pensato, è ridotto ad una barzelletta e nessuno studia davvero come fare. Manca la privacy e la contraccezione è un problema”: parla Eleanor Armstrong

18 October 2026 at 08:49

Sesso nello spazio? Ci vogliono regole sul consenso, spazi sicuri, procedure di protezione. Sciocco e sciocca chi ancora non ci aveva pensato. Anche in orbita o direttamente su Marte il sesso mica si cancella, anzi. E proprio per questo una donna deve avere misure protettive di fronte a rapporti non consensuali. Parola di Eleanor Armstrong, la ricercatrice trentatreenne inglese, direttrice del Constellations Lab all’Università di Leicester, definita dal Corriere della Sera – che l’ha intervistata di recente durante il festival di Internazionale a Ferrara – “una lente femminista e queer dentro la corsa allo spazio”.

La questione è semplice: se si vuole andare su Marte ci vogliono sette mesi di viaggio e se lassù nasce una relazione, e quella relazione diventa violenta, fuggire è impossibile. Armstrong lo sottolinea con precisione: “Se il consenso viene meno, quel luogo che protegge diventa una gabbia”. Rispondendo alle domande dell’intervistatrice la scienziata ha affermato che il sesso in orbita “è ridotto ad una barzelletta” e che “finchè se ne ride, nessuno lo studia sul serio”.

Insomma, Houston abbiamo problemi di consenso sullo shuttle per Marte. “Bisogna iniziare partendo dal consenso. Deve essere libero e si deve poterlo ritirare. Altrimenti non è consenso. E nello spazio manca la cosa più semplice: la possibilità di andarsene. Perciò dobbiamo pensare prima a spazi sicuri, procedure di protezione, alternative”. Dinamiche che chi ha progettato le navicelle non ha ovviamente pensato: “Sono state disegnate intorno al corpo maschile e a un’idea di mascolinità: essere in controllo, pilotare, decidere, esercitare la propria autonomia. La tecnologia non nasce separata dalla cultura che la costruisce”.

Solita ideologia estremista? Macchè. Basta guardare come hanno costruito i bagni, come si tratta il tema della “contraccezione” e “dalla privacy”. Altra misura maschilista presa con nonchalance? “Nel 2019 la prima passeggiata spaziale femminile fu rinviata: mancavano due tute della taglia giusta”. E se tutto il racconto con relative opinioni vi pare esagerato esiste infine una casistica ben precisa. “Nel 1999, in un esperimento di isolamento, una ricercatrice canadese fu aggredita da un collega ubriaco – chiosa Armstrong – La soluzione fu chiudere i portelli tra i moduli, non allontanare lui. Nelle basi in Antartide le molestie sono documentate. E spesso non vengono denunciate”.

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23h. Pedro Duarte convidou manifestantes para reunião na CM

17 October 2026 at 23:17
O presidente da Câmara do Porto falou à TSF à margem do 50.º aniversário da Associação de Moradores do Campo Alegre. Ainda, Paulo Raimundo acusa o Governo de agravar a crise na habitação.

CGTP. Milhares nas ruas do Porto com aplausos aos acampados

17 October 2026 at 20:09
"PS não pode querer dar-se bem com Deus e o diabo", aponta líder sindical. Além das críticas a vários partidos, marcha da CGTP com milhares de pessoas fica marcada pelo apoio aos jovens acampados.

© David Oliveira/Observador

“L’eleganza non è sovrabbondanza, ma sottrazione”: dall’abbronzatura di Coco Chanel alle curve di Rubens, Philippe Daverio svela come la storia ha cambiato i canoni della bellezza nel suo libro postumo

17 October 2026 at 15:09

Basta abbassare lo sguardo su un paio di scarpe di cuoio stringate o abbottonare fino al collo una giacca maschile per accorgersi di indossare, letteralmente, un reperto storico. Le calzature sono identiche a quelle dei signori del 1880; il taglio della giacca tradisce una chiara derivazione militare, e l’abbinamento con pantaloni dello stesso colore risponde ancora all’antica logica dell’uniforme. Parte esattamente da qui, dalla superficie concreta degli oggetti quotidiani e dalle parole che pronunciamo per inerzia, Le origini dell’eleganza. Un viaggio nella storia dell’arte per capire noi stessi (Solferino, 224 pagine), libro postumo di Philippe DAverio.

A sei anni dalla scomparsa del critico dal papillon rosso e dal ricciolo barocco, il volume raccoglie e ordina le lezioni tenute alla Facoltà di Design del Politecnico di Milano. Il lavoro di curatela, affidato al figlio Sebastiano, non ha lo scopo di musealizzare un pensiero, ma di mantenerlo vitale: “Quello che mi interessa è che l’eredità di Philippe non diventi qualcosa di immobile”, spiega il figlio. “Non limitarsi a conservare un archivio, ma permettere a quei pensieri di incontrare persone nuove“. Ne scaturisce un libro che rifiuta l’impostazione del manuale accademico per abbracciare lo stile inconfondibile di Daverio: la conversazione colta, aneddotica ed elegantemente provocatoria.

L’etimologia come arma: l’invenzione del Classico e della Moda

Daverio procede per continui cortocircuiti logici. Prende i concetti assoluti dell’estetica occidentale e li riporta brutalmente alla loro radice materiale, tecnica o politica. L’aggettivo “classico“, ad esempio, prima di definire un canone dell’arte, indicava a Roma una fascia fiscale. Quando Servio Tullio suddivise i cittadini in base al reddito, stabilì che i “classici” (gli appartenenti alla prima classe) erano gli unici abbastanza ricchi da potersi comprare l’equipaggiamento militare completo. Di conseguenza, combattevano in prima fila. Il principio era brutale: chi guadagna di più ha il diritto di morire per primo. Solo secoli dopo la parola è scivolata dalle trincee alle biblioteche.

Altrettanto folgorante è la genesi del “moderno“. A metà dell’XI secolo, in Francia, le cancellerie scoprono che la penna d’oca permette di scrivere dieci volte più velocemente del vecchio calamo. Questo nuovo strumento spezza l’armonia tondeggiante della scrittura, imponendo un tratto nervoso, verticale e appuntito che dalle pergamene finirà per contagiare persino l’architettura delle cattedrali gotiche. Quella nuova scrittura veloce si chiamava modus parisiensis: dalla sua contrazione, sostiene Daverio, nasce la parola “moderno”, e di conseguenza il concetto stesso di “moda”.

Lusso contro Eleganza: il peso dell’oro e l’arte di togliere

Nella seconda metà del saggio si consuma un affascinante divorzio linguistico e concettuale: quello tra lusso ed eleganza. Attraverso la comparazione tra lingue, Daverio smonta l’idea di una bellezza universale. Nel mondo germanico, la parola bello (schön) rimanda a scheinen (brillare): è una questione di ostentazione muscolare, di quantità di materia, che attraversa i secoli dalle coppe micenee fino agli interni sovraccarichi delle odierne berline tedesche.

Nella tradizione latina, al contrario, il lusso (da lux, ciò che luccica) era considerato una degenerazione morale da arginare per legge. Il valore assoluto risiedeva nell’eleganza, termine che deriva da exlegere, ovvero “trarre fuori”, “selezionare”. Era il gesto con cui i censori romani sceglievano i senatori, riconoscibili non per lo sfarzo, ma per una sobria toga candida con un orlo purpureo. L’eleganza, conclude Daverio, “non è sovrabbondanza, ma sottrazione”. È la medesima misura aurea che i Greci usavano battendo l’oro fino a renderlo una foglia leggerissima, e che il miglior design italiano sapeva infondere nelle linee pulite di una Lancia storica.

Il corpo femminile come termometro geopolitico

Se la bellezza non è un’idea platonica ma un patto sociale mutevole, nulla ne registra le scosse meglio del corpo femminile. Le figure esili e diafane dipinte da Botticelli sono lo specchio di una Firenze ricca e sedentaria, mentre i corpi muscolosi scolpiti da Michelangelo rispondono all’urgenza delle guerre d’Italia (“meglio avere un fisico pronto a scattare”). La celebre “cellulite barocca” e le carni opulente delle donne di Rubens sono invece un esorcismo pittorico contro la fame nera della Guerra dei Trent’anni.

Il Novecento ribalta nuovamente il paradigma. L’abbronzatura, per secoli marchio d’infamia legato al lavoro nei campi, diventa status symbol nell’estate del 1923, grazie a una vacanza di Coco Chanel in Costa Azzurra. Il boom calorico del secondo dopoguerra trova la sua incarnazione formosa in Sophia Loren, subito soppiantata nei ruggenti anni Sessanta dai 43 chili di Twiggy: un corpo filiforme che decreta la fine definitiva della memoria della fame.

La cultura del contagio e il Medioevo Digitale

Il vero motore della creatività umana, sottolinea il critico citando il Cardinale Carlo Maria Martini, è la “cultura del contagio”. L’identità europea è un ininterrotto meticciato: lo zero arabo portato da Fibonacci, lo zafferano che nasce come pigmento pittorico e finisce nelle cucine per inventare il risotto alla milanese. Ma è la contaminazione giapponese di metà Ottocento a riscrivere il nostro sguardo. Le stampe ukiyo-e e l’Expo parigina del 1867 insegnano all’Europa, ossessionata dalla mimesi e dall’imitazione, la genialità della sintesi e del concetto. Il giapponese non dipinge un uccello, ma l'”uccellicità”; da questa epifania nasce la grande ripulitura visiva che porterà all’astrazione, al razionalismo di Adolf Loos e ai muri bianchi del design moderno.

Chiudendo il cerchio, Daverio sposta la sua lente sul nostro “medioevo digitale”, un’epoca frammentata dallo smartphone in cui dominano i nuovi “frati predicatori” dello slogan emotivo. Di fronte al caos della comunicazione contemporanea, l’ultima lezione del critico è un antidoto contro la dittatura della semplificazione: «Più un linguaggio è comprensibile e diretto, più si avvicina alla pubblicità e si allontana dall’arte. Se un quadro ci racconta tutto al primo sguardo, è decorazione». Le origini dell’eleganza lascia in eredità un vibrante elogio dell’ambiguità: molto meglio un’idea confusa, complessa e sfaccettata, piuttosto che la rassicurante banalità di un’idea chiara. Un estremo e giocoso esercizio di libertà intellettuale, per ricordarci che l’arte è certamente lo specchio di ciò che siamo stati, ma soprattutto una finestra spalancata su ciò che potremmo diventare.

L'articolo “L’eleganza non è sovrabbondanza, ma sottrazione”: dall’abbronzatura di Coco Chanel alle curve di Rubens, Philippe Daverio svela come la storia ha cambiato i canoni della bellezza nel suo libro postumo proviene da Il Fatto Quotidiano.

Corsés, encajes y satén: todos los ‘looks’ de Daisy Edgar-Jones para llevar el estilo Regencia de ‘Sentido y sensibilidad’ a la actualidad

By: S Moda
17 October 2026 at 15:06

© Don Arnold (Getty Images)

“Nos decían que la serie era un éxito increíble, pero yo seguía encerrada en mi dormitorio. Leía algunos artículos y miraba los memes, pero todo era un poco demasiado para procesar, así que me protegía a mí misma. Si quería, podía desconectar. Y eso me hizo pensar en lo inverosímil que era todo lo que me estaba pasando", contaba Daisy Edgar-Jones (Londres, 28 años) a 'S Moda' en 2022, cuando protagonizó una portada. Se había hecho famosa de la noche a la mañana y eso aún la sorprendía. “De repente, ya no eres Daisy, eres Daisy Edgar-Jones”, comentaba sobre cómo la hizo sentir y la transformó el éxito de la serie 'Normal People', basada en la novela de la escritora irlandesa Sally Rooney, que en 2020 catapultó su carrera y la de su coprotagonista, Paul Mescal (que tras 'Gladiator 2' ahora será Paul McCartney en las películas sobre The Beatles que prepara el director Sam Mendes). Ahora, la actriz vuelve a meterse en la piel de un personaje literario, en esta ocasión de época: encarna a Elinor Dashwood, la hermana mayor de 'Sentido y sensibilidad', novela de Jane Austen publicada en 1811 y que ahora ha vuelto a ser llevada a la gran pantalla por la directora Georgia Oakley. En el filme, que llega a los cines españoles el 23 de octubre, Edgar-Jones es Elinor y Esmé Creed-Miles es su hermana Marianne. Durante el mes que llevan de gira, Edgar-Jones se ha volcado en reinterpretar los estilismos de la época de la Regencia, en la que se desarrolla la novela: en la imagen, luciendo un vestido transparente, creado a medida por Miu Miu, con corsé en tul bordado durante la presentación en Sídney, Australia, a principios de octubre.

© Michael Buckner (Variety via Getty Images)

En la presentación de la cinta en Los Ángeles, el 7 de octubre, las tres protagonistas posaron juntas: Esmé Creed-Miles (Marianne Dashwood), Caitriona Balfe (la inolvidable Claire Randall de 'Outlander', que en la película interpreta a la madre de las hermanas, Mrs. Dashwood) y Daisy Edgar-Jones (Elinor Dashwood). Bodhi Rae Breathnach encarna a la tercera hermana, la joven Margaret Dashwood. Durante la presentación, Edgar-Jones eligió un conjunto de falda satinada y corsé con pequeños bordados, una pieza 'vintage' de Chloé, parte de la colección primavera-verano 1999 de la firma, cuando su directora creativa era Stella McCartney. Esmé Creed-Miles llevó un vestido de la recién presentada colección primavera-verano 2027 de Simone Rocha y Caitriona Balfe un conjunto a medida de Prada.

© Chloe Kern (WireImage)

Nada ha sido casual en los estilismos elegidos para la gira de presentación de la película, según confesó Dani Michelle, estilista de Edgar-Jones (y de otras famosas, como Hailey Bieber o Kendall Jenner), en la edición estadounidense de 'Vogue': "Mi equipo y yo pasamos meses investigando, solicitando prendas y explorando todos los diseñadores y piezas de archivo que pudieran reflejar el mensaje que queríamos transmitir, para crear una gira coherente y simbólica para Daisy".

© Karwai Tang (WireImage)

Esas prendas seleccionadas por Dani Michelle y su equipo tenían una intención clara: mostrar cómo vestiría Elinor Dashwood en la actualidad. La gira de presentación ha sido una lección de 'method dressing' (vestir durante la promoción con estilismos inspirados en el personaje de ficción al que se interpreta), en la línea de las que suelen realizar actrices como Zendaya (con sus posados en 'Spider-Man: un nuevo día' o 'Challengers'), Margot Robbie (en 'Cumbres borrascosas') o Anya Taylor-Joy (en 'Dune' o 'Furiosa'). 'Sentido y sensibilidad' se desarrolla durante la época de la Regencia (situada normalmente entre 1795 y 1837) en el Reino Unido. Corsés, acabados satinados, encajes y colgantes con cintas de raso han sido una constante durante toda la gira de presentación. La 'premiere' mundial, celebrada en Londres el 15 de septiembre, sentó las bases de lo que vendría después con este vestido de satén con lazos en los hombros, cola y cintura marcada, un diseño a medida de Andreas Kronthaler para Vivienne Westwood (firma de la que es director creativo desde el fallecimiento de su esposa en 2022) que completó con un colgante con cinta negra, una pieza de archivo de Boucheron datada en 1877.

© Kate Green (Getty Images for Universal Pictu)

Los detalles, del peinado con ondas románticas y el característico flequillo abierto de Edgar-Jones, y los acabados de las prendas, como los lazos, los botones o las cintas de los corsés, han marcado los estilismos elegidos por la actriz. “Creo que Elinor, por encima de todos los personajes que he interpretado, me ha marcado por el proceso hasta llegar a ella. De algún modo tiene una buena cantidad de cualidades con las que me puedo sentir identificada. Como las luchas que tiene con los sentimientos que empieza a experimentar; la incapacidad para expresar sus deseos o la necesidad de mantenerlos dominados. Es algo que me parece muy interesante porque disfruto enormemente al trabajar en personajes que están pasando por mucho, pero no lo pueden exteriorizar”, explicaba la actriz en una entrevista concedida en septiembre a la edición española de 'Vogue'.

© Charles McQuillan (Getty Images for Universal Pictu)

Stella McCartney firmó el vestido blanco con detalle de flores en los hombros y la espalda que eligió para la presentación en Dublín de la película. 'Sentido y sensibilidad' narra la vida de las hermanas Dashwood, que al morir su padre pierden su estatus porque hereda el hijo mayor, fruto de otro matrimonio, y se mudan a Devonshire, donde se enfrentan a la incertidumbre de su futuro, a sus sentimientos y a lo que la sociedad dicta que se debe esperar de ellas.

© Eric Charbonneau (Focus Features via Getty Images)

Esmé Creed-Miles y Daisy Edgar-Jones, ambas con conjuntos de falda cuerpo de Prada, juntas en Los Ángeles. Marianne representa la sensibilidad y Elinor el sentido que dan título a la novela, que ya había sido llevada a la gran pantalla en 1995, en una versión dirigida por Ang Lee (con guion de Emma Thompson, que mereció el Oscar al mejor guion adaptado) y en la que Emma Thompson interpretó a Elinor mientras que Kate Winslet fue Marianne. La nueva versión cinematográfica cuenta con la dirección de la británica Georgia Oakley, de 38 años, que en 2022 mereció el reconocimiento de la crítica con su filme 'Blue Jean', la historia de una profesora lesbiana que lleva una doble vida por miedo a perder su trabajo, ambientada en los años ochenta, durante el gobierno de Margaret Thatcher. Oakley explicó en una entrevista a 'The New York Times' que su versión de 'Sentido y sensibilidad' pretende ser "más relajada, contenida, terrenal y cruda".

© Michael Buckner (Variety via Getty Images)

Los corsés han sido la gran apuesta de Daisy Edgar-Jones para reinterpretar el estilo de la Regencia. Durante uno de los eventos alrededor de la película celebrados en Los Ángeles, la actriz lució esta creación de la diseñadora turcobritánica Dilara Findikoglu, cuyas prendas se caracterizan siempre por el aire lencero, las cinturas marcadas y el empleo de los corsés. Lo combinó con unas medias de cristal negras.

© TheStewartofNY (GC Images)

El despliegue de corsés, en distintos acabados, ha sido clave en la gira promocional de la película. En Nueva York, el 13 de octubre, Daisy Edgar-Jones combinó este de encaje y totalmente estructurado, casi escultórico, con unos vaqueros desgastados, demostrando que las piezas con inspiración de época funcionan a la perfección con prendas totalmente contemporáneas.

© TheStewartofNY (GC Images)

La estilista Dani Michelle ha contado que partió de un 'moodboard' de inspiración para construir los 'looks' de la gira promocional de Daisy Edgar-Jones: "Había desde campañas y desfiles de Galliano, Chloé, McQueen y Westwood hasta pinturas y simbolismos que nos conectaban con el mundo de Jane Austen. Volantes, motivos florales, encajes, corsetería, cintas, bordados, sedas abullonadas, borlas y tonos pastel". Este conjunto de Chloé sintetiza esas búsquedas: la vaporosa falda de gasa, con sus transparencias, contrasta con el cuerpo de brocado con encaje en el cuello y el cinturón de grandes hebillas.

© Aeon (GC Images)

De nuevo con vaqueros, en esta ocasión con un cuerpo 'vintage' de John Galliano y otra gargantilla de época, un diseño de 1873 de Boucheron. En la película, el diseño del vestuario ha recaído sobre Grace Snell ('Pillion', 'La hija eterna'), que ha sido meticulosa con la investigación de la época y ha empleado técnicas manuales para conseguir colores como los utilizados durante la Regencia, según ha explicado en su Instagram: "Para obtener el color lavanda de uno de los vestidos —un tono aceptable para el luto entonces— se utilizó un tinte extraído del palo de campeche. Esta planta es originaria de Centroamérica y las Antillas; a partir del siglo XVI, los españoles comenzaron a exportarla a Europa, donde se convirtió en una materia prima clave para la próspera industria de los tintes. El tejido 'jacquard' se contrajo durante el proceso de tintado, lo que le otorgó una textura maravillosa; me gustó tanto el resultado que pedí que esta prenda solo se planchara de forma muy ligera".

© XNY/Star Max (GC Images)

No todo han sido cuerpos historicistas en los estilismos de Daisy Edgar-Jones. También ha habido hueco para camisetas, como esta con un dibujo de un águila, combinada con un 'short' lencero rematado en puntilla. Ambas prendas son de Chloé: la camiseta de 1999 y el pantaloncito de este mismo año.

© Gerome Defrance (Getty Images)

En Berlín, la actriz apostó por los detalles de pedrería con un vestido de corte sirena de Armani Privé que llamaba su atención por las borlas que remataban sus hombros. La prenda es de archivo y pertenece a la colección primavera-verano 2005 de la línea de alta costura de la casa italiana.

© Brendon Thorne (Getty Images for Universal Pictu)

En Sídney, una de las primeras paradas de la gira promocional, la actriz apostó por una pulida silueta vanguardista de Alaïa con cuerpo ajustado y volantes en la falda que aun así remitía al vestuario de época.

© TheStewartofNY (GC Images)

En su última aparición pública de la gira, el 14 de octubre, Daisy Edgar-Jones caminó por las calles de Nueva York con este diseño de encaje con bordados, ribetes de puntilla y escote de corazón de Rodarte. Se trata de una pieza de archivo de la firma angelina que, según ha explicado en su Instagram Dani Michelle, resume todo lo que ha perseguido con sus estilismos para la presentación de 'Sentido y sensibilidad': "Esta película explora con enorme calidez la experiencia emocional del amor, desde el amor propio hasta el amor verdadero, pasando por la compañía y los desafíos que surgen dentro de las relaciones, que en aquella época a menudo estaban condicionadas por la tradición y la cercanía más que por los sentimientos o la razón. Ese anhelo que recorre la historia es una exploración tan atemporal del corazón humano que sentimos que era muy significativo que este fuera su último 'look'. Laura Mulleavy [una de las diseñadoras de Rodarte] y yo pasamos meses planificando este vestido de Rodarte, perteneciente a su colección primavera-verano 2017, que ella ha recuperado de la colección de su museo personal".

La grande scultura senese in mostra a New York

17 October 2026 at 03:45

Ospitata in una delle ultime grandi dimore risalenti alla fine del XIX secolo a New York, la Frick Collection ha riaperto le sue porte, nell’aprile del 2025, dopo un imponente progetto di ampliamento durato quasi cinque anni e costato duecentoventi milioni di dollari. 

Camminare per il centro di Manhattan e imbattersi in grandi manifesti che invitano visitare qui una mostra di quaranta bronzi senesi fa un certo effetto. 

Varcarne la soglia precipitando dal rumore implacabile della megalopoli nella sua iconica atmosfera intima, procura un sollievo immediato che predispone al meglio. E non si rimane delusi: all’interno il visitatore incontra, oltre alla straordinaria collezione permanente, ineguagliabili opere in bronzo senesi che includendo prestiti provenienti da musei fiorentini, umbri, campani, ma pure inglesi, tedeschi e americani. 

Una riunione di opere senza precedenti, che propone statue, rilievi, candelabri, medaglie e altro ancora, realizzate da alcuni degli scultori più influenti dell’epoca, come Donatello, Vecchietta e Francesco di Giorgio.

Giovanni di Stefano, Ercole in lotta con Acheloo, 1526, dettaglio @Frick Collection

Siena ne emerge come centro di eccellenza, tanto artistica quanto tecnica, nell’utilizzo di questo metallo nel periodo rinascimentale. 

La lavorazione del bronzo non è mai stata opera di una sola persona. Nella Siena del Quattrocento, fonditori di campane, ingegneri, orefici e scultori condividevano materiali e competenze: manufatti che ne derivavano erano espressione di un’intelligenza collettiva dove arte e industria si intrecciavano. 

Il bronzo, una lega composta principalmente da rame e stagno (spesso con l’aggiunta di piombo o zinco) era un materiale raro, costoso e vulnerabile: conservare anche solo una piccola statua significava scegliere tra l’utilizzo immediato e bellezza da consegnare ai posteri. In tempi di conflitto, qualsiasi manufatto in bronzo poteva essere rifuso e reimpiegato per scopi bellici, cosa che ha reso eccezionalmente rare le opere giunte fino a noi.

Le stesse conoscenze necessarie per fissare l’espressione del volto di un santo servivano anche a far risuonare una campana in tutta la città o a far tremare le mura con il colpo di un cannone.

Attribuito a Giovanni di Stefano, Davide con la testa di Golia, 1490, particolare @Frick Collection

Alla Frick Collection ora tre sale propongono l’“ascolto” di questa vicenda. Nella prima, gli oggetti esposti esplorano manufatti in bronzo spaziando tra chiesa, abitazione privata, scuderia e campo di battaglia.

Alla complessità della fusione delle campane, illustrata da una maestosa opera realizzata nel 1454 e collegata al grande complesso ospedaliero di Santa Maria della Scala, si affiancano alcuni volumi contenenti disegni di cannoni in bronzo, realizzati per la potente famiglia Orsini e per lo Stato senese.

A Donatello, lo scultore più celebre dell’epoca, e al suo soggiorno senese tra il 1457 e il 1461 fa riferimento la lastra tombale di Giovanni di Bartolomeo Pecci, vescovo di Grosseto. Si tratta di una delle sole otto opere firmate dall’artista giunte fino a noi.

Giovanni Tofano Bell, campana fusa nel 1420 @Frick Collection

Nella sala più ampia una prima sezione esplora la capacità del bronzo di perpetuare la memoria nella scultura funeraria. La sezione successiva presenta un gruppo di significative medaglie che servivano a plasmare e promuovere l’immagine dei soggetti illustri come governanti, umanisti, banchieri, militari o prelati. 

Stupisce infine il gruppo di sei statue e statuette a tutto tondo, una tipologia che sfrutta le qualità del bronzo più pienamente di quasi ogni altro materiale. A differenza della pietra o del legno, la lega fusa è in grado di sostenere braccia protese, gambe sollevate e corpi in equilibrio oltre il proprio centro di gravità. 

Le statue monumentali affermano da sempre la propria presenza in spazi religiosi e civili. Ma qui non sono le dimensioni a determinare l’ambizione del progetto. Un piccolo bronzo poteva fungere da monumento in miniatura, invitando l’osservatore a girarvi attorno e dando forma a idee suscettibili di essere ingrandite in seguito. 

A Siena, questo tipo di sperimentazioni contribuirono a definire un linguaggio della scultura a tutto tondo destinato a ispirare artisti successivi, tra cui il giovane Michelangelo, che nel Duomo di Siena lavorò tra il 1501 e il 1504.

Un ultimo aspetto merita di essere sottolineato. La narrazione tradizionale del Rinascimento si concentra sul ruolo cardine di Firenze. Questa mostra, documentando gli straordinari risultati raggiunti dai maestri senesi nella lavorazione artistica del bronzo, invita a riconsiderare tale prospettiva: Siena, che all’epoca seguiva un percorso artistico legato a quello della sua rivale, ne tracciò un altro consapevolmente autonomo.

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