O advogado Rogério Alves alerta que a ocupação ilegal de praças afeta o Estado de Direito. Já o antigo MAI, Eduardo Cabrita, defende que o Governo desvia atenções com os protestos.
João Galamba defende a venda total da TAP e sustenta que a prioridade de atuação do Estado deve focar-se nos aeroportos. O antigo ministro das Infraestruturas alerta para a urgência na habitação.
Carlos Ademar Fonseca, um dos investigadores, aborda a frustração de não fechar casos. Para o antigo inspetor, a dor das vítimas deixa marcas: "Mesmo anos depois fico a pensar no que podia ter feito".
Miguel Frasquilho, antigo presidente da TAP, fala num processo muito positivo, com vantagens para todos: Lufthansa, TAP e Estado. A decisão depende de Bruxelas, mas, aqui, o "não" não é garantido.
Portugal fez história nos Mundiais de ciclismo de pista com quatro medalhas. E ainda, Lionel Messi esgotou em 13 minutos os bilhetes para o Prémio Princesa das Astúrias.
Enquanto em França a cultura de protesto descamba em violência, Portugal enfrenta manifestações pacíficas sobre habitação e lida com o impacto social do novo sistema de reembolso de embalagens Volta.
O filme de Iñarritu, com Tom Cruise, e o documentário em quatro partes na Netflix estão em destaque esta semana, mas também há jazz em Guimarães, “Babies” em Inglaterra e ramen no Japão.
José Eduardo Martins, antigo deputado do PSD, analisa a entrevista a Pedro Passos Coelho, realizada na semana passada, e ainda o estado do Governo atualmente.
Leonor Riso, editora-adjunta de sociedade do Observador, analisa a acusação do Ministério Público a Nelson Vassalo, pelo ataque com um cocktail molotov na marcha pela vida, em março deste ano.
A propósito da estreia de “O Veredito Social” e no 20.º aniversário da rede social de Mark Zuckerberg, esta semana falamos sobre likes e perfis, algoritmos e cronologias, bons textos e má língua.
Miguel Queirós, criador de conteúdos, ambiciona chegar à TV e vê nas redes sociais "uma ponte". Recorda a infância e conta como o bullying o ajudou a continuar - até vencer um prémio revelação.
Um deputado decidiu que a melhor forma de vencer debates é contar os filhos. Rui Borges elogia-se a si mesmo e há quem ache que a receita para as greves esbarra na falta de dinheiro para o Uber.
Um jogador mostrou a transmissão no telemóvel ao árbitro para corrigir um pénalti assinalado. Já Shakira troca no amor o futebol pelo basquetebol. E ainda, os 80 anos do lendário Toni.
A lenda da música tirou a cidadania nos EUA para votar contra Donald Trump. Já a nova porta-voz da Casa Branca não tem carteira de advogada, é acusada de usurpação de funções e ainda foge à Ucrânia.
Enquanto a Lufthansa arremata a TAP, em São Bento multiplicam-se as CPI, acusações e gritos no hemiciclo. Será que os deputados precisam de calmantes ou a democracia funciona mesmo assim?
O que é que essas gerações de falhados alguma vez fizeram pela ínclita geração de Greta Thunberg a não ser dar-lhe smartphones, a Taylor Swift e, vá, a vacina contra o sarampo?
Francisco César considera que Luís Neves perdeu o controlo dentro da tutela. O deputado do PS refere ainda que nos Açores nunca adotaram verdadeiramente o SIRESP.
Juventude do Chega protestou à porta da rádio universitária contra "esquerdalha". Já Luciano Gonçalves diz que empresa é da mulher, uma história déjà vu. E nova lição de ciência política sobre Chega.
Da Inteligência Artificial a pôr John Terry a treinar o Chelsea aos 80 anos até aos regressos de Marco Silva e Rúben Amorim. E ainda, o fenómeno do Sabah na Champions.
Seguro continua popular, mas apanha da esquerda à direita. Estará a virar figura decorativa? E ainda, o duelo de alemães e franceses pelos 44,9% da TAP, Greta Thunberg em Paris e a Netflix no Mundial.