A internacionalização dos Vinhos do Algarvepassa também pelo contacto direto com novos mercados e pela criação de oportunidades de negócio além-fronteiras, pelo que foi com esse propósito que a Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA) esteve em Copenhaga, entre os dias 6 e 8 de outubro, numa iniciativa dedicada à divulgação da produção vitivinícola regional junto de profissionais e consumidores dinamarqueses.
A participação teve início a 6 de outubro, na Portugalwines Copenhagen 2026, uma iniciativa organizada pela AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, no Richmond Hotel.
O evento reuniu 12 produtores portugueses de diferentes regiões e foi dirigido a profissionais do mercado, entre importadores, distribuidores, especialistas de vinho e representantes da restauração e do retalho.
No âmbito do evento, a CVA teve a possibilidade de realizar uma prova de vinhos dirigida a profissionais do setor, nomeadamente importadores e representantes da restauração, na qual apresentou uma seleção de Vinhos do Algarve e destacou a diversidade da produção regional e as características distintivas dos vinhos deste território.
O programa incluiu ainda uma masterclass dedicada aos Vinhos do Algarve, conduzida por Gilmar Brito, dirigida a importadores e profissionais da restauração dinamarquesa. A sessão proporcionou um contacto mais aprofundado com os vinhos da região, através da apresentação de diferentes estilos e castas, e permitiu dar a conhecer as particularidades da produção vitivinícola algarvia a potenciais parceiros do mercado dinamarquês.
Nos dias 7 e 8 de outubro, a promoção dos Vinhos do Algarve prosseguiu em dois espaços de restauração de Copenhaga. No dia 7, o restaurante Búzio recebeu uma ação dedicada aos vinhos algarvios, seguindo-se, no dia 8, a mesma iniciativa, mas no restaurante Fanico. Desenvolvidas em parceria com a AICEP, estas ações proporcionaram momentos de prova que aproximaram os vinhos algarvios do público dinamarquês.
A CVA adianta ainda que as ações decorreram no âmbito de uma iniciativa de internacionalização cofinanciada pelo Programa Regional Algarve 2030. A presença na Dinamarca procurou ampliar a notoriedade dos Vinhos do Algarve no mercado dinamarquês, desenvolver contactos com potenciais parceiros comerciais e criar condições para novas oportunidades de exportação.
A falsa arquiteta conhecida por “burlas de amor” lesando dois homens idosos, no Alto Minho, em 200 mil euros, foi esta quinta-feira condenada em três anos e dez meses, mas suspensa, tendo sido já imediatamente libertada.
No Palácio da Justiça de Viana do Castelo, o Tribunal Coletivo teve principalmente em conta a confissão integral dos factos que era acusada e o arrependimento que se traduziu também na indemnização parcial aos dois homens lesados, um de Ponte de Lima e um de Ponte da Barca.
A pena suspensa será acompanhada, durante todo o período de três anos e dez meses, por um plano a executar pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, porque o Tribunal foi da opinião que há juízo de prognose positivo e a pena não podia ultrapassar a medida da culpa.
A arguida, de 58 anos, solteira, natural de Amarante, que residia em Matosinhos, estava presa preventivamente desde há oito meses, no Estabelecimento Prisional Central Feminino de Santa Cruz do Bispo, igualmente em Matosinhos, até esta quinta-feira, voltando já assim à liberdade.
Detida pela Polícia Judiciária de Braga, já com problemas relacionados com burlas, há 25 anos, num processo do Tribunal de Santo Tirso, foi julgada em Viana do Castelo, sob a acusação de dois crimes de burla qualificada, com um cúmulo jurídico de três anos e dez de pena suspensa.
O estratagema terá sido o mesmo: fez-se passar inicialmente por arquiteta e simulando grandes capacidades financeiras, conquistando a confiança dos dois homens, ambos com mais de 70 anos, convencendo-os a grandes investimentos imobiliários, mas ficando com o dinheiro.
Conheceu-os através de redes sociais dedicadas a encontros amorosos, fazendo-se apaixonada, evidenciando até falsos sinais exteriores de riqueza, a ponto de afirmar a ambos “ter ainda mais dinheiro do que tu”, pagando jantares aos dois idosos, convencendo-os que “os amava mesmo”.
Defesa satisfeita com o acórdão
À saída da leitura do acórdão condenatório, o seu advogado, João Ferreira Araújo, revelou que não irá “recorrer desta douta decisão”. “Desde logo porque quem me conhece sabe muito bem que nunca recorri só por recorrer, nem utilizo os expedientes para protelar processos judiciais”, referiu.
“Mas principalmente no caso de hoje, entendo que se tratou de um douto acórdão que dignifica o sistema judicial, já que penalizou devidamente a arguida, de uma forma proporcional, sendo que saiu daqui mesmo em liberdade”, acrescentou o advogado bracarense João Ferreira Araújo.
Ainda segundo o mesmo causídico penalista, “a arguida, que é, acima de tudo e antes de mais uma cidadã, percecionou que se tratou apenas e só de um ato isolado da sua vida, até por não ter sido provado que fizesse deste tipo de situações seu modo de vida, nós estamos satisfeitos”.
Septuagenário de Ponte de Lima ficou sem 150 mil euros
O primeiro idoso a ser enganado pela falsa arquiteta, de 73 anos, com baixa instrução escolar, anteriormente emigrado em França, onde foi empresário da construção civil, conheceu a mulher, em setembro de 2025, usando a plataforma “Badoo”.
A mulher disse chamar-se Helena, uma arquiteta de sucesso e residente no Porto. Foi naquela cidade que se encontrou com a vítima pela primeira vez em 15 de setembro de 2025, na Avenida dos Aliados, após se aperceber que o ex-emigrante deixou a empresa aos filhos, em França, tendo bons rendimentos.
Já “enamorados”, dirigiram-se nessa mesma noite ao Cais de Gaia, onde a “arquiteta Helena”, para impressionar o “namorado”, consumiu imediatamente um copo de Vinho do Porto por 21 euros, convencendo o septuagenário de Ponte de Lima que tinha muito dinheiro.
Passados poucos dias, a falsa arquiteta passou a frequentar a casa do antigo emigrante, em Ponte de Lima, acabando por passar a residir com o “namorado”, com quem manteve até relações sexuais, segundo a queixa apresentada depois pelo septuagenário.
O relacionamento chegou ao ponto de a “arquiteta Helena”, ao ter mudado com “armas e bagagens”, passado a limpar a casa do “companheiro”, entre outras lides domésticas, como lavar e engomar roupa, cozinhar e fazendo refeições com o “namorado”.
A falsa arquiteta “pretendeu e conseguiu fortalecer a relação entre ambos”, alegadamente “tendo convencido” o septuagenário que estariam a viver já “uma relação amorosa séria e com futuro”.
O antigo emigrante em França, a dada ocasião, fez questão de oferecer um anel, que comprou por 3.250 euros, numa ourivesaria da cidade do Porto, à “arquiteta Helena”, tendo passado ambos cinco dias em Quarteira, sempre a expensas da própria suspeita.
Nessa mesma ocasião, em meados de outubro de 2025, a mulher terá começado a confidenciar ao “amigo” que por causa da sua profissão de arquiteta, fazia a cada passo transações de imóveis, lucrando com investimentos imobiliários.
Até que, sempre segundo a versão do queixoso, em certo dia, propôs ao “companheiro” comparticipar na compra de um imóvel, em Lisboa, por 300 mil euros, pois ambos “lucrariam algum dinheiro de forma fácil”, ao que o antigo emigrante logo anuiu.
A ideia seria revenderem pouco tempo depois o alegado imóvel, investindo a meias, isto é, 150 mil euros cada um, pelo que a seguir iriam “obter lucros”, igualmente para repartirem a meias, mas investindo-se com numerário, quer dizer, “dinheiro vivo”.
Na agência de Ponte de Lima do BPI, o “investidor” levantou então da sua conta bancária 150 mil euros, através de 750 notas, todas de 200 euros, entregando-lhe o avultado “dinheiro vivo”, na sua própria casa, em Ponte de Lima, para fazer o “negócio”.
Enquanto o proprietário da casa lavava o automóvel, no exterior da residência, a “arquiteta Helena” foi para dentro “guardar o dinheiro”, enquanto se preparavam para no dia seguinte irem a Lisboa, onde a falsa arquiteta faria o “negócio” diretamente.
No dia 16 de outubro de 2025, ambos saíram de Ponte de Lima, rumo à capital portuguesa, mas a pedido da suspeita, pararam no centro da cidade do Porto, onde a mulher levantaria a sua parte do investimento, isto é, 150 mil euros, para tudo correr bem.
De súbito, a “namorada” do antigo emigrante “apercebeu-se” que se teria “esquecido” dos 150 mil euros do “companheiro”, em Ponte de Lima, pedindo-lhe que fosse buscar o dinheiro, enquanto iria a sua casa, no Porto, buscar os outros 150 mil euros.
Ao chegar a Ponte de Lima, o homem constatou que afinal os seus 150 mil euros não estavam em casa, tendo contactado de imediato a “namorada”, mas a “arquiteta Helena” já não atendeu a chamada do telemóvel e nunca mais daria sinais de vida.
Sexagenário de Ponte da Barca espoliado de 50 mil euros
O segundo caso envolveu um sexagenário, de Ponte da Barca, que através do site de encontros “Felizes”, conheceu a mesma mulher, fazendo-se passar novamente por arquiteta, só que com um outro nome falso, o de Ana Carolina Martins.
Depois dos contactos iniciais nessa mesma plataforma digital, a falsa arquiteta passou a dialogar por telemóvel com o homem, residente no concelho de Ponte da Barca, utilizando sempre a aplicação WhatsApp.
A mulher dizia residir em Lisboa, mas encontrar-se temporariamente no Porto, em casa de uma tia, “criando uma personagem fictícia para conquistar a confiança” do antigo emigrante e que está atualmente reformado.
Um mês após iniciado o “namoro”, já a falsa arquiteta estava a viver com o “companheiro”, mantendo-se três meses na casa daquele aposentado, “a viver em economia comum”, em Ponte da Barca.
“Durante esse mesmo período, a suspeita cultivou uma relação de proximidade e confiança com o queixoso, apresentando-se como pessoa economicamente abastada, afirmando possuir elevadas disponibilidades financeiras”, segundo ficou provado durante o julgamento.
A falsa arquiteta “manifestava a intenção de adquirir um imóvel de elevado valor”, sendo que “com o intuito de reforçar a aparência de solvabilidade, a arguida usava frequentemente joias em ouro, oferecia ao homem roupa de marca e perfumes, falava em língua inglesa ao telefone, alegando tratar-se de contactos com um filho, residente nos Estados Unidos da América, dizendo ter outro filho na Suíça, sendo viúva”, segundo ficou provado durante esta quinta-feira.
Ao fim de dois meses de coabitação, a mesma mulher terá confidenciado ao “companheiro”, a intenção de comprar uma moradia bem próxima do Santuário de Nossa Senhora do Socorro (“Santoinho”), em Viana do Castelo, por 800 mil euros.
Ambos tiveram uma reunião com o proprietário e dois representantes de uma agência imobiliária do Alto Minho, confirmando a falsa arquiteta o interesse em comprar tal moradia, mas também um terreno contíguo, que estava para venda por 50 mil euros.
No dia seguinte, a “namorada” do antigo emigrante em França, disse que iria concretizar o negócio, por 800 mil euros, só que para comprar o referido terreno, por 50 mil euros, teria de mobilizar fundos de outra conta bancária, pagando avultados juros.
“Imbuído na relação afetiva que mantinha com a suspeita, convicto da veracidade das afirmações proferidas pela mulher, então anuiu ao pedido”, transferindo dinheiro desde França e levantando os 50 mil euros na agência de Arcos de Valdevez do BCP.
Logo a seguir foram ambos para o Porto, onde supostamente o “casal” iria pernoitar em casa da tia da falsa arquiteta, a fim de no dia seguinte irem a Lisboa, conhecer a casa de “Ana Carolina Martins”, só que afinal novamente as coisas precipitaram-se.
Novamente houve “problemas de falta de lugar de estacionamento”, pelo que a mulher pediu ao homem que fosse procurando sítio para aparcar o automóvel, enquanto a própria levaria a mala, com o dinheiro, seguindo então por uma passagem pedonal.
Ao fim de dez minutos, o homem, com o carro devidamente estacionado, não via a “namorada”, pelo que tentou chegar à fala, por telemóvel, com a mulher, que nunca mais lhe atendeu o telefone, desaparecendo logo sem deixar rasto.
O homem permaneceu várias horas pelas imediações, na cidade do Porto, desesperado, convencendo-se cada vez mais que não havia “amor” algum, sim “um esquema ilícito, no qual foi enganado, nunca mais conseguindo falar, nem localizar a suspeita”.
Os dois antigos autarcas, eleitos pelo Partido Socialista (PS), começaram a ser julgados a 17 de abril, perante um coletivo de juízes da comarca de Vila Real. Ambos foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ), em outubro de 2022, no âmbito da operação Alquimia, tendo posteriormente renunciado aos cargos que exerciam na autarquia.
O processo envolve 59 arguidos, dos quais 40 são pessoas singulares e 19 empresas, e abrange um conjunto de alegados crimes, entre os quais prevaricação, participação económica em negócio, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, recebimento ou oferta indevida de vantagem, branqueamento de capitais e fraude na obtenção de subsídio ou subvenção.
Uma das testemunhas de acusação ouvida foi José Carvalho de Moura, antigo presidente da Câmara de Montalegre e ex-vereador eleito pelo PSD, que confirmou ter estado entre os denunciantes do processo. Durante o seu depoimento, apontou alegadas irregularidades na contratação pública, nomeadamente o fracionamento de obras para evitar concursos públicos e a existência de procedimentos que considerou viciados.
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A arquiteta Inês Carneiro, de Ponte da Barca, é a vencedora da 22.ª edição do Prémio Fernando Távora, com a proposta “Arquiteturas do Cosmos: Interface com a Física”, anunciou, na segunda-feira à noite, a Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitetos.
O prémio, que atribui uma bolsa de seis mil euros a uma proposta de viagem, recebeu nesta edição 28 candidaturas, tendo o júri analisado quatro propostas sobre o tema da Habitação que, “apesar da sua atualidade, ficaram aquém das expectativas que a relevância do tema exige”.
“A proposta [vencedora] tem uma dimensão humanista/filosófica, vendo os observatórios astronómicos como instrumentos científicos e megalómanas arquiteturas, mas também filosóficos e políticos. Eles são a prova do despertar do Homem que persistentemente observa o cosmos — a ordem (kósmos) do universo e da matéria — em busca de respostas sobre a nossa origem e posição no mundo, ligando o passado (luz das estrelas) e o futuro”, considerou o júri, citado em comunicado.
No mesmo texto é explicado que a proposta de viagem se concentra numa “travessia pelo deserto, debaixo do território celeste, para documentar, essencialmente, o ALMA – Atacama Large Millimeter Array, o Complexo Solar Cerro Dominador, o ESO Paranal VLT, o ESO La Silla e ainda a Reserva de Céus Escuros de Valle Del Elqui”.
“Espera-se que esta aproximação ao universo se traduza em reflexões ‘in loco’ sobre a nossa posição no mundo, porque mais do que cidadãos da polis, somos cidadãos do cosmos”, acrescentou o mesmo documento.
Citada no comunicado, Inês Carneiro lembra que “no Deserto do Atacama, no Chile, erguem-se, de forma solitária, megalómanas arquiteturas destinadas à observação do cosmos: os observatórios astronómicos”.
“Estes edifícios albergam alguns dos mais avançados futurismos tecnológicos, integrando telescópios de ótica de ponta, sistemas sofisticados de tecnologia e domótica, e afirmando-se como verdadeiras interfaces entre a arquitetura e a física. A relação entre estas duas disciplinas manifesta-se não apenas na missão de compreender as leis do universo, mas também no rigor geométrico e construtivo destas estruturas, na funcionalidade dos seus espaços e na escolha criteriosa da sua localização remota”, acrescentou a vencedora.
Nascida no Porto em 1994, Inês Carneiro viveu entre a cidade e a vila de Ponte da Barca. Ingressou em 2013 no curso de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto e concluiu os estudos em 2020 com a dissertação de Mestrado Pela “Casa do Espaço” – Projecto do Observatório Astronómico Fernando Lanhas, com a classificação final de 20 valores.
Nesse mesmo ano começou a colaborar com o professor João Paulo Loureiro, no atelier JPL Arquitecto, onde permaneceu até 2022, altura em que iniciou funções no escritório Ventura + Partners, dirigido por Manuel Ventura.
Em paralelo, desenvolve vários projetos ligados ao associativismo e à produção de eventos musicais. Preside desde 2018 à Associação Juvenil do Lima, associação cultural barquense, e dirige o Festival Ecos do Lima. Integra ainda equipas de festivais de maior dimensão, como o Primavera Sound Porto e o Vodafone Paredes de Coura, onde coordena o recinto, aplicando a experiência da sua formação à implantação de estruturas e infraestruturas, bem como à logística e gestão de projeto.
A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
El domingo 27 de septiembre, cuando las primeras tiendas de campaña de la madrileña Puerta del Sol no llevaban ni 24 horas levantadas, Aitana Sánchez-Gijón visitó la acampada naciente. Repartió kilos de plátanos y empanadas a los jóvenes que no pensaban moverse de ahí en los próximos días. Saludó a su hijo mayor, el cantante Teo Lucadamo, quien había pernoctado con ellos. Grabó un vídeo para sus redes sociales: “Si estáis por Madrid, en vuestras ciudades, organizaos, acampad y haceos oír. Todas y todos juntos creo que podemos conseguir grandes cosas”, pidió a sus seguidores. Y se fue a trabajar, a Alcalá de Henares, donde esos días representaba la obra Malquerida, actualmente de gira. Mientras actuaba, el vídeo se viralizó y su visita se convirtió en uno de los momentos más comentados de aquel primer día de acampada. Lo que estaba sucediendo en Sol, esa rabia acumulada, no era solo cosa de jóvenes.
L’IA velocizza singole mansioni, ma per il momento non cambia la filiera nel suo insieme, con pochi effetti sulla produttività. Perché la capacità tecnologica non si traduce automaticamente in valore per l’impresa e per il sistema che se ne dota.
A sessão contou com a presença de José Pereira, adjunto do comandante do Posto Territorial de Armamar, e teve como objetivo abordar o papel das forças de segurança em territórios de menor dimensão, os desafios específicos com que se deparam e a importância de estarem próximos das populações para prevenir, acompanhar e responder às diferentes realidades do território.
Segundo Sílvia Teixeira, técnica do município e membro da organização, a escolha da GNR para uma das sessões teve como principal objetivo “quebrar o gelo existente em relação à força militar da GNR e aproximar a população da instituição”.
A responsável explicou que a intenção era transmitir a ideia de que a GNR pode ser vista como um aliado e não como uma força adversária. “O que pretendíamos era que as pessoas sentissem, de facto, que do outro lado estão pessoas que as apoiam e em quem podem confiar”, afirmou, acrescentando que a população deve encarar a Guarda como “um porto seguro nas nossas comunidades e como uma força que contribui para que as pessoas possam viver cada dia com mais segurança e conforto”.
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A AORCA – Associação de Observação, Regeneração e Criação na Actualidade, sedeada em Lagos, apresenta o espetáculo de dança intitulado ‘O QUE TORNA – de Susana Vilar’, para ver dia 23 de outubro, às 10h30 e 21h30 no Centro Cultural de Lagos .
Um solo de dança contemporânea que nasce de uma pesquisa sobre a mudança como espaço de transformação. Numa realidade social cada vez mais virtual e tecnológica, o corpo físico transforma-se, através de uma metamorfose líquida, em corpo máquina sem se questionar s obre o caminho.
Entre o desejo de mudança e a força de permanecer, entre a inevitabilidade da transformação e a resistência, são exploradas as ruturas que nos t ornam diferentes. É nesse processo de nos tornarmos outros, nós próprios. É nesse lugar que encontramos o sentido de parar, reparar e tornar novamente.
FICHA TÉCNICA
Direção artística e interpretação: Susana Vilar Co-criação musical: Daniela Amaral Cardoso e Pedro Salvador Co-criação e assistência: Sofia Brito Apoio dramatúrgico: Ricardo Falcão Cenografia e iluminação: Felipe Silva Figurinos e design 3D: Ana Soares e Gabriel Serra Direção de Produção: Alicja Gladysz Comunicação e divulgação: Marta Santana Gonçalves Produção: AORCA Co-produção: Câmara Municipal de Lagos Apoios: DGARTES; Centro Cultural de Lagos, OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon, A CRL – Central Elétrica, Projeto 23 Milhas, Teatro Aveirense, Associação de Dança de Lagos, Junta de Freguesia São Gonçalo de Lagos
Il decreto sulla soglia di studenti stranieri per classe identifica situazioni eccezionali in poche zone con recenti e massicci flussi di ingresso. Parte da un’analisi sbagliata e non permette di affrontare il problema serio della segregazione scolastica.
A Junta de Freguesia de Tôr, no concelho de Loulé, emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de Carlos Alberto Viegas Grade, que foi o primeiro presidente daquela autarquia.
In his latest book, La respuesta (The Answer), 71-year-old paleoanthropologist Juan Luis Arsuaga, from Madrid, explores the pivotal moments of human evolution. There are the living — us — the extinct — like the Neanderthals — and those on the verge of extinction — the great apes such as chimpanzees, orangutans, and gorillas. Unlike his previous work, the co-director of the Atapuerca archeological site in northern Spain takes a firm stance: he clearly states his opinion on numerous theories that attempt to answer the most fundamental questions: Who are we? Why are we here? Where are we going?
Hacia 1880, unos hombres que cortaban turba en Dejbjerg, en el oeste de Jutlandia (Dinamarca), empezaron a sacar de la ciénaga piezas de bronce que brillaban como si fueran nuevas. No faltó quien pensara que era oro. Otros sospecharon algo bastante más terrenal, que aquello fuera el equipo de una destilería clandestina de aguardiente escondido […]
The iconic GALA Hispanic Theater in Washington, D.C., a pioneer in presenting Spanish-language plays in the U.S. capital, hasn’t been immune to the impact of Donald Trump’s aggressive immigration policies. Faced with the intensification of raids by Immigration and Customs Enforcement (ICE) across D.C., this center for Hispanic culture has become a refuge for the Latino community on more than one occasion.
La crescita nominale dei fondi universitari nasconde una riduzione delle risorse reali per studente. Durante il governo Meloni, gli aumenti dei finanziamenti hanno sostanzialmente compensato l’inflazione, ma non l’ampliamento del numero degli iscritti.
Una riforma approvata a luglio rende il sistema di reclutamento dei docenti universitari più nazionale. Ma per promuovere l’apertura all’esterno degli atenei, bisogna affrontare anche il tema dell’inserimento del nuovo arrivato nell’organizzazione locale.
Tharangambadi es un pueblo del estado indio de Tamil Nadu cuyo nombre significa «sitio de las olas cantarinas», en referencia al oceáno Índico al que se asoma. Aunque no se trata de un lugar turístico y su principal actividad económica es la pesca, a un visitante le resultará llamativo el aire europeo de parte de […]
Hardware and software products are increasingly exposed to cyberattacks. From baby monitors and smartwatches to apps and computer programmes, products with digital elements are part of our daily lives. The Cyber Resilience Act (CRA) strengthens the cybersecurity of these products and better protects consumers and businesses from cyber threats.
As of 11 September 2026, manufacturers must reportanyactively exploited vulnerabilities and severe incidents that have an impact on the security of their products. They must submit an early warning within 24 hours, followed by a full notification within 72 hours. A final report must then be submitted no later than 14 days after a corrective or mitigating measure is available for an actively exploited vulnerability, and within 1 month for a severe incident.
In practice, this means consumers can rely on faster notifications and stronger protection for their connected devices, such as door locking systems, keeping their home safe and secure in the event of a cyberattack.
The reporting obligations apply to all products with digital elements made available in the EU, including those already on the market. Manufacturers will submit their notifications through the CRA Single Reporting Platform, established and maintained by the European Union Agency for Cybersecurity.
The Commission published practical guidanceto help manufacturers, developers, and businesses meet their obligations. National market surveillance authorities will ensure enforcement of the rules.
The Cyber Resilience Act builds on the EU cybersecurity strategy and the EU security union strategy. It aims to strengthen the EU approach to cybersecurity. The new rules require products with digital elements to be designed, updated, and maintained to protect users from security risks. TheCE marking will help them identify products that comply with the CRA requirements.
The main obligations introduced by the Act will apply from 11 December 2027, while the reporting obligations apply from 11 September 2026.