❌

Normal view

Saiba quanto vai receber a sua freguesia do Orçamento do Estado

13 October 2026 at 11:52

A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.

O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.

Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).

No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).

Recorde-se que, como O MINHO noticiou, a estes valores acrescem as transferências diretas para os municípios (667 milhões). Portanto, para os distritos de Braga e Viana do Castelo, através das freguesias e dos municípios, o Governo encaminhará, em 2027, um total de 724 milhões de euros.

Pode consultar abaixo o valor que será transferido para a sua freguesia.

Distrito de Braga

Amares

Barreiros – 64 639

Bico – 64 513

Caires – 68 802

Carrazedo – 63 750

Dornelas – 63 022

Fiscal – 65 653

Goães – 77 310

Lago – 80 778

Rendufe – 69 529

Bouro (Santa Maria) – 70 667

Bouro (Santa Marta) – 87 124

União das freguesias de Amares e Figueiredo – 100 145

União das freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos – 112 835

União das freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros – 141 246

União das freguesias de Torre e Portela – 77 386

União das freguesias de Vilela, Seramil e Paredes Secas – 111 478

Total – 1 318 877

Barcelos

Abade de Neiva – 86 933

Aborim – 71 056

Adães – 64 285

Airó – 66 642

Aldreu – 68 258

Alvelos – 83 851

Arcozelo – 193 421

Areias – 68 252

Balugães – 64 639

Barcelinhos – 78 215

Barqueiros – 86 713

Cambeses – 71 538

Carapeços – 90 850

Carvalhal – 70 831

Carvalhas – 64 639

Cossourado – 70 698

Cristelo – 83 088

Fornelos – 67 997

Fragoso – 95 398

Gilmonde – 76 905

Lama – 70 841

Lijó – 86 922

Macieira de Rates – 86 253

Manhente – 77 188

Martim – 85 940

Moure – 66 330

Oliveira – 71 978

Palme – 74 671

Panque 68 951

Paradela 72 044

Pereira 73 298

Perelhal 81 413

Pousa 89 567

Remelhe 76 521

Roriz 86 212

Rio Covo (Santa Eugénia) 73 563

Galegos (Santa Maria) 92 657

Galegos (São Martinho) 78 298

Tamel (São Veríssimo) 96 705

Silva 65 172

Ucha 74 377

Várzea 76 131

Vila Seca 72 338

União das freguesias de Alheira e Igreja Nova 90 250

União das freguesias de Alvito (São Pedro e São Martinho) e Couto 105 074

União das freguesias de Areias de Vilar e Encourados 95 831

Barcelos 113 082

Vila Boa 82 644

Vila Frescaínha (São Martinho) 87 491

Vila Frescaínha (São Pedro) 80 040

União das freguesias de Campo e Tamel (São Pedro Fins) 84 045

União das freguesias de Carreira e Fonte Coberta 92 783

União das freguesias de Chorente, Góios, Courel, Pedra Furada e Gueral 147 126

União das freguesias de Creixomil e Mariz 84 045

União das freguesias de Durrães e Tregosa 84 220

União das freguesias de Gamil e Midões 84 045

União das freguesias de Milhazes, Vilar de Figos e Faria 105 835

União das freguesias de Negreiros e Chavão 99 203

União das freguesias de Quintiães e Aguiar 84 045

União das freguesias de Sequeade e Bastuço (São João e Santo Estevão) 105 074

Silveiros 75 708

Rio Covo (Santa Eulália) 74 985

União das freguesias de Tamel (Santa Leocádia) e Vilar do Monte 89 199

União das freguesias de Viatodos, Grimancelos, Minhotães e Monte de Fralães 141 490

União das freguesias de Vila Cova e Feitos 113 498

Total – 5 541 292

Braga

Adaúfe 111 206

Espinho 72 287

Esporões 80 738

Figueiredo 68 991

Gualtar 113 585

Lamas 62 897

Mire de Tibães 88 466

Padim da Graça 75 674

Palmeira 129 625

Pedralva 78 183

Priscos 73 206

Ruilhe 68 989

Braga (São Vicente) 152 229

Braga (São Vítor) 268 090

Sequeira 82 639

Sobreposta 73 873

Tadim 69 929

Tebosa 68 581

União das freguesias de Arentim e Cunha 83 478

União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade) 243 563

União das freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) 253 815

União das freguesias de Cabreiros e Passos (São Julião) 93 126

União das freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro 163 050

União das freguesias de Crespos e Pousada 83 812

União das freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e São Vicente) 105 201

União das freguesias de Este (São Pedro e São Mamede) 123 464

União das freguesias de Ferreiros e Gondizalves 167 034

União das freguesias de Guisande e Oliveira (São Pedro) 83 530

União das freguesias de Lomar e Arcos 145 954

União das freguesias de Merelim (São Paio), Panoias e Parada de Tibães 139 356

União das freguesias de Merelim (São Pedro) e Frossos 108 797

União das freguesias de Morreira e Trandeiras 83 529

União das freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 212 458

União das freguesias de Nogueiró e Tenões 118 209

União das freguesias de Real, Dume e Semelhe 200 301

União das freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra 83 529

União das freguesias de Vilaça e Fradelos 83 529

Total – 4 314 923

Cabeceiras de Basto

Abadim 96 333

Basto 84 592

Bucos 100 864

Cabeceiras de Basto 111 292

Cavez 115 697

Faia 80 904

Pedraça 92 177

Rio Douro 130 999

União das freguesias de Alvite e Passos 103 663

União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune 112 104

União das freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas 140 766

Refojos de Basto 147 292

Outeiro 94 636

Painzela 89 644

Total – 1 500 963

Celorico de Basto

Agilde 91 810

Arnóia 110 989

Borba de Montanha 93 607

Codeçoso 89 080

Fervença 96 713

Moreira do Castelo 82 544

Rego 102 116

Ribas 90 626

Basto (São Clemente) 104 209

Vale de Bouro 85 537

União das freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe 151 456

União das freguesias de Caçarilhe e Infesta 98 335

União das freguesias de Canedo de Basto e Corgo 105 369

União das freguesias de Carvalho e Basto (Santa Tecla) 98 758

União das freguesias de Veade, Gagos e Molares 119 356

Total -1 520 505

Esposende

Antas 92 143

Forjães 95 015

Gemeses 72 777

Vila Chã 79 218

Apúlia 121 370

Fão 103 885

Belinho 93 181

Mar 77 810

Esposende 102 128

Marinhas 143 374

Gandra 80 672

União das freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto 98 020

Palmeira de Faro 92 186

Curvos 73 457

Total – 1 325 236

Fafe

Armil 81 305

Estorãos 93 780

Fafe 255 588

Fornelos 87 092

Golães 99 157

Medelo 86 714

Paços 84 090

Quinchães 108 721

Regadas 95 524

Revelhe 82 544

Ribeiros 80 314

Arões (Santa Cristina) 88 255

São Gens 106 791

Silvares (São Martinho) 91 883

Arões (São Romão) 119 133

Travassós 95 564

Vinhós 77 309

União de freguesias de Aboim, Felgueiras, Gontim e Pedraído 139 455

União de freguesias de Agrela e Serafão 108 865

União de freguesias de Antime e Silvares (São Clemente) 108 329

União de freguesias de Ardegão, Arnozela e Seidões 128 817

União de freguesias de Cepães e Fareja 113 858

União de freguesias de Freitas e Vila Cova 104 638

União de freguesias de Monte e Queimadela 116 913

União de freguesias de Moreira do Rei e Várzea Cova 139 528

Total – 2 694 167

Guimarães

Aldão 69 800

Azurém 167 275

Barco 75 199

Brito123 221

Caldelas 116 701

Costa 108 962

Creixomil 159 043

Fermentões 117 889

Gonça 75 343

Gondar 89 907

Guardizela 89 669

Infantas 82 550

Longos 81 135

Lordelo 117 062

Mesão Frio 109 725

Moreira de Cónegos 128 179

Nespereira 92 516

Pencelo 70 257

Pinheiro 69 216

Polvoreira 104 876

Ponte 131 371

Ronfe 115 311

Prazins (Santa Eufémia) 70 833

Selho (São Cristóvão) 82 614

Selho (São Jorge) 131 587

Candoso (São Martinho) 71 699

Sande (São Martinho) 90 947

São Torcato 107 180

Serzedelo 107 691

Silvares 89 578

Urgezes 125 025

União das freguesias de Abação e Gémeos 108 350

Airão (Santa Maria) 81 124

Airão São João 73 846

Vermil 75 145

União das freguesias de Arosa e Castelões 104 638

União das freguesias de Atães e Rendufe 115 076

União das freguesias de Briteiros Santo Estevão e Donim 95 514

União das freguesias de Briteiros São Salvador e Briteiros Santa Leocádia 95 039

União das freguesias de Candoso São Tiago e Mascotelos 112 634

Conde 75 682

Gandarela 74 889

União das freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo 114 529

União das freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião 178 824

Prazins Santo Tirso 73 846

Corvite 66 103

União das freguesias de Sande São Lourenço e Balazar 92 055

Sande (Vila Nova) 84 476

Sande (São Clemente) 84 636

União das freguesias de Selho São Lourenço e Gominhães 95 836

Serzedo 79 119

Calvos 73 846

União das freguesias de Souto Santa Maria, Souto São Salvador e Gondomar 114 888

Tabuadelo 83 339

São Faustino 73 566

Total – 5 399 361

Póvoa de Lanhoso

Covelas 77 309

Ferreiros 78 463

Galegos 77 309

Garfe 86 176

Geraz do Minho 80 008

Lanhoso 84 265

Monsul 78 926

Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo) 138 467

Rendufinho 85 125

Santo Emilião 78 623

São João de Rei 81 097

Serzedelo 88 310

Sobradelo da Goma 90 345

Taíde 95 224

Travassos 80 182

Vilela 79 923

União das freguesias de Águas Santas e Moure 97 833

União das freguesias de Calvos e Frades 98 331

União das freguesias de Campos e Louredo 98 796

União das freguesias de Esperança e Brunhais 98 331

União das freguesias de Fonte Arcada e Oliveira 109 678

União das freguesias de Verim, Friande e Ajude 111 677

Total – 1 994 398

Terras de Bouro

Balança 77 309

Campo do Gerês 132 864

Carvalheira 88 655

Covide 98 935

Gondoriz 84 564

Moimenta 79 881

Ribeira 76 892

Rio Caldo 95 886

Souto 77 680

Valdosende 91 885

Vilar da Veiga 155 278

União das freguesias de Chamoim e Vilar 104 271

União das freguesias de Chorense e Monte 114 690

União das freguesias de Cibões e Brufe 122 414

Total – 1 401 204

Vieira do Minho

Cantelães 91 158

Eira Vedra 82 545

Guilhofrei 91 789

Louredo 84 564

Mosteiro 89 496

Parada de Bouro 84 564

Pinheiro 89 081

Rossas 125 395

Salamonde 85 578

Tabuaças 88 910

Vieira do Minho 104 125

União das freguesias de Anissó e Soutelo 98 331

União das freguesias de Anjos e Vilar do Chão 119 778

União das freguesias de Caniçada e Soengas 91 749

União das freguesias de Ruivães e Campos 144 226

União das freguesias de Ventosa e Cova 98 331

Total – 1 569 620

Famalicão

Bairro 102 037

Brufe 84 772

Castelões 82 128

Cruz 78 357

Delães 104 110

Fradelos 121 214

Gavião 110 041

Joane 166 273

Landim  96 856

Louro 87 151

Lousado 112 550

Mogege 78 496

Nine 97 699

Pedome 81 272

Pousada de Saramagos 78 409

Requião 105 773

Riba de Ave 96 923

Ribeirão 176 610

Oliveira (Santa Maria) 104 350

Vale (São Martinho) 82 269

Oliveira (São Mateus) 90 988

Vermoim 97 532

Vilarinho das Cambas 81 319

União das freguesias de Antas e Abade de Vermoim 158 972

União das freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures 128 673

Avidos 78 425

Lagoa 73 848

União das freguesias de Carreira e Bente 96 515

Esmeriz 88 064

Cabeçudos 79 021

Gondifelos 97 003

Cavalões 82 956

Outiz 73 848

União das freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei 122 534

Ruivães 87 939

Novais 73 848

União das freguesias de Seide 84 294

União das freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela 159 587

União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário 282 879

Total – 4 085 535

Vila Verde

Atiães 78 620

Cabanelas 100 000

Cervães 104 170

Coucieiro 78 857

Dossãos 77 309

Freiriz 87 852

Gême 77 309

Lage 105 686

Lanhas 77 309

Loureira 82 132

Moure 89 713

Oleiros 85 716

Parada de Gatim 78 926

Pico 77 309

Ponte 77 309

Sabariz 77 309

Vila de Prado 131 785

Prado (São Miguel) 82 545

Soutelo 98 809

Turiz 90 419

Valdreu 103 902

Aboim da Nóbrega e Gondomar 105 689

União das freguesias da Ribeira do Neiva 235 506

União das freguesias de Carreiras (São Miguel) e Carreiras (Santiago) 104 641

União das freguesias de Escariz (São Mamede) e Escariz (São Martinho) 104 641

União das freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós 127 931

União das freguesias de Marrancos e Arcozelo 104 641

União das freguesias de Oriz (Santa Marinha) e Oriz (São Miguel) 104 478

União das freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós 128 821

União das freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide 153 000

União das freguesias de Valbom (São Pedro), Passô e Valbom (São Martinho) 127 924

União das freguesias do Vade 169 426

Vila Verde e Barbudo 170 868

Total – 3 500 552

Vizela

Santa Eulália 132 279

Infias 77 300

Vizela (Santo Adrião) 86 373

União das freguesias de Caldas de Vizela (São Miguel e São João) 210 559

Tagilde 81 563

Vizela (São Paio) 77 695

Total – 665 769

Total – Distrito de Braga 36 832 402

Distrito de Viana do Castelo

Arcos de Valdevez

Aboim das Choças 77 309

Aguiã 79 651

Ázere 77 309

Cabana Maior 94 254

Cabreiro 121 674

Cendufe 77 309

Couto 82 545

Gavieira 129 627

Gondoriz 123 454

Miranda 89 905

Monte Redondo 77 309

Oliveira 77 309

Paçô 84 326

Padroso 89 081

Prozelo 81 748

Rio Frio 103 330

Rio de Moinhos 77 309

Sabadim 84 564

Jolda (São Paio) 77 309

Senharei 88 490

Sistelo 104 280

Soajo 138 946

Vale 96 813

União das freguesias de Alvora e Loureda 98 331

União das freguesias de Arcos de Valdevez (São Paio) e Giela 102 039

União das freguesias de Arcos de Valdevez (Salvador), Vila Fonche e Parada 123 699

União das freguesias de Eiras e Mei 90 450

União das freguesias de Grade e Carralcova 103 170

União das freguesias de Guilhadeses e Santar 90 450

União das freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão 90 450

União das freguesias de Padreiro (Salvador e Santa Cristina) 90 390

União das freguesias de Portela e Extremo 102 355

União das freguesias de São Jorge e Ermelo 115 620

União das freguesias de Souto e Tabaçô 98 191

União das freguesias de Távora (Santa Maria e São Vicente) 98 331

União das freguesias de Vilela, São Cosme e São Damião e Sá 112 696

Total – 3 450 023

Caminha

Âncora 71 971

Argela 76 574

Dem 84 030

Lanhelas 70 017

Riba de Âncora 73 582

Seixas 79 320

Vila Praia de Âncora 124 309

Vilar de Mouros 74 541

Vile 62 764

União das freguesias de Arga (Baixo, Cima e São João) 151 960

União das freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho 100 032

União das freguesias de Gondar e Orbacém 99 133

União das freguesias de Moledo e Cristelo 91 978

União das freguesias de Venade e Azevedo 84 355

Total – 1 244 566

Melgaço

Alvaredo 78 914

Cousso 85 758

Cristoval 81 242

Fiães 94 254

Gave 95 758

Paderne 99 112

Penso 85 370

São Paio 87 465

União das freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro 217 108

União das freguesias de Chaviães e Paços 98 331

União das freguesias de Parada do Monte e Cubalhão 134 161

União das freguesias de Prado e Remoães 90 450

União das freguesias de Vila e Roussas 119 586

Total – 1 367 509

Monção

Abedim 89 781

Barbeita 87 621

Barroças e Taias 77 309

Bela 78 635

Cambeses 77 988

Lara 80 914

Longos Vales 96 470

Merufe 117 792

Moreira 78 135

Pias 90 494

Pinheiros 77 309

Podame 77 309

Portela 89 081

Riba de Mouro 96 204

Segude 77 309

Tangil 109 250

Trute 84 564

União das freguesias de Anhões e Luzio 107 175

União das freguesias de Ceivães e Badim 98 331

União das freguesias de Mazedo e Cortes 129 101

União das freguesias de Messegães, Valadares e Sá 118 866

União das freguesias de Monção e Troviscoso 133 464

União das freguesias de Sago, Lordelo e Parada 104 126

União das freguesias de Troporiz e Lapela 97 871

Total – 2 275 099

Paredes de Coura

Agualonga 82 213

Castanheira 86 040

Coura 84 102

Cunha 91 525

Infesta 82 226

Mozelos 77 309

Padornelo 83 388

Parada 82 986

Romarigães 86 261

Rubiães 87 366

Vascões 84 564

União das freguesias de Bico e Cristelo 99 264

União das freguesias de Cossourado e Linhares 98 331

União das freguesias de Formariz e Ferreira 113 473

União das freguesias de Insalde e Porreiras 108 544

União das freguesias de Paredes de Coura e Resende 107 799

Total – 1 455 391

Ponte da Barca

Azias 86 907

Boivães 77 330

Bravães 78 968

Britelo 92 776

Cuide de Vila Verde 77 309

Lavradas 86 236

Lindoso 131 454

Nogueira 77 309

Oleiros 77 309

Sampriz 84 503

Vade (São Pedro) 77 309

Vade (São Tomé) 76 967

União das freguesias de Crasto, Ruivos e Grovelas 119 142

União das freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil 145 603

União das freguesias de Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães 151 221

União das freguesias de Touvedo (São Lourenço e Salvador) 90 971

União das freguesias de Vila Chã (São João Baptista e Santiago) 103 817

Total – 1 635 131

Ponte de Lima

Anais 89 800

São Pedro d’Arcos 81 221

Arcozelo 116 877

Beiral do Lima 84 625

Bertiandos 63 021

Boalhosa 76 856

Brandara 63 021

Calheiros 88 566

Calvelo 67 571

Correlhã 101 782

Estorãos 98 320

Facha 89 861

Feitosa 72 452

Fontão 71 428

Friastelas 77 309

Gandra 69 475

Gemieira 78 977

Gondufe 81 121

Labruja 96 541

Poiares 85 655

Refóios do Lima 98 084

Ribeira 86 709

Sá 63 021

Santa Comba 63 021

Santa Cruz do Lima 63 021

Rebordões (Santa Maria) 72 442

Seara 64 764

Serdedelo 82 404

Rebordões (Souto) 75 991

Vitorino das Donas 69 917

Arca e Ponte de Lima 120 567

Ardegão, Freixo e Mato 129 805

Gaifar 88 136

Sandiães 88 136

Vilar das Almas 88 136

Bárrio e Cepões 104 641

Cabaços e Fojo Lobal 104 641

Cabração e Moreira do Lima 125 802

Fornelos e Queijada 104 359

Labrujó, Rendufe e Vilar do Monte 111 471

Navió e Vitorino dos Piães 114 713

Total – 3 574 260

Valença

Boivão 89 081

Cerdal 98 527

Fontoura 86 886

Friestas 64 239

Ganfei 79 711

São Pedro da Torre 75 955

Verdoejo 64 638

União das freguesias de Gandra e Taião 101 896

União das freguesias de Gondomil e Sanfins 107 783

União das freguesias de São Julião e Silva 98 331

União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão 151 732

Total – 1 018 779

Viana do Castelo

Afife 88 075

Alvarães 97 039

Amonde 70 276

Anha 94 108

Areosa 130 770

Carreço 92 969

Castelo do Neiva 98 317

Darque 161 735

Freixieiro de Soutelo 80 055

Lanheses 82 801

Montaria 113 145

Mujães 75 989

São Romão de Neiva 75 903

Outeiro 90 341

Perre 103 410

Santa Marta de Portuzelo 113 917

Vila Franca 82 255

Vila de Punhe 86 174

Chafé 94 565

Barroselas 112 238

Carvoeiro 86 746

Cardielos 76 435

Serreleis 74 417

União das freguesias de Geraz do Lima (Santa Maria, Santa Leocádia e Moreira) e Deão 135 808

Mazarefes 76 598

Vila Fria 80 887

União das freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda 122 053

União das freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã 117 134

União das freguesias de Torre e Vila Mou 84 043

União das freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela 390 177

Total – 3 188 380

Vila Nova de Cerveira

Cornes 82 843

Covas 126 427

Gondarém 89 473

Loivo 84 647

Mentrestido 79 611

Sapardos 84 518

Sopo 98 745

União das freguesias de Campos e Vila Meã 107 843

União das freguesias de Candemil e Gondar 99 868

União das freguesias de Reboreda e Nogueira 98 730

União das freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe 107 354

Total – 1 060 059

Total – Distrito de Viana do Castelo 20 269 197

O conteúdo Saiba quanto vai receber a sua freguesia do Orçamento do Estado aparece primeiro em O MINHO.

Dallo specialty al cold brew, un lessico per capire come cambia il caffè che beviamo

13 October 2026 at 03:45

Sul sacchetto c’è scritto «Etiopia, Yirgacheffe, naturale, note di pesca e gelsomino». Al banco si può ordinare un espresso oppure un filtro, chi lo prepara parla di ricetta e di rapporto di estrazione. Il caffè ha acquisito un vocabolario che racconta molte più cose della miscela e della tostatura. Per leggerlo conviene partire da ciò che accade alla pianta, seguire il chicco fino alla torrefazione e arrivare, infine, alla tazza.

Specialty. È la parola più usata e forse quella che ha bisogno di più cautela. Per anni è stata associata soprattutto ai caffè che ottenevano almeno 80 punti su 100 in assaggio. La Specialty Coffee Association oggi propone una definizione più ampia: il valore di un caffè comprende caratteristiche sensoriali, ma anche informazioni su origine, produttore e lavorazione. «Specialty» da solo dice poco; diventano interessanti le informazioni verificabili che lo accompagnano.

Origine, singola origine, microlotto. L’origine può indicare un Paese, una regione, una cooperativa o una singola azienda agricola: livelli di precisione molto diversi. Singola origine segnala che il caffè proviene da un’area dichiarata, ma non garantisce che sia stato coltivato in un’unica fattoria. Microlotto indica una partita tenuta separata dalle altre, spesso per parcella, raccolta o lavorazione. È sempre una descrizione della tracciabilità, non un voto di qualità.

Arabica, Robusta e varietà. Arabica e Robusta sono i nomi comuni delle due specie più diffuse nella coltivazione, rispettivamente Coffea arabica e Coffea canephora. All’interno di ciascuna esistono molte varietà, con caratteristiche agronomiche diverse: per questo leggere «Arabica» non equivale a conoscere la varietà, così come leggere «uva» non equivale a conoscere il vitigno. Robusta ha spesso più caffeina e solidi solubili, ma liquidarla automaticamente come caffè scadente significa ignorarne la diversità genetica e il lavoro di selezione.

Lavato, naturale, honey. Sono parole che descrivono la lavorazione del frutto dopo la raccolta. Nel metodo lavato si rimuovono polpa e mucillagine prima dell’essiccazione del seme. Nel naturale il frutto viene essiccato intero. Nel metodo honey si toglie la buccia e si lascia una parte della mucillagine durante l’essiccazione: non viene aggiunto miele. Le lavorazioni possono influire sul profilo della tazza, ma non permettono di prevederne il sapore senza considerare materia prima, fermentazione, essiccazione e tostatura.

Anaerobico. Indica una fermentazione condotta limitando o escludendo l’ossigeno. È diventato un termine visibile sulle confezioni perché alcune lavorazioni producono profili aromatici molto riconoscibili. Non designa però una ricetta unica: durata, contenitore e passaggi successivi possono cambiare da produttore a produttore. Se un caffè è presentato soltanto come «anaerobico», manca ancora una parte della storia.

Tostatura chiara, media, scura. Descrivono quanto il chicco viene sviluppato attraverso il calore. Sono indicazioni utili, ma senza una scala condivisa sulla confezione restano relative: «media» per una torrefazione può apparire «chiara» per un’altra. La data di tostatura, invece, è un’informazione concreta. Aiuta a capire quando il caffè è stato preparato per la vendita, pur senza stabilire da sola il momento perfetto per consumarlo.

Note di degustazione. «Pesca», «cioccolato» o «gelsomino» descrivono richiami percepiti nell’aroma e nel sapore: non sono, salvo diversa indicazione, ingredienti aggiunti. Sono un invito a cercare somiglianze, non la promessa che ogni persona sentirà esattamente la stessa cosa. La ruota degli aromi della Specialty Coffee Association serve proprio a dare un linguaggio comune all’assaggio.

Acidità. Nel lessico dell’assaggio indica una sensazione gustativa che può ricordare gli agrumi o altra frutta. Può contribuire alla vivacità di una tazza; quando risulta sgradevole, è sensato dirlo senza sentirsi in difetto. Va tenuta distinta sia dall’idea generica di «caffè acido» sia dall’intensità della bevanda: un caffè molto concentrato non è necessariamente meno acido.

Espresso, filtro, ricetta. Espresso e filtro sono modi di preparare la bevanda, non categorie di chicchi. In caffetteria la ricetta specifica, fra le altre cose, definisce quanti grammi di macinato si usano e quanta bevanda si ottiene. Un rapporto di 1:2 nell’espresso significa, per esempio, 18 grammi di caffè macinato per circa 36 grammi di bevanda. È una proporzione diffusa, non una norma obbligatoria: serve al barista per ripetere e correggere il risultato.

Estrazione. È il processo con cui l’acqua porta nella bevanda una parte delle sostanze contenute nel caffè macinato. Permette di capire perché macinatura, quantità di caffè e acqua, temperatura e tempo cambino il sapore. Concentrazione ed estrazione non sono la stessa misura: la prima riguarda quanto è intensa la bevanda, la seconda quanta parte del macinato è passata in tazza.

Differenza tra estrazione e corpo. L’estrazione è il passaggio delle sostanze del caffè macinato nell’acqua. Il corpo è invece una sensazione tattile in bocca, legata alla consistenza della bevanda. Sono due concetti che si incontrano nella preparazione, ma non sono sinonimi: una tazza può essere concentrata e avere un equilibrio gustativo poco convincente. Dose, acqua, macinatura e tempo incidono sul risultato.

Cupping. È una procedura di assaggio comparativo usato dai professionisti per valutare i caffè con una preparazione controllata. Il sistema di valutazione aggiornato della Specialty Coffee Association distingue la descrizione di ciò che si percepisce dal giudizio sulla qualità. È una distinzione utile anche fuori dalle sessioni professionali: dire che un caffè ricorda la frutta fermentata descrive una sensazione; dire che quella sensazione è piacevole esprime una preferenza. Per realizzare la comparazione si preparano più campioni secondo condizioni controllate per descriverne e valutarne le caratteristiche: il caffè viene assaggiato con un cucchiaio e aspirato con decisione per distribuirlo in bocca.

Cold brew. È caffè preparato con acqua fredda o a temperatura ambiente e tempi di infusione lunghi. Non coincide con un caffè estratto caldo e poi versato sul ghiaccio. La differenza nel procedimento può cambiare ciò che si percepisce in tazza, ma l’etichetta «cold brew» non garantisce da sola che la bevanda sia dolce o poco acida: contano anche il caffè scelto, la concentrazione e la ricetta.

Flat white. Espresso e latte montato con una schiuma fine, integrata alla parte liquida. Si serve in una tazza generalmente più piccola di quella del caffellatte, ma non esiste una proporzione identica in tutte le caffetterie. Se il nome da solo non basta a scegliere, la domanda utile è: quanto latte c’è rispetto al caffè?

Cortado. Espresso «tagliato» con una piccola quantità di latte caldo. Anche qui dimensioni e proporzioni cambiano da locale a locale. L’idea, rispetto al flat white, è che il latte accompagni il caffè senza diventare la parte prevalente della bevanda.

Q Grader. È un professionista che ha ottenuto una qualifica per la valutazione del caffè. Non è sinonimo di barista né un titolo che si acquisisce dichiarando di avere un buon palato: richiede formazione ed esami. Il programma attuale è gestito dalla Specialty Coffee Association e usa il suo sistema di valutazione, che considera caratteristiche fisiche e sensoriali del caffè.

Chemex. È il nome di una caffettiera in vetro per il caffè filtro. Il macinato si mette in un filtro di carta nella parte superiore; l’acqua attraversa il caffè e la bevanda si raccoglie nella caraffa sottostante. Dire «un Chemex» indica dunque lo strumento e, per estensione, il caffè preparato con quello strumento.

V60. È un portafiltro conico prodotto da Hario: vi si inseriscono un filtro di carta e il caffè macinato, poi si versa l’acqua dall’alto. Fa parte dei metodi pour over, nei quali chi prepara il caffè controlla anche il modo e il ritmo del versamento. V60 e Chemex appartengono entrambi alla famiglia del caffè filtro, ma sono strumenti diversi.

Bloom. È la prima breve bagnatura del caffè macinato, prima di versare il resto dell’acqua in una preparazione filtro. In questa fase il macinato può gonfiarsi e liberare gas, soprattutto se la tostatura è recente. Nelle ricette per V60 è spesso prevista una pausa di alcune decine di secondi. È un passaggio della preparazione, non una qualità del chicco.

French press. È la caffettiera a stantuffo. Il macinato resta a contatto con l’acqua per il tempo scelto; poi uno stantuffo con filtro separa gran parte dei fondi dalla bevanda. A differenza di V60 e Chemex, qui l’acqua non viene fatta passare progressivamente attraverso un letto di caffè: il metodo si basa sull’infusione.

Syphon, o siphon. È una caffettiera composta da due recipienti, spesso di vetro. Il calore spinge l’acqua verso la camera superiore, dove incontra il caffè; quando la fonte di calore viene rimossa, la bevanda torna nel recipiente inferiore passando attraverso un filtro. La preparazione è scenografica, ma ciò che la definisce è il funzionamento dello strumento.

L'articolo Dallo specialty al cold brew, un lessico per capire come cambia il caffè che beviamo proviene da Linkiesta.it.

Governo ‘dá’ 667 milhões aos municípios do Minho: Guimarães é quem mais recebe

12 October 2026 at 16:05

Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.

De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).

No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.

Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).

No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.

Distrito de Braga

Amares – 15.472.638 euros

Barcelos – 67.430.659 euros

Braga – 69.847.301 euros

Cabeceiras de Basto – 18.095.387 euros

Celorico de Basto – 20.663.455 euros

Esposende – 17.478.545 euros

Fafe – 35.793.572 euros

Guimarães – 75-661.898 euros

Póvoa de Lanhoso – 17.123.023 euros

Terras de Bouro – 13.095.503 euros

Vieira do Minho – 14.698.923 euros

Vila Nova de Famalicão – 59.355.925 euros

Vila Verde – 34.784.838 euros

Vizela – 14.125.160 euros

Total – 473.626.827 euros

Distrito de Viana do Castelo

Arcos de Valdevez – 26.517.721 euros

Caminha – 12.699.506 euros

Melgaço – 12.855.327 euros

Monção – 18.027.381 euros

Paredes de Coura – 12.996.839 euros

Ponte da Barca – 14.202.199 euros

Ponte de Lima – 32.224.516 euros

Valença – 12.492.641 euros

Viana do Castelo – 39.246.384 euros

Vila Nova de Cerveira – 12.183.265 euros

Total: 193.445.779 euros

O conteúdo Governo ‘dá’ 667 milhões aos municípios do Minho: Guimarães é quem mais recebe aparece primeiro em O MINHO.

Carrinha choca contra outra estacionada na berma na variante Fafe-Guimarães

12 October 2026 at 12:05

Uma carrinha de caixa aberta embateu violentamente contra outra, estacionada na berma, enquanto eram realizados trabalhos de limpeza, na Estrada Nacional 206, em Golães, Fafe.

O acidente deu-se no sentido Fafe-Guimarães, naquela que é conhecida como a variante entre as duas cidades.

Ao que O MINHO apurou no local, a carrinha que estava em movimento estaria a ser ultrapassada por um camião, obrigando-a a encostar mais à direita.

Carrinha choca contra outra estacionada na berma na variante Fafe-Guimarães
Foto: Ivo Borges / O MINHO

Foi então que se deu o choque com a carrinha, pertencente à empresa que estava a fazer limpezas na via, que não estaria sinalizada.

Carrinha choca contra outra estacionada na berma na variante Fafe-Guimarães
Foto: Ivo Borges / O MINHO

Apesar do aparato, não há feridos a registar.

A GNR registou a ocorrência.

O conteúdo Carrinha choca contra outra estacionada na berma na variante Fafe-Guimarães aparece primeiro em O MINHO.

Fafe: Bombeiros resgatam gato bebé de uma sarjeta

11 October 2026 at 22:44

Os Bombeiros de Fafe resgataram este domingo um gato bebé que miava insistentemente desde a manhã numa sarjeta, em Moreira de Rei, concelho de Fafe.

O gato, que estava muito assustado, foi retirado sem ferimentos, depois de elementos dos bombeiros terem entrado no labirinto de tubos subterrâneos.

Fafe: Bombeiros resgatam gato bebé de uma sarjeta
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Fafe: Bombeiros resgatam gato bebé de uma sarjeta
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Fafe: Bombeiros resgatam gato bebé de uma sarjeta
Foto: Ivo Borges / O MINHO

No local estiveram cinco operacionais dos Bombeiros de Fafe.

O conteúdo Fafe: Bombeiros resgatam gato bebé de uma sarjeta aparece primeiro em O MINHO.

Colisão entre motociclo e veículo ligeiro deixa um ferido grave em Brufe

10 October 2026 at 13:18
Foto: Bombeiros voluntários de Famalicão

Uma colisão entre um motociclo e um veículo ligeiro de passageiros provocou, ao final da manhã deste sábado, um ferido grave na Estrada Nacional 206, na localidade de Brufe.

Foto: Bombeiros voluntários de Famalicão

O alerta para o acidente foi dado pelas 11h07, mobilizando de imediato os meios de socorro para o local. A vítima grave foi assistida e estabilizada pelas equipas de emergência e transportada posteriormente para o Hospital de Famalicão. Segundo os Bombeiros Voluntários de Famalicão, os trabalhos de prestação de socorro envolveram o apoio direto da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Famalicão, que tomou conta da ocorrência e procedeu ao controlo do trânsito na via.

Se gostou do que leu e ainda não é seguidor, siga a nossa página para ver mais conteúdos!

————————————————–
© 2026 Os Monhacas. Todos os direitos reservados.
Este é um projeto independente de criação de conteúdos.
Se gostou do que leu e ainda não é seguidor, siga a nossa página para ver mais conteúdos!
————————————————–

Por: Dino Frazão
Data: 10 de Outubro de 2026

O conteúdo Colisão entre motociclo e veículo ligeiro deixa um ferido grave em Brufe aparece primeiro em OS MONHACAS.

Fafe: Tribunal limita a uma hora emissão de música no campo de futebol do Cepanense

10 October 2026 at 11:42

O Tribunal da Relação de Guimarães suspendeu a emissão de música no campo de futebol da Associação Sociedade de Recreio Cepanense, em Cepães, Fafe, com exceção do período de uma hora antes de cada jogo que aí tenha lugar e ainda durante cerca de 10 minutos, na manhã do jogo, para testar o sistema de som, sempre com as colunas viradas para o interior do campo e na direção contrária à casa do cidadão que se queixou.

“Permitindo a Sociedade Recreativa, música antes, no intervalo e após os jogos, proveniente de colunas de som instaladas no exterior do campo de futebol que lhe pertence nos dias dos jogos que têm lugar nesse campo, que se encontra situado na proximidade da casa de António M., o que afeta o seu bem-estar e repouso, tanto mais que o mesmo sofre de diversas patologias, designadamente cardíacas, tal emissão de som viola os seus direitos de personalidade”, diz, o acórdão, proferido em setembro.

Os juízes desembargadores acentuam, ainda, que, “tem o Autor direito à suspensão parcial dessa emissão, limitando-se a mesma a uma hora de música antes do jogo, sempre com as colunas viradas para o campo e na direção contrária à da casa, pois tal será suficiente para dar publicidade à realização do jogo, no interesse da coletividade, sendo excessivo, tendo em conta o princípio da proporcionalidade, o pedido no sentido da total cessação do mencionado ruído”.

Padece de várias doenças

O cidadão, pedia, na ação, a título principal, a condenação à não emissão de som por parte da Associação proveniente de colunas de som instaladas no exterior ou qualquer outro bem similar em termos de sonoridade, nos dias de jogo, aos fins de semana, ou mesmo à semana, ou em qualquer outro evento desportivo ou não desportivo, organizado ou não, que ocorra no prédio onde se encontra o campo de jogos, o bar, e as bancadas, na sua sede”.

O pedido foi rejeitado pelo Tribunal de Fafe pelo que o cidadão recorreu para a Relação de Guimarães.

Na ação, António M. dizia que, antes, durante e após os jogos de futebol do campeonato distrital da 1ª Divisão da Associação de Futebol de Braga, “pessoas a mando do Cepanense, colocam música via telemóvel com saída em duas colunas de som, regularmente, sendo que os jogos têm normalmente o seu início pelas 15 horas”.

Salientou que tem 64 anos de idade, e está reformado por invalidez, padecendo de diversas doenças, cardíacas, renais e diabéticas.

O conteúdo Fafe: Tribunal limita a uma hora emissão de música no campo de futebol do Cepanense aparece primeiro em O MINHO.

Lagoa | Exposição Fotográfica ‘Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado’

9 October 2026 at 19:23

O Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe a Exposição Fotográfica Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado, que ficará patente de 13 de outubro a 30 de novembro. A entrada é gratuita. A Pedra do Valado integra um dos maiores recifes rochosos costeiros de baixa profundidade em Portugal, estendendo-se ao […]

Municípios do Ave apoiam criação da Área Metropolitana do Minho

9 October 2026 at 15:22

O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Ave aprovou, hoje, por unanimidade, uma proposta de compromisso que manifesta o apoio político dos municípios do Ave ao processo de criação da futura Área Metropolitana do Minho.

Em comunicado, a CIM do Ave explica que “o compromisso prevê a união de esforços e o desenvolvimento dos diálogos institucionais necessários à convergência estratégica, que permita aportar novas ferramentas e novas oportunidades de valorização de toda a região”.

A deliberação expressa ainda “a vontade de trabalhar em conjunto, ultrapassando fronteiras administrativas, para que o Minho tenha uma voz única, forte e representativa junto dos centros de decisão nacionais e europeus”.

Na fundamentação da proposta, o Conselho Intermunicipal sublinha a relevância económica e exportadora do Minho e defende que uma escala de cooperação mais ampla poderá contribuir para a modernização dos territórios e para a melhoria da qualidade de vida das populações.

A posição é assumida pelos oito municípios que integram a CIM do Ave: Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela.

A criação da Área Metropolitana do Minho foi oficialmente lançada a 21 de julho, pelos presidentes das câmaras de Braga e Guimarães.

A CIM do Cávado já tinha manifestado “apoio político inequívoco” à criação da Área Metropolitana do Minho.

O conteúdo Municípios do Ave apoiam criação da Área Metropolitana do Minho aparece primeiro em O MINHO.

Fafe promove iniciativas sobre saúde mental

8 October 2026 at 15:42

A Divisão de Coesão Social e do Grupo Municipal de Saúde Mental de Fafe divulgou hoje um programa para o mês de outubro com várias atividades de reforço da literacia em saúde mental.

São também objetivos deste programa a promoção da participação da comunidade e valorização do trabalho em rede com parceiros locais, destacando-se o Dia Mundial da Saúde Mental marcado para sábado, onde, ao longo do dia, estarão presentes diferentes entidades e projetos na Casa da Cultura e na Biblioteca Municipal de Fafe, procurando dar a conhecer o trabalho realizado durante o ano.

Fafe promove iniciativas sobre saúde mental
Fafe promove iniciativas sobre saúde mental 2

O Grupo Municipal de Saúde Mental de Fafe assinala este ano o seu terceiro ano de atividade.

O conteúdo Fafe promove iniciativas sobre saúde mental aparece primeiro em O MINHO.

Ovelhas e cabras ajudam a manter campos de golfe em Silves

By: Lusa
6 October 2026 at 10:24

O rebanho de André Gonçalves controla a vegetação no Amendoeira Golf Resort. A parceria reduz gastos de limpeza e dá ao pastor uma fonte gratuita de alimento.

O conteúdo Ovelhas e cabras ajudam a manter campos de golfe em Silves aparece primeiro em Barlavento.

ZFE : le 8 octobre, les députés revotent — et Lyon verbalise déjà à 68 euros

Rejeté à deux voix près en commission le 30 septembre, censuré une première fois par le Conseil constitutionnel, le dispositif des zones à faibles émissions continue de frapper les automobilistes. À Lyon, les contraventions de 68 euros pour une voiture et 135 euros pour un poids lourd ou un autocar sont effectives depuis le 1er juillet. Le 8 octobre, les députés examineront à nouveau une proposition de suppression. Liberté de circuler contre bureaucratie : la norme survit à ses propres désaveux.

ZFE : le 8 octobre, les députés revotent — et Lyon verbalise déjà à 68 euros
LE COURRIER
DES STRATÈGES
Restez libre !
ZFE : le 8 octobre, les députés revotent — et Lyon verbalise déjà à 68 euros

LA NEWSLETTER · GRATUITE

Le Courrier,
chaque matin.

L'essentiel de l'actualité, passé au crible par les cinq plumes du Courrier. Dans votre boîte, chaque jour ouvré.

Gratuit. Vous restez libre de partir quand vous voulez.

JE M'INSCRIS lecourrierdesstrateges.fr
lecourrierdesstrateges.fr
Restez libre !

Depuis le 1er juillet 2026, la Métropole de Lyon applique la verbalisation dans sa zone à faibles émissions. Les véhicules Crit’Air 3, 4, 5 et non classés risquent 68 euros d’amende forfaitaire pour une voiture particulière ou un utilitaire léger, et 135 euros pour un poids lourd ou un autocar, selon le code de la route. Une quarantaine d’agglomérations appliquent déjà une ZFE. En Île-de-France, les sanctions sont reportées au 1er janvier 2027.

ZFE : le 8 octobre, les députés revotent — et Lyon verbalise déjà à 68 euros
LE COURRIER
DES STRATÈGES
Restez libre !

ABONNEMENT

Allez au fond
des choses.

Deux grands formats par jour. Les cinq plumes du Courrier. La série Sécession, le dimanche.

Le monde commente. Vous, vous comprenez.

S'ABONNER lecourrierdesstrateges.fr
lecourrierdesstrateges.fr
Restez libre !

Une norme qui survit à ses propres désaveux

Le 30 septembre, la commission du développement durable de l’Assemblée nationale a rejeté par 21 voix contre 19 la proposition de loi de Pierre Meurin visant à abroger les zones à faibles émissions-mobilité. Le texte sera néanmoins examiné dans l’hémicycle le 8 octobre, lors de la journée réservée au groupe RN.

Examen puis rejet de la proposition de loi visant à abroger les zones à faibles émissions-mobilités
Mercredi 30 septembre 2026 matin, la commission du développement durable a examiné puis rejeté la proposition de loi visant à abroger les zones à faibles émissions-mobilités.

Le dispositif avait déjà été adopté dans le cadre de la loi de simplification de la vie économique, avant d’être censuré le 21 mai 2026 par le Conseil constitutionnel, non sur le fond, mais parce que la disposition était dépourvue de lien suffisant avec le texte initial. La ZFE lyonnaise reste donc en vigueur.

ZFE : Le grand retour de manivelle des Sages, par Élise Rochefort
Ne dites plus « C’est la fin des Zones à Faibles Émissions ». Par une décision n°2026-903 DC rendue hier, le 21 mai 2026, le Conseil constitutionnel a purement et simplement torpillé l’article 37 de la loi de simplification de la vie économique. Le texte prévoyait l’abrogation

Le député RN Pierre Meurin affirme que les ZFE « excluent 15 millions de Français ». Ce chiffre relève de son argumentaire et doit être attribué comme tel. De son côté, le député LFI Sylvain Carrière a jugé les ZFE « profondément injustes », tandis que Vincent Thiébaut (Horizons) refuse une suppression sans développement préalable des transports collectifs.

ZFE : le 8 octobre, les députés revotent — et Lyon verbalise déjà à 68 euros
LE COURRIER
DES STRATÈGES
Restez libre !

TELEGRAM · L'INFO EN CONTINU

Entre deux éditions,
le fil.

La newsletter vous donne le matin. Le fil vous donne l'instant.

Gratuit, et en continu.

REJOINDRE LE FIL t.me/resterlibre
t.me/resterlibre
Restez libre !

À Lyon, la contestation devient une facture

Pendant que les parlementaires discutent, à Lyon, la verbalisation a commencé le 1er juillet : 68 euros pour une voiture, 135 euros pour un poids lourd ou un autocar. Le premier montant correspond à l'amende forfaitaire des contraventions de troisième classe. En Île-de-France, les sanctions sont repoussées au 1er janvier 2027. Le montant de la sanction dépend donc de l'adresse, et du calendrier que chaque exécutif local a choisi. Les contrôles sont actuellement effectués par les polices municipale et nationale.

Non, les ZFE ne sont pas imposées par l’Union Européenne
Par Elise Rochefort Les zones à faibles émissions (ZFE) sont régulièrement présentées comme une obligation venue de Bruxelles. La réalité juridique est différente. Aucun texte européen n’impose aux États ni aux villes de créer une ZFE. Ce que le droit de l’Union impose, ce sont des résultats : le

Le 2 octobre, Pierre Chasseray (40 millions d'automobilistes) et l'écrivain Alexandre Jardin ont écrit aux députés pour dénoncer un « système absurde, punitif et profondément injuste ». Ils promettent de publier le vote de chaque élu et de le faire connaître aux électeurs de sa circonscription. Au-delà des affrontements partisans, une question demeure : combien de temps une réglementation contestée jusque dans ses effets sociaux peut-elle continuer à s’imposer avant que le législateur ne tranche clairement ? Quel que soit le résultat du 8 octobre, les automobilistes resteront soumis à un calendrier qui leur échappe. Les élus locaux fixent les dates de sanction, le Parlement débat des principes. Entre les deux, la facture arrive à l'automobiliste.

ZFE : le 8 octobre, les députés revotent — et Lyon verbalise déjà à 68 euros
LE COURRIER
DES STRATÈGES
Restez libre !

TIPS · SANS ABONNEMENT

Offrez-nous
un café.

Un média libre vit de ses lecteurs. Un pourboire ponctuel, sans compte ni engagement, quand le cœur vous en dit.

Vous donnez ce que vous voulez. Vous restez libre.

LAISSER UN POURBOIRE merci !
lecourrierdesstrateges.fr
Restez libre !

Socialist Mayor Mamdani: Government’s Job Is to Deliver ‘Whatever You Need’ for a Dignified Life

By: SGT
6 October 2026 at 02:00
by Scott McClallen, Townhall: New York Mayor Zohran Mamdani claims that the American Dream is dead for many Americans. When talking to podcast host and comedian Theo Von, Mamdani compared achieving the American Dream to playing the lottery. Von said: “It used to feel like if you did enough work, you did this, and you did these […]

This Fossil Predates Dinosaurs by 300 Million Years — and Scientists Still Aren’t Sure What It Was

24 September 2026 at 17:06
Finding fossils usually means months of fieldwork, a hammer, and a lot of patience. In Finnmark, Norway’s northernmost region, it took none of that. According to the University of Cambridge, a cluster of rocks had broken loose from a cliff above a sheep field. When they split open on landing, they exposed a fossil of […]

« Axe arabo-hébreu-occidental »

15 September 2026 at 18:04
PNG - 7.3 kio

Dans les médias officiels iraniens tout comme dans la rhétorique gouvernementale, cette expression désigne l'ennemi du moment, à savoir la coalition formée par de nombreux pays occidentaux, dont les États-Unis, Israël et plusieurs régimes arabes, notamment les signataires des accords Abraham (Émirats arabes unis, Bahreïn, Maroc et Soudan), qui normalisent leurs relations avec Tel-Aviv. Cette expression avait déjà cours durant la guerre contre l'Irak (1980-1988), Bagdad étant alors soutenu par Washington et les monarchies du Golfe.

Voir en ligne : /mav/209/A/69927

O erro de beber café ao acordar e o motivo por que provoca cansaço à tarde

10 September 2026 at 10:52
O hábito de beber café ao acordar pode estar a causar o cansaço à tarde. Entenda o papel do cortisol e da adenosina e saiba quando tomar a primeira chávena. Beber café ao acordar é um erro biológico porque coincide com o pico natural de cortisol, a hormona responsável por manter o corpo desperto e […]

The Thief Who Wanted to Save the World

8 September 2026 at 11:00
illustration of city at night with two red silhouette figures and a van in the foreground

Matthew Wolfe | The Atavist Magazine | August 2026 | 2,275 words (8 minutes)

This is an excerpt from issue no. 179, “The Bleeding Hearts.”


On the evening of December 22, 2013, an armored van packed with cash made its rounds through the regal streets of Vienna. The city’s elegant Baroque buildings were trimmed with glinting strings of lights; Christmas markets sold spiced glühwein on cobbled squares. A little after midnight, as the festivities quieted, the van, operated by the security company Loomis, stopped at a walk-up ATM on a desolate stretch of storefronts. Two guards stepped out, entered a room-size vestibule behind the machine, and commenced replenishing the ATM with cash. A minute later, two figures wearing black balaclavas and carrying handguns emerged from the shadows and followed the guards inside.

The pair ordered the guards onto the ground and handcuffed them. After snatching the keys to the armored van, one of them unlocked the vehicle and began stuffing crisp bank notes into black duffel bags. The thieves then checked the street for witnesses and disappeared into the night with nearly three million euros.

The Atavist, our sister publication, publishes one deeply reported, elegantly designed story each month. Support The Atavist by becoming a member.

It was the largest armed robbery in Austrian history. The heist had been near perfectly executed, revealing intimate knowledge of Loomis’s anti-theft procedures—perfect, that is, except for one small oversight. The thieves didn’t realize that the ATM had a security camera that automatically took photos of the street whenever it was being restocked. The images were blurry, but they revealed that the perpetrator who climbed into the van was short enough to stand upright without hitting their head. Detectives decided that it was almost certainly a woman.

They soon homed in on a former Loomis employee, Tamara S., who, when she worked for the company, had scheduled the routes and was only five feet three inches tall. On the morning of January 10, 2014, federal police raided Tamara’s apartment and arrested her. Initially she denied any involvement in the robbery, but eventually she confessed. Investigators were stunned when she named her accomplice. The man she claimed had masterminded the job was one of their own: Gabriel E., a former officer in the city’s WEGA unit, the Viennese equivalent of SWAT.

The next day, a team that included some of Gabriel’s former colleagues raided his upscale apartment and placed him under arrest. Unlike Tamara, Gabriel confessed right away. When detectives asked why he had committed such an audacious crime, he replied that he hadn’t stolen the money for himself. He’d done it for the children of Africa; he planned to build an orphanage there.

It sounded absurd—the kind of desperate lie a thief might invent to deflect blame or ameliorate punishment—but it was very much the truth.

“Wouldn’t it be right,” Gabriel asked, “to steal something from a bank and give it to the poor?”

Austrians have a reputation, even among themselves, as scrupulous rule followers. In Vienna it’s rare to glimpse people jaywalking, and the city’s subway runs on an honor system. An Austrian friend suggested that this predilection had its roots in the country’s imperial past. From its power center in Austria, the Hapsburg monarchy ruled enormous portions of Europe for six centuries with the help of a dizzyingly complex bureaucracy. The compulsion to follow rules even a hundred years after the Hapsburgs lost power, my friend explained, was like the twitching of empire’s phantom limb. (Austria is also a very private country; the media don’t report the full names of people involved in criminal cases, a practice I’m abiding by too.)

As a police officer, Gabriel had been an enforcer of rules in a rule-bound society, making his crime all the more perplexing. His family told me that he was staunchly law-abiding, and had never incurred so much as a speeding ticket. In retrospect, however, they realized that there had been hints of where he was headed. He always loved to give things: presents to his three children, donations to charity, food to people begging in the street. After leaving the police force and starting a private-security business, he became wealthy, only to grow conspicuously ascetic, donating increasingly large amounts of money and possessions. By the time he was arrested, he’d sold his Audi and his Rolex, and he was down to almost his last suit. When police raided his home, they found bags filled with clothes purchased from H&M that Gabriel planned to give away.

*The Atavist is using pseudonyms for Gabriel’s family members.

Gabriel’s son Florian* recalled that the summer before the Loomis heist, his father had posed a curious hypothetical. “Wouldn’t it be right,” he asked, “to steal something from a bank and give it to the poor?” Florian, who was studying to become a police officer himself, disagreed, and his father dropped the issue.

Still, to idly philosophize about such a crime was one thing. To actually do it—to fashion oneself into a twenty-first-century Robin Hood—was another.

After his arrest, Gabriel was remanded to Vienna’s largest and most forbidding jail, Josefstadt. When I visited him there in 2014, I expected to encounter someone solemn and morally serious—a grim-faced saint. But when Gabriel entered the room, he radiated the warm excitement of a Labrador retriever. A tall, fit man of 50 with fetching salt-and-pepper stubble, Gabriel was wearing a cerulean-blue hoodie, clear-plastic-rimmed glasses, and a beaded necklace. He looked less like a former law enforcement officer than a hip Los Angeles dad. We sat down, and without hesitation Gabriel, still the inveterate benefactor, offered me exactly what I wanted: an explanation of how he’d gotten into this mess.

Gabriel’s childhood, he told me, had been shaped by “gruesomeness.” He was raised in Tyrol, Austria’s bucolic eastern province, by an alcoholic father given to punching his two sons. Gabriel and his elder brother eventually came under the care of their grandmother, who as punishment would regularly lock them in a darkened closet. “I had a very fucking childhood,” he told me in emphatic, accented English, omitting an adjective but still making the point. (After our first encounter, I would meet with Gabriel several times in the ensuing decade and communicate with him by letter, phone, and email.)

The two siblings both went into law enforcement, Gabriel in Vienna, where he hoped to help others in desperate situations, and his brother in the state police. Athletic and competitive, Gabriel quickly made the famed Wiener Einsatzgruppe Alarmabteilung (WEGA), the Vienna police department’s most expertly trained unit. Despite his severe upbringing, Gabriel was by nature cheerful. Every WEGA operation, as he saw it, was a new problem to be solved through hard work and an upbeat attitude.

One afternoon in 1994, Gabriel told me, his WEGA squad was tasked with busting up a drug deal in Vienna’s Fifteenth District, which at the time was the city’s seediest neighborhood. When the team moved to make an arrest, the seller, an African immigrant, bolted. Gabriel pursued him, shouting for the man to stop and firing his pistol in the air. As he closed in, the suspect turned and pulled out his own handgun. The two men exchanged fire, hitting each other in the thigh. Gabriel tackled the dealer and, following a short, bloody wrestling match, overpowered him. The pair shared an awkward ambulance ride to the hospital.

The shooting put Gabriel’s relentless positivity to the test. He endured months of physical therapy to regain the use of his leg. When he returned to work, he transitioned out of WEGA. After a brief, unhappy stint as a traffic cop, he left the force entirely. In 2001, he started his own private-security company, specializing in investigations of corporate theft. He gave it an English name: Service of Secrecy. The early years were lean as Gabriel struggled against larger competitors, but as word of his talents spread, the business thrived.

Gabriel occasionally found himself thinking about the man who’d shot him. He saw him only one additional time, in court, and knew little of his past—not even which country he was from. But at some point, Gabriel learned that the man was an asylum-seeker, as were so many African immigrants in Austria. They’d begun arriving in the country in the 1990s, fleeing civil wars and ailing economies. Gabriel wondered what the man’s life had been like back home, what he was running from.

In 2006, Gabriel told me, he had an opportunity to visit Africa himself; a client had recommended him to authorities in the Central African nation of Gabon, which was interested in creating its own version of WEGA. He told me he flew down for an interview with the defense minister, Ali Bongo, the son of the country’s notoriously corrupt authoritarian president, Omar Bongo, and was offered a lucrative multiyear consulting contract. Gabriel didn’t love the idea of working for a despot, but he had a family to support. And at the end of the day, someone was going to train the country’s police. Why not him? Gabriel accepted the job.

He commuted between Gabon and Austria every few weeks. During his trips to Gabon, he told me, he spent much of his time touring the countryside, where Bongo wanted to establish an array of military bases. The poverty Gabriel witnessed shocked him. By African standards Gabon was wealthy, mainly due to its coastal oil reserves. In the capital, Libreville, a former French colonial port, supermarkets stocked expensive Bordeaux and Roquefort cheese. But the wealth was unequally distributed. “People lived in huts without ANYTHING,” Gabriel wrote to me in 2015. “Yet merely one hundred meters further I could see pompous buildings with inconceivable luxury.” The experience, he added, “completely overwhelmed me.”

Gabriel began to feel guilty about the money he made, which had bought him a posh apartment and car. He responded to his unease with an energetic program of handouts. Gabriel had been raised Catholic and later joined a Pentecostal church. He told me that charity was an important part of his faith. He decided to give money to destitute Gabonese. There was no formal plan; when he encountered someone in need—particularly single mothers and people requiring medical care they couldn’t afford—he gave them whatever cash he had.

Back in Vienna, Gabriel’s family was growing. Following an amicable divorce, he had remained close with his first wife, Sabine, with whom he had two children, Julia and Florian. He remarried a woman who taught French—helpful for his work in Gabon, where French is the official language—and, in 2012, she gave birth to his third child. Domestic life was good. But the feeling that plagued Gabriel abroad persisted at home. Soon he began filling the trunk of his car with clothes, toys, appliances, and other items, then driving east to Romania, where he’d stop in poor villages and give it all away. Sometimes he took his two elder children, who by then were teenagers and growing concerned about Gabriel’s haphazard giving. (So was their mother.) But the donations, and the astonished smiles of the people who received them, never failed to make Gabriel happy. It felt more than good, he told me once. Then he paused, searching for the correct English word. “It was,” he said, “mandatory. My duty. My obligation.”

In 2009, Omar Bongo died, and his son left the ministry of defense to run for president. The new defense minister, Gabriel told me, declined to renew his contract. Although the lost income was regrettable, Gabriel was by then so consumed by his mission to help Gabon’s people that he didn’t mind. While making his ad hoc contributions to everyday Gabonese, Gabriel had begun to dream of something bigger—something that, to his mind, would be truly consequential.

His difficult upbringing had made him empathetic toward children in dire circumstances, particularly those without parents. He wanted to instill in a frightened child a durable sense of safety and security—a feeling that, growing up, he had been denied. Before leaving Gabon at the end of his consultancy, Gabriel began drawing up plans to build an orphanage there. It was to be a whole complex, in fact, where every child would have their own lodgings, painted in bright colors, and where all their needs would be met. He named the imagined community Blue Sky Village.

Back in Vienna, Gabriel began soliciting donations to make Blue Sky Village a reality. He estimated that he’d need nearly a million euros to begin the project, and he wrote dozens of letters to aid organizations and philanthropists requesting help in financing the plan. Soliciting charity, Gabriel found, was much tougher than handing it out. He received few responses. The people who did reply politely suggested that, given his lack of experience in the aid space, he donate to existing groups. But investigating corporate theft hadn’t done much for his faith in how companies managed their money. What’s more, Gabriel thought that a lot of groups wasted money on lavish fundraisers—the Viennese have a long tradition of philanthropic balls—rather than spending it on people in need. He grew angry when he thought about money being used for frivolities when children were starving and scared. “This makes me so… hateful,” he told me. The only way to know that orphans in Gabon were being saved, he thought, was to save them himself.

As he struggled to get his project off the ground, Gabriel received a call from an old WEGA colleague named Heinz, who was now working in security for Loomis. The company had suffered some recent employee thefts, and Heinz wanted Gabriel to help its Austrian branch sharpen its embezzlement protocols.

In a bleak irony, Heinz had been fired from the Viennese police in 2006, after he was accused of beating a Gambian immigrant resisting deportation. Gabriel told me that he’d heard about Heinz’s case in the media. Despite what Heinz had allegedly done, Gabriel found it easy to rationalize taking the Loomis job: The more money he earned, the more he could give away to those in need. He agreed to come on as a consultant, and the two men became friendly. Soon, Heinz introduced Gabriel to a Loomis employee named Tamara.

❌