19h. Ronaldo fica suspenso por 1 mês e paga multa de 255€


Amalia de Orange (23 años), heredera al trono de Países Bajos, fue ascendida oficialmente al rango de sargento este sábado 17 de octubre, según ha anunciado la casa real neerlandesa este lunes en un comunicado. “El ascenso tuvo lugar a bordo del velero Statsraad Lehmkuhl en el puerto de Den Helder”, ha detallado la institución, que también ha compartido varias imágenes del momento en su perfil de Instagram, incluida una en la que vuelcan un cubo de agua fría sobre Amalia como parte de la tradición naval de su “bautizo de mar”. “Según una antigua tradición, las franjas de sargento de la princesa se mojan con agua de mar”, explica el Ministerio de Defensa sobre esta imagen. “Felicidades por este hermoso hito”, ha comentado la Armada Real de los Países Bajos en la publicación de redes sociales, que también muestra un breve vídeo de la princesa haciendo el saludo militar.

© HILLE HILLINGA
Gli Stati Uniti hanno chiesto all’Italia di fornire uova per far fronte all’aumento dei prezzi che, dopo la crisi nel 2025, hanno registrato un’impennata senza precedenti. Alla base dell’emergenza americana soprattutto i focolai di influenza aviaria, che avevano provocato la perdita di milioni di galline ovaiole, riducendo l’offerta proprio mentre le famiglie continuavano ad acquistare un alimento fondamentale nella loro dieta.
Nel marzo 2025, l’amministrazione statunitense ha contattato diversi Paesi per aumentare le forniture di uova e contenere l’aumento dei prezzi sul mercato interno. Tra i territori interpellati figuravano il Veneto e la Danimarca, mentre altri accordi o iniziative di importazione hanno coinvolto Paesi come la Turchia e la Corea del Sud.
La richiesta rivolta al Veneto non è stata casuale, poiché si tratta della prima regione in Italia per produzione di uova, con circa 2 miliardi di esemplari all’anno, pari al 26% del totale nazionale. La richiesta americana è arrivata in un momento politicamente delicato. Donald Trump era tornato alla Casa Bianca da meno di due mesi, dopo aver promesso durante la campagna elettorale di ridurre il costo della vita e dei generi alimentari, e proprio le uova, diventate progressivamente più care, erano state utilizzate anche come argomento di scontro politico con la precedente amministrazione di Joe Biden.
Quando i prezzi hanno continuato a salire, quindi, il tema si è trasformato in un problema anche per il nuovo governo.
La crisi aveva raggiunto dimensioni tali che alcuni supermercati americani avevano introdotto limiti agli acquisti, mentre la catena di ristoranti Waffle House aveva applicato un supplemento di 50 centesimi per ogni uovo servito. La ricerca di fornitori esteri risponde quindi all’esigenza di aumentare la disponibilità di prodotto per provare a ridurre la pressione sui prezzi.
La causa principale della crisi americana è stata l’influenza aviaria, un’infezione virale che ha colpito duramente gli allevamenti, imponendo l’abbattimento di milioni di galline ovaiole. Dal 2022, l’epidemia ha provocato perdite enormi nel patrimonio avicolo statunitense e ha ridotto la capacità produttiva proprio in un mercato caratterizzato da consumi elevati.
E come in ogni altro mercato, quello che succede è che quando un bene diminuisce drasticamente, se la domanda rimane elevata, il prezzo tende a salire, soprattutto quando non esistono scorte sufficienti per compensare rapidamente il calo dell’offerta.
La reperibilità è stata fin da subito un problema, ma il fenomeno è diventato particolarmente evidente nei primi mesi del 2025. Secondo i dati del Bureau of Labor Statistics, il prezzo medio di una dozzina di uova è passato da 4,25 dollari nel dicembre 2022 a 4,82 dollari nel gennaio 2023, fino a raggiungere il picco di 6,23 dollari nel marzo 2025. In alcune situazioni, una confezione da dodici è arrivata a costare circa 8 dollari.
Considerando anche la centralità che le uova hanno nella dieta americana, l’impatto sui consumatori è stato evidente, tanto che a risentirne è stato prima di tutto il budget delle famiglie destinato alla spesa alimentare. L’impossibilità di riportare rapidamente i prezzi a livelli più bassi ha quindi reso necessario cercare soluzioni alternative, comprese le importazioni.
Com 780 metros quadrados, mais de 160 anos de história e uma localização privilegiada entre o Oceano Atlântico e o Caminho Português da Costa de Santiago, um edifício no centro de Vila Praia de Âncora desperta interesse pelo seu potencial para hotelaria, turismo e habitação. Fábio Neves, CEO do Grupo NBT, analisa as possibilidades de investimento nesta propriedade histórica.
Há edifícios que contam a história de uma localidade e outros que parecem reunir as condições para escrever um novo capítulo dessa mesma história.
Em pleno centro de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, encontra-se um prédio construído em 1865, com 780 metros quadrados, cuja localização e características arquitetónicas abrem diferentes possibilidades de aproveitamento.
A poucos passos do mar e próximo do percurso do Caminho Português da Costa de Santiago, o imóvel beneficia de uma envolvente marcada pelo turismo balnear, pela gastronomia, pelo comércio tradicional e pela passagem de peregrinos que percorrem o litoral Norte de Portugal.
Atualmente comercializado pela Fábio Neves Imobiliária, através da marca FNAI Quintas & Luxo, o edifício apresenta potencial para projetos de reabilitação ligados à hotelaria, ao alojamento turístico ou à habitação.
Mas o que torna esta propriedade particularmente interessante para quem procura investir no mercado imobiliário do Alto Minho?
Vila Praia de Âncora beneficia de uma localização que reúne diferentes motivos de visita. À sua tradição balnear juntam-se a proximidade a Caminha, as paisagens naturais do litoral minhoto e a ligação ao Caminho Português da Costa, uma das rotas utilizadas pelos peregrinos que se dirigem a Santiago de Compostela.
Esta conjugação de fatores é particularmente interessante para projetos turísticos que pretendam chegar a diferentes públicos.
Para Fábio Neves, fundador da Fábio Neves Imobiliária e CEO do Grupo NBT, a localização constitui um dos principais argumentos deste edifício.
O que distingue este prédio de outras oportunidades de investimento imobiliário na região? Fábio Neves: “Estamos a falar de um edifício com mais de 160 anos, no centro de uma vila costeira, a poucos passos da praia e muito próximo de uma rota de peregrinação internacional. É uma combinação interessante. Temos a história do imóvel, a dimensão, o mar e uma localização que pode servir diferentes projetos. Não é uma propriedade que se encontre todos os dias.”
O Caminho Português da Costa tem vindo a afirmar-se como uma rota de peregrinação procurada por viajantes de diferentes nacionalidades.
Ao contrário do turismo exclusivamente balnear, associado sobretudo aos meses de verão, os percursos de peregrinação podem contribuir para a procura de alojamento noutras épocas do ano.
Para investidores interessados em hotelaria, esta diversidade de públicos pode ser um fator relevante na definição de um projeto.
Um hotel de charme, uma unidade de alojamento turístico ou um conceito de hospitalidade associado à história e à cultura local são algumas das possibilidades que poderão ser estudadas para o edifício de 1865.
A proximidade ao Caminho de Santiago pode representar uma vantagem para um futuro projeto hoteleiro? Fábio Neves: “Sem dúvida que é um fator a considerar. Vila Praia de Âncora não recebe apenas visitantes que procuram praia e férias. Está também ligada a um percurso internacional de peregrinação, que atrai pessoas com diferentes motivações e em diferentes alturas do ano. Um projeto hoteleiro bem pensado poderá explorar essa diversidade, oferecendo uma experiência ligada à identidade da região e à história do próprio edifício.”
A eventual transformação do imóvel numa unidade hoteleira dependerá, naturalmente, da avaliação das condições técnicas, urbanísticas e legais necessárias à sua concretização.
Embora a hotelaria seja uma das utilizações possíveis, o edifício apresenta igualmente características que justificam uma análise para fins habitacionais.
Com uma área de 780 metros quadrados e espaços atualmente destinados a comércio e habitação, a propriedade poderá permitir estudar soluções de reabilitação residencial, incluindo a criação de apartamentos ou a combinação de diferentes utilizações.
A localização central, a proximidade à praia e a facilidade de acesso ao comércio e aos serviços constituem características relevantes para quem procura habitação permanente, segunda residência ou imóveis destinados ao arrendamento.
Para além do turismo, considera que existe potencial para um projeto habitacional? Fábio Neves: “A habitação é uma possibilidade que merece ser estudada. O edifício tem dimensão e uma localização muito interessante. Podemos imaginar um projeto residencial que preserve a identidade arquitetónica da construção e, ao mesmo tempo, responda às necessidades atuais. O importante é encontrar a solução que melhor valorize o imóvel, respeitando sempre as condições técnicas e legais.”
A recuperação de imóveis históricos exige uma abordagem diferente da aquisição de uma propriedade recente.
Antes de avançar, importa avaliar o estado estrutural do edifício, os custos de intervenção, as condicionantes urbanísticas e a viabilidade da utilização pretendida.
A preservação dos elementos arquitetónicos originais pode também assumir um papel importante na valorização de um projeto, sobretudo quando se pretende criar uma unidade turística diferenciadora.
Que aconselhamento daria a um investidor interessado em recuperar um prédio com estas características? Fábio Neves: “O primeiro passo é conhecer bem o imóvel e perceber o que é possível fazer. É essencial estudar os custos, as condições estruturais e o enquadramento legal. Uma boa localização e um edifício com história são excelentes pontos de partida, mas um investimento deve ser sustentado por um projeto realista e tecnicamente bem fundamentado.”
Com uma carreira iniciada aos 22 anos e experiência na liderança de equipas responsáveis por mais de 400 milhões de euros em vendas, Fábio Neves tem vindo a desenvolver a atividade imobiliária no mercado nacional e internacional.
Através da FNAI Quintas & Luxo, a empresa aposta na comercialização de propriedades diferenciadoras, incluindo quintas, imóveis históricos e edifícios com potencial de valorização.
O acompanhamento aos investidores pode ir além da aquisição. A integração da imobiliária no Grupo NBT, do qual faz parte a Brigitte Works, permite articular serviços de arquitetura, engenharia e acompanhamento de obras, particularmente importantes em projetos de reabilitação.
Entre o mar, a história e os Caminhos de Santiago, Vila Praia de Âncora reúne características que permitem equacionar diferentes projetos imobiliários.
O prédio de 1865 é um exemplo de como o património existente pode ganhar uma nova utilização, contribuindo simultaneamente para preservar a identidade arquitetónica da vila.
Que mensagem deixaria a quem esteja a considerar investir nesta propriedade? Fábio Neves: “Acredito que há imóveis cujo verdadeiro potencial só se percebe quando olhamos para além da sua utilização atual. Este edifício tem história, dimensão e uma localização que merece atenção. Seja para hotelaria, turismo ou habitação, o essencial é desenvolver um projeto que respeite o seu passado e lhe dê uma nova vida.”
Com 780 metros quadrados e localização central em Vila Praia de Âncora, o imóvel encontra-se disponível em exclusividade através da Fábio Neves Imobiliária, na sua marca FNAI Quintas & Luxo.
Para quem procura investir no litoral Norte de Portugal, esta propriedade representa uma possibilidade de conciliar património histórico, turismo e novas soluções habitacionais.
Conheça o imóvel e todas as suas características
Fábio Neves Imobiliária | FNAI Quintas & Luxo
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A internacionalização dos Vinhos do Algarve passa também pelo contacto direto com novos mercados e pela criação de oportunidades de negócio além-fronteiras, pelo que foi com esse propósito que a Comissão Vitivinícola do Algarve (CVA) esteve em Copenhaga, entre os dias 6 e 8 de outubro, numa iniciativa dedicada à divulgação da produção vitivinícola regional junto de profissionais e consumidores dinamarqueses.
A participação teve início a 6 de outubro, na Portugalwines Copenhagen 2026, uma iniciativa organizada pela AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, no Richmond Hotel.
O evento reuniu 12 produtores portugueses de diferentes regiões e foi dirigido a profissionais do mercado, entre importadores, distribuidores, especialistas de vinho e representantes da restauração e do retalho.
No âmbito do evento, a CVA teve a possibilidade de realizar uma prova de vinhos dirigida a profissionais do setor, nomeadamente importadores e representantes da restauração, na qual apresentou uma seleção de Vinhos do Algarve e destacou a diversidade da produção regional e as características distintivas dos vinhos deste território.
O programa incluiu ainda uma masterclass dedicada aos Vinhos do Algarve, conduzida por Gilmar Brito, dirigida a importadores e profissionais da restauração dinamarquesa. A sessão proporcionou um contacto mais aprofundado com os vinhos da região, através da apresentação de diferentes estilos e castas, e permitiu dar a conhecer as particularidades da produção vitivinícola algarvia a potenciais parceiros do mercado dinamarquês.
Nos dias 7 e 8 de outubro, a promoção dos Vinhos do Algarve prosseguiu em dois espaços de restauração de Copenhaga. No dia 7, o restaurante Búzio recebeu uma ação dedicada aos vinhos algarvios, seguindo-se, no dia 8, a mesma iniciativa, mas no restaurante Fanico. Desenvolvidas em parceria com a AICEP, estas ações proporcionaram momentos de prova que aproximaram os vinhos algarvios do público dinamarquês.
A CVA adianta ainda que as ações decorreram no âmbito de uma iniciativa de internacionalização cofinanciada pelo Programa Regional Algarve 2030. A presença na Dinamarca procurou ampliar a notoriedade dos Vinhos do Algarve no mercado dinamarquês, desenvolver contactos com potenciais parceiros comerciais e criar condições para novas oportunidades de exportação.
A falsa arquiteta conhecida por “burlas de amor” lesando dois homens idosos, no Alto Minho, em 200 mil euros, foi esta quinta-feira condenada em três anos e dez meses, mas suspensa, tendo sido já imediatamente libertada.
No Palácio da Justiça de Viana do Castelo, o Tribunal Coletivo teve principalmente em conta a confissão integral dos factos que era acusada e o arrependimento que se traduziu também na indemnização parcial aos dois homens lesados, um de Ponte de Lima e um de Ponte da Barca.
A pena suspensa será acompanhada, durante todo o período de três anos e dez meses, por um plano a executar pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, porque o Tribunal foi da opinião que há juízo de prognose positivo e a pena não podia ultrapassar a medida da culpa.
A arguida, de 58 anos, solteira, natural de Amarante, que residia em Matosinhos, estava presa preventivamente desde há oito meses, no Estabelecimento Prisional Central Feminino de Santa Cruz do Bispo, igualmente em Matosinhos, até esta quinta-feira, voltando já assim à liberdade.
Detida pela Polícia Judiciária de Braga, já com problemas relacionados com burlas, há 25 anos, num processo do Tribunal de Santo Tirso, foi julgada em Viana do Castelo, sob a acusação de dois crimes de burla qualificada, com um cúmulo jurídico de três anos e dez de pena suspensa.
O estratagema terá sido o mesmo: fez-se passar inicialmente por arquiteta e simulando grandes capacidades financeiras, conquistando a confiança dos dois homens, ambos com mais de 70 anos, convencendo-os a grandes investimentos imobiliários, mas ficando com o dinheiro.
Conheceu-os através de redes sociais dedicadas a encontros amorosos, fazendo-se apaixonada, evidenciando até falsos sinais exteriores de riqueza, a ponto de afirmar a ambos “ter ainda mais dinheiro do que tu”, pagando jantares aos dois idosos, convencendo-os que “os amava mesmo”.
À saída da leitura do acórdão condenatório, o seu advogado, João Ferreira Araújo, revelou que não irá “recorrer desta douta decisão”. “Desde logo porque quem me conhece sabe muito bem que nunca recorri só por recorrer, nem utilizo os expedientes para protelar processos judiciais”, referiu.
“Mas principalmente no caso de hoje, entendo que se tratou de um douto acórdão que dignifica o sistema judicial, já que penalizou devidamente a arguida, de uma forma proporcional, sendo que saiu daqui mesmo em liberdade”, acrescentou o advogado bracarense João Ferreira Araújo.
Ainda segundo o mesmo causídico penalista, “a arguida, que é, acima de tudo e antes de mais uma cidadã, percecionou que se tratou apenas e só de um ato isolado da sua vida, até por não ter sido provado que fizesse deste tipo de situações seu modo de vida, nós estamos satisfeitos”.
O primeiro idoso a ser enganado pela falsa arquiteta, de 73 anos, com baixa instrução escolar, anteriormente emigrado em França, onde foi empresário da construção civil, conheceu a mulher, em setembro de 2025, usando a plataforma “Badoo”.
A mulher disse chamar-se Helena, uma arquiteta de sucesso e residente no Porto. Foi naquela cidade que se encontrou com a vítima pela primeira vez em 15 de setembro de 2025, na Avenida dos Aliados, após se aperceber que o ex-emigrante deixou a empresa aos filhos, em França, tendo bons rendimentos.
Já “enamorados”, dirigiram-se nessa mesma noite ao Cais de Gaia, onde a “arquiteta Helena”, para impressionar o “namorado”, consumiu imediatamente um copo de Vinho do Porto por 21 euros, convencendo o septuagenário de Ponte de Lima que tinha muito dinheiro.
Passados poucos dias, a falsa arquiteta passou a frequentar a casa do antigo emigrante, em Ponte de Lima, acabando por passar a residir com o “namorado”, com quem manteve até relações sexuais, segundo a queixa apresentada depois pelo septuagenário.
O relacionamento chegou ao ponto de a “arquiteta Helena”, ao ter mudado com “armas e bagagens”, passado a limpar a casa do “companheiro”, entre outras lides domésticas, como lavar e engomar roupa, cozinhar e fazendo refeições com o “namorado”.
A falsa arquiteta “pretendeu e conseguiu fortalecer a relação entre ambos”, alegadamente “tendo convencido” o septuagenário que estariam a viver já “uma relação amorosa séria e com futuro”.
O antigo emigrante em França, a dada ocasião, fez questão de oferecer um anel, que comprou por 3.250 euros, numa ourivesaria da cidade do Porto, à “arquiteta Helena”, tendo passado ambos cinco dias em Quarteira, sempre a expensas da própria suspeita.
Nessa mesma ocasião, em meados de outubro de 2025, a mulher terá começado a confidenciar ao “amigo” que por causa da sua profissão de arquiteta, fazia a cada passo transações de imóveis, lucrando com investimentos imobiliários.
Até que, sempre segundo a versão do queixoso, em certo dia, propôs ao “companheiro” comparticipar na compra de um imóvel, em Lisboa, por 300 mil euros, pois ambos “lucrariam algum dinheiro de forma fácil”, ao que o antigo emigrante logo anuiu.
A ideia seria revenderem pouco tempo depois o alegado imóvel, investindo a meias, isto é, 150 mil euros cada um, pelo que a seguir iriam “obter lucros”, igualmente para repartirem a meias, mas investindo-se com numerário, quer dizer, “dinheiro vivo”.
Na agência de Ponte de Lima do BPI, o “investidor” levantou então da sua conta bancária 150 mil euros, através de 750 notas, todas de 200 euros, entregando-lhe o avultado “dinheiro vivo”, na sua própria casa, em Ponte de Lima, para fazer o “negócio”.
Enquanto o proprietário da casa lavava o automóvel, no exterior da residência, a “arquiteta Helena” foi para dentro “guardar o dinheiro”, enquanto se preparavam para no dia seguinte irem a Lisboa, onde a falsa arquiteta faria o “negócio” diretamente.
No dia 16 de outubro de 2025, ambos saíram de Ponte de Lima, rumo à capital portuguesa, mas a pedido da suspeita, pararam no centro da cidade do Porto, onde a mulher levantaria a sua parte do investimento, isto é, 150 mil euros, para tudo correr bem.
De súbito, a “namorada” do antigo emigrante “apercebeu-se” que se teria “esquecido” dos 150 mil euros do “companheiro”, em Ponte de Lima, pedindo-lhe que fosse buscar o dinheiro, enquanto iria a sua casa, no Porto, buscar os outros 150 mil euros.
Ao chegar a Ponte de Lima, o homem constatou que afinal os seus 150 mil euros não estavam em casa, tendo contactado de imediato a “namorada”, mas a “arquiteta Helena” já não atendeu a chamada do telemóvel e nunca mais daria sinais de vida.
O segundo caso envolveu um sexagenário, de Ponte da Barca, que através do site de encontros “Felizes”, conheceu a mesma mulher, fazendo-se passar novamente por arquiteta, só que com um outro nome falso, o de Ana Carolina Martins.
Depois dos contactos iniciais nessa mesma plataforma digital, a falsa arquiteta passou a dialogar por telemóvel com o homem, residente no concelho de Ponte da Barca, utilizando sempre a aplicação WhatsApp.
A mulher dizia residir em Lisboa, mas encontrar-se temporariamente no Porto, em casa de uma tia, “criando uma personagem fictícia para conquistar a confiança” do antigo emigrante e que está atualmente reformado.
Um mês após iniciado o “namoro”, já a falsa arquiteta estava a viver com o “companheiro”, mantendo-se três meses na casa daquele aposentado, “a viver em economia comum”, em Ponte da Barca.
“Durante esse mesmo período, a suspeita cultivou uma relação de proximidade e confiança com o queixoso, apresentando-se como pessoa economicamente abastada, afirmando possuir elevadas disponibilidades financeiras”, segundo ficou provado durante o julgamento.
A falsa arquiteta “manifestava a intenção de adquirir um imóvel de elevado valor”, sendo que “com o intuito de reforçar a aparência de solvabilidade, a arguida usava frequentemente joias em ouro, oferecia ao homem roupa de marca e perfumes, falava em língua inglesa ao telefone, alegando tratar-se de contactos com um filho, residente nos Estados Unidos da América, dizendo ter outro filho na Suíça, sendo viúva”, segundo ficou provado durante esta quinta-feira.
Ao fim de dois meses de coabitação, a mesma mulher terá confidenciado ao “companheiro”, a intenção de comprar uma moradia bem próxima do Santuário de Nossa Senhora do Socorro (“Santoinho”), em Viana do Castelo, por 800 mil euros.
Ambos tiveram uma reunião com o proprietário e dois representantes de uma agência imobiliária do Alto Minho, confirmando a falsa arquiteta o interesse em comprar tal moradia, mas também um terreno contíguo, que estava para venda por 50 mil euros.
No dia seguinte, a “namorada” do antigo emigrante em França, disse que iria concretizar o negócio, por 800 mil euros, só que para comprar o referido terreno, por 50 mil euros, teria de mobilizar fundos de outra conta bancária, pagando avultados juros.
“Imbuído na relação afetiva que mantinha com a suspeita, convicto da veracidade das afirmações proferidas pela mulher, então anuiu ao pedido”, transferindo dinheiro desde França e levantando os 50 mil euros na agência de Arcos de Valdevez do BCP.
Logo a seguir foram ambos para o Porto, onde supostamente o “casal” iria pernoitar em casa da tia da falsa arquiteta, a fim de no dia seguinte irem a Lisboa, conhecer a casa de “Ana Carolina Martins”, só que afinal novamente as coisas precipitaram-se.
Novamente houve “problemas de falta de lugar de estacionamento”, pelo que a mulher pediu ao homem que fosse procurando sítio para aparcar o automóvel, enquanto a própria levaria a mala, com o dinheiro, seguindo então por uma passagem pedonal.
Ao fim de dez minutos, o homem, com o carro devidamente estacionado, não via a “namorada”, pelo que tentou chegar à fala, por telemóvel, com a mulher, que nunca mais lhe atendeu o telefone, desaparecendo logo sem deixar rasto.
O homem permaneceu várias horas pelas imediações, na cidade do Porto, desesperado, convencendo-se cada vez mais que não havia “amor” algum, sim “um esquema ilícito, no qual foi enganado, nunca mais conseguindo falar, nem localizar a suspeita”.
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VTM
Os dois antigos autarcas, eleitos pelo Partido Socialista (PS), começaram a ser julgados a 17 de abril, perante um coletivo de juízes da comarca de Vila Real. Ambos foram detidos pela Polícia Judiciária (PJ), em outubro de 2022, no âmbito da operação Alquimia, tendo posteriormente renunciado aos cargos que exerciam na autarquia.
O processo envolve 59 arguidos, dos quais 40 são pessoas singulares e 19 empresas, e abrange um conjunto de alegados crimes, entre os quais prevaricação, participação económica em negócio, falsificação de documentos, corrupção ativa e passiva, recebimento ou oferta indevida de vantagem, branqueamento de capitais e fraude na obtenção de subsídio ou subvenção.
Uma das testemunhas de acusação ouvida foi José Carvalho de Moura, antigo presidente da Câmara de Montalegre e ex-vereador eleito pelo PSD, que confirmou ter estado entre os denunciantes do processo. Durante o seu depoimento, apontou alegadas irregularidades na contratação pública, nomeadamente o fracionamento de obras para evitar concursos públicos e a existência de procedimentos que considerou viciados.
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Comprar este artigo — 1,00€The post Julgamento de ex-autarcas prossegue com audição de testemunhas appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
A arquiteta Inês Carneiro, de Ponte da Barca, é a vencedora da 22.ª edição do Prémio Fernando Távora, com a proposta “Arquiteturas do Cosmos: Interface com a Física”, anunciou, na segunda-feira à noite, a Secção Regional do Norte da Ordem dos Arquitetos.
O prémio, que atribui uma bolsa de seis mil euros a uma proposta de viagem, recebeu nesta edição 28 candidaturas, tendo o júri analisado quatro propostas sobre o tema da Habitação que, “apesar da sua atualidade, ficaram aquém das expectativas que a relevância do tema exige”.
“A proposta [vencedora] tem uma dimensão humanista/filosófica, vendo os observatórios astronómicos como instrumentos científicos e megalómanas arquiteturas, mas também filosóficos e políticos. Eles são a prova do despertar do Homem que persistentemente observa o cosmos — a ordem (kósmos) do universo e da matéria — em busca de respostas sobre a nossa origem e posição no mundo, ligando o passado (luz das estrelas) e o futuro”, considerou o júri, citado em comunicado.
No mesmo texto é explicado que a proposta de viagem se concentra numa “travessia pelo deserto, debaixo do território celeste, para documentar, essencialmente, o ALMA – Atacama Large Millimeter Array, o Complexo Solar Cerro Dominador, o ESO Paranal VLT, o ESO La Silla e ainda a Reserva de Céus Escuros de Valle Del Elqui”.
“Espera-se que esta aproximação ao universo se traduza em reflexões ‘in loco’ sobre a nossa posição no mundo, porque mais do que cidadãos da polis, somos cidadãos do cosmos”, acrescentou o mesmo documento.
Citada no comunicado, Inês Carneiro lembra que “no Deserto do Atacama, no Chile, erguem-se, de forma solitária, megalómanas arquiteturas destinadas à observação do cosmos: os observatórios astronómicos”.
“Estes edifícios albergam alguns dos mais avançados futurismos tecnológicos, integrando telescópios de ótica de ponta, sistemas sofisticados de tecnologia e domótica, e afirmando-se como verdadeiras interfaces entre a arquitetura e a física. A relação entre estas duas disciplinas manifesta-se não apenas na missão de compreender as leis do universo, mas também no rigor geométrico e construtivo destas estruturas, na funcionalidade dos seus espaços e na escolha criteriosa da sua localização remota”, acrescentou a vencedora.
Nascida no Porto em 1994, Inês Carneiro viveu entre a cidade e a vila de Ponte da Barca. Ingressou em 2013 no curso de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto e concluiu os estudos em 2020 com a dissertação de Mestrado Pela “Casa do Espaço” – Projecto do Observatório Astronómico Fernando Lanhas, com a classificação final de 20 valores.
Nesse mesmo ano começou a colaborar com o professor João Paulo Loureiro, no atelier JPL Arquitecto, onde permaneceu até 2022, altura em que iniciou funções no escritório Ventura + Partners, dirigido por Manuel Ventura.
Em paralelo, desenvolve vários projetos ligados ao associativismo e à produção de eventos musicais. Preside desde 2018 à Associação Juvenil do Lima, associação cultural barquense, e dirige o Festival Ecos do Lima. Integra ainda equipas de festivais de maior dimensão, como o Primavera Sound Porto e o Vodafone Paredes de Coura, onde coordena o recinto, aplicando a experiência da sua formação à implantação de estruturas e infraestruturas, bem como à logística e gestão de projeto.
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A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Recorde-se que, como O MINHO noticiou, a estes valores acrescem as transferências diretas para os municípios (667 milhões). Portanto, para os distritos de Braga e Viana do Castelo, através das freguesias e dos municípios, o Governo encaminhará, em 2027, um total de 724 milhões de euros.
Pode consultar abaixo o valor que será transferido para a sua freguesia.
Barreiros – 64 639
Bico – 64 513
Caires – 68 802
Carrazedo – 63 750
Dornelas – 63 022
Fiscal – 65 653
Goães – 77 310
Lago – 80 778
Rendufe – 69 529
Bouro (Santa Maria) – 70 667
Bouro (Santa Marta) – 87 124
União das freguesias de Amares e Figueiredo – 100 145
União das freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos – 112 835
União das freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros – 141 246
União das freguesias de Torre e Portela – 77 386
União das freguesias de Vilela, Seramil e Paredes Secas – 111 478
Total – 1 318 877
Abade de Neiva – 86 933
Aborim – 71 056
Adães – 64 285
Airó – 66 642
Aldreu – 68 258
Alvelos – 83 851
Arcozelo – 193 421
Areias – 68 252
Balugães – 64 639
Barcelinhos – 78 215
Barqueiros – 86 713
Cambeses – 71 538
Carapeços – 90 850
Carvalhal – 70 831
Carvalhas – 64 639
Cossourado – 70 698
Cristelo – 83 088
Fornelos – 67 997
Fragoso – 95 398
Gilmonde – 76 905
Lama – 70 841
Lijó – 86 922
Macieira de Rates – 86 253
Manhente – 77 188
Martim – 85 940
Moure – 66 330
Oliveira – 71 978
Palme – 74 671
Panque 68 951
Paradela 72 044
Pereira 73 298
Perelhal 81 413
Pousa 89 567
Remelhe 76 521
Roriz 86 212
Rio Covo (Santa Eugénia) 73 563
Galegos (Santa Maria) 92 657
Galegos (São Martinho) 78 298
Tamel (São Veríssimo) 96 705
Silva 65 172
Ucha 74 377
Várzea 76 131
Vila Seca 72 338
União das freguesias de Alheira e Igreja Nova 90 250
União das freguesias de Alvito (São Pedro e São Martinho) e Couto 105 074
União das freguesias de Areias de Vilar e Encourados 95 831
Barcelos 113 082
Vila Boa 82 644
Vila Frescaínha (São Martinho) 87 491
Vila Frescaínha (São Pedro) 80 040
União das freguesias de Campo e Tamel (São Pedro Fins) 84 045
União das freguesias de Carreira e Fonte Coberta 92 783
União das freguesias de Chorente, Góios, Courel, Pedra Furada e Gueral 147 126
União das freguesias de Creixomil e Mariz 84 045
União das freguesias de Durrães e Tregosa 84 220
União das freguesias de Gamil e Midões 84 045
União das freguesias de Milhazes, Vilar de Figos e Faria 105 835
União das freguesias de Negreiros e Chavão 99 203
União das freguesias de Quintiães e Aguiar 84 045
União das freguesias de Sequeade e Bastuço (São João e Santo Estevão) 105 074
Silveiros 75 708
Rio Covo (Santa Eulália) 74 985
União das freguesias de Tamel (Santa Leocádia) e Vilar do Monte 89 199
União das freguesias de Viatodos, Grimancelos, Minhotães e Monte de Fralães 141 490
União das freguesias de Vila Cova e Feitos 113 498
Total – 5 541 292
Adaúfe 111 206
Espinho 72 287
Esporões 80 738
Figueiredo 68 991
Gualtar 113 585
Lamas 62 897
Mire de Tibães 88 466
Padim da Graça 75 674
Palmeira 129 625
Pedralva 78 183
Priscos 73 206
Ruilhe 68 989
Braga (São Vicente) 152 229
Braga (São Vítor) 268 090
Sequeira 82 639
Sobreposta 73 873
Tadim 69 929
Tebosa 68 581
União das freguesias de Arentim e Cunha 83 478
União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade) 243 563
União das freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) 253 815
União das freguesias de Cabreiros e Passos (São Julião) 93 126
União das freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro 163 050
União das freguesias de Crespos e Pousada 83 812
União das freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e São Vicente) 105 201
União das freguesias de Este (São Pedro e São Mamede) 123 464
União das freguesias de Ferreiros e Gondizalves 167 034
União das freguesias de Guisande e Oliveira (São Pedro) 83 530
União das freguesias de Lomar e Arcos 145 954
União das freguesias de Merelim (São Paio), Panoias e Parada de Tibães 139 356
União das freguesias de Merelim (São Pedro) e Frossos 108 797
União das freguesias de Morreira e Trandeiras 83 529
União das freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 212 458
União das freguesias de Nogueiró e Tenões 118 209
União das freguesias de Real, Dume e Semelhe 200 301
União das freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra 83 529
União das freguesias de Vilaça e Fradelos 83 529
Total – 4 314 923
Abadim 96 333
Basto 84 592
Bucos 100 864
Cabeceiras de Basto 111 292
Cavez 115 697
Faia 80 904
Pedraça 92 177
Rio Douro 130 999
União das freguesias de Alvite e Passos 103 663
União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune 112 104
União das freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas 140 766
Refojos de Basto 147 292
Outeiro 94 636
Painzela 89 644
Total – 1 500 963
Agilde 91 810
Arnóia 110 989
Borba de Montanha 93 607
Codeçoso 89 080
Fervença 96 713
Moreira do Castelo 82 544
Rego 102 116
Ribas 90 626
Basto (São Clemente) 104 209
Vale de Bouro 85 537
União das freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe 151 456
União das freguesias de Caçarilhe e Infesta 98 335
União das freguesias de Canedo de Basto e Corgo 105 369
União das freguesias de Carvalho e Basto (Santa Tecla) 98 758
União das freguesias de Veade, Gagos e Molares 119 356
Total -1 520 505
Antas 92 143
Forjães 95 015
Gemeses 72 777
Vila Chã 79 218
Apúlia 121 370
Fão 103 885
Belinho 93 181
Mar 77 810
Esposende 102 128
Marinhas 143 374
Gandra 80 672
União das freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto 98 020
Palmeira de Faro 92 186
Curvos 73 457
Total – 1 325 236
Armil 81 305
Estorãos 93 780
Fafe 255 588
Fornelos 87 092
Golães 99 157
Medelo 86 714
Paços 84 090
Quinchães 108 721
Regadas 95 524
Revelhe 82 544
Ribeiros 80 314
Arões (Santa Cristina) 88 255
São Gens 106 791
Silvares (São Martinho) 91 883
Arões (São Romão) 119 133
Travassós 95 564
Vinhós 77 309
União de freguesias de Aboim, Felgueiras, Gontim e Pedraído 139 455
União de freguesias de Agrela e Serafão 108 865
União de freguesias de Antime e Silvares (São Clemente) 108 329
União de freguesias de Ardegão, Arnozela e Seidões 128 817
União de freguesias de Cepães e Fareja 113 858
União de freguesias de Freitas e Vila Cova 104 638
União de freguesias de Monte e Queimadela 116 913
União de freguesias de Moreira do Rei e Várzea Cova 139 528
Total – 2 694 167
Aldão 69 800
Azurém 167 275
Barco 75 199
Brito123 221
Caldelas 116 701
Costa 108 962
Creixomil 159 043
Fermentões 117 889
Gonça 75 343
Gondar 89 907
Guardizela 89 669
Infantas 82 550
Longos 81 135
Lordelo 117 062
Mesão Frio 109 725
Moreira de Cónegos 128 179
Nespereira 92 516
Pencelo 70 257
Pinheiro 69 216
Polvoreira 104 876
Ponte 131 371
Ronfe 115 311
Prazins (Santa Eufémia) 70 833
Selho (São Cristóvão) 82 614
Selho (São Jorge) 131 587
Candoso (São Martinho) 71 699
Sande (São Martinho) 90 947
São Torcato 107 180
Serzedelo 107 691
Silvares 89 578
Urgezes 125 025
União das freguesias de Abação e Gémeos 108 350
Airão (Santa Maria) 81 124
Airão São João 73 846
Vermil 75 145
União das freguesias de Arosa e Castelões 104 638
União das freguesias de Atães e Rendufe 115 076
União das freguesias de Briteiros Santo Estevão e Donim 95 514
União das freguesias de Briteiros São Salvador e Briteiros Santa Leocádia 95 039
União das freguesias de Candoso São Tiago e Mascotelos 112 634
Conde 75 682
Gandarela 74 889
União das freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo 114 529
União das freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião 178 824
Prazins Santo Tirso 73 846
Corvite 66 103
União das freguesias de Sande São Lourenço e Balazar 92 055
Sande (Vila Nova) 84 476
Sande (São Clemente) 84 636
União das freguesias de Selho São Lourenço e Gominhães 95 836
Serzedo 79 119
Calvos 73 846
União das freguesias de Souto Santa Maria, Souto São Salvador e Gondomar 114 888
Tabuadelo 83 339
São Faustino 73 566
Total – 5 399 361
Covelas 77 309
Ferreiros 78 463
Galegos 77 309
Garfe 86 176
Geraz do Minho 80 008
Lanhoso 84 265
Monsul 78 926
Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo) 138 467
Rendufinho 85 125
Santo Emilião 78 623
São João de Rei 81 097
Serzedelo 88 310
Sobradelo da Goma 90 345
Taíde 95 224
Travassos 80 182
Vilela 79 923
União das freguesias de Águas Santas e Moure 97 833
União das freguesias de Calvos e Frades 98 331
União das freguesias de Campos e Louredo 98 796
União das freguesias de Esperança e Brunhais 98 331
União das freguesias de Fonte Arcada e Oliveira 109 678
União das freguesias de Verim, Friande e Ajude 111 677
Total – 1 994 398
Balança 77 309
Campo do Gerês 132 864
Carvalheira 88 655
Covide 98 935
Gondoriz 84 564
Moimenta 79 881
Ribeira 76 892
Rio Caldo 95 886
Souto 77 680
Valdosende 91 885
Vilar da Veiga 155 278
União das freguesias de Chamoim e Vilar 104 271
União das freguesias de Chorense e Monte 114 690
União das freguesias de Cibões e Brufe 122 414
Total – 1 401 204
Cantelães 91 158
Eira Vedra 82 545
Guilhofrei 91 789
Louredo 84 564
Mosteiro 89 496
Parada de Bouro 84 564
Pinheiro 89 081
Rossas 125 395
Salamonde 85 578
Tabuaças 88 910
Vieira do Minho 104 125
União das freguesias de Anissó e Soutelo 98 331
União das freguesias de Anjos e Vilar do Chão 119 778
União das freguesias de Caniçada e Soengas 91 749
União das freguesias de Ruivães e Campos 144 226
União das freguesias de Ventosa e Cova 98 331
Total – 1 569 620
Bairro 102 037
Brufe 84 772
Castelões 82 128
Cruz 78 357
Delães 104 110
Fradelos 121 214
Gavião 110 041
Joane 166 273
Landim 96 856
Louro 87 151
Lousado 112 550
Mogege 78 496
Nine 97 699
Pedome 81 272
Pousada de Saramagos 78 409
Requião 105 773
Riba de Ave 96 923
Ribeirão 176 610
Oliveira (Santa Maria) 104 350
Vale (São Martinho) 82 269
Oliveira (São Mateus) 90 988
Vermoim 97 532
Vilarinho das Cambas 81 319
União das freguesias de Antas e Abade de Vermoim 158 972
União das freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures 128 673
Avidos 78 425
Lagoa 73 848
União das freguesias de Carreira e Bente 96 515
Esmeriz 88 064
Cabeçudos 79 021
Gondifelos 97 003
Cavalões 82 956
Outiz 73 848
União das freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei 122 534
Ruivães 87 939
Novais 73 848
União das freguesias de Seide 84 294
União das freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela 159 587
União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário 282 879
Total – 4 085 535
Atiães 78 620
Cabanelas 100 000
Cervães 104 170
Coucieiro 78 857
Dossãos 77 309
Freiriz 87 852
Gême 77 309
Lage 105 686
Lanhas 77 309
Loureira 82 132
Moure 89 713
Oleiros 85 716
Parada de Gatim 78 926
Pico 77 309
Ponte 77 309
Sabariz 77 309
Vila de Prado 131 785
Prado (São Miguel) 82 545
Soutelo 98 809
Turiz 90 419
Valdreu 103 902
Aboim da Nóbrega e Gondomar 105 689
União das freguesias da Ribeira do Neiva 235 506
União das freguesias de Carreiras (São Miguel) e Carreiras (Santiago) 104 641
União das freguesias de Escariz (São Mamede) e Escariz (São Martinho) 104 641
União das freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós 127 931
União das freguesias de Marrancos e Arcozelo 104 641
União das freguesias de Oriz (Santa Marinha) e Oriz (São Miguel) 104 478
União das freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós 128 821
União das freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide 153 000
União das freguesias de Valbom (São Pedro), Passô e Valbom (São Martinho) 127 924
União das freguesias do Vade 169 426
Vila Verde e Barbudo 170 868
Total – 3 500 552
Santa Eulália 132 279
Infias 77 300
Vizela (Santo Adrião) 86 373
União das freguesias de Caldas de Vizela (São Miguel e São João) 210 559
Tagilde 81 563
Vizela (São Paio) 77 695
Total – 665 769
Total – Distrito de Braga 36 832 402
Aboim das Choças 77 309
Aguiã 79 651
Ázere 77 309
Cabana Maior 94 254
Cabreiro 121 674
Cendufe 77 309
Couto 82 545
Gavieira 129 627
Gondoriz 123 454
Miranda 89 905
Monte Redondo 77 309
Oliveira 77 309
Paçô 84 326
Padroso 89 081
Prozelo 81 748
Rio Frio 103 330
Rio de Moinhos 77 309
Sabadim 84 564
Jolda (São Paio) 77 309
Senharei 88 490
Sistelo 104 280
Soajo 138 946
Vale 96 813
União das freguesias de Alvora e Loureda 98 331
União das freguesias de Arcos de Valdevez (São Paio) e Giela 102 039
União das freguesias de Arcos de Valdevez (Salvador), Vila Fonche e Parada 123 699
União das freguesias de Eiras e Mei 90 450
União das freguesias de Grade e Carralcova 103 170
União das freguesias de Guilhadeses e Santar 90 450
União das freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão 90 450
União das freguesias de Padreiro (Salvador e Santa Cristina) 90 390
União das freguesias de Portela e Extremo 102 355
União das freguesias de São Jorge e Ermelo 115 620
União das freguesias de Souto e Tabaçô 98 191
União das freguesias de Távora (Santa Maria e São Vicente) 98 331
União das freguesias de Vilela, São Cosme e São Damião e Sá 112 696
Total – 3 450 023
Âncora 71 971
Argela 76 574
Dem 84 030
Lanhelas 70 017
Riba de Âncora 73 582
Seixas 79 320
Vila Praia de Âncora 124 309
Vilar de Mouros 74 541
Vile 62 764
União das freguesias de Arga (Baixo, Cima e São João) 151 960
União das freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho 100 032
União das freguesias de Gondar e Orbacém 99 133
União das freguesias de Moledo e Cristelo 91 978
União das freguesias de Venade e Azevedo 84 355
Total – 1 244 566
Alvaredo 78 914
Cousso 85 758
Cristoval 81 242
Fiães 94 254
Gave 95 758
Paderne 99 112
Penso 85 370
São Paio 87 465
União das freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro 217 108
União das freguesias de Chaviães e Paços 98 331
União das freguesias de Parada do Monte e Cubalhão 134 161
União das freguesias de Prado e Remoães 90 450
União das freguesias de Vila e Roussas 119 586
Total – 1 367 509
Abedim 89 781
Barbeita 87 621
Barroças e Taias 77 309
Bela 78 635
Cambeses 77 988
Lara 80 914
Longos Vales 96 470
Merufe 117 792
Moreira 78 135
Pias 90 494
Pinheiros 77 309
Podame 77 309
Portela 89 081
Riba de Mouro 96 204
Segude 77 309
Tangil 109 250
Trute 84 564
União das freguesias de Anhões e Luzio 107 175
União das freguesias de Ceivães e Badim 98 331
União das freguesias de Mazedo e Cortes 129 101
União das freguesias de Messegães, Valadares e Sá 118 866
União das freguesias de Monção e Troviscoso 133 464
União das freguesias de Sago, Lordelo e Parada 104 126
União das freguesias de Troporiz e Lapela 97 871
Total – 2 275 099
Agualonga 82 213
Castanheira 86 040
Coura 84 102
Cunha 91 525
Infesta 82 226
Mozelos 77 309
Padornelo 83 388
Parada 82 986
Romarigães 86 261
Rubiães 87 366
Vascões 84 564
União das freguesias de Bico e Cristelo 99 264
União das freguesias de Cossourado e Linhares 98 331
União das freguesias de Formariz e Ferreira 113 473
União das freguesias de Insalde e Porreiras 108 544
União das freguesias de Paredes de Coura e Resende 107 799
Total – 1 455 391
Azias 86 907
Boivães 77 330
Bravães 78 968
Britelo 92 776
Cuide de Vila Verde 77 309
Lavradas 86 236
Lindoso 131 454
Nogueira 77 309
Oleiros 77 309
Sampriz 84 503
Vade (São Pedro) 77 309
Vade (São Tomé) 76 967
União das freguesias de Crasto, Ruivos e Grovelas 119 142
União das freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil 145 603
União das freguesias de Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães 151 221
União das freguesias de Touvedo (São Lourenço e Salvador) 90 971
União das freguesias de Vila Chã (São João Baptista e Santiago) 103 817
Total – 1 635 131
Anais 89 800
São Pedro d’Arcos 81 221
Arcozelo 116 877
Beiral do Lima 84 625
Bertiandos 63 021
Boalhosa 76 856
Brandara 63 021
Calheiros 88 566
Calvelo 67 571
Correlhã 101 782
Estorãos 98 320
Facha 89 861
Feitosa 72 452
Fontão 71 428
Friastelas 77 309
Gandra 69 475
Gemieira 78 977
Gondufe 81 121
Labruja 96 541
Poiares 85 655
Refóios do Lima 98 084
Ribeira 86 709
Sá 63 021
Santa Comba 63 021
Santa Cruz do Lima 63 021
Rebordões (Santa Maria) 72 442
Seara 64 764
Serdedelo 82 404
Rebordões (Souto) 75 991
Vitorino das Donas 69 917
Arca e Ponte de Lima 120 567
Ardegão, Freixo e Mato 129 805
Gaifar 88 136
Sandiães 88 136
Vilar das Almas 88 136
Bárrio e Cepões 104 641
Cabaços e Fojo Lobal 104 641
Cabração e Moreira do Lima 125 802
Fornelos e Queijada 104 359
Labrujó, Rendufe e Vilar do Monte 111 471
Navió e Vitorino dos Piães 114 713
Total – 3 574 260
Boivão 89 081
Cerdal 98 527
Fontoura 86 886
Friestas 64 239
Ganfei 79 711
São Pedro da Torre 75 955
Verdoejo 64 638
União das freguesias de Gandra e Taião 101 896
União das freguesias de Gondomil e Sanfins 107 783
União das freguesias de São Julião e Silva 98 331
União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão 151 732
Total – 1 018 779
Afife 88 075
Alvarães 97 039
Amonde 70 276
Anha 94 108
Areosa 130 770
Carreço 92 969
Castelo do Neiva 98 317
Darque 161 735
Freixieiro de Soutelo 80 055
Lanheses 82 801
Montaria 113 145
Mujães 75 989
São Romão de Neiva 75 903
Outeiro 90 341
Perre 103 410
Santa Marta de Portuzelo 113 917
Vila Franca 82 255
Vila de Punhe 86 174
Chafé 94 565
Barroselas 112 238
Carvoeiro 86 746
Cardielos 76 435
Serreleis 74 417
União das freguesias de Geraz do Lima (Santa Maria, Santa Leocádia e Moreira) e Deão 135 808
Mazarefes 76 598
Vila Fria 80 887
União das freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda 122 053
União das freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã 117 134
União das freguesias de Torre e Vila Mou 84 043
União das freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela 390 177
Total – 3 188 380
Cornes 82 843
Covas 126 427
Gondarém 89 473
Loivo 84 647
Mentrestido 79 611
Sapardos 84 518
Sopo 98 745
União das freguesias de Campos e Vila Meã 107 843
União das freguesias de Candemil e Gondar 99 868
União das freguesias de Reboreda e Nogueira 98 730
União das freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe 107 354
Total – 1 060 059
Total – Distrito de Viana do Castelo 20 269 197
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Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
Amares – 15.472.638 euros
Barcelos – 67.430.659 euros
Braga – 69.847.301 euros
Cabeceiras de Basto – 18.095.387 euros
Celorico de Basto – 20.663.455 euros
Esposende – 17.478.545 euros
Fafe – 35.793.572 euros
Guimarães – 75-661.898 euros
Póvoa de Lanhoso – 17.123.023 euros
Terras de Bouro – 13.095.503 euros
Vieira do Minho – 14.698.923 euros
Vila Nova de Famalicão – 59.355.925 euros
Vila Verde – 34.784.838 euros
Vizela – 14.125.160 euros
Total – 473.626.827 euros
Arcos de Valdevez – 26.517.721 euros
Caminha – 12.699.506 euros
Melgaço – 12.855.327 euros
Monção – 18.027.381 euros
Paredes de Coura – 12.996.839 euros
Ponte da Barca – 14.202.199 euros
Ponte de Lima – 32.224.516 euros
Valença – 12.492.641 euros
Viana do Castelo – 39.246.384 euros
Vila Nova de Cerveira – 12.183.265 euros
Total: 193.445.779 euros
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El domingo 27 de septiembre, cuando las primeras tiendas de campaña de la madrileña Puerta del Sol no llevaban ni 24 horas levantadas, Aitana Sánchez-Gijón visitó la acampada naciente. Repartió kilos de plátanos y empanadas a los jóvenes que no pensaban moverse de ahí en los próximos días. Saludó a su hijo mayor, el cantante Teo Lucadamo, quien había pernoctado con ellos. Grabó un vídeo para sus redes sociales: “Si estáis por Madrid, en vuestras ciudades, organizaos, acampad y haceos oír. Todas y todos juntos creo que podemos conseguir grandes cosas”, pidió a sus seguidores. Y se fue a trabajar, a Alcalá de Henares, donde esos días representaba la obra Malquerida, actualmente de gira. Mientras actuaba, el vídeo se viralizó y su visita se convirtió en uno de los momentos más comentados de aquel primer día de acampada. Lo que estaba sucediendo en Sol, esa rabia acumulada, no era solo cosa de jóvenes.
Beatriz Machado
Alba Esteban (TEN Agency)
Lucero Hurtado para OPI
Cristina Serrano
Maitane Huidobro y Ayub El Kadmiri
Paloma Gutiérrez
Marina Marco

© Pablo Zamora (EL PAÍS)
L’IA velocizza singole mansioni, ma per il momento non cambia la filiera nel suo insieme, con pochi effetti sulla produttività. Perché la capacità tecnologica non si traduce automaticamente in valore per l’impresa e per il sistema che se ne dota.
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VTM
A sessão contou com a presença de José Pereira, adjunto do comandante do Posto Territorial de Armamar, e teve como objetivo abordar o papel das forças de segurança em territórios de menor dimensão, os desafios específicos com que se deparam e a importância de estarem próximos das populações para prevenir, acompanhar e responder às diferentes realidades do território.
Segundo Sílvia Teixeira, técnica do município e membro da organização, a escolha da GNR para uma das sessões teve como principal objetivo “quebrar o gelo existente em relação à força militar da GNR e aproximar a população da instituição”.
A responsável explicou que a intenção era transmitir a ideia de que a GNR pode ser vista como um aliado e não como uma força adversária. “O que pretendíamos era que as pessoas sentissem, de facto, que do outro lado estão pessoas que as apoiam e em quem podem confiar”, afirmou, acrescentando que a população deve encarar a Guarda como “um porto seguro nas nossas comunidades e como uma força que contribui para que as pessoas possam viver cada dia com mais segurança e conforto”.
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Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
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Comprar este artigo — 1,00€The post Proximidade reforça atuação da GNR nas comunidades pequenas appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.
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A AORCA – Associação de Observação, Regeneração e Criação na Actualidade, sedeada em Lagos, apresenta o espetáculo de dança intitulado ‘O QUE TORNA – de Susana Vilar’, para ver dia 23 de outubro, às 10h30 e 21h30 no Centro Cultural de Lagos .
Um solo de dança contemporânea que nasce de uma pesquisa sobre a mudança como espaço de transformação. Numa realidade social cada vez mais virtual e tecnológica, o corpo físico transforma-se, através de uma metamorfose líquida, em corpo máquina sem se questionar s obre o caminho.
Entre o desejo de mudança e a força de permanecer, entre a inevitabilidade da transformação e a resistência, são exploradas as ruturas que nos t ornam diferentes. É nesse processo de nos tornarmos outros, nós próprios. É nesse lugar que encontramos o sentido de parar, reparar e tornar novamente.
FICHA TÉCNICA
Direção artística e interpretação: Susana Vilar
Co-criação musical: Daniela Amaral Cardoso e Pedro Salvador
Co-criação e assistência: Sofia Brito
Apoio dramatúrgico: Ricardo Falcão
Cenografia e iluminação: Felipe Silva
Figurinos e design 3D: Ana Soares e Gabriel Serra
Direção de Produção: Alicja Gladysz
Comunicação e divulgação: Marta Santana Gonçalves
Produção: AORCA
Co-produção: Câmara Municipal de Lagos
Apoios: DGARTES; Centro Cultural de Lagos, OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon, A CRL – Central Elétrica, Projeto 23 Milhas, Teatro Aveirense, Associação de Dança de Lagos, Junta de Freguesia São Gonçalo de Lagos
Il decreto sulla soglia di studenti stranieri per classe identifica situazioni eccezionali in poche zone con recenti e massicci flussi di ingresso. Parte da un’analisi sbagliata e non permette di affrontare il problema serio della segregazione scolastica.
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A Junta de Freguesia de Tôr, no concelho de Loulé, emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de Carlos Alberto Viegas Grade, que foi o primeiro presidente daquela autarquia.
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In his latest book, La respuesta (The Answer), 71-year-old paleoanthropologist Juan Luis Arsuaga, from Madrid, explores the pivotal moments of human evolution. There are the living — us — the extinct — like the Neanderthals — and those on the verge of extinction — the great apes such as chimpanzees, orangutans, and gorillas. Unlike his previous work, the co-director of the Atapuerca archeological site in northern Spain takes a firm stance: he clearly states his opinion on numerous theories that attempt to answer the most fundamental questions: Who are we? Why are we here? Where are we going?

The iconic GALA Hispanic Theater in Washington, D.C., a pioneer in presenting Spanish-language plays in the U.S. capital, hasn’t been immune to the impact of Donald Trump’s aggressive immigration policies. Faced with the intensification of raids by Immigration and Customs Enforcement (ICE) across D.C., this center for Hispanic culture has become a refuge for the Latino community on more than one occasion.

© Stan Weinstein