‘Nightmare Scenario’: Zero-Click Spyware Is Infecting Phones via Targeted Ads
Um homem, de 72 anos, não ganhou para o susto, ao escapar ileso de um aparatoso despiste seguido de capotamento, na manhã desta quinta-feira, na rua da Tulha, em Moreira do Rei, Fafe.
Ao que O MINHO apurou, o septuagenário ia para a caça quando, por razões desconhecidas, caiu a um silvado. Era o único ocupante do quadriciclo, vulgo ‘papa-reformas’.


O alerta inicial dava conta de um acidente muito grave, levando os Bombeiros de Fafe a mobilizar para o local vários meios, bem como a SIV de Fafe.
No entanto, apesar do aparato, o caçador foi assistido no local e recusou transporte ao hospital.
O conteúdo Caçador escapa ileso de aparatoso despiste e capotamento em Fafe aparece primeiro em O MINHO.
O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) denunciou, nesta terça-feira (13), a retirada de publicações de seu perfil oficial no Instagram, por determinação da Justiça Eleitoral. Em nota, o fórum disse que a ação se configura censura, além de um "grave cerceamento" do debate público.![]()
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Segundo o fórum, a determinação da Justiça Eleitoral teve por objetivo impedir a população de conhecer o histórico de ataques a serviços públicos e direitos dos servidores federais. A Meta já removeu 13 conteúdos do perfil do Instagram do Fonasefe.
A medida foi tomada após representação apresentada pelo candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro.
"Entre as publicações está o material Lembrar para Não Esquecer – 5 Ataques de Bolsonaro aos Serviços e Servidores Públicos”, além de conteúdos com críticas aos posicionamentos do candidato, como a proposta anunciada de tesouraço que afeta diretamente os serviços públicos do país", diz a nota.
A decisão, assinada pelo ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção, no prazo de 24 horas, de conteúdos específicos publicados pelo Fonasefe, além de proibir a republicação das mesmas peças.
Segundo o ministro, trata-se de propaganda eleitoral irregular na internet:
"Na linha do entendimento firmado por esta Corte Superior é vedada a propaganda eleitoral em sítios eletrônicos vinculados a pessoas jurídicas ou a agentes econômicos que atuem de fato como tais."
"A participação de pessoas jurídicas em atos de propaganda eleitoral, em período de pré-campanha ou de campanha eleitoral, é incompatível com o posicionamento do Supremo Tribunal Federal que lhes vedou a realização de doações para campanhas eleitorais e com a racionalidade adotada por esta Corte", escreveu ainda o ministro.
O Fonasefe argumenta que as publicações têm como base notícias veiculadas pela imprensa, que tratam de fatos relacionados às políticas adotadas durante o governo Jair Bolsonaro e declarações públicas do próprio Flávio Bolsonaro e de integrantes de sua assessoria de campanha.
"O Fórum considera que o histórico de medidas governamentais e as posições assumidas por candidatos em relação ao serviço público são assuntos de interesse coletivo e devem poder ser discutidos pela sociedade e, certamente, pelas entidades representativas dos servidores", continua a nota.
“Ainda de acordo com o Fonasefe, nenhuma das peças fazia pedido de voto ou trazia informações inverídicas. Além disso, a articulação "não é uma personalidade jurídica formal, não está portanto vedado pela legislação eleitoral de publicar esse tipo de manifestação".
"O direito à informação não pode ser confundido com propaganda irregular", argumenta.
Na avaliação da entidade, restringir a circulação dessas informações pode limitar o acesso dos servidores a elementos importantes para a formação de sua opinião política.
O fórum disse ainda que seguirá defendendo o serviço público, os direitos dos trabalhadores e a liberdade de manifestação das entidades representativas.
"A democracia exige eleições livres para que a sociedade tenha acesso à informação e possa questionar, criticar e cobrar aqueles que disputam o poder", finaliza a nota.
At Bybi in Copenhagen, a dedicated group of staff and volunteers have built a community for all centred on the production of honey – much of which is given away for nothing. Could it be replicated elsewhere?
The bees at Bybi, a collective of beekeepers in Copenhagen, live on the roof. Their home is a complex of Victorian buildings, right in the centre of the city, that looks like an idealised vision of the modern social enterprise, ennobled by the architecture of the past. It’s a place of cottage industry in concert with nature, where the marginalised are brought in from the fringes and corporations stand waiting to help, where jobs happen but a lot of the work is done by volunteers, and where – this bit is important – a lot of time is spent discussing ideas.
Oliver Maxwell, Bybi’s 48-year-old founder, encourages me to examine the buildings more closely. They were once a prison, a workhouse and a hospital; their functions today – a homeless shelter, a young offender institution and, until recently, a job centre – are not so different. Denmark’s Victorian transformation, from “agricultural backwater to industrialised agriculture”, was reflected in how they treated people, Maxwell says.
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© Photograph: Valdemar Ren/The Guardian

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The decision was confirmed in Brussels on Tuesday, 13th October, by Commission spokesman Thomas Regnier, who said the updated Italian proposal had received the executive’s approval. The plan must now obtain the Council’s endorsement before the loan agreement can be signed and the first payment released.
Under the procedure outlined by the Commission, Italy would become eligible for an initial disbursement amounting to 15 per cent of its approved loan following completion of the remaining formalities. For a package worth approximately €8 billion, that would represent around €1.2 billion in initial financing.
The approval comes as European governments seek to translate commitments to increased military expenditure into procurement contracts, industrial production and operational capabilities.
Italy is among the EU’s principal defence manufacturing countries, with substantial industrial capabilities in aerospace, naval construction, electronics, military vehicles and weapons systems.
Companies including Leonardo and Fincantieri occupy important positions in multinational defence programmes, while smaller manufacturers contribute specialised equipment, components and technologies.
The Commission has emphasised Italy’s industrial importance in explaining its support for the revised plan.
Nevertheless, approval of the financing proposal does not establish precisely how the money will be distributed among manufacturers or procurement programmes. Individual contractual arrangements will depend on the projects included in the approved national plan and the relevant purchasing decisions.
Italy had previously been associated with a substantially larger indicative SAFE allocation, but its updated application concerns approximately €8 billion.
The revised amount illustrates the distinction between the borrowing capacity initially made available to member states and the financing they ultimately seek through their national investment proposals.
SAFE was established in May 2025 as part of the EU’s wider effort to improve defence readiness following Russia’s full-scale invasion of Ukraine.
The programme provides up to €150 billion in long-term loans financed through borrowing by the European Union on international capital markets.
Unlike grants from the EU budget, these loans must be repaid by the borrowing member states. Their attraction lies principally in the financing conditions available through the Union’s borrowing arrangements.
SAFE is intended to support the procurement of equipment including ammunition, missiles, artillery systems, drones, air and missile defence systems, maritime capabilities and military mobility infrastructure.
An important feature is its emphasis on cooperation between European purchasers rather than exclusively national acquisition programmes.
Under the applicable regulation, joint procurement is generally intended to involve at least two eligible participating countries, although temporary provisions allow certain purchases by individual member states.
The rules also impose requirements concerning the geographic origin of components, reflecting the programme’s objective of increasing industrial capacity within Europe and eligible partner countries.
At least 65 per cent of component costs must originate within the permitted European and Ukrainian industrial base.
European governments have substantially increased defence expenditure, but higher budgets do not automatically resolve shortages in manufacturing capacity.
Production lines for ammunition, missiles and complex weapons systems require specialised machinery, skilled workers, component suppliers and sufficiently predictable orders to justify expansion.
Many defence companies have traditionally operated against fragmented national requirements. Different governments have purchased equipment in relatively small quantities, often imposing separate technical specifications and procurement conditions.
This fragmentation can increase costs and complicate maintenance, training and interoperability.
Brussels hopes that the combination of common financing and joint procurement will encourage member states to coordinate orders, giving manufacturers more predictable demand.
The challenge is particularly acute in air defence and precision-guided weapons, where European forces face both urgent requirements and lengthy production cycles.
SAFE can provide financing for eligible purchases, but the speed at which industry delivers equipment depends on existing capacity and the ability to expand production.
Italy’s plan now moves to the Council, where the required approval must be secured before the Commission and Italian authorities can conclude the financing agreement.
The Commission’s statement on Tuesday made clear that the initial payment is conditional upon completion of these procedures.
Once the agreement is signed, the first tranche will provide financing for investment under the programme, with subsequent payments governed by the relevant arrangements.
The scale of Italy’s participation gives the decision significance beyond its immediate financial value.
As one of the EU’s largest manufacturing economies, Italy will be an important test of whether European defence financing can generate procurement cooperation across national borders while strengthening existing industrial capacity.
The effectiveness of the programme will ultimately be measured through signed contracts, production increases and the delivery of equipment to European armed forces, rather than the headline amount of approved borrowing.
Italy’s Deficit to Rise Again as Rome Uses EU Fiscal Flexibility
A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Recorde-se que, como O MINHO noticiou, a estes valores acrescem as transferências diretas para os municípios (667 milhões). Portanto, para os distritos de Braga e Viana do Castelo, através das freguesias e dos municípios, o Governo encaminhará, em 2027, um total de 724 milhões de euros.
Pode consultar abaixo o valor que será transferido para a sua freguesia.
Barreiros – 64 639
Bico – 64 513
Caires – 68 802
Carrazedo – 63 750
Dornelas – 63 022
Fiscal – 65 653
Goães – 77 310
Lago – 80 778
Rendufe – 69 529
Bouro (Santa Maria) – 70 667
Bouro (Santa Marta) – 87 124
União das freguesias de Amares e Figueiredo – 100 145
União das freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos – 112 835
União das freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros – 141 246
União das freguesias de Torre e Portela – 77 386
União das freguesias de Vilela, Seramil e Paredes Secas – 111 478
Total – 1 318 877
Abade de Neiva – 86 933
Aborim – 71 056
Adães – 64 285
Airó – 66 642
Aldreu – 68 258
Alvelos – 83 851
Arcozelo – 193 421
Areias – 68 252
Balugães – 64 639
Barcelinhos – 78 215
Barqueiros – 86 713
Cambeses – 71 538
Carapeços – 90 850
Carvalhal – 70 831
Carvalhas – 64 639
Cossourado – 70 698
Cristelo – 83 088
Fornelos – 67 997
Fragoso – 95 398
Gilmonde – 76 905
Lama – 70 841
Lijó – 86 922
Macieira de Rates – 86 253
Manhente – 77 188
Martim – 85 940
Moure – 66 330
Oliveira – 71 978
Palme – 74 671
Panque 68 951
Paradela 72 044
Pereira 73 298
Perelhal 81 413
Pousa 89 567
Remelhe 76 521
Roriz 86 212
Rio Covo (Santa Eugénia) 73 563
Galegos (Santa Maria) 92 657
Galegos (São Martinho) 78 298
Tamel (São Veríssimo) 96 705
Silva 65 172
Ucha 74 377
Várzea 76 131
Vila Seca 72 338
União das freguesias de Alheira e Igreja Nova 90 250
União das freguesias de Alvito (São Pedro e São Martinho) e Couto 105 074
União das freguesias de Areias de Vilar e Encourados 95 831
Barcelos 113 082
Vila Boa 82 644
Vila Frescaínha (São Martinho) 87 491
Vila Frescaínha (São Pedro) 80 040
União das freguesias de Campo e Tamel (São Pedro Fins) 84 045
União das freguesias de Carreira e Fonte Coberta 92 783
União das freguesias de Chorente, Góios, Courel, Pedra Furada e Gueral 147 126
União das freguesias de Creixomil e Mariz 84 045
União das freguesias de Durrães e Tregosa 84 220
União das freguesias de Gamil e Midões 84 045
União das freguesias de Milhazes, Vilar de Figos e Faria 105 835
União das freguesias de Negreiros e Chavão 99 203
União das freguesias de Quintiães e Aguiar 84 045
União das freguesias de Sequeade e Bastuço (São João e Santo Estevão) 105 074
Silveiros 75 708
Rio Covo (Santa Eulália) 74 985
União das freguesias de Tamel (Santa Leocádia) e Vilar do Monte 89 199
União das freguesias de Viatodos, Grimancelos, Minhotães e Monte de Fralães 141 490
União das freguesias de Vila Cova e Feitos 113 498
Total – 5 541 292
Adaúfe 111 206
Espinho 72 287
Esporões 80 738
Figueiredo 68 991
Gualtar 113 585
Lamas 62 897
Mire de Tibães 88 466
Padim da Graça 75 674
Palmeira 129 625
Pedralva 78 183
Priscos 73 206
Ruilhe 68 989
Braga (São Vicente) 152 229
Braga (São Vítor) 268 090
Sequeira 82 639
Sobreposta 73 873
Tadim 69 929
Tebosa 68 581
União das freguesias de Arentim e Cunha 83 478
União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade) 243 563
União das freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) 253 815
União das freguesias de Cabreiros e Passos (São Julião) 93 126
União das freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro 163 050
União das freguesias de Crespos e Pousada 83 812
União das freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e São Vicente) 105 201
União das freguesias de Este (São Pedro e São Mamede) 123 464
União das freguesias de Ferreiros e Gondizalves 167 034
União das freguesias de Guisande e Oliveira (São Pedro) 83 530
União das freguesias de Lomar e Arcos 145 954
União das freguesias de Merelim (São Paio), Panoias e Parada de Tibães 139 356
União das freguesias de Merelim (São Pedro) e Frossos 108 797
União das freguesias de Morreira e Trandeiras 83 529
União das freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 212 458
União das freguesias de Nogueiró e Tenões 118 209
União das freguesias de Real, Dume e Semelhe 200 301
União das freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra 83 529
União das freguesias de Vilaça e Fradelos 83 529
Total – 4 314 923
Abadim 96 333
Basto 84 592
Bucos 100 864
Cabeceiras de Basto 111 292
Cavez 115 697
Faia 80 904
Pedraça 92 177
Rio Douro 130 999
União das freguesias de Alvite e Passos 103 663
União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune 112 104
União das freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas 140 766
Refojos de Basto 147 292
Outeiro 94 636
Painzela 89 644
Total – 1 500 963
Agilde 91 810
Arnóia 110 989
Borba de Montanha 93 607
Codeçoso 89 080
Fervença 96 713
Moreira do Castelo 82 544
Rego 102 116
Ribas 90 626
Basto (São Clemente) 104 209
Vale de Bouro 85 537
União das freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe 151 456
União das freguesias de Caçarilhe e Infesta 98 335
União das freguesias de Canedo de Basto e Corgo 105 369
União das freguesias de Carvalho e Basto (Santa Tecla) 98 758
União das freguesias de Veade, Gagos e Molares 119 356
Total -1 520 505
Antas 92 143
Forjães 95 015
Gemeses 72 777
Vila Chã 79 218
Apúlia 121 370
Fão 103 885
Belinho 93 181
Mar 77 810
Esposende 102 128
Marinhas 143 374
Gandra 80 672
União das freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto 98 020
Palmeira de Faro 92 186
Curvos 73 457
Total – 1 325 236
Armil 81 305
Estorãos 93 780
Fafe 255 588
Fornelos 87 092
Golães 99 157
Medelo 86 714
Paços 84 090
Quinchães 108 721
Regadas 95 524
Revelhe 82 544
Ribeiros 80 314
Arões (Santa Cristina) 88 255
São Gens 106 791
Silvares (São Martinho) 91 883
Arões (São Romão) 119 133
Travassós 95 564
Vinhós 77 309
União de freguesias de Aboim, Felgueiras, Gontim e Pedraído 139 455
União de freguesias de Agrela e Serafão 108 865
União de freguesias de Antime e Silvares (São Clemente) 108 329
União de freguesias de Ardegão, Arnozela e Seidões 128 817
União de freguesias de Cepães e Fareja 113 858
União de freguesias de Freitas e Vila Cova 104 638
União de freguesias de Monte e Queimadela 116 913
União de freguesias de Moreira do Rei e Várzea Cova 139 528
Total – 2 694 167
Aldão 69 800
Azurém 167 275
Barco 75 199
Brito123 221
Caldelas 116 701
Costa 108 962
Creixomil 159 043
Fermentões 117 889
Gonça 75 343
Gondar 89 907
Guardizela 89 669
Infantas 82 550
Longos 81 135
Lordelo 117 062
Mesão Frio 109 725
Moreira de Cónegos 128 179
Nespereira 92 516
Pencelo 70 257
Pinheiro 69 216
Polvoreira 104 876
Ponte 131 371
Ronfe 115 311
Prazins (Santa Eufémia) 70 833
Selho (São Cristóvão) 82 614
Selho (São Jorge) 131 587
Candoso (São Martinho) 71 699
Sande (São Martinho) 90 947
São Torcato 107 180
Serzedelo 107 691
Silvares 89 578
Urgezes 125 025
União das freguesias de Abação e Gémeos 108 350
Airão (Santa Maria) 81 124
Airão São João 73 846
Vermil 75 145
União das freguesias de Arosa e Castelões 104 638
União das freguesias de Atães e Rendufe 115 076
União das freguesias de Briteiros Santo Estevão e Donim 95 514
União das freguesias de Briteiros São Salvador e Briteiros Santa Leocádia 95 039
União das freguesias de Candoso São Tiago e Mascotelos 112 634
Conde 75 682
Gandarela 74 889
União das freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo 114 529
União das freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião 178 824
Prazins Santo Tirso 73 846
Corvite 66 103
União das freguesias de Sande São Lourenço e Balazar 92 055
Sande (Vila Nova) 84 476
Sande (São Clemente) 84 636
União das freguesias de Selho São Lourenço e Gominhães 95 836
Serzedo 79 119
Calvos 73 846
União das freguesias de Souto Santa Maria, Souto São Salvador e Gondomar 114 888
Tabuadelo 83 339
São Faustino 73 566
Total – 5 399 361
Covelas 77 309
Ferreiros 78 463
Galegos 77 309
Garfe 86 176
Geraz do Minho 80 008
Lanhoso 84 265
Monsul 78 926
Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo) 138 467
Rendufinho 85 125
Santo Emilião 78 623
São João de Rei 81 097
Serzedelo 88 310
Sobradelo da Goma 90 345
Taíde 95 224
Travassos 80 182
Vilela 79 923
União das freguesias de Águas Santas e Moure 97 833
União das freguesias de Calvos e Frades 98 331
União das freguesias de Campos e Louredo 98 796
União das freguesias de Esperança e Brunhais 98 331
União das freguesias de Fonte Arcada e Oliveira 109 678
União das freguesias de Verim, Friande e Ajude 111 677
Total – 1 994 398
Balança 77 309
Campo do Gerês 132 864
Carvalheira 88 655
Covide 98 935
Gondoriz 84 564
Moimenta 79 881
Ribeira 76 892
Rio Caldo 95 886
Souto 77 680
Valdosende 91 885
Vilar da Veiga 155 278
União das freguesias de Chamoim e Vilar 104 271
União das freguesias de Chorense e Monte 114 690
União das freguesias de Cibões e Brufe 122 414
Total – 1 401 204
Cantelães 91 158
Eira Vedra 82 545
Guilhofrei 91 789
Louredo 84 564
Mosteiro 89 496
Parada de Bouro 84 564
Pinheiro 89 081
Rossas 125 395
Salamonde 85 578
Tabuaças 88 910
Vieira do Minho 104 125
União das freguesias de Anissó e Soutelo 98 331
União das freguesias de Anjos e Vilar do Chão 119 778
União das freguesias de Caniçada e Soengas 91 749
União das freguesias de Ruivães e Campos 144 226
União das freguesias de Ventosa e Cova 98 331
Total – 1 569 620
Bairro 102 037
Brufe 84 772
Castelões 82 128
Cruz 78 357
Delães 104 110
Fradelos 121 214
Gavião 110 041
Joane 166 273
Landim 96 856
Louro 87 151
Lousado 112 550
Mogege 78 496
Nine 97 699
Pedome 81 272
Pousada de Saramagos 78 409
Requião 105 773
Riba de Ave 96 923
Ribeirão 176 610
Oliveira (Santa Maria) 104 350
Vale (São Martinho) 82 269
Oliveira (São Mateus) 90 988
Vermoim 97 532
Vilarinho das Cambas 81 319
União das freguesias de Antas e Abade de Vermoim 158 972
União das freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures 128 673
Avidos 78 425
Lagoa 73 848
União das freguesias de Carreira e Bente 96 515
Esmeriz 88 064
Cabeçudos 79 021
Gondifelos 97 003
Cavalões 82 956
Outiz 73 848
União das freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei 122 534
Ruivães 87 939
Novais 73 848
União das freguesias de Seide 84 294
União das freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela 159 587
União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário 282 879
Total – 4 085 535
Atiães 78 620
Cabanelas 100 000
Cervães 104 170
Coucieiro 78 857
Dossãos 77 309
Freiriz 87 852
Gême 77 309
Lage 105 686
Lanhas 77 309
Loureira 82 132
Moure 89 713
Oleiros 85 716
Parada de Gatim 78 926
Pico 77 309
Ponte 77 309
Sabariz 77 309
Vila de Prado 131 785
Prado (São Miguel) 82 545
Soutelo 98 809
Turiz 90 419
Valdreu 103 902
Aboim da Nóbrega e Gondomar 105 689
União das freguesias da Ribeira do Neiva 235 506
União das freguesias de Carreiras (São Miguel) e Carreiras (Santiago) 104 641
União das freguesias de Escariz (São Mamede) e Escariz (São Martinho) 104 641
União das freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós 127 931
União das freguesias de Marrancos e Arcozelo 104 641
União das freguesias de Oriz (Santa Marinha) e Oriz (São Miguel) 104 478
União das freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós 128 821
União das freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide 153 000
União das freguesias de Valbom (São Pedro), Passô e Valbom (São Martinho) 127 924
União das freguesias do Vade 169 426
Vila Verde e Barbudo 170 868
Total – 3 500 552
Santa Eulália 132 279
Infias 77 300
Vizela (Santo Adrião) 86 373
União das freguesias de Caldas de Vizela (São Miguel e São João) 210 559
Tagilde 81 563
Vizela (São Paio) 77 695
Total – 665 769
Total – Distrito de Braga 36 832 402
Aboim das Choças 77 309
Aguiã 79 651
Ázere 77 309
Cabana Maior 94 254
Cabreiro 121 674
Cendufe 77 309
Couto 82 545
Gavieira 129 627
Gondoriz 123 454
Miranda 89 905
Monte Redondo 77 309
Oliveira 77 309
Paçô 84 326
Padroso 89 081
Prozelo 81 748
Rio Frio 103 330
Rio de Moinhos 77 309
Sabadim 84 564
Jolda (São Paio) 77 309
Senharei 88 490
Sistelo 104 280
Soajo 138 946
Vale 96 813
União das freguesias de Alvora e Loureda 98 331
União das freguesias de Arcos de Valdevez (São Paio) e Giela 102 039
União das freguesias de Arcos de Valdevez (Salvador), Vila Fonche e Parada 123 699
União das freguesias de Eiras e Mei 90 450
União das freguesias de Grade e Carralcova 103 170
União das freguesias de Guilhadeses e Santar 90 450
União das freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão 90 450
União das freguesias de Padreiro (Salvador e Santa Cristina) 90 390
União das freguesias de Portela e Extremo 102 355
União das freguesias de São Jorge e Ermelo 115 620
União das freguesias de Souto e Tabaçô 98 191
União das freguesias de Távora (Santa Maria e São Vicente) 98 331
União das freguesias de Vilela, São Cosme e São Damião e Sá 112 696
Total – 3 450 023
Âncora 71 971
Argela 76 574
Dem 84 030
Lanhelas 70 017
Riba de Âncora 73 582
Seixas 79 320
Vila Praia de Âncora 124 309
Vilar de Mouros 74 541
Vile 62 764
União das freguesias de Arga (Baixo, Cima e São João) 151 960
União das freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho 100 032
União das freguesias de Gondar e Orbacém 99 133
União das freguesias de Moledo e Cristelo 91 978
União das freguesias de Venade e Azevedo 84 355
Total – 1 244 566
Alvaredo 78 914
Cousso 85 758
Cristoval 81 242
Fiães 94 254
Gave 95 758
Paderne 99 112
Penso 85 370
São Paio 87 465
União das freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro 217 108
União das freguesias de Chaviães e Paços 98 331
União das freguesias de Parada do Monte e Cubalhão 134 161
União das freguesias de Prado e Remoães 90 450
União das freguesias de Vila e Roussas 119 586
Total – 1 367 509
Abedim 89 781
Barbeita 87 621
Barroças e Taias 77 309
Bela 78 635
Cambeses 77 988
Lara 80 914
Longos Vales 96 470
Merufe 117 792
Moreira 78 135
Pias 90 494
Pinheiros 77 309
Podame 77 309
Portela 89 081
Riba de Mouro 96 204
Segude 77 309
Tangil 109 250
Trute 84 564
União das freguesias de Anhões e Luzio 107 175
União das freguesias de Ceivães e Badim 98 331
União das freguesias de Mazedo e Cortes 129 101
União das freguesias de Messegães, Valadares e Sá 118 866
União das freguesias de Monção e Troviscoso 133 464
União das freguesias de Sago, Lordelo e Parada 104 126
União das freguesias de Troporiz e Lapela 97 871
Total – 2 275 099
Agualonga 82 213
Castanheira 86 040
Coura 84 102
Cunha 91 525
Infesta 82 226
Mozelos 77 309
Padornelo 83 388
Parada 82 986
Romarigães 86 261
Rubiães 87 366
Vascões 84 564
União das freguesias de Bico e Cristelo 99 264
União das freguesias de Cossourado e Linhares 98 331
União das freguesias de Formariz e Ferreira 113 473
União das freguesias de Insalde e Porreiras 108 544
União das freguesias de Paredes de Coura e Resende 107 799
Total – 1 455 391
Azias 86 907
Boivães 77 330
Bravães 78 968
Britelo 92 776
Cuide de Vila Verde 77 309
Lavradas 86 236
Lindoso 131 454
Nogueira 77 309
Oleiros 77 309
Sampriz 84 503
Vade (São Pedro) 77 309
Vade (São Tomé) 76 967
União das freguesias de Crasto, Ruivos e Grovelas 119 142
União das freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil 145 603
União das freguesias de Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães 151 221
União das freguesias de Touvedo (São Lourenço e Salvador) 90 971
União das freguesias de Vila Chã (São João Baptista e Santiago) 103 817
Total – 1 635 131
Anais 89 800
São Pedro d’Arcos 81 221
Arcozelo 116 877
Beiral do Lima 84 625
Bertiandos 63 021
Boalhosa 76 856
Brandara 63 021
Calheiros 88 566
Calvelo 67 571
Correlhã 101 782
Estorãos 98 320
Facha 89 861
Feitosa 72 452
Fontão 71 428
Friastelas 77 309
Gandra 69 475
Gemieira 78 977
Gondufe 81 121
Labruja 96 541
Poiares 85 655
Refóios do Lima 98 084
Ribeira 86 709
Sá 63 021
Santa Comba 63 021
Santa Cruz do Lima 63 021
Rebordões (Santa Maria) 72 442
Seara 64 764
Serdedelo 82 404
Rebordões (Souto) 75 991
Vitorino das Donas 69 917
Arca e Ponte de Lima 120 567
Ardegão, Freixo e Mato 129 805
Gaifar 88 136
Sandiães 88 136
Vilar das Almas 88 136
Bárrio e Cepões 104 641
Cabaços e Fojo Lobal 104 641
Cabração e Moreira do Lima 125 802
Fornelos e Queijada 104 359
Labrujó, Rendufe e Vilar do Monte 111 471
Navió e Vitorino dos Piães 114 713
Total – 3 574 260
Boivão 89 081
Cerdal 98 527
Fontoura 86 886
Friestas 64 239
Ganfei 79 711
São Pedro da Torre 75 955
Verdoejo 64 638
União das freguesias de Gandra e Taião 101 896
União das freguesias de Gondomil e Sanfins 107 783
União das freguesias de São Julião e Silva 98 331
União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão 151 732
Total – 1 018 779
Afife 88 075
Alvarães 97 039
Amonde 70 276
Anha 94 108
Areosa 130 770
Carreço 92 969
Castelo do Neiva 98 317
Darque 161 735
Freixieiro de Soutelo 80 055
Lanheses 82 801
Montaria 113 145
Mujães 75 989
São Romão de Neiva 75 903
Outeiro 90 341
Perre 103 410
Santa Marta de Portuzelo 113 917
Vila Franca 82 255
Vila de Punhe 86 174
Chafé 94 565
Barroselas 112 238
Carvoeiro 86 746
Cardielos 76 435
Serreleis 74 417
União das freguesias de Geraz do Lima (Santa Maria, Santa Leocádia e Moreira) e Deão 135 808
Mazarefes 76 598
Vila Fria 80 887
União das freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda 122 053
União das freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã 117 134
União das freguesias de Torre e Vila Mou 84 043
União das freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela 390 177
Total – 3 188 380
Cornes 82 843
Covas 126 427
Gondarém 89 473
Loivo 84 647
Mentrestido 79 611
Sapardos 84 518
Sopo 98 745
União das freguesias de Campos e Vila Meã 107 843
União das freguesias de Candemil e Gondar 99 868
União das freguesias de Reboreda e Nogueira 98 730
União das freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe 107 354
Total – 1 060 059
Total – Distrito de Viana do Castelo 20 269 197
O conteúdo Saiba quanto vai receber a sua freguesia do Orçamento do Estado aparece primeiro em O MINHO.

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Sul sacchetto c’è scritto «Etiopia, Yirgacheffe, naturale, note di pesca e gelsomino». Al banco si può ordinare un espresso oppure un filtro, chi lo prepara parla di ricetta e di rapporto di estrazione. Il caffè ha acquisito un vocabolario che racconta molte più cose della miscela e della tostatura. Per leggerlo conviene partire da ciò che accade alla pianta, seguire il chicco fino alla torrefazione e arrivare, infine, alla tazza.
Specialty. È la parola più usata e forse quella che ha bisogno di più cautela. Per anni è stata associata soprattutto ai caffè che ottenevano almeno 80 punti su 100 in assaggio. La Specialty Coffee Association oggi propone una definizione più ampia: il valore di un caffè comprende caratteristiche sensoriali, ma anche informazioni su origine, produttore e lavorazione. «Specialty» da solo dice poco; diventano interessanti le informazioni verificabili che lo accompagnano.
Origine, singola origine, microlotto. L’origine può indicare un Paese, una regione, una cooperativa o una singola azienda agricola: livelli di precisione molto diversi. Singola origine segnala che il caffè proviene da un’area dichiarata, ma non garantisce che sia stato coltivato in un’unica fattoria. Microlotto indica una partita tenuta separata dalle altre, spesso per parcella, raccolta o lavorazione. È sempre una descrizione della tracciabilità, non un voto di qualità.
Arabica, Robusta e varietà. Arabica e Robusta sono i nomi comuni delle due specie più diffuse nella coltivazione, rispettivamente Coffea arabica e Coffea canephora. All’interno di ciascuna esistono molte varietà, con caratteristiche agronomiche diverse: per questo leggere «Arabica» non equivale a conoscere la varietà, così come leggere «uva» non equivale a conoscere il vitigno. Robusta ha spesso più caffeina e solidi solubili, ma liquidarla automaticamente come caffè scadente significa ignorarne la diversità genetica e il lavoro di selezione.
Lavato, naturale, honey. Sono parole che descrivono la lavorazione del frutto dopo la raccolta. Nel metodo lavato si rimuovono polpa e mucillagine prima dell’essiccazione del seme. Nel naturale il frutto viene essiccato intero. Nel metodo honey si toglie la buccia e si lascia una parte della mucillagine durante l’essiccazione: non viene aggiunto miele. Le lavorazioni possono influire sul profilo della tazza, ma non permettono di prevederne il sapore senza considerare materia prima, fermentazione, essiccazione e tostatura.
Anaerobico. Indica una fermentazione condotta limitando o escludendo l’ossigeno. È diventato un termine visibile sulle confezioni perché alcune lavorazioni producono profili aromatici molto riconoscibili. Non designa però una ricetta unica: durata, contenitore e passaggi successivi possono cambiare da produttore a produttore. Se un caffè è presentato soltanto come «anaerobico», manca ancora una parte della storia.
Tostatura chiara, media, scura. Descrivono quanto il chicco viene sviluppato attraverso il calore. Sono indicazioni utili, ma senza una scala condivisa sulla confezione restano relative: «media» per una torrefazione può apparire «chiara» per un’altra. La data di tostatura, invece, è un’informazione concreta. Aiuta a capire quando il caffè è stato preparato per la vendita, pur senza stabilire da sola il momento perfetto per consumarlo.
Note di degustazione. «Pesca», «cioccolato» o «gelsomino» descrivono richiami percepiti nell’aroma e nel sapore: non sono, salvo diversa indicazione, ingredienti aggiunti. Sono un invito a cercare somiglianze, non la promessa che ogni persona sentirà esattamente la stessa cosa. La ruota degli aromi della Specialty Coffee Association serve proprio a dare un linguaggio comune all’assaggio.
Acidità. Nel lessico dell’assaggio indica una sensazione gustativa che può ricordare gli agrumi o altra frutta. Può contribuire alla vivacità di una tazza; quando risulta sgradevole, è sensato dirlo senza sentirsi in difetto. Va tenuta distinta sia dall’idea generica di «caffè acido» sia dall’intensità della bevanda: un caffè molto concentrato non è necessariamente meno acido.
Espresso, filtro, ricetta. Espresso e filtro sono modi di preparare la bevanda, non categorie di chicchi. In caffetteria la ricetta specifica, fra le altre cose, definisce quanti grammi di macinato si usano e quanta bevanda si ottiene. Un rapporto di 1:2 nell’espresso significa, per esempio, 18 grammi di caffè macinato per circa 36 grammi di bevanda. È una proporzione diffusa, non una norma obbligatoria: serve al barista per ripetere e correggere il risultato.
Estrazione. È il processo con cui l’acqua porta nella bevanda una parte delle sostanze contenute nel caffè macinato. Permette di capire perché macinatura, quantità di caffè e acqua, temperatura e tempo cambino il sapore. Concentrazione ed estrazione non sono la stessa misura: la prima riguarda quanto è intensa la bevanda, la seconda quanta parte del macinato è passata in tazza.
Differenza tra estrazione e corpo. L’estrazione è il passaggio delle sostanze del caffè macinato nell’acqua. Il corpo è invece una sensazione tattile in bocca, legata alla consistenza della bevanda. Sono due concetti che si incontrano nella preparazione, ma non sono sinonimi: una tazza può essere concentrata e avere un equilibrio gustativo poco convincente. Dose, acqua, macinatura e tempo incidono sul risultato.
Cupping. È una procedura di assaggio comparativo usato dai professionisti per valutare i caffè con una preparazione controllata. Il sistema di valutazione aggiornato della Specialty Coffee Association distingue la descrizione di ciò che si percepisce dal giudizio sulla qualità. È una distinzione utile anche fuori dalle sessioni professionali: dire che un caffè ricorda la frutta fermentata descrive una sensazione; dire che quella sensazione è piacevole esprime una preferenza. Per realizzare la comparazione si preparano più campioni secondo condizioni controllate per descriverne e valutarne le caratteristiche: il caffè viene assaggiato con un cucchiaio e aspirato con decisione per distribuirlo in bocca.
Cold brew. È caffè preparato con acqua fredda o a temperatura ambiente e tempi di infusione lunghi. Non coincide con un caffè estratto caldo e poi versato sul ghiaccio. La differenza nel procedimento può cambiare ciò che si percepisce in tazza, ma l’etichetta «cold brew» non garantisce da sola che la bevanda sia dolce o poco acida: contano anche il caffè scelto, la concentrazione e la ricetta.
Flat white. Espresso e latte montato con una schiuma fine, integrata alla parte liquida. Si serve in una tazza generalmente più piccola di quella del caffellatte, ma non esiste una proporzione identica in tutte le caffetterie. Se il nome da solo non basta a scegliere, la domanda utile è: quanto latte c’è rispetto al caffè?
Cortado. Espresso «tagliato» con una piccola quantità di latte caldo. Anche qui dimensioni e proporzioni cambiano da locale a locale. L’idea, rispetto al flat white, è che il latte accompagni il caffè senza diventare la parte prevalente della bevanda.
Q Grader. È un professionista che ha ottenuto una qualifica per la valutazione del caffè. Non è sinonimo di barista né un titolo che si acquisisce dichiarando di avere un buon palato: richiede formazione ed esami. Il programma attuale è gestito dalla Specialty Coffee Association e usa il suo sistema di valutazione, che considera caratteristiche fisiche e sensoriali del caffè.
Chemex. È il nome di una caffettiera in vetro per il caffè filtro. Il macinato si mette in un filtro di carta nella parte superiore; l’acqua attraversa il caffè e la bevanda si raccoglie nella caraffa sottostante. Dire «un Chemex» indica dunque lo strumento e, per estensione, il caffè preparato con quello strumento.
V60. È un portafiltro conico prodotto da Hario: vi si inseriscono un filtro di carta e il caffè macinato, poi si versa l’acqua dall’alto. Fa parte dei metodi pour over, nei quali chi prepara il caffè controlla anche il modo e il ritmo del versamento. V60 e Chemex appartengono entrambi alla famiglia del caffè filtro, ma sono strumenti diversi.
Bloom. È la prima breve bagnatura del caffè macinato, prima di versare il resto dell’acqua in una preparazione filtro. In questa fase il macinato può gonfiarsi e liberare gas, soprattutto se la tostatura è recente. Nelle ricette per V60 è spesso prevista una pausa di alcune decine di secondi. È un passaggio della preparazione, non una qualità del chicco.
French press. È la caffettiera a stantuffo. Il macinato resta a contatto con l’acqua per il tempo scelto; poi uno stantuffo con filtro separa gran parte dei fondi dalla bevanda. A differenza di V60 e Chemex, qui l’acqua non viene fatta passare progressivamente attraverso un letto di caffè: il metodo si basa sull’infusione.
Syphon, o siphon. È una caffettiera composta da due recipienti, spesso di vetro. Il calore spinge l’acqua verso la camera superiore, dove incontra il caffè; quando la fonte di calore viene rimossa, la bevanda torna nel recipiente inferiore passando attraverso un filtro. La preparazione è scenografica, ma ciò che la definisce è il funzionamento dello strumento.
L'articolo Dallo specialty al cold brew, un lessico per capire come cambia il caffè che beviamo proviene da Linkiesta.it.
Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
Amares – 15.472.638 euros
Barcelos – 67.430.659 euros
Braga – 69.847.301 euros
Cabeceiras de Basto – 18.095.387 euros
Celorico de Basto – 20.663.455 euros
Esposende – 17.478.545 euros
Fafe – 35.793.572 euros
Guimarães – 75-661.898 euros
Póvoa de Lanhoso – 17.123.023 euros
Terras de Bouro – 13.095.503 euros
Vieira do Minho – 14.698.923 euros
Vila Nova de Famalicão – 59.355.925 euros
Vila Verde – 34.784.838 euros
Vizela – 14.125.160 euros
Total – 473.626.827 euros
Arcos de Valdevez – 26.517.721 euros
Caminha – 12.699.506 euros
Melgaço – 12.855.327 euros
Monção – 18.027.381 euros
Paredes de Coura – 12.996.839 euros
Ponte da Barca – 14.202.199 euros
Ponte de Lima – 32.224.516 euros
Valença – 12.492.641 euros
Viana do Castelo – 39.246.384 euros
Vila Nova de Cerveira – 12.183.265 euros
Total: 193.445.779 euros
O conteúdo Governo ‘dá’ 667 milhões aos municípios do Minho: Guimarães é quem mais recebe aparece primeiro em O MINHO.
Uma carrinha de caixa aberta embateu violentamente contra outra, estacionada na berma, enquanto eram realizados trabalhos de limpeza, na Estrada Nacional 206, em Golães, Fafe.
O acidente deu-se no sentido Fafe-Guimarães, naquela que é conhecida como a variante entre as duas cidades.
Ao que O MINHO apurou no local, a carrinha que estava em movimento estaria a ser ultrapassada por um camião, obrigando-a a encostar mais à direita.

Foi então que se deu o choque com a carrinha, pertencente à empresa que estava a fazer limpezas na via, que não estaria sinalizada.

Apesar do aparato, não há feridos a registar.
A GNR registou a ocorrência.
O conteúdo Carrinha choca contra outra estacionada na berma na variante Fafe-Guimarães aparece primeiro em O MINHO.
Os Bombeiros de Fafe resgataram este domingo um gato bebé que miava insistentemente desde a manhã numa sarjeta, em Moreira de Rei, concelho de Fafe.
O gato, que estava muito assustado, foi retirado sem ferimentos, depois de elementos dos bombeiros terem entrado no labirinto de tubos subterrâneos.



No local estiveram cinco operacionais dos Bombeiros de Fafe.
O conteúdo Fafe: Bombeiros resgatam gato bebé de uma sarjeta aparece primeiro em O MINHO.

Uma colisão entre um motociclo e um veículo ligeiro de passageiros provocou, ao final da manhã deste sábado, um ferido grave na Estrada Nacional 206, na localidade de Brufe.

O alerta para o acidente foi dado pelas 11h07, mobilizando de imediato os meios de socorro para o local. A vítima grave foi assistida e estabilizada pelas equipas de emergência e transportada posteriormente para o Hospital de Famalicão. Segundo os Bombeiros Voluntários de Famalicão, os trabalhos de prestação de socorro envolveram o apoio direto da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Famalicão, que tomou conta da ocorrência e procedeu ao controlo do trânsito na via.
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Por: Dino Frazão
Data: 10 de Outubro de 2026
O conteúdo Colisão entre motociclo e veículo ligeiro deixa um ferido grave em Brufe aparece primeiro em OS MONHACAS.
O Tribunal da Relação de Guimarães suspendeu a emissão de música no campo de futebol da Associação Sociedade de Recreio Cepanense, em Cepães, Fafe, com exceção do período de uma hora antes de cada jogo que aí tenha lugar e ainda durante cerca de 10 minutos, na manhã do jogo, para testar o sistema de som, sempre com as colunas viradas para o interior do campo e na direção contrária à casa do cidadão que se queixou.
“Permitindo a Sociedade Recreativa, música antes, no intervalo e após os jogos, proveniente de colunas de som instaladas no exterior do campo de futebol que lhe pertence nos dias dos jogos que têm lugar nesse campo, que se encontra situado na proximidade da casa de António M., o que afeta o seu bem-estar e repouso, tanto mais que o mesmo sofre de diversas patologias, designadamente cardíacas, tal emissão de som viola os seus direitos de personalidade”, diz, o acórdão, proferido em setembro.
Os juízes desembargadores acentuam, ainda, que, “tem o Autor direito à suspensão parcial dessa emissão, limitando-se a mesma a uma hora de música antes do jogo, sempre com as colunas viradas para o campo e na direção contrária à da casa, pois tal será suficiente para dar publicidade à realização do jogo, no interesse da coletividade, sendo excessivo, tendo em conta o princípio da proporcionalidade, o pedido no sentido da total cessação do mencionado ruído”.
O cidadão, pedia, na ação, a título principal, a condenação à não emissão de som por parte da Associação proveniente de colunas de som instaladas no exterior ou qualquer outro bem similar em termos de sonoridade, nos dias de jogo, aos fins de semana, ou mesmo à semana, ou em qualquer outro evento desportivo ou não desportivo, organizado ou não, que ocorra no prédio onde se encontra o campo de jogos, o bar, e as bancadas, na sua sede”.
O pedido foi rejeitado pelo Tribunal de Fafe pelo que o cidadão recorreu para a Relação de Guimarães.
Na ação, António M. dizia que, antes, durante e após os jogos de futebol do campeonato distrital da 1ª Divisão da Associação de Futebol de Braga, “pessoas a mando do Cepanense, colocam música via telemóvel com saída em duas colunas de som, regularmente, sendo que os jogos têm normalmente o seu início pelas 15 horas”.
Salientou que tem 64 anos de idade, e está reformado por invalidez, padecendo de diversas doenças, cardíacas, renais e diabéticas.
O conteúdo Fafe: Tribunal limita a uma hora emissão de música no campo de futebol do Cepanense aparece primeiro em O MINHO.
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O Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe a Exposição Fotográfica Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado, que ficará patente de 13 de outubro a 30 de novembro. A entrada é gratuita. A Pedra do Valado integra um dos maiores recifes rochosos costeiros de baixa profundidade em Portugal, estendendo-se ao […]
O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Ave aprovou, hoje, por unanimidade, uma proposta de compromisso que manifesta o apoio político dos municípios do Ave ao processo de criação da futura Área Metropolitana do Minho.
Em comunicado, a CIM do Ave explica que “o compromisso prevê a união de esforços e o desenvolvimento dos diálogos institucionais necessários à convergência estratégica, que permita aportar novas ferramentas e novas oportunidades de valorização de toda a região”.
A deliberação expressa ainda “a vontade de trabalhar em conjunto, ultrapassando fronteiras administrativas, para que o Minho tenha uma voz única, forte e representativa junto dos centros de decisão nacionais e europeus”.
Na fundamentação da proposta, o Conselho Intermunicipal sublinha a relevância económica e exportadora do Minho e defende que uma escala de cooperação mais ampla poderá contribuir para a modernização dos territórios e para a melhoria da qualidade de vida das populações.
A posição é assumida pelos oito municípios que integram a CIM do Ave: Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela.
A criação da Área Metropolitana do Minho foi oficialmente lançada a 21 de julho, pelos presidentes das câmaras de Braga e Guimarães.
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A Divisão de Coesão Social e do Grupo Municipal de Saúde Mental de Fafe divulgou hoje um programa para o mês de outubro com várias atividades de reforço da literacia em saúde mental.
São também objetivos deste programa a promoção da participação da comunidade e valorização do trabalho em rede com parceiros locais, destacando-se o Dia Mundial da Saúde Mental marcado para sábado, onde, ao longo do dia, estarão presentes diferentes entidades e projetos na Casa da Cultura e na Biblioteca Municipal de Fafe, procurando dar a conhecer o trabalho realizado durante o ano.

O Grupo Municipal de Saúde Mental de Fafe assinala este ano o seu terceiro ano de atividade.
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O rebanho de André Gonçalves controla a vegetação no Amendoeira Golf Resort. A parceria reduz gastos de limpeza e dá ao pastor uma fonte gratuita de alimento.
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JE M'INSCRIS lecourrierdesstrateges.frDepuis le 1er juillet 2026, la Métropole de Lyon applique la verbalisation dans sa zone à faibles émissions. Les véhicules Crit’Air 3, 4, 5 et non classés risquent 68 euros d’amende forfaitaire pour une voiture particulière ou un utilitaire léger, et 135 euros pour un poids lourd ou un autocar, selon le code de la route. Une quarantaine d’agglomérations appliquent déjà une ZFE. En Île-de-France, les sanctions sont reportées au 1er janvier 2027.
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S'ABONNER lecourrierdesstrateges.frLe 30 septembre, la commission du développement durable de l’Assemblée nationale a rejeté par 21 voix contre 19 la proposition de loi de Pierre Meurin visant à abroger les zones à faibles émissions-mobilité. Le texte sera néanmoins examiné dans l’hémicycle le 8 octobre, lors de la journée réservée au groupe RN.
Le dispositif avait déjà été adopté dans le cadre de la loi de simplification de la vie économique, avant d’être censuré le 21 mai 2026 par le Conseil constitutionnel, non sur le fond, mais parce que la disposition était dépourvue de lien suffisant avec le texte initial. La ZFE lyonnaise reste donc en vigueur.
Le député RN Pierre Meurin affirme que les ZFE « excluent 15 millions de Français ». Ce chiffre relève de son argumentaire et doit être attribué comme tel. De son côté, le député LFI Sylvain Carrière a jugé les ZFE « profondément injustes », tandis que Vincent Thiébaut (Horizons) refuse une suppression sans développement préalable des transports collectifs.
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REJOINDRE LE FIL t.me/resterlibrePendant que les parlementaires discutent, à Lyon, la verbalisation a commencé le 1er juillet : 68 euros pour une voiture, 135 euros pour un poids lourd ou un autocar. Le premier montant correspond à l'amende forfaitaire des contraventions de troisième classe. En Île-de-France, les sanctions sont repoussées au 1er janvier 2027. Le montant de la sanction dépend donc de l'adresse, et du calendrier que chaque exécutif local a choisi. Les contrôles sont actuellement effectués par les polices municipale et nationale.
Le 2 octobre, Pierre Chasseray (40 millions d'automobilistes) et l'écrivain Alexandre Jardin ont écrit aux députés pour dénoncer un « système absurde, punitif et profondément injuste ». Ils promettent de publier le vote de chaque élu et de le faire connaître aux électeurs de sa circonscription. Au-delà des affrontements partisans, une question demeure : combien de temps une réglementation contestée jusque dans ses effets sociaux peut-elle continuer à s’imposer avant que le législateur ne tranche clairement ? Quel que soit le résultat du 8 octobre, les automobilistes resteront soumis à un calendrier qui leur échappe. Les élus locaux fixent les dates de sanction, le Parlement débat des principes. Entre les deux, la facture arrive à l'automobiliste.
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